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Google, Apple, qualquer um: consertem os terríveis carros “inteligentes” atuais

Na última vez que eu andei em um carro novo e chique, o display do automóvel tentou nos levar para um endereço incorreto a 60 km de distância. Demorou 15 minutos para inserir um novo endereço. Ele acidentalmente tentou fazer uma chamada. O estado atual dos carros “inteligentes” é horrendo, e chegou a hora de alguém consertar isso.

Vídeo: como funcionam o Android Auto e Apple CarPlay
Em 2015 os carros estarão mais conectados — veja o que vem por aí

O Google vem preparando há anos um carro autônomo, e anunciou no ano passado o Android Auto, que deixa os carros mais espertos. Este fim de semana, circularam rumores de que a Apple está trabalhando em um projeto secreto chamado Titan, para desenvolver o software de um veículo elétrico autônomo. A Microsoft também está de olho na área automotiva, e seu Windows Embedded está presente em alguns carros.

E sempre que vemos o que essas empresas prometem para os automóveis do futuro, algo fica muito claro: a tecnologia de interação com carros é um problema que precisa ser corrigido. As fabricantes tradicionais já estão embutindo esse tipo de tecnologia em seus carros – o problema é que elas estão fazendo um trabalho horrível.

Essas empresas correram para integrar interfaces touchscreen e reconhecimento de voz em seus carros e, na pressa, se esqueceram de pensar nas pessoas que vão usar esses recursos. São sistemas fragmentados e frustrantes: ícones estranhos, botões inescrutáveis, reconhecimento de voz confuso ou simplesmente ruim. Nenhum deles parece funcionar muito bem. A maioria de quem compra esses automóveis acaba se frustrando com os recursos inteligentes – ou pior, resolve ignorá-los completamente.

Há um ano, o designer de produto Geoff Teehan analisou a situação das interfaces para o carro. “Apesar do crescimento e maturidade da indústria de design, eu acredito firmemente que a maioria das interfaces automotivas na verdade pioraram nos últimos anos”, escreve Teehan, listando as muitas razões pelas quais a experiência de usuário nos carros é particularmente fraca, devido ao aumento exponencial de funções no painel, e devido às leis e regras sufocantes que as montadoras devem seguir.

Esta é a interface que vem com uma McLaren de US$ 250.000.

Esta é a interface que vem com uma Ferrari de US$ 200.000.

Enquanto isso, a maioria das grandes montadoras está ignorando a forma mais interessante em que smartphones podem ajudar os motoristas: diagnósticos. Startups como a Automatic estão criando módulos plug-and-play que leem as informações do motor e do computador de bordo e reúnem tudo em um app, tornando a condução mais segura e reduzindo o consumo de combustível.

A Automatic está basicamente criando um HealthKit para o seu carro. Resta ver se a Apple, ou Google, ou qualquer outra grande empresa vai fazer isso também.

Nós temos um conjunto de problemas não-resolvidos que recaem principalmente nas áreas de experiência do usuário e desenvolvimento de software. Esse não é o forte das montadoras – mas é algo que Google, Apple e Microsoft sabem fazer muito bem.

O CarPlay, de certa forma, é uma versão mais superficial do que um carro movido a Apple poderia ser; é o iOS rodando no computador do carro, ainda limitado pelo próprio painel da montadora. O Android Auto é um caso semelhante:

android auto hands-on (8)

É importante ressaltar que a Apple é uma empresa que desenvolveu, fabricou e vendeu centenas de milhões de versões de um produto que era completamente estranho para os consumidores há dez anos. E ela fez isso de uma forma hábil, tanto que é difícil lembrar como o iPhone parecia esquisito no início.

Então talvez a Apple esteja trabalhando em um carro. Talvez ele possa dirigir sozinho. Ou talvez o projeto Titan seja abandonado ao longo dos próximos anos, enquanto Google ou Tesla conseguem resolver este problema. Mas por favor, alguém tem que resolvê-lo.

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Google cancela Helpouts, serviço que oferece ajuda em vídeo e até consulta médica online

Em 2013, o Google lançava o Helpouts: o serviço conecta você a especialistas através de videochamadas. Dessa forma, você pode aprender a fazer sushi, falar outro idioma, ou até mesmo receber um diagnóstico. Infelizmente, ele não deslanchou e será desativado.

O Google avisa que o Helpouts será fechado em 20 de abril. Segundo o TechCrunch, os apps para iOS e Android já foram removidos de suas respectivas lojas.

O serviço funciona assim: um treinador envia credenciais – formação, experiência etc. – para o Google analisar a fim de aprová-lo (ou não). O treinador decide o preço, e como vai cobrar (por hora ou por sessão); o Google fica com 20%. Você agenda um Helpout, realiza o pagamento e faz a videochamada para aprender algo – programação, literatura, maquiagem, entre outros. Também há Helpouts gratuitos.

Os Helpouts ganharam uma ajudinha do buscador do Google: quando um usuário pesquisava “dor no joelho”, por exemplo, aparecia um pequeno ícone de vídeo dizendo “Fale com um médico agora” – era uma videochamada com um especialista. (Quem oferece esse tipo de helpout precisa ter um certificado ou licença para atuar na área de saúde.)

Mas, há alguns meses, o Google teve que encerrar os Helpouts pagos na União Europeia, devido a mudanças nas leis de impostos. E mesmo nos EUA, o serviço não vingou. Por quê? Como aponta o TechCrunch:

Infelizmente para o Google, grande parte desse tipo de aconselhamento já está disponível gratuitamente em seu outro site de vídeos, o YouTube. Os vídeos do YouTube não conectam você a uma pessoa ao vivo e em tempo real, mas muitas vezes podem lhe dar as respostas que você procura, e os anúncios do YouTube ajudam os criadores dos vídeos a terem uma renda adicional.

Este não é o único fracasso do Google na área: o Google Answers permitia pagar um valor específico, a partir de US$ 2, para um expert contratado pela empresa responder às suas perguntas; o serviço foi desativado em 2006. Enquanto isso, o Knol – um concorrente da Wikipédia com artigos escritos por especialistas – foi encerrado em 2012.

Nem sempre o Google acerta em seus projetos, mas é assim que funciona o método de tentativa e erro: algumas ideias ficam de lado, enquanto outras têm um destino melhor. [Google via TechCrunch]

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Read This: Peter Molyneux Obliterated in Brutal ‘Godus’ Interview

I want you to put aside some time to read this interview that John Walker of Rock, Paper, Shotgun did with Peter Molyneux about Godus [Free]. If you know of any other game-related interview that starts with the interviewer literally asking the subject “Do you think that you’re a pathological liar,” I’d be curious to read it. This is a rare treat – it’s an interviewer not willing to take any BS versus Peter Molyneux, someone certainly ambitious enough to think he can take on a hardball interview like this.

Seriously, this sort of thing just does not happen – there’s too many PR people in the way, there’s not enough people that want to be grilled over the failures of their game. I can certainly empathize with Molyneux a bit on the difficulties and stress he’s going through, but he’s someone who has constantly overpromised, and has taken money straight from the interested public to try and make something. When he doesn’t deliver on those promises, it’s good to see that someone is taking him to account, because he is literally accountable to the people who paid him to make Godus.

Savor this one while you can, folks. You won’t read a lot of interviews like this, and Molyneux says he won’t be doing any more press, but if you believe that, I have a bridge to sell you.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Google quer levar realidade virtual para crianças com a fabricante de Hot Wheels

A Mattel, fabricante dos carrinhos Hot Wheels e das bonecas Barbie, também é conhecida nos EUA pelo brinquedo View-Master: um dispositivo que você leva aos olhos para ver imagens em 3D estereoscópico. O Google vai transformá-lo em óculos de realidade virtual.

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O novo View-Master é basicamente um headset no qual você coloca o smartphone para entrar na realidade virtual, bem semelhante ao Google Cardboard ou mesmo ao Samsung Gear VR. Você controla a interface através de um botão na lateral.

O brinquedo original, lançado em 1939, tinha discos nos quais ficavam as imagens estereoscópicas. Você podia trocar o disco para ver outras imagens. No novo View-Master, funciona diferente: em vez de inserir os discos, você apenas os coloca em cima da mesa e olha para eles com o headset – o app View-Master vai exibir as imagens na tela.

View-Master da Mattel (1)View-Master da Mattel (3)

A Mattel se refere a eles como “discos de experiência”, que funcionarão como uma espécie de representações físicas dos vários apps especiais para o View-Master. Um executivo diz ao USA Today que poderá oferecer imagens de Star Wars e Star Trek, por exemplo. Você poderá usar o headset sem qualquer um dos discos, é claro, assim como em qualquer dispositivo baseado no Google Cardboard.

A Mattel insiste – sem dar uma explicação mais clara – que ele terá suporte a smartphones de todos os tamanhos e sistemas operacionais, presumivelmente através de um futuro app View-Master para iOS, além de todos os apps compatíveis que você encontra na Play Store do Android.

O novo View-Master estará disponível no quarto trimestre, provavelmente em outubro, a um preço aproximado de US$ 30 – isso inclui o headset e um disco. Kits com três discos custarão US$ 15. [View-Master via Mattel]

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Chegada do Apple Pay ao Brasil pode, sem querer, expandir pagamentos via smartphone para todos

O Brasil ainda engatinha quando se trata de pagamentos com o celular. Inspirados pelo sucesso do Apple Pay nos EUA, bancos brasileiros querem trazer o serviço para o Brasil. Claro, por aqui ele seria muito mais limitado – mas este pode ser o empurrão de que os bancos precisam.

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Segundo a Época Negócios, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil já negociam com a Apple a chegada do Apple Pay ao Brasil: “as instituições já se reuniram com a Apple para discutir detalhes sobre a chegada da tecnologia”, mas ainda não há prazo para isso acontecer.

O Apple Pay certamente seria muito mais limitado no Brasil que nos EUA: ele requer um iPhone 6 ou 6 Plus, que custam a partir de R$ 3.500. Mas esse pode ser o pontapé para os pagamentos móveis enfim deslancharem no país.

Afinal, quase 80% dos terminais da Cielo e Rede aceitam a tecnologia NFC. Só falta os bancos entrarem na equação – e parece que isso está acontecendo.

Na verdade, já é possível usar o Apple Pay no Brasil, desde que o cartão tenha sido emitido nos EUA. Lá, a lista de bancos participantes é enorme.

E como fica a questão da segurança? Se seu smartphone for perdido ou roubado, não há como usá-lo para pagamentos, já que o Apple Pay requer sua digital para funcionar: você precisa aproximar o iPhone do terminal de pagamento com seu dedo no Touch ID. Você também pode colocá-lo em modo perdido no Find My iPhone, e o recurso de pagamentos será bloqueado.

Por enquanto, iniciativas semelhantes ao Apple Pay no Brasil são limitadas. No ano passado, a Mastercard anunciou um app do MasterPass para smartphones, que permite pagar via NFC em alguns estabelecimentos. Por sua vez, a Visa usa a tecnologia payWave em cartões Ourocard Visa, do Banco do Brasil.

Nos EUA, a Apple está sem querer aumentando a visibilidade do Google Wallet: o serviço vem sendo mais usado após o lançamento do Apple Pay, de acordo com o próprio Google. Segundo o Ars Technica, “as operações semanais aumentaram 50%, e… novos usuários quase duplicaram”.

Lançado em 2011, o Wallet permite fazer pagamentos via NFC usando um smartphone com Android 4.4 KitKat ou superior. Se seu smartphone for perdido ou roubado, você pode desativar o recurso de pagamentos a partir do seu computador.

Será que o Apple Pay pode estimular os pagamentos móveis no Brasil, assim como fez nos EUA? É esperar para ver. [Época Negócios via Olhar Digital]

Imagem por Apple

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