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Conheça as novidades do iTunes 12.0

A Apple acaba de lançar a última versão do OS X Yosemite, incluindo um iTunes novo em folha. Só que tem um anti-clímax aqui. A versão 12.0 é bem parecida com a versão 11.3, provavelmente a que você tem no seu Mac agora. Mas algumas diferenças são bastante nítidas. Veja a lista abaixo.

A primeira coisa que você percebe, claro, é o novo ícone vermelhão. Ou seria rosa?

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O novo iTunes é super simples, até um pouco mais econômico em termos de espaço na tela. A barra de navegação no topo foi enxugada. Agora, o display central vai até a borda do topo, e os gradientes combinam com o resto do Yosemite. A barra lateral esquerda (ou o menu dropdown que costumava estar na barra esquerda, dependendo das suas configurações) foi substituída por uma linha de pequenos ícones para música, filmes, programas de TV, audiobooks e apps, além de um daqueles menus dropdown para todo o resto.

itunes2

Por outro lado, você não muda mais entre músicas, álbuns, artistas, etc, no topo. Isso tudo ficou num menuzinho dropdown na direita. Sai um menu assim, entra outro. Seja como for, ficou bonitinho. Veja o iTunes antigo:

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E agora, o novo:

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Outra olhada:

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Mudou muito? Não, não mudou. É uma atualização que torna a navegação um pouquinho mais fácil? Sim, é por aí. Não ficou satisfeito só com essas imagens? Bom, para sua sorte, eu estou a fim de tirar screenshots hoje.

Dê mais uma olhada nesse menu de checkbox para escolher que ícones você quer ver:

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E a nova tela de apps, quase idêntica à antiga:

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E a nova iTunes Store, também bastante parecida com a antiga:

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Vale a pena dizer que o iTunes continua explorando novas maneiras de fazer você comprar coisas na loja deles. Um botão próximo ao título da música que está tocando no iTunes Radio permite que você compre-a. Antes, era um menu dropdown, mas botões deixam as compras mais fáceis!

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E o iTunes Radio ainda existe, para você se lembrar de como ele poderia ser bom e a decepção que ele é. (O novo disco da La Roux é bem legal, aliás.)

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Claro, há também outras alterações pequenas escondidas na atualização. Vamos continuar fuçando aqui, mas se você estiver com o Yosemite e achar alguma coisa bacana por aí, conte para a gente!

Imagens via iTunes / Gizmodo

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Este marca-passo é feito com uma injeção de vírus no coração

Marca-passos — até mesmo os menores — são pecinhas intrusivas de metal ligadas ao coração. Mas agora, cientistas estão testando alguma coisa completamente diferente: um “marca-passo biológico” foi implantado num porco. Ele consiste em um vírus modificado com um gene específico para reprogramar as próprias células do coração.

O marca-passo biológico é criado por meio de terapia genética, uma ideia bastante discutida mas que ainda precisa fazer incursões reais no campo da medicina. Se esta técnica funcionar em humanos, seria uma direção promissora para este ramo, além de uma boa alternativa a marca-passos eletrônicos em corações de fetos ou em casos de infecção.

Para entender como ele funciona, nós precisamos primeiro entender como o coração trabalha. As batidas são marcadas por um pequeno agrupamento de células marca-passo na área chamada nódulo sinoatrial. Se ele está danificado ou desconectado –como ocorre no chamado “bloqueio total do coração”–, o órgão só consegue bombear fracamente.

Cientistas pegaram sete porcos com bloqueio total no coração e injetaram uma pequena porção de vírus carregando o gene TBX-18. A adição deste gene fez com que células cardíacas normais começassem instantaneamente a bater. E elas não batiam numa frequência fixa. Quando os porcos se exercitavam, o coração acelerava. Quando descansavam, seus corações ficavam mais lentos. Mas este efeito foi apenas temporário, durando cerca de duas semanas. Os pesquisadores estão procurando agora como prolongá-lo.

Dr. Eduardo Marbán, um dos autores do estudo, trabalha nisso há mais de uma década. Lá em 2002, ele publicou um trabalho sobre o TBX-18 convertendo células em marca-passos em porquinhos-da-índia, e em 2012, uma técnica mais refinada foi descoberta. Então, de porquinhos-da-índia para porcos, quais são as novidades? Bem, esta é uma grande mudança, porque, enquanto os primeiros são ótimos animais para experimentos em laboratório, os últimos são bem próximos aos humanos. Válvulas cardíacas de porcos já são transplantadas para seres humanos, e existe uma discussão sobre usar corações inteiros em transplantes, depois de isso ter dado certo em transplantes de porcos para babuínos.

Voltando ao marca-passo biológico, a ideia de injetar um vírus pode parecer mais estranha e perigosa do que colocar um dispositivo eletrônico no coração. De certa forma, isto é verdade; a terapia genética ainda tem muitos desafios pela frente. Mas vírus já vivem conosco e até mesmo dentro de nós, incluindo aí nosso genoma: 8% do DNA humano tem origem viral. Vírus não são apenas bichinhos que nos deixam doentes — nós podemos utilizá-los de maneira bem satisfatória. [Science Translational Medicine via New York Times]

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Check Out the New Cards in ‘Hearthstone’ Expansion "Curse of Naxxramas"

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As a Hearthstone player, and as someone who used to play World of Warcraft and know the root of all these cards, I’m beyond stoked. The flavor they’ve managed to inject in to the game is great, and it’s really cool how the cards all do really similar things to what those same monsters did in WoW while all making complete sense in a Hearthstone setting.

It’s also interesting seeing how Blizzard is providing answers to some of the more … annoying decks in the current Hearthstone metagame. Hopefully the rest of the cards they reveal continue to do the same, as it’s really awesome watching this card game unfold in to a much deeper and more complex game as the card pool grows.

Stay tuned for tomorrow for more details and first impressions of the first wing of Curse of Naxxramas.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Se você dobrar um papel ao meio 103 vezes, ele terá a espessura do universo

Dobrar um papel ao meio várias vezes não é tão simples quanto parece: o recorde atual é de Britney Gallivan, que conseguiu dobrar o mesmo papel 12 vezes. Mas se a folha for grande o suficiente – e se você usar bastante energia – é possível dobrá-la quantas vezes quiser. O problema: se você fizer isso 103 vezes, a espessura do papel será maior do que o universo observável. Sério.

Como pode um papel com 0,1 mm de espessura vir a ser tão grosso quanto o universo?

A resposta é simples: crescimento exponencial. Afinal, se você dobrar perfeitamente o papel ao meio, você vai dobrar sua espessura. As coisas começam rapidamente a ficar interessantes:

- ao dobrar o papel pela terceira vez, ele terá a espessura de um prego;

- na sétima dobra, ele terá a espessura de um caderno de 128 páginas;

- com 10 dobras, o papel terá a largura da sua mão;

- após 23 dobras, você chega a um quilômetro;

- após 30 dobras, você pode chegar ao espaço, pois seu papel terá 100 km de altura;

- com 42 dobras, você poderá ir à Lua, e com 51, você vai queimar no sol;

andromeda galaxy

- agora avance para 81 dobras, e seu papel terá 127.786 anos-luz, quase tão grosso quanto a galáxia de Andrômeda (acima), com diâmetro estimado em 141 mil anos-luz;

- após 90 dobras, seu papel terá 130,8 milhões de anos-luz de espessura, maior que o diâmetro do Superaglomerado de Virgem, estimado em 110 milhões de anos-luz. Esse aglomerado contém a Via Láctea, Andrômeda e cerca de 100 outros grupos de galáxias;

virgo supercluster

- e, finalmente, após 103 dobras, você ficará fora do universo observável, cujo diâmetro é estimado em 93 bilhões de anos-luz.

A matemática é maravilhosa, meus amigos, tanto quanto o próprio Universo.

Imagens por Robert Gendler e Andrew Z. Colvin/Wikimedia

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O ritmo desta canção foi inspirado no batimento cardíaco de Neil Armstrong

Quarenta e cinco anos atrás, o homem pisou na Lua pela primeira vez. Obviamente, ele estava um pouco nervoso. O coração de Neil Armstrong chegou a 160 batidas por minuto quando o veículo lunar tocou o solo da Lua. Mas quando ele deu o grande salto para a humanidade e caminhou sobre o satélite, seu coração se estabilizou e as batidas diminuíram. O ritmo do coração do astronauta, que a cantora Louise Gould conseguiu em um programa de rádio, se tornou a base desse cover de Oh my Love, de John Lennon.

MAIS: O que aconteceu com as bandeiras na Lua?

Gold sempre foi fascinada pelo espaço, então ela procurou por outros sons cósmicos para incorporar em seu trabalho. Na biblioteca, ela encontrou Symphony of the Planets, uma coleção de gravações sondas não tripuladas Voyager da NASA. Claro que não há som no vácuo do espaço, mas a Voyager 1 e a Voyager 2 conseguiram capturar a emissão eletromagnética dos planetas. Essas ondas eletromagnéticas foram transformadas em ondas sonoras, esse zumbidinho que você pode ouvir em loop na música.

Na canção original, Lennon está entre duas amantes, num espaço pequeno e íntimo. Nessa nova versão feita por Louise Gold, a intimidade se dá na vestidão do espaço sideral. Ouça a música:

[Imagem: Os batimentos cardíacos dos astronautas da Apollo 11 - NASA]

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