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Mobile Brawler ‘Big Action Mega Fight!’ Reverses Course on Free to Play by Removing IAP and Going Paid



Free to play is one of the hottest topics in gaming, and especially in mobile gaming. At its best, the free to play system can offer a way for a game to reach a wide audience and allow those who enjoy the game to pay money into it only if they enjoy it, while avoiding the risk of buying a game up front that they end up not liking. At its worst, free to play can cause developers to design the mechanics of the game itself around the pay system in a way that pushes players to make purchases in the game in order to remove obtrusive paywalls or boring grinds. While I think most everyone will agree that there’s a “right” way and a “wrong” way to do free to play, something that’s equally important to consider is if the type of game being developed even fits the free to play style.

That’s exactly how I felt about Double Stallion’s Big Action Mega Fight! [$1.99] when it launched last November. It’s an old-school style brawler with colorful visuals and unique touchscreen controls, and it’s definitely the type of game geared more towards the “hardcore” crowd, rather than the larger casual audience that eats up stuff like Candy Crush. So it felt pretty out of place that it was a free to play game.

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Beyond the typical, grindy, dual-currency system it employed for character progression, there was also a timer tied to the number of lives you were given. An energy mechanic like that is by far the most loathed aspect of the free to play model, though ironically that’s exactly how a game like Big Action Mega Fight! would operate in an actual arcade. Still, anything that forcibly prevents you from playing a game is usually a bad thing (I’m looking at you, Smash Bandits).

Most the feedback received towards Big Action Mega Fight! was along the lines of how the free to play system ruined an otherwise fantastic little brawler, and Double Stallion took that feedback to heart. Over the last several months they’ve worked to remove all in-app purchases from the game, ditch the secondary currency, ditch the timer aspect, and rebalance the whole game as a pay-once experience. It’s turned out beautifully, and this new version is available today as an update to the existing game in the App Store.

The progression system in the game feels much more streamlined, with just one currency to focus on: coins that are earned by beating up bad guys and completing levels. New abilities are unlocked as you complete levels in the game’s campaign. It’s all nice and tidy, and completely dependent on actually playing the game. Furthermore, existing owners of the free to play version have had all their previous in-game currencies refunded. It finally feels like Big Action Mega Fight! has achieved its potential as an homage to ’80s and ’90s era beat’em ups. In addition to the switch to paid, this update also adds in new story cutscenes and MFi controller support.

If you like plucky little brawlers and never checked out Big Action Mega Fight!, or if you did check it out and were turned off by the free to play-ness of it, give this updated version a spin. It really is a lot of fun. The new paid version of Big Action Mega Fight! is currently on sale for $1.99 to celebrate the new update, and will be jumping to its normal price of $2.99 July 1st.

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Novo software consegue detectar doenças genéticas raras a partir de fotografias de família

Detectar doenças genéticas raras é, por definição, difícil. Mas agora uma equipe de cientistas da Universidade de Oxford desenvolveu um software que consegue detectar doenças ao analisar fotografias de família.

Muitas doenças genéticas são conhecidas, mas impossíveis de serem detectadas, já que as variações genéticas que fazem com que elas ocorram ainda não foram identificadas. Assim, muitos médicos frequentemente usam características faciais pronunciadas para fazer diagnóstico, já que até 40% dessas doenças raras dão origem a diferenças distintas na aparência.

Vendo assim, parece que não há muito rigor – e realmente não há. Poucos clínicos tratam dessa forma, e é um trabalho árduo e aberto à subjetividade. Entra em ação Christoffer Nellåker e Andrew Zisserman, que trabalham no campo da visão computacional e desenvolveram um algorítimo que aprende e é capaz de reconhecer uma grande variedade de doenças genéticas raras a partir de fotografias simples digitais, segundo a New Scientist.

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O algoritmo deles inicialmente foi alimentado com 1.363 imagens públicas de pessoas com oito doenças genéticas – incluindo síndrome de Down, síndrome do X frágil e progeria – e detectou 36 características faciais distintas que podem ser usadas para diferenciar as doenças. Funcionou bem, e foi expandido para mais de 90 doenças, alegando que torna 30 vezes mais provável que um paciente receba o diagnóstico correto. Os resultados foram publicados na eLife.

É bem impressionante, e será muito valioso em países onde recurso médicos são escassos. Em países em desenvolvimento sem clinicas genéticas, crianças futuramente poderão ser diagnosticadas com mais precisão do que hoje em dia. [eLife via New Scientist]

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Sistema de som surround Dolby Atmos se prepara para entrar na sua sala de estar

Há mais de dois anos, a Dolby apresentou o Atmos, o sistema de som surround mais avançado do mundo. Ele está sendo usado para levar explosões e batalhas aos ouvidos de espectadores de filmes como Gravidade e O Hobbit. Ele está disponível em centenas de salas de cinema pelo mundo, e agora a Dolby planeja levar o Atmos para a sua casa.

O sistema conta com 128 canais de áudio, 64 alto-falantes discretos, incluindo um acima do espectador. Considere que no passado a maior parte das salas de cinema tinham apenas 5.1 sistemas de canais, o que significa esquerda, direita, lado direito surround, lado esquerdo surround, e um subwoofer. Então o Atmos abre um novo mundo de possibilidades para designers de som, e eles já estão aproveitando bastante dele em filmes. Se você já ouviu a tecnologia em ação, sabe que é potente, adicionando uma aventura ilusória à ida ao cinema.

Levar essa tecnologia à sala de estar é mais complicado do que parece. Simular um sistema 5.1 é fácil se você tiver espaço – você precisa de cinco speakers, um subwoofer, e hardware capaz de decodificar o pacote da Dolby. Mas, para a maioria das pessoas, colocar um alto-falante no teto não é bem uma possibilidade.

Como em muitas tecnologias de áudio, levar o Dolby Atmos para os lares envolverá a ciência de enganar o cérebro. O post da Dolby anunciando a iniciativa não dá muitos detalhes, mas menciona um “módulo Dolby Atmos” para ser posicionado acima dos seus alto-falantes em casa. A primeira parceira a anunciar suporte ao Dolby Atmos é a Pioneer. A excelente série Elite de speakers e receivers da empresa ganhará suporte ao Atmos através de uma atualização de firmware até o fim do ano. Felizmente, seu atual tocador de Blu-ray será capaz de ler o feed de áudio Atmos, então vocênão precisará comprar um novo.

Vamos esperar para ver como isso funcionará quando parceiros lançarem dispositivos, mas a tecnologia da Dolby quase sempre é ótima. O Atmos foi a melhor coisa que aconteceu no cinema nos últimos tempos. E talvez seja a melhor coisa a acontecer também no sofá da sua sala.  [Dolby]

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‘Street Figher IV Arena’ Announced by Capcom and Nexon, Beta Test Coming to Korea

Looks like a third Street Fighter game for mobile is in the works. The new game is Street Fighter IV Arena, and Capcom’s working on it with Nexon, with a planned beta test in Korea later this year.

SF4 ArenaSF4 Arena

While few details are available beyond that – and my Korean is a bit rusty and/or non-existent, it’s easy to speculate that this could be a free-to-play game given that Nexon makes those and that Korea is huge on free-to-play. As well, with Ultra Street Fighter IV making its way out, we can hope for some new fighters, though whether this one even makes its way to the US is a good question indeed.

[Siliconera]

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A ciência pode explicar o que há de errado com Hodor, de Game of Thrones

Ok, eu sei que há dragões, gigantes e White Walkers, mas muitas coisas que acontecem em Game of Thrones são baseadas na mais brutal realidade. Então cientistas podem olhar para alguém como o Hodor e pensar: ok, ele é apenas um simples gigante da ficção, mas vamos tentar diagnosticá-lo mesmo assim.

Continue lendo no Kotaku Brasil: http://www.kotaku.com.br/hodor-ciencia-game-of-thrones/

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