Receba atualizações no seu Facebook. Basta curtir a nossa página abaixo:

 

Rambo: The Video Game

Pode-se dizer que “Rambo: The Video Game” é uma aula de como NÃO fazer um jogo baseado em uma franquia. Uma pena que seja assim, mas é exatamente isso o que define o game. O único destaque razoável é o fato dele usar as falas e a trilha sonora original dos três primeiros filmes, com o tema de abertura de “Rambo“. E para por aí, porque até nisso a qualidade é duvidosa. Todo o resto também é péssimo: da jogabilidade por vezes lenta e com lags no uso do mouse até à quantidade absurda de “inimigos gêmeos” na tela.


História

Uma história sem criatividade. Alias, a única coisa criada pelos produtores foi a morte de Rambo. E não se preocupe! Não é spoiler, porque o jogo já começa assim, no funeral de John Rambo. O jogo todo é um flashback em que um general vai contando as “peripécias” de Rambo no decorrer dos três primeiros filmes da franquia (cadê o quarto e mais recente filme?). Ou seja, o jogo é literalmente o filme, sem tirar nem por.

Os produtores optaram por recriar várias das célebres cenas dos filmes clássicos, desde a destruição da delegacia com uma metralhadora .50 até o resgate de um soldado americano prestes e ser executado.


Jogabilidade

Headshot, uhuuu!!

“Rambo: The Video Game” traz uma jogabilidade quase extinta. Trata-se daquela na qual o jogador apenas usa a mira da arma e por vezes uma tecla para agachar. Ou seja, o jogo é totalmente “sobre trilhos”, sem liberdade de movimento.

Já foram lançados jogos que usam a mesma jogabilidade, mas esse tipo de jogo só fez sucesso em épocas longínquas. Em um mundo onde os jogadores exigem cada vez mais liberdade nos games, lançar um jogo assim e com qualidade duvidosa é praticamente um suicídio. Vale lembrar que o jogo em questão ainda usa uma marca de sucesso dos cinemas, que possui muitos fãs. Principalmente dos três primeiros filmes da franquia.

Juntando tudo isso, cabe uma pergunta: por que lançar um jogo de ação da franquia Rambo dessa forma, uma franquia que, com toda certeza, geraria uma expectativa imensa por parte do público?

Falando na jogabilidade em si, ela é bastante repetitiva no quesito desafio e inimigos (você verá mais sobre isso na parte gráfica). Além disso, o jogo possui um fator replay zero. Os inimigos aparecem sempre no mesmo lugar e da mesma forma. Para se ter uma ideia, se o jogador morrer e repetir a missão duas ou três vezes, já será possível decorar, e assim prever onde os inimigos vão aparecer. Isso destrói totalmente o fator desafio, que já era praticamente nulo.

Quem está acostumado com jogos de tiro no PC com o uso preciso do mouse, vai estranhar um pouco. Nos testes para a review, o mouse se comportou lento em algumas missões e com um pequeno lag, quase que imperceptível, mas que em jogos onde o mouse é fundamental, acaba se tornando um problema enorme.

Curiosamente, em algumas missões o mouse se comportou bem melhor. A causa dessa variação é bem clara: o jogo parece ter tido feito para console, ou seja, feito para usar um controle. Então esse Lag do mouse em algumas missões é devido a uma emulação do uso do controle, o que definitivamente estraga ainda mais a jogabilidade no PC.

Aqui não existe muita agilidade. Por mais que você movimente o mouse de forma rápida para mirar em algum inimigo, ele se movimenta de forma limitada. Muito parecido com o movimento de um controle.

Tirando um pouco essa questão de “sobre trilhos” e o uso do mouse, “Rambo: The Video Game” traz ainda algumas partes onde a jogabilidade muda um pouco, tornando-se QTE (Quick Time Events). Nesse modo, que são poucos, o jogador tem que apertar certas teclas no tempo exato em que elas aparecem na tela. Acertando, a cena prossegue de forma correta dando sequência ao game. Se errar, apertando rápido demais ou lento demais, Rambo pode ficar ferido e/ou até morrer direto.

O jogo possui ainda um sistema simples de upgrade (skills e perks), que permite o jogador aprimorar a reação de John Rambo, além de algumas características relacionadas as armas e acessórios, e ainda aumentar a capacidade de energia.

Falando nos perks, parece que os produtores não batem bem da cabeça. Uma dessas opções adiciona uma característica que simplesmente “elimina” qualquer possibilidade de erro nos modos de QTE. Desafio zero, basta sentar e assistir.


Gráficos

John Rambo atuando em The Walking Dead

À primeira vista, o visual do game parece bonito, bem apresentável para o tipo de jogo. Mas depois que o jogo começa realmente, percebe-se que é tudo artificial demais. Personagens com aparência plastificada, texturas em baixa resolução e por vezes animações robóticas e repetitivas. Algumas vezes os efeitos de luz mascaram os problemas e acabam deixando o visual bonito, como nas missões noturnas. Tanto na perseguição na cidade quanto na floresta, as luzes fazem um belo trabalho deixando tudo mais vivo e detalhado.

Apesar de não serem, os gráficos passam a ideia de pré-renderizados devido à jogabilidade fixa, sem liberdade. Mas isso não é o maior problema de “Rambo: The Video Game”, mas sim ser muito repetitivo no que diz respeito aos inimigos. Em algumas missões, eles são praticamente todos iguais. A repetição exagerada irrita bastante.

Apesar dos problemas, os gráficos trazem algo de bom: a quantidade de coisas na tela é enorme. Em alguns momentos, o cenário é lotado de coisas na tela para serem destruídas, o que torna o jogo um pouco mais divertido. Mas não se engane: mesmo assim, as coisas são destruídas sempre da mesma forma. Por exemplo, na parte onde John Rambo destrói a delegacia, as paredes, o letreiro, as janelas e portas possuem sempre a mesma animação. Ou seja, sempre que você acertar um tiro em tal objeto, ele reage da mesma forma, com a mesma cena de destruição.


Áudio

O que dizer de um áudio onde todos os diálogos foram retirados dos três primeiros filmes da franquia Rambo? Seria muito interessante se tivesse uma qualidade aceitável, diferentemente da qualidade precária da época.

Mas não foi isso que aconteceu. O áudio das falas parece estar em mono, sem nenhum tipo de equalização A impressão que passa é que não houve nenhuma tentativa de se remasterizar o som. Obviamente que para os americanos, o uso do áudio original dos filmes pode ser melhor aceito, trazendo uma sensação de nostalgia ímpar.

Imagina se “Rambo: The Video Game” fosse lançado com a dublagem brasileira clássica? Para quem viveu a época, seria um sonho. Mas para nós brasileiros, o que resta de nostalgia é a trilha sonora, que se mantém fiel aos filmes originais. Mesmo com a qualidade aquém do esperado, de fato é bem legal ouvir as músicas reais dos filmes, incluindo a clássica trilha de abertura.


Conclusão

Parece que “Rambo: The Video Game” foi feito apenas para constar. Fica claro que sucesso ele não fará, até porque o game é abaixo do mínimo aceitável para qualquer jogo com pretensão de sucesso. Imagina então usando uma franquia de peso, como a de “Rambo”? É difícil chegar à uma conclusão sobre o por quê de lançar um game assim.

O jogo é curto, com fator replay zero, com gráficos por vezes feios, jogabilidade duvidosa, áudio com qualidade de “filme anos 80″ e sem multiplayer online. “Rambo: The Video Game” deve agradar apenas aos fãs ferrenhos da franquia “Rambo”, que idolatra o “herói”. Uma pena, porque a série tinha um potencial enorme para um game de sucesso.

Prós

  • John Rambo
  • Destruir alguns cenários é divertido
  • Falas originais dos filmes
  • Trilha sonora original
  • Reviver cenas clássicas é bacana

Contras

  • Jogabilidade instável
  • Jogo curto
  • Gráficos de duas gerações passadas
  • Áudio sem qualidade
  • História banal e previsível
  • Multiplayer local é bem confuso
  • Fator replay zero

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

Tags: , ,

Yahoo vai acabar com a opção de login com contas do Facebook e Google

Usa a sua conta do Google ou do Facebook para fazer login em serviços do Yahoo? Não por muito tempo: em breve, você precisará de uma conta do Yahoo para usar qualquer produto do Yahoo.

O método de simplesmente usar uma conta do Google ou do Facebook para fazer login nos serviços do Yahoo está disponível há anos – mas não mais por muito tempo. Inicialmente, será retirado do Yahoo Sports Tourney Pick ‘Em – um fantasy game de basquete universitário – mas logo desaparecerá de todos os serviços, diz a Reuters.

Os motivos que levaram o Yahoo a desativar a função não estão claros. Talvez eles pensem que seus serviços são convincentes o bastante para fazer pessoas se inscreverem. Ou talvez acreditem que é um bom momento para diferenciar as pessoas que se preocupam com seus produtos e aqueles que não se importam, e assim eliminarão os desistentes. Ou talvez seja uma tentativa desesperada de impulsionar o número de contas cadastradas.

Não importa. Pelo lado bom, ter uma conta do Yahoo permite que você aproveite um pouco melhor os produtos da empresa, já que a conta oferece mais opções de personalização. Mas também é uma inconveniência: mais uma conta com risco de ser hackeada ou roubada. Você vai se cadastrar?[Reuters]

Imagem via Fotopedia

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


spritz

Projeto de novo modo de leitura leva as palavras de um texto para onde você está olhando


Quantum D-Wave 2 (1)

Baseado em teoria quântica, D-Wave 2 pode ser mais rápido que um supercomputador


facebook messenger windows phone

Facebook Messenger chega ao Windows Phone 8


facebook fb shutterstock

[Rumor] Facebook vai comprar drones para levar a internet para o céu


lg tv ces 2014

De tablets a TVs, o que vem por aí nas tecnologias de telas


truedetective2

Sim, você realmente precisa assistir a nova série True Detective


Ivanpah Solar  (1)

As fotos da maior usina solar do mundo, que começou hoje a gerar eletricidade


khancadademy

Cursos gratuitos online do Khan Academy agora estão em português


120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu

120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu


Por que a recente falha de segurança da Apple é tão assustadora

Por que a recente falha de segurança da Apple é tão assustadora


Esse mapa mostra a média de leitura semanal de vários países e estamos perdendo feio

Esse mapa mostra a média de leitura semanal de vários países e estamos perdendo feio


Esse instrumento musical milenar tem o som da musiquinha de Super Mario

Esse instrumento musical milenar tem o som da musiquinha de Super Mario

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Intel comprou uma das melhores fabricantes de gadgets para atividades físicas

A Intel comprou a Basis – fabricante de um dos melhores gadgets de atividades físicas do mercado – por algo em torno de US$ 100 milhões. Assim, ela não deve ficar tão atrás no mundo dos wearables como está nos smartphones. Por enquanto, isso significa que um excelente wearable está fora do mercado, mas a Basis deve ressurgir no futuro. A questão é como.

O primeiro, e mais provável dos cenários, é que a Intel tenha comprado a Basis para desmantelá-la e usar parte da sua tecnologia em recursos da Intel, como rastreamento profundo de dados online, apresentado como grande diferencial entre os seus chips e os de empresas como Qualcomm e Texas Instruments, que também consideram entrar no mercado de wearables.

O outro cenário é que talvez – apenas talvez – a Intel esteja com planos de criar produtos para consumidores. A Intel sempre teve grande aspirações e excelentes designs de referência, mas suas parceiras de hardware nem sempre adotaram novidades rapidamente, o que incomoda a Intel. E mesmo que ela sempre tenha insistido que não pretende entrar no mundo dos hardwares, a Intel conta com um reconhecimento impressionante de nome como chipmaker. E se ela de fato começar a fazer gadgets, um fitness tracker da Intel estaria longe de ser um aparelho sem uma marca com boa reputação por trás.

De qualquer forma, podemos dizer que a Intel não simplesmente jogou US$ 100 milhões na Basis para poder sentar em cima dela. Vamos precisar esperar um pouco para ver se ela será usada para ajudar na venda de chips, ou se marcará a entrada da Intel no mundo do hardware. Aposto na primeira. [TechCrunch]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


intel2

Intel revela seus novos processadores 64-bit para Android


information furnace ipad intel

Intel cunhou o termo “iPad” em 1994, e tentou lançar tablet em 2001


smartwatches 15

Chineses não fazem cópias de smartwatches porque ninguém os quer


original (16)

RealSense: como a Intel quer transformar o mundo inteiro em um Holodeck


lg tv ces 2014

De tablets a TVs, o que vem por aí nas tecnologias de telas


truedetective2

Sim, você realmente precisa assistir a nova série True Detective


Ivanpah Solar  (1)

As fotos da maior usina solar do mundo, que começou hoje a gerar eletricidade


khancadademy

Cursos gratuitos online do Khan Academy agora estão em português


120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu

120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu


Por que a recente falha de segurança da Apple é tão assustadora

Por que a recente falha de segurança da Apple é tão assustadora


Esse mapa mostra a média de leitura semanal de vários países e estamos perdendo feio

Esse mapa mostra a média de leitura semanal de vários países e estamos perdendo feio


Esse instrumento musical milenar tem o som da musiquinha de Super Mario

Esse instrumento musical milenar tem o som da musiquinha de Super Mario

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

TA Plays Live: Tomorrow’s Games Today


Free
Buy Now

It’s Wednesday, and my iPad is loaded up with all the New Zealand games releases and I’m ready to stream ‘em on Twitch. If you’re curious about any of the games coming out tonight, be sure to tune in.

Anyway, if you haven’t yet, please follow us as it’s the best way to get notified when we’re streaming.

To tune into the TA Plays Live stream you’ve got three options:

Games Being Streamed – In Order:

Update: Sorry guys, Comcast really is the best. I’ll resume the stream tomorrow, and try to start a bit earlier than I usually do to make up for it. We made it to Devious Dungeon, so starting with Faif tomorrow at 5:00 PM Eastern, or potentially way earlier. I’m currently uploading what we did stream today, but it’s currently sitting at 3,831 minutes remaining to upload. What a Comcastic day!

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags:

Cone: um speaker que sabe o que você quer ouvir antes mesmo de você saber

Música é algo pessoal. Está ligada à sua identidade, suas emoções, até aos seus amigos. Então a ideia de criar um algoritmo complexo para tornar a brincadeira de ouvir música mais simples é válida. Os criadores do Cone, um speaker wireless que aprende o que você gosta e se desenvolve a partir disso, acham que chegaram a uma solução.

O Cone é o primeiro produto da Aether Things, uma empresa de San Francisco, nos EUA, com herança de décadas de pesquisas em aprendizado de máquinas para criar “coisas que pensam”. Quando encontrei o chefe de produtos Duncan Lamb na semana passada, ele resumiu a missão da empresa em uma questão: “Como é que temos todo esse poder e todos esses dados e ainda assim precisamos falar para as nossas máquinas o que queremos que elas façam?”

É uma boa questão. Nos últimos tempos, produtos como Twine, Automatic e o Nest Thermostat levaram o conceito de coisas pensantes para o público geral e de forma mais acessível. A equipe da Aether foi formada por pessoas que atuaram em outras empresas com projetos na mesma área: gente da Nokia, IDEO, Google, Apple e até um da NASA, responsável pelo sistema de reconhecimento de voz (“ele cria drones controlados por voz como hobby”, explicou Lamb).

Lamb, que trabalhou como chefe de design de produto no Skype e diretor criativo na Nokia, descreve a Aether como um grupo de pessoas que “vai atrás de problemas”. E o primeiro produto desse pessoal, o Cone, é uma resposta ao primeiro problema que eles encontraram: ouvir música.

w030e7ftoje9gytb7glt

Muitas escolhas

Então qual exatamente é o problema com os serviços que tornam possível ouvir qualquer música por streaming a qualquer momento?

É exatamente isso: com muita liberdade, o que era um simples ato de mexer no seletor do rádio enquanto você preparava um café pela manhã ficou muito mais complicado ao alternar entre smartphone e computador, criar playlists, procurar músicas e então fazer uma escolha. “Conforme as coisas se tornam mais capazes, elas também ficam mais complexas”, explica Lamb. “E essa complexidade joga contra nós. As TVs são exemplos perfeitos. Nos anos 50, era um botão para ligar e outro para ajustar. Agora temos quatro, até cinco controles remotos.”

O Cone quer simplificar o processo para uma única ação: mexa no seletor. O speaker conta com uma face circular que funciona como uma grande clock wheel. Gire para a direita e ouça música. Gire mais uma vez para trocar a canção. Se quiser ser surpreendido, dê uma grande girada, como na Roda da Fortuna. Se quiser algo específico, aperte o botão no meio do speaker e faça o pedido. Durante a minha demonstração, ao pedir para o Cone “tocar Rolling Stones”, o aparelho passou a tocar uma canção dos Stones depois de alguns segundos.

jm5xmhbxkytzyvowpnio

v7g9b8uykoshvyluvb7k

O aparelho também é lindo, com um acabamento liso de cobre e um perfil curvo que lembra fonógrafos antigos ao mesmo tempo que não é piegas. Quando ele for lançado, em algum momento nos próximos meses, acompanhará um processador de 1GHz e uma bateria de íon de lítio que aguenta até oito horas de música antes de precisar de recarga. No momento, só é compatível com iOS e OS X, mas estão trabalhando na compatibilidade com o Android.

O mais importante é a qualidade – e o som é excelente mesmo em volumes altos. Ele será lançado por US$ 400.

A máquina por trás da música

Esses detalhes são tudo o que você precisa saber para interagir com o Cone. Mas por dentro do seu acabamento de cobre está escondido uma peça complexa de software proprietário desenvolvido ao longo dos últimos dois anos pelo pessoal da Aether.

O Cone presta atenção no que você ouve, o que você pula, e o que você pede, e cria um perfil baseado na sua atividade. A Aether não confirmou quais serviços de streaming exatamente vem as músicas, mas disse que anunciará múltiplos parceiros de conteúdo antes do lançamento do produto.

plhtenvstdraajzubysx

O Cone também aprende como você usa ele. Graças a um acelerômetro integrado, ele gera pontos de dados sobre onde você escuta o que, assim como quando você ouve certas coisas, e cria playlists com base nessas informações.

Se, por exemplo você ouve rádio pela manhã na cozinha, o Cone vai saber que você prefere ouvir isso a música nesse momento. Vamos dizer que você gosta de ouvir músicas eletrônicas instrumentais enquanto trabalha à tarde – ele vai lembrar disso. Os algoritmos também incluem dados de ambiente. Ele pode sugerir algo diferente para um dia de chuva, por exemplo.

Quanto mais você usa, mais esperto ele fica. A ideia, segundo Lamb, é “pegar todas essas escolhas e todo o poder que existe e está disponível para nós de diferentes formas, e colocar em uma forma física que seja simples, natural e direta.”

uynhmi7xuwveq0cyktvn

Tutor ou tirano?

A principal questão envolvendo o Cone é se as pessoas estão ou não preparadas para um dispositivo que sabe o que elas querem ouvir antes delas mesmo saberem. Nós damos a outros produtos “conectados” controle sobre alguns aspectos da nossa vida que não queremos perder tempo resolvendo, como a temperatura da nossa casa, o combustível do carro, ou quando devemos regar as plantas. A música, por outro lado, está relacionada com a nossa personalidade, e muito próxima a nosso humor e emoções.

A decisão da Aether de desenvolver uma nova peça de software do zero, em vez de fechar parceria com empresas como EchoNest, é um tanto arriscada. Serviços existentes contam com milhões de usuários e anos de dados para uma funcionalidade dessa. O Cone, por sua vez, vai agir sozinho. Isso pode não ser ruim, dependendo do quão sofisticado for o algoritmo, mas pode também ser a principal falha do aparelho. Outra questão que pode incomodar algumas pessoas talvez seja a portabilidade, já que nem todos querem (ou precisam de) um speaker que é sensível à localização.

s45rjyplg6e2e90nbm2w

No fim das contas, o Cone pode ser um amigo confiável que gosta das mesmas bandas que você e sempre parece saber exatamente qual é a próxima grande coisa que você tem que ouvir, e não uma espécie de tirano que não pode ser controlado.

A partir da minha curta experiência de cerca de uma hora, os resultados foram promissores. Ainda assim, sem o tempo necessário para ele “aprender” sobre o meu gosto, é difícil dizer algo definitivo sobre o aparelho. Mas se funcionar como promete, ele pode ser um pedaço mágico de hardware que esconde um software complexo – projetado não para ser visto, e sim para ser ouvido.

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


qldb0lhf6jro8l1dmvpv

RuPaul engana potenciais piratas com vazamento falso de seu disco


author punisher tristan shone

Esta máquina sensacional cria músicas de heavy metal


music brain

Por que você nunca deve ouvir a “Cavalgada das Valquírias” enquanto dirige


smart fridge geladeira

Smart TVs e geladeira conectada à internet podem ter enviado spam para você


lg tv ces 2014

De tablets a TVs, o que vem por aí nas tecnologias de telas


truedetective2

Sim, você realmente precisa assistir a nova série True Detective


Ivanpah Solar  (1)

As fotos da maior usina solar do mundo, que começou hoje a gerar eletricidade


khancadademy

Cursos gratuitos online do Khan Academy agora estão em português


120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu

120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu


Por que a recente falha de segurança da Apple é tão assustadora

Por que a recente falha de segurança da Apple é tão assustadora


Esse mapa mostra a média de leitura semanal de vários países e estamos perdendo feio

Esse mapa mostra a média de leitura semanal de vários países e estamos perdendo feio


Esse instrumento musical milenar tem o som da musiquinha de Super Mario

Esse instrumento musical milenar tem o som da musiquinha de Super Mario

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,