Receba atualizações no seu Facebook. Basta curtir a nossa página abaixo:

 

The TouchArcade Show – 161

636913_larger

636913_largerWe’re still trying to figure out what caused this week to be the biggest week ever for iOS games since Christmas last year… Or, bigger, as Jared suspects. Either way, tons of games, and we talk about our favorites as well as recent news, drama, and Money in the Bank predictions for this weekend.

Don’t forget to shoot us emails with any questions, feedback, or anything else relevant or irrelevant to podcast@toucharcade.com. We read ‘em all, even if they don’t make it into the podcast. As always, you can listen to us with the links below… And if you like what you hear, please subscribe and/or drop us a review in iTunes. Much appreciated!

 

iTunes Link: The TouchArcade Show
Zune Marketplace: TouchArcade.com Podcasts
RSS Feed: The TouchArcade Show
Direct Link: TouchArcadeShow-161.mp3, 73.5MB

Games

  • Paperama [Free]
  • Storm Casters [$1.99]
  • World of Tanks Blitz [Free]
  • Super Pixelander [Free]
  • Disney Checkout Challenge [$0.99]
  • The Rhythm of Fighters [$0.99]

News


This week’s episode of The TouchArcade Show is sponsored by…


First Strike 1.1First Strike 1.1


First Strike 1.1, $3.99
– First Strike is nuclear war, but it’s fun!

This real-time strategy game puts you in command of one of eleven atomic superpowers when global thermonuclear war breaks out. And as the death toll rises, there’s always the question of who the real winner is while you blow our little blue planet to smithereens…

After earning a spot in the top 10 iPad strategy games worldwide and a nomination for the IMGA’s “Best upcoming game” award, First Strike is now finally available for iPhone.

25% of all revenue goes towards charity projects, so get First Strike on iPhone right now!

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags:

Armadura biônica ReWalk devolve a capacidade de andar e custa US$ 70.000

Após uma lesão medular, existem poucas frases mais deprimentes do que ouvir “ela nunca vai voltar a andar”. Logo essa frase poderá ser proferida com menos frequência – a roupa biônica ReWalk, um exoesqueleto assistivo projetado para auxiliar pessoas com lesão na medula espinhal a andar, começará a ser vendida em breve nos EUA.

“Dispositivos inovadores como a ReWalk ajudam muito indivíduos com lesões na medula espinhal a ganharem alguma mobilidade”, disse Christy Foreman, diretor da Food and Drug Admnistration, órgão que recentemente aprovou a comercialização do exoesqueleto em território norte-americano. “Junto com terapia física, treino e assistência, esses indivíduos podem ser capazes de usar esses dispositivos para andar novamente em seus lares ou comunidades.”

Se o ReWalk parece familiar, deve ser por ele lembrar bastante Claire Lomas, uma mulher britânica que completou uma maratona em 2012 usando um dos exoesqueletos ReWalk. Os usuários contam com uma cinta motorizada controlada com sensores de movimentos e computadores. O sistema foi inventado em 1997 por Amit Goffer, um israelense que perdeu movimentos após um acidente.

A roupa não funciona para todos os tipos de lesões de medulas; você precisa usar suas mãos e ombros, por exemplo. Mas, para uma parte significativa de pessoas com esse tipo de lesão, pode ser muito útil.

O problema do ReWalk é seu preço altíssimo – ele será vendido por US$ 69.500. Mas a empresa responsável por seu desenvolvimento busca acordos com companhias de seguros. “A ReWalk está trabalhando com seguradores e outras prestadoras de cobertura de cuidados de saúde para assegurar que indivíduos elegíveis para usar o ReWalk sejam capazes de comprar um sistema”, explicou um representante ao Gizmodo. [USFDA via CNET via Verge]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


bionic

Mulher com paralisia percorre 42km em maratona com traje biônico


Paraplégicos já podem andar novamente


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


Nasa detecta um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz da Terra

Nasa detecta um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz da Terra


Dez conceitos científicos que as pessoas deveriam parar de usar do jeito errado

Dez conceitos científicos que as pessoas deveriam parar de usar do jeito errado


Por que você não deve levar a sério o que as pessoas postam no Facebook

Por que você não deve levar a sério o que as pessoas postam no Facebook


O que aconteceu com as bandeiras deixadas na Lua?

O que aconteceu com as bandeiras deixadas na Lua?

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

GRID Autosport

GRID Autosport” é o terceiro game da franquia e a Codemasters afirmou que iria ouvir as solicitações e reclamações dos jogadores a fim de fazer uma edição que agradasse à todos.

O novo “GRID” é uma evolução direta do primeiro game, com corridas mais “reais”, uma jogabilidade puxada mais para simulação do que para o lado arcade, um visual digno de aplausos, principalmente com o uso de texturas 4K, e ainda uma variedade enorme de pistas, totalizando mais de 110 traçados, incluindo cenários clássicos de rua do primeiro jogo.

Além disso tudo, “GRID Autosport” traz um multiplayer com novas opções, como poder vender seus carros além de ter que consertá-los, o que obriga ao jogador usar táticas diferentes para não ter “prejuízo” após as corridas.




O retorno às origens

O ponto alto de “GRID Autosport” é a jogabilidade. Parece que a Codemasters realmente ouviu os jogadores e voltou às origens, trazendo várias características dos consagrados games da franquia “TOCA”, tida como uma das melhores séries de corrida que existe.

Pode-se dizer que o game é uma evolução do elogiadíssimo “GRID original”. Ele mescla muito bem a simulação com toques arcades, chegando ao ponto de agradar a gregos e troianos. O uso de um bom volante faz toda a diferença, em que desabilitando todas as ajudas que o game oferece, ele chega muito mais perto de um simulador do que qualquer outro game recente da Codemasters.

Apesar das corridas serem curtas, com apenas três voltas iniciais e posteriormente sendo seis voltas ou mais, há uma opção onde o jogador pode aumentar em até cinco vezes a duração delas. Ou seja, as provas podem passar de trinta voltas conforme avança na carreira.

O jogo possui cinco categorias: Touring, Endurance, Open Wheel, Tuner e Street. Cada uma delas é totalmente diferente das outras no que diz respeito à jogabilidade.  Enquanto no Turismo os carros são feitos para se “tocarem”, ou seja, são mais resistentes, no modo Enduro é preciso tomar cuidado com as colisões principalmente com os pneus.


Falando em Endurance, aqui há uma diferença significativa onde a corrida é por tempo de duração. Inicialmente elas são de 10 minutos, mas se aumentar para cinco vezes e avançaa na carreira, elas passam de 1 hora. Os afobados não terão vez aqui, já que é preciso paciência para chegar nas primeiras colocações.

O Open Wheel é a categoria mais rápida. Ela engloba carros do tipo monoposto, ou seja, Fórmula 1 e Indy, além de outros da mesma classe. O Tuner é para os fanáticos por Drift e, por fim, o Street remete às origens do primeiro GRID com as pistas clássicas de rua.

Quando se corre em um modo carreira, o mais importante é o comportamento da IA. Em “GRID Autosport”, a inteligência artificial é temperamental. A mudança de dificuldade é enorme entre uma e outra. É praticamente impossível vencer uma corrida inicial com apenas 3 voltas largando em ultimo lugar se o jogador setar a dificuldade mais difícil. Simplesmente não dá tempo de passar todo mundo, principalmente quando os carros adversários agem agressivamente de forma abrupta, ou seja, de uma hora para outra eles ficam agressivos para evitar que você faça uma ultrapassagem. Há duas maneiras de contornar isso: aumentando a duração das corridas ou fazendo treino de 10 minutos e assim o jogador tem a chance de largar na frente.


A nova velha engine

Ainda usando a famosa engine EGO, a Codemasters sempre traz novidades. A versão para PC recebeu um patch de texturas 4K que deixou o jogo com uma qualidade nunca antes vista. As fotos da review falam por sí.

Os carros são meticulosamente detalhados na parte externa, mas a Codemasters, que havia prometido trazer de volta a visão do cockpit, não fez um bom trabalho na parte interna. Para se ter uma ideia, nem mesmo o retrovisor funciona e todo o painel é absurdamente embaçado com um blur gigantesco.

O mais curioso nisso tudo é o fato do jogo anterior, “GRID “2, não ter câmera interna e, sendo assim, alguns jogadores se juntaram e criaram um MOD para adicionar esta câmera. Obviamente que a qualidade do painel não poderia ser boa. Agora a surpresa: essa câmera criada com um MOD mostra um cockpit com a mesma qualidade de “GRID Autosport”.

Deixando o cockpit de lado, todo o resto do cenário é belíssimo. Extremamente detalhado e com animações seguindo a mesma linha de “GRID 2″. A novidade fica para um efeito chamado “Draw Distance”, que limita a visão do horizonte em engines e sistemas mais fracos. Em “GRID Autosport” esse efeito não existe. É possível enxergar perfeitamente o outro lado do circuito e até mesmo a paisagem. A distância é enorme a ponto de poder ver árvores e até pessoas a quilômetros de distância. Realmente impressiona.

Uma novidade bem-vinda é uma opção chamada Segunda Tela, que só vai beneficiar àqueles que possuem dois monitores ou um monitor e uma TV ligada ao PC. O uso dela é bem interessante e não pesa na performance do game. Com o segundo monitor ativado na configuração de vídeo da VGA (não pode ser modo CLONE), o jogo usa o segundo vídeo para mostrar em tempo real os dados da corrida como as posições de cada piloto, o mapa da pista e ainda uma transmissão ao vivo da corrida como se fosse uma transmissão de TV. Isso funciona em qualquer corrida, seja carreira ou multiplayer.


Cuidado com os vizinhos

A qualidade sonora de “GRID Autosport” não se discute. Como marca registrada da Codemasters, ela prima pela qualidade técnica nesse quesito, e o novo game não ficaria de fora. Cada carro tem um som particular característico. Dificilmente você “ouvirá” dois carros com um mesmo ronco do motor. Se usar um subwoofer poderoso, cuidado com os vizinhos.

Os efeitos sonoros são dignos de aplausos, seja passando numa zebra, na grama, na terra, no asfalto ou até mesmo raspando por um muro ou em outro carro, o som é extremamente fiel e cristalino. Quando o carro está com alguma avaria, o som muda e percebe-se claramente onde é a tal avaria. Seja na frente, do lado ou na traseira. Principalmente usando um sistema de som 5.1 ou superior. Aliás, a fidelidade do som é tanta que dá para saber o que foi avariado (pneu, embreagem, caixa de cambio, aerofólio, porta e etc.).

O jogo é totalmente dublado e as vozes são conhecidas dos fãs de programas de carros que passam na TV, mais precisamente no Discovery e History Channel. Os dubladores são os mesmos. Por exemplo, a voz que mais fala com o jogador (engenheiro principal) é a mesma usada no programa Gas Monkeys ou Dupla do Barulho no Discovery.


Vende-se carros usados. Tratar aqui.

Apesar de usar o mesmo sistema de “GRID 2″ em que o jogador tem que jogar bastante e juntar grana para poder comprar carros melhores, o multiplayer de “GRID Autosport” inova com o fato de poder criar Clubes e ainda, a mais importante, poder vender seus carros. Além disso, o jogador tem que mesclar o uso dos carros, já que agora eles ficam “velhos”, necessitando de consertos.

Como os carros podem ser vendidos, consequentemente podem ser comprados. Ou seja, além dos carros novos, há uma nova área com veículos usados onde um mostrador informa o estado em que ele está. O valor é bem mais barato, mas tem que prestar atenção no seu estado porque o custo pra se consertar pode ser alto.

Basicamente o multiplayer segue a mesma linha de “GRID 2″, permitindo criar um grupo e chamar os amigos ou esperar que alguém entre. Com o grupo formado, ele pode elaborar campeonatos ou correr em apenas uma corrida, inclusive com contagem de pontos.


Conclusão

“GRID Autosport” pode ser considerado uma evolução do game original. Traz uma jogabilidade mesclada entre simulador e arcade, que faz o jogo ser acessível a todo tipo de público. O jogo traz uma variação absurda de traçados, inúmeros tipos de campeonatos e um multiplayer bem interessante.

Tudo isso faz com que “GRID Autosport” retorne com a era de ouro dos games de corrida, época em que a franquia “TOCA” era elogiadíssima tanto pela crítica quanto pelos jogadores. Enfim, um game à altura dos grandes clássicos.

Prós

  • Jogabilidade clássica da era “Toca”
  • Uma mescla quase perfeita entre simulador e arcade
  • Qualidade sonora exemplar
  • Mais de 100 Pistas
  • Cinco categorias totalmente distintas
  • Texturas 4K
  • Segunda Tela

Contras

  • Que cockpit é esse?
  • IA inconsistente
  • Engenheiro passa informações erradas algumas vezes
  • Acabou de ser lançado e já confirmaram mais de 8 DLCs

Agradecemos à FullGames pelo envio do game para análise.
Para comprar na loja, clique no botão COMPRE AQUI no menu à direita, no topo.

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

Tags: , ,

Podemos recuperar a energia da digitação para manter nossos computadores ligados?

Passamos horas e horas dos nossos dias apertando teclas na frente de um computador – então quanto de energia poderíamos criar se pudéssemos recuperar apenas um pouco do que gastamos?

Em primeiro lugar, vale ressaltar que nem todos os sistemas de recuperação de energia funcionam: alguns, como a travagem regenerativa, funcionam; enquanto outros nem tanto. Randall Munroe, do XKCD, checou alguns números para descobrir se a digitação pode fornecer energia para seu laptop apenas com as teclas sendo pressionadas.

Um estudo reconhece que são necessários cerca de 1,5 milijoules para pressionar uma tecla de letra, e 2,5 para uma tecla maior, como enter ou barra de espaço. Ótimo! Mas quanto é um milijoule? Munroe explica:

É o suficiente para aquecer uma gota d’água em 1% de um grau. Também é o bastante para levantar um esquilo de 300 mícrons – desde o chão até o topo de uma pilha de quatro folhas de papel.

Certo. Mas e se você digitar um monte de palavras? Bem, um romance médio contém entre meio milhão e um milhão de caracteres; digite todos eles, e você consegue gerar um kilojoule. E se você reescrever várias vezes, esse número pode chegar a 2 ou 3 quilojoules. Estamos chegando em algum lugar, certo? Bem, não. Munroe coloca isso em contexto:

Escrever um romance completo forneceria energia para rodar um laptop por um total de 15 segundos. Se cada romance demorar seis meses para ser escrito, você gastará um segundo de cada milhão rodando a partir da energia do teclado. Isso economizaria menos de um centavo em eletricidade… Para manter um laptop rodando só com digitação, você precisaria digitar um romance inteiro a cada dez segundos.

É. O melhor é continuar usando as formas tradicionais para manter seu computador ligado. [What If?]

Imagem via Steve Petrucelli sob licença Creative Commons.

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


torre usb

Uma torre de energia oferece 40 portas USB para você carregar a bateria de tudo


quick-charge

Novo sistema recarrega 40 smartphones de uma vez sem usar fios


vestiveis

O futuro promissor das máquinas que são movidas ao calor do nosso corpo


emergingtech

Estes gráficos mostram previsões de quando várias tecnologias do futuro estarão disponíveis


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


Nasa detecta um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz da Terra

Nasa detecta um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz da Terra


Dez conceitos científicos que as pessoas deveriam parar de usar do jeito errado

Dez conceitos científicos que as pessoas deveriam parar de usar do jeito errado


Por que você não deve levar a sério o que as pessoas postam no Facebook

Por que você não deve levar a sério o que as pessoas postam no Facebook


O que aconteceu com as bandeiras deixadas na Lua?

O que aconteceu com as bandeiras deixadas na Lua?

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Match 3 Zombies to Blow Them Up in Noodlecake and Massive Damage’s Upcoming ‘Zombie Puzzle Panic’

There are a lot of match-3 games out there. Seriously, there’s so many of them. There are a lot of zombie games as well. But zombie match-3 games? Why, that’s just an underserved market. And Noodlecake Games and Massive Damage are going to serve that market with Zombie Puzzle Panic.

The idea is that levels will have specific zombie-survival missions to take on, including rescuing survivors, protecting scientists from encroaching zombies, and just killing the undead suckers. This is all handled by various pieces on the board which need to be matched and moved to achieve the goals. And then, of course, there’s Zombie Madness, where a bunch of zombies get killed all at once, because massive zombie death can be exciting even if it’s just pieces on a game board.

Zombie Puzzle Panic 2Zombie Puzzle Panic 2 Zombie Puzzle Panic 1Zombie Puzzle Panic 1

Expect this one next Thursday, July 3rd. Noodlecake and Massive Damage may be Canadian, but killing loads of zombies? I can think of nothing more befitting the July 4th weekend than being able to casually murder large quantities of zombies at once.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags: