Receba atualizações no seu Facebook. Basta curtir a nossa página abaixo:

 

NASA está se preparando para se comunicar com alienígenas

“Podemos dizer pouco, se é que podemos dizer algo, sobre o que esses padrões [na imagem acima] representam, se eles foram cortados no formato de pedras, ou quem os criou. Para todos os efeitos, eles podem muito bem ter sido criados por alienígenas.” Quando um livro da NASA sobre comunicação alienígena conta com um parágrafo desses, é bom prestar atenção.

Claro, os cientistas e acadêmicos que contribuíram para Archaeology, Anthropology and Interstellar Communications - um novo livro de 300 páginas (PDF 1.8MB) editado por Douglas A. Vakoch – não estão dizendo que aquelas esculturas foram feitas por aliens. Eles estão dizendo que, como não sabemos exatamente a origem e significado delas – que foram feitas milhares de anos atrás ao redor da Europa, América e Índia – podemos considerar que podem ter sido feitas por alienígenas como um teste, para quando enfim fizermos contato com uma civilização de outro planeta.

É uma obra séria, profunda e complexa, mas consideravelmente acessível. Li muito dela e estou realmente fascinado. E não digo apenas sobre a joia do começo do post:

Considere novamente, portanto, a conveniência de estabelecer uma conexão simbólica/linguística com IET [Inteligência Extra-Terrestre]. É útil tirar alguns paralelos da existência humana que nos representam um problema hoje em dia. Um deles é a “arte rupestre”, que consiste em padrões ou formas gravadas em rochas há milhares de anos. Essas esculturas de pedra antigas podem ser encontradas em muitos países. [...]

Podemos dizer pouco, se é que podemos dizer algo, sobre o que esses padrões representam, se eles foram cortados no formato de pedras, ou quem os criou. Para todos os efeitos, eles podem muito bem ter sido criados por alienígenas.

npn8vgouy1ipnudekjq4

Uma réplica de uma pedra marcada incomum de Dalgarven, North Ayrshire, Escócia

A visão ampla

Essa é apenas uma pequena parte de uma corrente lógica muito maior, que leva em consideração nosso conhecimento na Terra histórica e pré-histórica, bem como nossa compreensão de biologia, evolução e física. Após diversas suposições sobre as possíveis diferenças físicas e biofísicas no Capítulo 15 – chamado Restrições em Construção de Mensagem para Comunicação com Inteligência Extraterrestre – Vakoch fala um pouco sobre suas possíveis consequências (ênfase nossa):

Consequências – I

Se o leitor aceitar essas suposições, então nossa primeira restrição nas possíveis mensagens é simples: não pense em “mundos sonoros” ou música ou fala como os domínios, veículos ou conteúdo das mensagens IET. Independentemente de preocupações semióticas (ver abaixo), a acessibilidade de mensagens por som deve permanecer em dúvida. Além disso, haverá aspectos intencionais e não intencionais de desempenho, que elaborarão as dificuldades do uso do som. Na minha visão, evitar o mundo sonoro não deve ser controverso.

Por outro lado, a visão e o uso de imagens deve ser ao menos plausível. Detalhes espectrais não podem ser considerados universais, mas os arranjos físicos dos objetos na superfície de um planeta habitável são formados em parte pela gravidade (a noção de um horizonte deve ser universal), e assim imagens multiespectrais devem plausivelmente ser consideradas valiosas para mensagens. Em geral, as implicações por considerar SETI/CETI como algum tipo de desafio antropológico deve ser desconsiderado.

Faz muito sentido para mim.

Não vou citar mais partes do livro por me parecerem sem sentido, mas até agora – ainda estou lendo – é uma ótima leitura.

É confortante saber que a NASA pensa em comunicação humanos-alienígenas a partir de um novo foco, que não é puramente baseado nas ciências físicas de pesquisas planetárias ou exobiologia. No caso, ela se baseia na nossa experiência atual ao tentar decifrar nosso próprio passado antropológico e arqueológico. Esse, segundo Vakoch, é o objetivo desta obra (ênfase nossa):

Os capítulos desse livro combinam críticas incisivas com a esperança de que exista uma reposta para o ceticismo por trás dessas críticas. Abordando um campo que foi dominado por astrônomos, físicos, engenheiros e cientistas da computação, os colaboradores desta coletânea levantam questões que podem ter passado despercebidas por cientistas físicos sobre a facilidade de estabelecer uma comunicação significativa com uma inteligência extraterrestre.

Esses estudiosos estão lutando contra alguns dos maiores desafios que a humanidade terá de enfrentar se detectar um sinal rico em informações proveniente de outro mundo. Ao elaborar questões no núcleo da arqueologia contemporânea e da antropologia, podemos nos preparar muito melhor para o contato com uma civilização extraterrestre, se isso um dia chegar.

A NASA publicou a versão online do livro ontem. Você pode baixá-lo em versão para Kindle, ePub universal ou PDF. Ele também estará disponível em capa dura e brochura nos próximos meses.

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


littlebits nasa

Este kit aprovado pela NASA permite construir seu próprio Curiosity em casa


superplanet

Crie seu próprio Universo em Super Planet Crash, um jogo simples de navegador


luasaturno

Cientistas descobriram a formação de uma nova lua na borda dos anéis de Saturno


el gordo

Este é o maior aglomerado de galáxias já encontrado no universo


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha

O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha


O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima

O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima


Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo

Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo


George R. R. Martin explica por que escreve Game of Thrones no DOS

George R. R. Martin explica por que escreve Game of Thrones no DOS

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Onionshare é um software para quem quer compartilhar arquivos com segurança e anonimato

Vamos dizer que você tem em mãos documentos confidenciais bombásticos – como os de Edward Snowden – e quer um lugar seguro para enviá-los mantendo o seu anonimato. O Onionshare é um software gratuito exatamente para isso, e foi lançado nesta semana.

Criado por Micah Lee, um especialista em criptografia do site The Intercept – criado pelo jornalista Glenn Greenwald após deixar o The Guardian -, o Onionshare envia os arquivos através da rede do Tor para o seu destinatário, e, assim, não cai nas mãos das autoridades. “É basicamente 100% darknet”, explica Lee.

Lee teve a ideia de desenvolver o Onionshare após ler um pouco sobre a aventura de Greenwald e os desafios enfrentados pelo jornalista enquanto tentava transportar os arquivos vazados por Snowden de um canto para o outro do mundo. Em certo momento, Greenwald descobriu que seus arquivos estavam corrompidos, e ele precisava recuperar cópias deles com a jornalista Laura Poitras, que estava na Alemanha. Como fazer isso de maneira segura? Usando um drive USB transportado pelo parceiro de Greenwald, David Miranda, para o Brasil. Lembra daquele caso em que Miranda passou nove horas detido em um aeroporto em Londres? Então, ele estava com esses drives USB.

O funcionamento do Onionshare é até simples. Quando alguém tenta enviar um arquivo, o software cria um site temporário protegido por senha na rede do Tor. O destinatário recebe a URL e a senha para o site através de mensagens criptografadas e acessa o site – ali, pode baixar os arquivos. Apenas um dos lados precisa do Onionshare: quem quer enviar. Quem vai receber só precisa usar o navegador do Tor.

Por enquanto o Onionshare, disponível no GitHub, só roda através de linha de comando no sistema operacional Tails, baseado no Tor e que pode ser usado em máquinas com Windows e Mac, mas a ideia é que ele receba versão que rodem diretamente nos sistemas da Microsoft e da Apple. [Wired]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


senha

O cara que inventou as senhas de computador acha que elas são um pesadelo


ku-bigpic (2)

Empresa do Google faz recall de detector inteligente de incêndio


darkcoin

Darkcoin, uma alternativa anônima ao Bitcoin, está bombando


fbi

O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha

O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha


O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima

O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima


Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo

Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo


George R. R. Martin explica por que escreve Game of Thrones no DOS

George R. R. Martin explica por que escreve Game of Thrones no DOS

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Ryth Returns in Huge ‘Infinity Blade III’ Blade Masters Update, On Sale for $2.99 to Celebrate



If you’re among the many who are still actively playing Chair’s iOS masterpiece Infinity Blade III [$2.99], then you’re probably aware of the significant new update that was released for it today. But, if you’ve been away from the game for a while for whatever reason, it’s time to dust that puppy off because this new Blade Masters update is quite a doozy. To start off with, there’s a new Deathless to battle against in the game named The Collector. When you run into him, you’ll have a chance to fight for a super rare weapon, with the caveat that if you lose you’ll have to give him your own weapon. In order to get it back, you’ll have to fight again and beat The Collector before you even get to try and fight him for a rare weapon (or lose another one of your weapons). It’s like racing for pink slips: the stakes are high. It sounds like a rad risk vs. reward battle. Here’s an entire video where Chair’s Donald Mustard goes into detail about The Collector.

As awesome as The Collector is, the biggest bombshell in this update is that the Deathless Ryth from Infinity Blade II makes his return. He’s been brushing up on his skills, and he ain’t too pleased with being beaten by you in the last game. Also, Solar Trans weapons aka lightsabers make a return to the series, including some brand new ones for Isa. In addition, you can now customize your warriors somewhat with a selection of different animations and armor tints. It’s not the most in-depth customization ever, but it’s nice nonetheless.

Finally, a new Training Bot has been added so you can brush up on your skills and the Deathless Mode has seem some tweaks which include an increased level cap to 50 and a new feature that sees any of your items which you currently have forging in your hideout instantly finish upon defeating a Deathless. This not only makes that progression much quicker, but you can kind of plan ahead and forge a bunch of stuff if you’re planning on facing a Deathless anyway. People pretty much universally hate waiting for stuff, so this is a nice feature. Donald Mustard again goes over all the details of this update in the following Blade Masters overview video.

Infinity Blade III launched way back in September of last year and we loved it, but Chair has been wonderful about continually updating the game with new content. First they were the first game to fully optimize for the iPhone 5s when it came out, then there was the Soul Hunter update in October, then they rolled out ClashMob events in December, and finally the massive Ausar Rising update from the same month. Chair’s been a bit quiet since then, but now we see what they’ve ben up to all this time. Also, as with the Ausar Rising update, Infinity Blade III can now be had for the sale price of $2.99. So if you haven’t picked it up yet now would be a great time, as it’ll definitely keep you very busy for weeks and months to come.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags:

Esta incrível cidade flutuante submersa pode se tornar realidade na China

Uma empresa chinesa que construir uma cidade submarina flutuante com a mesma técnica usada para a construção de uma ponte que liga Hong Kong, Macau e Zhuzai. A metrópole submersa ainda procura investidores, mas as renderizações criadas pela equipe do arquiteto Slavomir Siska são magníficas. Uma das coisas mais legais do projeto é que ele é ao mesmo tempo submarino e acima do nível da água.

Confira a galeria completa: http://gizmodo.uol.com.br/galerias/cidade-submersa-china/ ‎

  • RELACIONADOS
  • POPULARES


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha

O FBI tem dificuldade em contratar hackers que não fumam maconha


O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima

O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima


Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo

Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo


“Simpsons” e “Uma Família da Pesada” vão enfim se unir em um só episódio

“Simpsons” e “Uma Família da Pesada” vão enfim se unir em um só episódio


Os comentários estão fechados.

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Veja este cara andar no teto com seus sapatos de Magneto feitos em casa

Colin Furze, o cara que criou aquelas garras de Wolverine automáticas, agora se dedicou ao poder do Magneto e criou um par de sapatos magnéticos. Eu esperava que ele encontraria uma maneira de fazer coisas de metal levitarem ao mexer suas mãos, mas isso aqui também é legal.

É impressionante que os imãs conseguem segurar seu peso, mas acredito que os sapatos ainda não estão prontos para uso externo. Furze usa uma espécie de alça para puxar suas pernas presas no teto – deve ser um pouco cansativo.

FIque ligado para mais invenções de super-poderes de Colin. Ele quer cobrir todos os personagens de X-Men. Aguardo ansiosamente por Ciclope.

gzxzwxazpwgapmh6v498

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


xmen2

Veja a batalha de abertura de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”


oculosciclope

Óculos disparador de lasers transforma qualquer um no Ciclope


xmen days future past

Primeiro trailer do próximo “X-Men”: a trilogia original se une à Primeira Classe


k-bigpic (14)

A história completa da roupa de Wolverine


egypt

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima

O local das provas aquáticas das Olimpíadas do Rio é ainda pior quando visto de cima


Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo

Estas garras reais de Wolverine são retráteis e destroem de tudo


“Simpsons” e “Uma Família da Pesada” vão enfim se unir em um só episódio

“Simpsons” e “Uma Família da Pesada” vão enfim se unir em um só episódio


George R. R. Martin explica por que escreve Game of Thrones no DOS

George R. R. Martin explica por que escreve Game of Thrones no DOS

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,