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Planetary Annihilation beta arrives on Steam, decimates worlds and wallets

I’ll confess, I’m no RTS savant; my strategy generally involves surrounding my base with defense turrets and sending wave after wave of disposable units at foes until I lose or, well, I lose. But that didn’t stop me from donning my commander fez when some of the minds behind classics like Total Annihilation and Supreme Commander came to Kickstarter and pitched a brand new real-time strategy game, involving massive armies and a few large robots causing a ruckus. Oh how time flies—Planetary Annihilation is here (in Beta form), available to Kickstarter backers and through Steam’s Early Access program. If you didn’t back it on Kickstarter, getting in early will set you back $60.

Sixty bucks. For a beta. Yikes. The early access release will give you a fairly solid impression of what’s coming down the pipe, with plenty of explosions and resources to gather and scads of tanks and robots charging across barren wastelands spitting rockets and the like. But the controls are a bit confusing, documentation is non-existent, and the occasional graphical and unit selection glitches can be a bit of a bother. There’s no single-player campaign, which leaves the action to online multiplayer matches—playing against AI opponents is possible, though the AI isn’t firing on all cylinders yet and can make for a subpar experience. Paying for early access nets you a few perks and this is shaping up to be an awesome game, but… sixty bucks, to essentially be a playtester on an unfinished product. Hrmm.


Competent players will probably keep their Commanders far from enemy lines

So Planetary Annihilation: it pretty much does what it says on the tin. There isn’t much in the way of lore yet, but that’s never really been especially necessary in the RTS genre. You’ll start by picking a landing site for your massive Commander robot. These guys are special, being the only units in the game capable of building things and fighting. But lose them and you’ll lose the match, so bringing their firepower to bear will likely be restricted to the extremely skilled (or desperate).

Things unfold in typical RTS fashion: send your Commander out to build metal extractors on metal nodes and plop down some power plants to get the resources flowing in. Then build your first factory, and fabrication units—these little tykes can take over construction tasks, so your sluggish Commander doesn’t have to trudge around so much. There are Air, Ground, and Sea variants for military and fabrication units, each with their respective merits and drawbacks—loading up on Air fabricators will let you cover more ground, by even rookies like myself will have scout planes buzzing the map, using their anti-air capabilities to pick off fragile, unescorted units.


Productive robots are happy robots.

Resource generation is interesting, as you aren’t tracking stockpiles so much as flow: every extractor and power plant pumps out X number of resources, while Y resources are being consumed by every factory or fabricator you’ve got cranking on projects. Run out of resources on hand your production efforts will continue to churn along, albeit at a much slower pace. This creates an interesting dynamic, as players who tend to expand aggressively can theoretically be handicapped by strategic attacks on resource sites. At least, that’s the way most of my losses have panned out thus far.

The game’s planets are procedurally generated. Sort of. This is actually rather fascinating: Planetary Annihilation wouldn’t really live up to its name if you were just scrapping on one planet, so you actually have an entire solar system at your disposal. A basic matchup currently just gives you two planets to choose from, but you can actually dive into a scenario editor and create an entire solar system, picking between various planet types, choosing their orbits, and crafting a great big universe to colonize. And there’s the annihilation bit—strap rockets to a smaller planetoid—say, a moon—adjust its trajectory so it’s pointed at your foes, and…

You’re going to want to see that one in action, so here’s an appropriately explode-y video.

Yeah. The thought of that sort of orbital bombardment was enough to get me to shell out my hard-earned ducats well over a year ago. But is a $60 price tag warranted? To be fair, the prices the devs are charging for early beta access are right in line with what Kickstarter backers paid last year, so if you’ve really been chomping at the proverbial bit to get your Annihilation on, this one’s for you. There’s no word on what the final cost of the game will be when it launches in December, though the developer’s FAQ suggests it’ll ultimately cost no more than $40.

My advice? Wait. The developers more than doubled their Kickstarter goal, so this game isn’t in danger of being underfunded. With a few months of polish, Planetary Annihilation will evolve from interesting diversion to a solid, fascinating take on a genre that hasn’t seen much action lately, and you’ll be no worse for the wear, being forced to wait another two or so months to see it come to fruition.

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Os designers de alguns dos maiores prédios do mundo querem construir uma torre de madeira

Quando você pensava que as árvores estavam esquecidas, eis que as construções de madeira voltam. A Skidmore Owings Merrill, a empresa por trás da Sears Tower, One World Trade Center e muitos outros prédios altíssimos quer construir um arranha-céu de 42 andares feito de madeira.

Isso não significa um retorno a técnicas medievais de arquitetura, e sim um casamento entre a tecnologia contemporânea e materiais renováveis que são muito melhores para o planeta do que o aço. Mas pode significar uma mudança radical na indústria da arquitetura. “Esta é a primeira nova forma de construir em mais de um século”, diz Michael Green, que falou sobre arranha-céus de madeira no ano passado. “Vai demorar um tempo até encontrarmos a melhor forma de fazer isso”, ele explica ao New York Times.

Os benefícios ambientais estão claros. Fabricar aço e concreto exige muita energia e libera uma enorme quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. A madeira não é apenas um processo que exige menos energia, ela também sequestra o carbono. E ainda economiza tempo: usar madeira significa prédios sendo construídos com muito mais velocidade já que as partes podem ser pré-montadas em uma fábrica e enviadas ao local de construção com facilidade. Descobrir como criar prédios de madeira mais resistentes pode ajudar na construção em países em desenvolvimento e com recursos limitados. A madeira mudaria muita coisa.

Eu sei exatamente o que você vai dizer, mas não se preocupe: ele não vai queimar. Engenheiros afirmam que essas estruturas de “madeira maciça” podem ter os mesmos padrões de prédios tradicionais.

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Arquitetos realmente apostam em um renascimento da madeira. Green está trabalhando em uma torre de madeira de seis andares (acima) em British Columbia. Neste ano, a empresa C. F. Møller, da Suécia, anunciou planos para criar uma torre residencial de 34 andares (imagem de topo). E os arquitetos por trás de um conceito chamado Big Wood anunciaram as intenções de construírem um arranha-céu de madeira em Chicago.

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Um dos prédios de madeira mais altos da atualidade é o Murray Grove, um prédio residencial de nove andares em Londres projetado por Waugh Thistleton. A estrutura usa um método chamado Cross Laminated Timber (CLT) onde folhas de mateira – neste caso, espruces – são empilhadas e laminadas. A força está na alternância da direção da madeira em cada camada. Essas folhas podem ser cortadas precisamente em uma fábrica e enviadas diretamente para o local de construção.

 

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O projeto do SOM (que você pode baixar em PDF) é um pouco diferente. Eles querem usar um material diferente para as colunas chamado madeira laminada colante, e CLT para os pisos e paredes. Eles também usam um pouco de concreto para adicionar suporte extra. Nos estudos, o pessoal do SOM usou um prédio já existente criado por seus arquitetos em 1966, os apartamentos Dewitt-Chestnut em Chicago, reimaginando-o com a nova construção em madeira. [New York Times]

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12/08/2013 – Os arranha-céus chineses realmente indicam uma recessão econômica?

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12/09/2013 – Primeiro arranha-céu “invisível” do mundo usa LEDs e câmeras para desaparecer

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06/08/2013 – A enorme transformação de Shanghai ao longo dos últimos 26 anos vista em duas fotos

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17/09/2013 – Como este touchpad de madeira funciona de verdade

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[Review] Sony QX100: excelentes fotos em um pacote terrvel

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LG Optimus L7 II

Dimensões: 121.5 x 66.6 x 9.7 mm
Peso: 118g 
Tela: 4.3″ LCD IPS 480×800 
Memória: 4GB de armazenamento, 768MB de RAM
Cartão SD: expansível em até 32GB
WLAN: Wi-Fi 802.11 b/g/n, Wi-Fi Direct, Wi-Fi hotspot
Bluetooth: 3.0 com A2DP
NFC: Sim
DLNA: Sim
HDMI: Não
MHL: Não
USB:  microUSB 2.0
Câmera traseira: 8MP (3264 x 2448 pixels), autofoco, flash LED
Vídeo câmera traseira: 854×480 pixels@30fps
Câmera frontal: VGA
Sitema operacional: Android 4.1.2 (Jelly Bean) 
CPU: Qualcomm Snapdragon dual-core de 1GHz
Sensores: Acelerômetro, proximidade, bússola
GPS: Sim, A-GPS 
Bateria:  Li-Ion 2460 mAh


Preço (27/09/13)
R$679
R$832
R$611

Design e tela

O L7 II lembra seu antecessor, com um jeitão quadrado, embora este modelo seja mais moderno, com as bordas mais arredondadas. Em comum, ele ainda tem o botão central que funciona como o “Home” e os botões capacitivos laterais “voltar” e “opções”. O tamanho da tela também não mudou – ela continua com 4.3 polegadas.

Um aspecto interessante é o LED posicionado no entorno do botão Home, com capacidade para várias cores. Na hora de ligar o aparelho, inclusive, é possível ver a luz acendendo em diversos tons diferentes.

A tampa traseira é removível, mas não há nenhuma ranhura para facilitar o processo. É preciso colocar a unha um pouco acima da microUSB. Quem não tem unhas grandes pode se complicar um pouco, mas, no geral, é fácil de retirar essa parte. Inclusive, a tampa passa uma boa sensação de resistência. Ela é levemente flexível (não tanto quanto a dos Galaxys, porém), o que dá um pouco mais de segurança também.


 

O material de todo o telefone, no entanto, é um plástico bem mediano. O acabamento em preto brilhante é bonito, mas, especialmente na traseira, acumula muita sujeira e marcas facilmente. O aparelho não tem cara, digamos assim, de um produto “Premium”. Nem esperávamos por isso, é claro, tendo em vista a sua faixa de preço. Mas se o material for mesmo importante para você, talvez seja melhor optar pelo Lumia 520, feito em policarbonato e até mais barato que o modelo da LG.


L7 II lado a lado com o Nokia Lumia 625

A tela compensa um bocado. É incrivelmente “gostosa” de usar, sem aquele aspecto exageradamente liso de muitos aparelhos nesse segmento. Tem uma aderência natural aos dedos e não suja tão facilmente – as marcas de dedos quase não ficam aparentes. Não há proteção Gorilla Glass, algo que existia no primeiro L7. Mas a usabilidade do display foi com certeza um dos grandes aprimoramentos do L7 II em relação ao modelo anterior.

O aparelho peca na resolução. São só 480×800 pixels, a mesma do seu antecessor, o que dá 217 pixels por polegada. Essa relação fica evidente ao ligar a tela. Os pixels ficam um tanto visíveis, o que causa estranhamento a quem já se acostumou a maiores densidades. Visualizar páginas sem zoom é uma missão impossível.

Câmeras e multimídia

Assim como no primeiro L7, a parte multimídia é o calcanhar de Aquiles do smartphone. Apesar de ter sido ligeiramente aprimorada, a câmera traseira, com 8 megapixels (contra 5 do modelo anterior) é apenas satisfatória. Conta pontos positivos o fato de o seu software permitir alguns ajustes manuais, como o ISO e o balanço de branco, e a presença de um flash LED – que se saiu razoavelmente bem em fotos noturnas. Mas as fotos não têm cores tão vivas e há presença de ruído, mesmo com boa iluminação.

A gravação de vídeos não chega sequer a HD – algo que alguns smartphones do segmento intermediário já fazem tranquilamente, como é o caso do Motorola Razrt D3. No máximo, 854 x 480, o suficiente para reproduzir na própria tela do aparelho, que também não roda vídeos em HD.

A câmera frontal também é apenas mediana. Com resolução VGA, faz fotos com cores lavadas e pouca nitidez. Mas está no nível de outros smartphones na mesma faixa de preço.

O Optimus L7 II conta com rádio FM, o que é uma boa pedida para quem gosta de música. Mas o player de Mp3 não tem nenhuma novidade ou função que valha a pena mencionar. O aparelho, ao menos, tem Wi-Fi Direct e DLNA para ajudar a compartilhar arquivos multimídia com outros dispositivos compatíveis, o que é uma boa vantagem – embora esse tipo de recurso também tenha se tornado padrão em aparelhos intermediários.

Funcionalidades e desempenho

Na prática, o grande trunfo do Optimus L7 II é o desempenho nas tarefas cotidianas. O aparelho apresenta uma ótima resposta aos comandos do usuário, fluidez nas transições de tela mesmo com muitos apps abertos e uma boa experiência de navegação, apesar da baixa densidade de pixels, o que exige um bocado de zoom in/zoom out. O que fica fácil, já que a resposta aos gestos de ampliar e reduzir a página é imediata, mesmo quando feita repetidas vezes, rapidamente.

Nos benchmarks, porém, o aparelho não se saiu tão bem. Foi um tanto difícil rodar o AnTuTu, que travava completamente o telefone antes mesmo de iniciar os testes. Depois de muitas tentativas, conseguimos obter um resultado: 7605, bem atrás do Samsung Galaxy S II, um smartphone que era top de linha em 2011. 

No Ice Storm do 3DMark, o Optimus L7 II fez 2461 pontos. A versão Extreme do benchmark não rodou, algo que já esperávamos, uma vez que o teste é exigente em excesso, feito sob medida para os smartphones mais poderosos do mercado. O que, nem de longe, é o caso aqui.

 

No dia-a-dia, para o usuário médio, fica fácil esquecer os números. O produto se sai bem, inclusive, com jogos. Rodamos “Dead Trigger”, por exemplo, sem problema algum. O Optimus L7 II, sem dúvidas, atende bem a quem busca um smartphone com preço acessível, para realizar algumas tarefas básicas e até se divertir de vez em quando.

Inclusive, o telefone traz alguns apps interessantes. Existe, por exemplo, uma utilíssima ferramenta de backup, que permite criar uma “imagem” do aparelho em seu estado atual e guardá-la na memória interna ou no microSD para restauração em casos de emergência. Claro, levando em conta o pouquíssimo espaço disponível no armazenamento interno, é um tanto descabido optar por essa modalidade.

Outro recurso interessante é o Safety Care, da LG. Ele permite a você escolher alguns contatos como números de emergência. Assim, quando você estiver em perigo e acionar algum número especial, como o dos bombeiros, por exemplo, algum amigo ou familiar escolhido por você automaticamente receberá uma mensagem de alerta.

O LG Optimus L7 II, em resumo, é um bom smartphone intermediário. Sua performance no dia-a-dia surpreende, com usabilidade e resposta da tela excelentes. O aparelho peca apenas na parte multimídia, algo que outros smartphones do segmento conseguem fazer melhor.   

Prós

  • Ótimo desempenho em tarefas cotidianas
  • Boa usabilidade da tela
  • Ferramenta de backup pré-instalada

 

Contras

  • Pouco espaço interno
  • Filmagem inferior a outros aparelhos do segmento
  • Material pouco resistente

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Uma ilha surgiu do nada perto do Paquistão após um terremoto

O devastador terremoto de magnitude 7.8 que atingiu o Paquistão nesta semana matou centenas de pessoas - números atuais falam em 515 mortos. Enquanto o país se recupera, o mundo se fascinou com um efeito colateral do desastre: o terremoto foi tão poderoso que criou uma nova ilha.

O satélite Earth Observing-1 da NASA capturou o nascimento da ilha na costa de Gwadar, no Paquistão, após o terremoto. Este pedaço de terra é rochoso e emite um gás inflamável, e cientistas estão o chamando de “vulcão de lama”.

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Ele não deve durar muito tempo, então é melhor você não planejar uma viagem para conhecê-lo. A denominação “vulcão de lama” foi dada devido a algumas características da ilha: uma terra espessa misturada com pedras e sujeira foram lançadas à superfície por pressão sísmica próxima à costa. A ilha tem cerca de 75 metros de largura e 18 metros de altura. Segundo o jornalista local Bahram Baloch, “peixes mortos foram encontrados na superfície. E em um dos lados ouvimos o som de vazamento de gás.”

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Um fenômeno parecido com esse já ocorreu no passado no mesmo Paquistão, mas a ilha formada não durou muito tempo. Após um terremoto na década de 1940, uma ilha foi encontrada na costa de Karachi, de acordo com o sismologista John Armbruster. Como era em sua maior parte sedimento, ela começou a erodir nas ondas do oceano e em alguns dias simplesmente desapareceu. O mesmo aconteceu em 1968.

Nós podemos testemunhar mudanças drásticas no planeta em tempo real – furacões redesenhando as costas, vulcões explodindo – mas não é comum observarmos um novo pedaço de terra simplesmente aparecer no meio da água. No entanto, desastres naturais podem mudar radicalmente nossos ecossistemas, remodelar as fronteiras geopolíticas e criar novas formas de terra, como neste caso.

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A ilha deve desaparecer em breve, mas não há dúvidas de que grandes terremotos podem muito bem mudar a forma do nosso planeta: os fenômenos recentes no Japão, Chile e Indonésia mudaram radicalmente as placas tectônicas da Terra e a rotação do planeta inteiro foi afetada, diminuindo nossas 24 horas diárias em alguns milissegundos. Algumas vezes podemos observar essas mudanças acontecendo. O terremoto de 2010 no Chile foi tão poderoso que causou mudanças dramáticas no Oceano Pacífico, levantando a superfície do mar em cerca de dois metros. Isso chegou a afetar o ecossistema de algumas criaturas, de leões marinhos a algas.

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Em uma escala menor, um terremoto próximo ao Parque Nacional de Yellowstone em 1959 resultou em um deslizamento de terra que derramou uma imensa quantidade de terra no Rio Madison, criando uma represa natural. Em poucas semanas, o rio bloqueado preencheu um lago com 50 metros de profundidade. Quando você visitar o Quake Lake, como o lago é agora chamado, você pode ver os esqueletos de árvores mortas ainda salientes na água.

As mudanças nas fronteiras entre água e terra podem transformar a sorte de uma área em instantes: quando uma costa é alterada, o habitat de plantas e animais pode ser destruído, dando espaço para novas espécies de instalarem no local. Se a mudança atingir pessoas, os novos residentes agora terão acesso a recursos diferentes – como, por exemplo, menos terras agrícolas ou mais enseadas de pesca.

Mas a questão mais interessante para uma ilha instantânea é a sua implicação política: a quem ela pertence?

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Grandes rios têm a rota modificada durante uma inundação, naturalmente, criando ilhas que podem desaparecer na próxima vez que a água subir – ou então podem se manter por décadas. Um exemplo conhecido é a Bloody Island, uma pequena barra de areia no Rio Mississippi, que surgiu pela primeira vez em 1798. Devido ao seu status aparentemente temporário, nem o estado do Missouri nem Illinois alegaram que a ilha fazia parte do seu território, criando uma espécie de terra sem dono do ponto de vista legal. Isso fez com que a ilha se tornasse um local ideal para duelos locais – e daí veio o seu apelido. Ela não estava em nenhuma jurisdição – então literalmente estava fora da lei. (Mas em 1837 uma nova barragem fez  a ilha fazer parte oficialmente de Illinois, acabando com toda a diversão).

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Como a ilha formada no Paquistão está bem próxima à costa, é seguro afirmar que faz parte dos limites marítimos do país. Mas e se fosse descoberta fora desses limites e cheia de recursos? Quais são os protocolos ou precedentes para um caso assim?

Ferdinandea, por exemplo, uma montanha submarina na costa da Sicília, atingiu o status da ilha em 1831 após uma erupção vulcânica que empurrou sua elevação a 60 metros acima do nível do mar. Seu surgimento gerou uma disputa entre a Sicília, França, Espanha e Inglaterra, com todas reivindicando a ilha. Turistas viajaram para lá e um hotel foi planejado. Mas Ferdinandea erodiu abaixo do nível do mar, evitando um incidente internacional. Mas uma nova erupção similar poderia fazer essa ilha ressurgir na superfície – e gerar novas disputas sobre a sua soberania.

Isso se tornaria um problema maior conforme o aumento dos niveis do mar ameacem mudar as nossas costas e transformar a forma como medimos nossos limites geográficos. Muitas ilhas desapareceriam completamente, e novas também apareceriam com mais frequência – não por causa de terremotos ou vulcões, mas sim por causa da terra alta completamente coberta de água.

[Imagem de topo: AP/Governo local de Gwadar. Imagens: NASA Earth Observatory, Science/AAAS, USGSMissouri Digital HeritageCentro Meteo ItalianoFontes: BBC News,Live ScienceUSGSLive ScienceNew York Times]

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26/08/2013 – 170 anos de furacões em uma imagem impressionante

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Avoid Fleas on a Treadmill of Death in ‘Mr.NooO!!’ from Ponos

799462_larger799462_largerWe’ve been longtime fans of Japanese developer Ponos for their excellent puzzle titles like Puzzle Prism [$2.99] and Puzzle Cosmos [$2.99], but also for their usually absurd “Mr.” series of games. Their latest release in the series, Mr.NooO!! [Free], does not disappoint in the absurdity department.

Like most of their previous efforts, Mr.NooO!! is dead simple to play. Your character is constantly running on a treadmill in the floor, and at the front of the treadmill is a shiny red button. You’ll have to run against the movement of the treadmill touching the left side of the screen in order to reach the button and hammer away at it to earn points. Touching the right side of the screen causes you to stand still as the treadmill moves you towards a set of spikes which are placed at the back of the treadmill.

This strange exercise routine is made all the more difficult due to the fact that tons of strange flea-like bugs are constantly bounding in your direction. You’ll have to play the back-and-forth on the treadmill game in order to avoid them while also making sure you reach the button enough times to score enough points to be able to move onto the next level. Like I said, it’s absurd.

mrnooomrnooo

mrnooo1mrnooo1

It’s also pretty darn fun, though. I feel like Ponos decides on the mechanics for their game early on, in this case object avoidance with the added complexity of a treadmill floor, and then just pulls a bunch of random elements out of a hat to theme those mechanics. Which, somehow, totally works. Or I’m wrong and this whole “flea infestation while running on a treadmill of death” thing is precisely planned. Maybe Ponos has a greater social commentary going on here, about how you have to constantly fight to be successful in life and if you stand still for too long you’re plunged into a set of deadly spikes. Also, fleas.

Or maybe not. I have no idea, but if you’ve enjoyed previous “Mr.” games then there’s really no reason not to check out Mr.NooO!! as it’s totally free to download and ad-supported. Unfortunately, there’s no way to disable ads at this time, but there’s also no other forms of IAP or any of that business, and the ads are largely unobtrusive. Our forum folks seem to be enjoying it so far as well.

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