Receba atualizações no seu Facebook. Basta curtir a nossa página abaixo:

 

Nova bateria de íon-lítio chega a 70% da carga em apenas 2 minutos

Uma equipe de pesquisadores de Singapura desenvolveu uma nova geração de baterias de íons de lítio que podem receber até 70% de carga em apenas dois minutos. Isso significa que ela carregaria um carro elétrico em apenas 15 minutos. E eis o melhor: ela dura mais de 20 anos.

Normalmente, ficamos céticos em relação a novas tecnologias de baterias, mas há motivos para ficarmos esperançosos em relação a essa descoberta. A nova bateria não é exatamente nova. É apenas uma melhoria em relação à tecnologia já existente de íon-lítio.

A parte principal vem na forma de nanoestruturas. Em vez do grafite normalmente usado para criar o ânodo da bateria, essa nova tecnologia usa um gel de dióxido de titânio, que é mais barato. É o mesmo material usado no protetor solar para absorver os raios ultravioletas. Os cientistas encontraram uma forma de transformar o composto em nanoestruturas que aumentam a velocidade do processo de recarga. E de fato eles fazem isso: com essa pequena inovação, as baterias carregam até 20 vezes mais rápido e duram até 20 vezes mais.

“Com a nossa nanotecnologia, carros elétricos poderão aumentar o alcance dramaticamente em apenas cinco minutos de recarga, o que está próximo do tempo necessário para bombas de gasolina encherem o tanque dos carros atuais”, disse o Professor Chen Xiadong da Universidade Tecnológica Nanyang em um release. Pense agora no que isso pode fazer pelo seu smartphone.

Os pesquisadores dizem que a tecnologia estará no mercado dentro de dois anos. Promessa de recarga rápida para baterias não é novidade, mas o fato dessa nova bateria usar tanta tecnologia já existente nos dá motivos para acreditar que agora vai dar certo. [NTU]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


Bateria de íon de lítio

As baterias de íon de lítio do futuro vão avisar quando estão para explodir


moto 360 bateria

Bateria do Moto 360 dura mais após atualização de software


Nanogeneator-inline

Os barulhos intensos ao seu redor podem carregar a bateria do smartphone


intel-bateria

Um software simples faz a bateria do seu smartphone carregar em questão de minutos


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


fortaleza viking (1)

Arqueólogos descobrem fortaleza viking de 1.000 anos atrás


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


nariz

Seu nariz pode indicar quando você vai morrer


photoshop future

Este é o futuro do Photoshop, e parece mágica


tumblr_ncz8dbqEw81u0dpymo1_1280

Eleitores não resistem e tiram selfie com urna eletrônica


xenex disenfect

Este robô acaba com o vírus do ebola usando o poder da luz

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Gauntlet

Gauntlet” é um nome que gera lembranças em muitos gamers mais velhos, da época em que jogar videogame se resumia a ir com os colegas até um arcade próximo e gastar as moedas reunidas na semana. Mesmo recebendo várias versões atualizadas, um dos maiores clássicos da Coin Era – os estadunidenses a chamam assim – nunca conseguiu o mesmo destaque de antes. Mas a Arrowhead  Game Studios teve uma boa sacada: tentar colocar aquela jogatina cooperativa toda no modo multiplayer online.

Mas será que a internet consegue trazer a mesma experiência que os arcades apertados ou, se formos referir ao “Gauntlet” de PlayStation 2, que a galera sentada em torno do sofá (poucas pessoas tinham um que cabiam quatro pessoas)? Infelizmente não dá para saber. E não por causa da dificuldade dessa questão, mas sim porque o matchmaking do novo “Gauntlet” é muito ruim! E esse não é o único problema do game… Mas, enfim, vamos por partes!

Os fãs da série serão felizes 

Antes de mais nada: o novo “Gauntlet” é bonzinho; não é ótimo, mas também não é ruim. Os fãs da série provavelmente vão gostar do novo game, que possui gráficos melhorados, personagens bem característicos e uma dificuldade muito desafiadora. A quantidade de fases também não desanima: são três capítulos, cada um com quatro fases, sendo que três dessas quatro possuem três andares e a outra é um chefão gigante bem apelão. Ou seja, podemos considerar que o novo “Gauntlet” tem 30 fases ao todo. Considerável, mesmo que o jogo não tenha mais do que oito horas de duração e esse número seja menor do que “Gauntlet Dark Legacy” ou “Gauntlet Legends”.

Além disso, a competitividade e a cooperatividade permanecem bem equilibradas, como nos jogos passados. Do mesmo jeito que é quase imprescindível que o seu time tenha quatro pessoas jogando bem para que vocês consigam passar das fases mais difíceis nas dificuldades mais difíceis, você também quer matar a maioria dos inimigos e pegar a grana primeiro para não sair da fase pobre.

Resumindo: para uma pessoa que teve um dos jogos da série como parte da sua infância ou adolescência, o novo “Gauntlet” mata saudades de forma satisfatória.

Quem não conhecia provavelmente não sairá satisfeito

Entretanto, a nova versão para PC deixa a desejar em vários aspectos. Seus gráficos – por mais que não sejam tão importantes para a experiência – são mal acabados, a árvore de melhorias não melhora muita coisa (e está mais para arbusto, cá entre nós) e o jogo é extremamente repetitivo. Primeiro: temos apenas cerca de 20 inimigos diferentes, contando chefes e mini-chefes. É menos inimigos do que fases! E isso porque estou sendo gente fina: alguns monstros são só diferentes fisicamente de outros.

Segundo: os personagens possuem pouquíssimas habilidades. O mago, que é o que tem mais variações, ataca com apenas oito magias, para se ter uma ideia. As relíquias, que funcionam como habilidades extras, também não estão presentes em grande número. Por fim, terceiro: todos os capítulos são idênticos! Sério. É sempre assim: o primeiro andar de cada fase é grande, o segundo é pequeno, mas com algum “problema” – como a Morte correndo atrás de você, ou tudo escuro com aranhas nascendo do chão – e o terceiro é apenas um galpão cheio de monstros. São poucos os lugares secretos, é bem fácil conseguir o dinheiro necessário para comprar os itens que você quiser e as roupas não mudam nada quando olhadas com a câmera do jogo. Ou seja, não há nada que te faça jogar mais de uma vez.

Resumindo: o jogo não vale tanto a pena para quem não é fã da série porque cansa rápido demais. 

O online que deveria ter sido e que não foi 

A Arrowhead, como já foi dito antes, tinha uma carta na manga: o primeiro “Gauntlet” com matchmaking online. A ideia era fazer que só fosse jogado sozinho por escolha própria: seria muito fácil formar um grupo e sair comendo perus e catando moedas de ouro pelas fases. Porém, faltou planejamento na hora de pensar no multiplayer online. Além de ser quase impossível jogar com os colegas pela internet, os personagens não podem ser substituídos a não ser que você volte pro lobby (se alguem der quit, o grupo fica com um homem a menos até passar a fase inteira) e o usuário não escolhe as salas – só o Quick Match é possível.

Ainda por cima, a comunicação multiplayer in-game não é das melhores – ainda é necessário que o usuário utilize Skype ou RaidCall para conseguir se comunicar de maneira satisfatória. Ou seja, por mais que a novidade do online chame a atenção em um primeiro momento, o co-op local ainda é a melhor opção. A única coisa que a produtora tentou  trazer de novidade à série não funcionou.


 É dificil terminar uma fase com os quatro jogadores…

Conclusão: é igual bar sujo; só entra quem já é cliente

Em uma era totalmente diferente daquela que o primeiro “Gauntlet” foi lançado (que foi em 1986), a nova versão produzida pela Arrowhead Game Studios provavelmente não chama a atenção de novos gamers. O público alvo permanece sendo aquele que já jogou um dos títulos da série e não espera muitas novidades e nem se preocupa com o enredo ou a qualidade gráfica do game. 

Por mais divertido que seja, há pouca variedade em quase tudo no game, são poucas horas de jogo e só vai fazer replay quem for muito fã da série. Mesmo aqueles que gostam de “platinar” o game e abrir tudo o que for possível não terão tanto trabalho: juntar dinheiro é questão de ser rápido e cara-de-pau e são poucos itens no final das contas. “Gauntlet” é, então, um jogo para quem já tem uma paixão pela série. Porque se for para ficar apaixonado depois dessa versão, é melhor procurar um psicólogo (ou games melhores).

Prós

  • Mata a saudade de quem gosta da série
  • Ainda permanece com a experiência do co-op local
  • Personagens têm estilos muito característicos
  • Engraçadinho sem ser piegas
  • Pode ser bem desafiante

Contras

  • Muito repetitivo
  • Poucas opções de habilidades e itens
  • Os capítulos são iguais: só muda a “embalagem”
  • Multiplayer online tem falhas
  • Só joga de novo quem for muito fã

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

Tags: , ,

Facebook agora permite comentar posts de amigos com stickers

Os stickers, aqueles primos grandes dos emojis que estavam relegados ao mundo do Facebook Messenger, agora podem ser usados em comentários em posts feitos pelo Facebook.

Por enquanto o recurso não está disponível para todos, mas Bob Baldwin, engenheiro do Facebook, prometeu pela rede social que dentro de alguns dias todos poderão usar os stickers para responder posts comuns de amigos.

Stickers nos comentários do Facebook

Para encontrar os stickers nos comentários, basta clicar no rosto feliz que aparece no canto direito da caixa de texto, logo ao lado do ícone para adicionar imagens. Nem todos os stickers disponíveis no Messenger podem ser usados também nos comentários, mas ainda assim há uma grande variedade de novas formas de expressar alguma coisa pela rede social.

Aos poucos o Facebook vai enriquecendo os comentários. Inicialmente era apenas textos, mas em 2013 a caixa de comentários ganhou emojis e imagens. Qual será o próximo passo? Quem sabe o Facebook enfim passe a aceitar GIFs? [Facebook]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


facebook screen

[Rumor] Facebook vai lançar um app de conversas anônimas


facebook whatsapp

Por US$ 22 bilhões, Facebook agora é oficialmente o dono do WhatsApp


facebook money

Facebook Messenger está prestes a ganhar novo recurso: enviar dinheiro para seus amigos


facebook screen

Facebook está criando app para monitorar detalhes da sua saúde, diz Reuters


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


fortaleza viking (1)

Arqueólogos descobrem fortaleza viking de 1.000 anos atrás


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


nariz

Seu nariz pode indicar quando você vai morrer


photoshop future

Este é o futuro do Photoshop, e parece mágica


tumblr_ncz8dbqEw81u0dpymo1_1280

Eleitores não resistem e tiram selfie com urna eletrônica


xenex disenfect

Este robô acaba com o vírus do ebola usando o poder da luz

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Falha no Dropbox deletou alguns arquivos para sempre

Eis um bom motivo para não confiar seus dados apenas à nuvem. O Dropbox confirmou que um bug em uma versão mais antiga do seu aplicativo para desktop excluiu arquivos de usuários em seus servidores.

O Dropbox diz que está restaurando alguns itens e já corrigiu o bug. Má notícia, no entanto: a empresa não poderá restaurar todos os arquivos perdidos.

O problema parece ter surgido entre usuários que ativaram a Sincronização Seletiva, que permite sincronizar com a nuvem apenas algumas pastas específicas. O bug aparecia depois de o sistema operacional travar, ou quando o usuário forçava a reinicialização: de repente, os arquivos eram apagados.

Para resolver isso, o Dropbox lançou novas versões de seus apps, e impediu que versões antigas com o bug continuem funcionando.

O Dropbox conseguiu restaurar boa parte dos arquivos, mas não tudo. Os usuários afetados receberam (ou receberão) um e-mail com Dropbox Pro de graça por um ano – ele normalmente custa US$ 99/ano – que oferece 1 TB de armazenamento e alguns recursos avançados.

Mesmo se você não foi afetado, é uma decisão sábia guardar seus arquivos também em outro lugar: falhas como essa podem acontecer em qualquer serviço na nuvem. Por isso, arranje um drive externo e um programa – como o gratuito Crashplan – para fazer backup. [Hacker News via Engadget]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


wi-fi

Samsung levará Wi-Fi cinco vezes mais rápido para dispositivos já no ano que vem


cabo submarino

Google financia novo cabo submarino que ligará Santos e Fortaleza aos EUA


css

A linguagem que mudou a internet para sempre comemora 20 anos hoje


Captura de Tela 2014-10-02 às 16.41.52

Lixo Político, um site para você reclamar dos candidatos que sujam as ruas


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


fortaleza viking (1)

Arqueólogos descobrem fortaleza viking de 1.000 anos atrás


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


nariz

Seu nariz pode indicar quando você vai morrer


photoshop future

Este é o futuro do Photoshop, e parece mágica


tumblr_ncz8dbqEw81u0dpymo1_1280

Eleitores não resistem e tiram selfie com urna eletrônica


xenex disenfect

Este robô acaba com o vírus do ebola usando o poder da luz

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Amazon vai abrir primeira loja física em ponto turístico de Nova York

A Amazon, gigante loja online que vende de tudo, planeja abrir sua primeira loja física em Manhattan, Nova York, bem a tempo para as compras de final de ano. A loja experimental funcionará como um mini-armazém para realizar algumas entregas expressas na cidade.

Ela também servirá para fins de marketing: a nova loja física será aberta no outro lado da rua do Empire State Building, conhecido ponto turístico da cidade.

Nela, a empresa deve exibir sua (já considerável) linha de produtos, incluindo leitores de e-book Kindle de todos os tipos, os tablets Kindle Fire e o malfadado Fire Phone. A loja também permitirá retirar produtos comprados pela internet, e vai lidar com devoluções.

Esta não é a primeira vez que a Amazon considerou marcar presença física: rumores diziam há dois anos que a empresa iria abrir uma loja em Seattle (EUA), o que não aconteceu. A Amazon abriu quiosques em shoppings no Brasil para vender Kindles. Mas desta vez, trata-se de uma iniciativa bem maior – agora é só esperar pela inauguração. [Wall Street Journal]

Imagem por Michael Hession

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


amazon-centros-distribuicao

Um mapa do império mundial de centros de distribuição da Amazon


amazon appstore gratis 2

Mais 24 apps pagos para Android estão de graça, cortesia da Amazon


jeff bezos amazon

Amazon vence Google em leilão e compra domínio .buy por US$ 4,5 milhões


amazon kindle fire hdx tablets (1)

Amazon anuncia Kindle Fire HDX mais rápido e vários tablets a partir de US$ 99


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


fortaleza viking (1)

Arqueólogos descobrem fortaleza viking de 1.000 anos atrás


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


nariz

Seu nariz pode indicar quando você vai morrer


photoshop future

Este é o futuro do Photoshop, e parece mágica


tumblr_ncz8dbqEw81u0dpymo1_1280

Eleitores não resistem e tiram selfie com urna eletrônica


xenex disenfect

Este robô acaba com o vírus do ebola usando o poder da luz

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,