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‘Surgeon Simulator 2013′ Could Arrive on Tablets Soon

The quirky, gamejam-created Surgeon Simulator 2013 could be arriving on tablets in the future, Joystiq reports. During the Eurogamer Expo over the weekend, Joystiq spoke with the creators of the purposely difficult and “100-percent medically inaccurate” simulation game who had a prototype up and running on a tablet.

If you’re unfamiliar, Surgeon Simulator 2013 launched in January of this year on desktop, and in April on Steam. The game has been critically acclaimed for its over-the-top nature, tasking you with performing surgeries in fantastical situations like the zero-gravity of space, or in the back of a moving ambulance while your surgery instruments are bouncing about across the screen making saving the virtual life harder than it needs to be.

As noted by the developer Bossa Studios, Surgeon Simulator 2013 would be a great fit for the touchscreen, due to the intimacy of the direct control and how that can offer new ways to perform surgeries. One idea they have bouncing around in their heads is a “tooth transplant” where you’d need to break and remove a patient’s teeth and then replace them with new ones, meanwhile chucking away the old teeth down the patients throat. Remind me never to seek medical attention from Bossa Studios.

While the tablet prototype of Surgeon Simulator 2013 was basically thrown together in just a couple of days, Bossa sounds pretty serious about getting a solid port together and releasing it. If they decide to go through with the port there is a slight possibility it could hit before the end of this year, though most likely it would be some time in 2014. We hope to hear more on an iPad version of Surgeon Simulator 2013 in the near future, so be sure to scrub up and get ready in case an iPad version materializes.

[Joystiq]

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14 fotos tiradas com a primeira câmera do mundo para amadores, há 120 anos

A Kodak não quer mais saber de fotografia, mas há 120 anos, ela foi a primeira a oferecer aos consumidores uma oportunidade de testar – e até mesmo ter – uma câmera.

Lançada em 1888, a Kodak No. 1 foi a primeira câmera voltada para não-profissionais. E graças a um novo conjunto de imagens do National Media Museum, agora podemos ver que tipos de fotos estes primeiros amadores tiraram.

Antes da Kodak chegar ao mercado, a fotografia era exclusiva para profissionais, que operavam suas próprias câmeras caras e muitas vezes enormes. A No. 1, por sua vez, custava apenas US$ 25 – cerca de US$ 600 em valores atuais, quase tanto quanto uma DSLR barata. Era uma câmera para as massas.

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Veja aqui mais imagens da Kodak No. 1

Ela tinha um design simples: uma pequena caixa marrom com uma lente incorporada, que o usuário apontava na direção do objeto a fotografar (não havia visor). Após retirar o protetor da lente, bastava seguir três passos: puxar um cordão na parte superior (para abrir o obturador); girar o filme usando a “chave” na parte superior; e pressionar o botão na lateral para tirar a foto.

Mas isto era antes da era de polaroides ou laboratórios fotográficos. Como obter as fotos que você tirou? A No. 1 vinha pré-carregada com negativos para 100 fotos. Após usá-los, era preciso enviar a câmera de volta para a fábrica da Kodak, que então (por US$ 10) desenvolvia as imagens circulares de 6 cm para você. Junto às imagens, a Kodak devolvia sua câmera carregada com filme para mais 100 fotos.

O slogan que o fundador da Kodak, George Eastman, deu ao seu dispositivo era: “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Isto resultou nas primeiras fotos amadoras com imagens de férias, famílias e vida cotidiana na década de 1890. Pode parecer banal para nós, mas para quem estava por trás da lente, era nada menos que magia. [National Media Museum; foto por NMM]


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29/04/2013 – A primeira câmera de vídeo portátil do mundo tinha a forma de um fuzil

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19/08/2013 – 11 registros históricos fascinantes de um dos melhores acervos do mundo

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21/08/2013 – Um passeio por ruínas industriais da Europa

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03/04/2013 – A sala de controle de um submarino alemão da Primeira Guerra Mundial

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Conheça a vida selvagem capturada acidentalmente pelas câmeras do Google Street View

Como parte do novo projeto Great Nature da National Geographic, a revista coletou mais de 100.000 fotografias que capturam a biodiversidade mundial – e algumas delas vieram de fontes bastante inusitadas. Para ser mais específico: um álbum com “curadoria” do Google Maps, que coletou a vida selvagem acidentalmente como parte do Google Street View.

Algumas das fotos são claramente intencionais por parte do Google – como os macacos em fontes termais, ou os pinguins na Antártica. Mas outras são autênticas photobombs, cortesia de uma gaivota na Inglaterra e um sapo na Amazônia. As fotos estão perdidas entre os seis anos e milhões de quilômetros do mundo capturados pelo Street View, e algumas delas você já deve ter visto antes. Outras são bastante obscuras – mas, de qualquer forma, é bem legal ver tudo isso em um único lugar. [Google Maps em Great Nature]


Macacos de neve no Parque Jigokudani, em Nagano, Japão

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Tartaruga marinha na costa da Ilha Heron no sul da Grande Barreira de Corais

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Pinguins na Ilha Meia Lua, Antártica

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Burro em Botswana

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Sapo no Rio Negro na Amazônia Brasileira

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Gaivota em Brighton, Inglaterra, Reino Unido

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Rena em Lebesby, Noruega

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05/06/2013 – A câmera do Google Glass agora usa HDR para melhorar as fotos

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05/08/2013 – As espetaculares imagens que venceram o concurso Nat Geo de fotografias de viagem

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10/04/2013 – Casal observa carro do Google Street View se aproximando e finge estar fazendo sexo para sair na foto

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29/08/2013 – Uma câmera do Google Street View capturou esta foto inacreditável do transporte de um ônibus espacial

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‘Help Me Fly’ Review

385602_larger385602_largerPretty much every week, new puzzle games hit the App Store. It becomes increasingly hard to find innovative titles or puzzle games that are just plain fun. Is the game too hard? Too easy? Do I even care to get past the first twenty-plus stages? Help Me Fly [$0.99] from Funtomic is probably one of the smartest puzzle games I’ve played in a good while. The cartoonish visuals may seem like the game was designed for kids, but this title is filled with circuitry delights that will appeal to even the most diligent, puzzle-solving aficionado.

The premise of this game is simple. Your biplane has run out of power. You’ve got to create a circuit that connects your biplane to a battery so that your pilot can take off. Middle school science teachers around the nation should be pleased by this game, which uses a bit of trickery to get you into the electrical side of science. Like all puzzle titles, the first few puzzles are about teaching you the mechanics of this game. The first fifteen out of sixty puzzles are definitely on the tutorial side. But then things start to get really intriguing.

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You’ve got Tetris-like blocks, which serve as the wires in the circuit. Some of these blocks can be rotated, while others can’t be moved at all. And of course, the blocks are dropped in deceptive positions, which will lead you to approaching the solution from the wrong angle. Regardless of how tricky the puzzle, I was anxious to solve it merely to hear the pilot scream, “Wooohooo,” when his biplane took off. It never got old, especially with the cheerful music bed.

Although Help Me Fly doesn’t try to explicitly teach the nuances of circuitry, there is an air of education in this game, if not just in theory. Electrical fields and switches are introduced. All of a sudden resistors are thrown into the mix that stop you from getting your circuit to work. You’ve got to connect your battery to the switch in order to turn off an electric field. Complexity starts to increase when multiple, color-coded electrical fields are introduced. I don’t know why, but it reminded me of playing one of those hacking mini games in Deus Ex: Human Revolution or fixing a circuit in Dead Space.

Of course, no puzzle game would be interesting without a few stars to collect along the way. Try as you might to solve several puzzles, connecting all stars to the circuit with the limited number of blocks can be a hair-pulling experience. However, if you really love puzzle games, you’ll find that esoteric solution and collect every last star. Plus, you’ll have to collect those stars to unlock all the later levels.

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There’s no shortage of puzzle games on the App Store, but I can say that Help me Fly is one of the truly worthwhile ones. It’s not so much that it’s innovative, but just that it’s got a really cool scientific style. I can’t wait for Funtomic to release more maps. What I’m hoping for are a few larger circuits that allow me to scroll or resize my screen. Additional batteries along with actual resistors/capacitors would also be cool if presented in a clever way. They folks on our forums are loving this game so be sure to check out what our puzzle readers are saying.

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Teste de velocidade compara o desempenho de todos os modelos do iPhone

O EverythingApplePro publicou um teste de velocidade bem abrangente com todos os modelos de iPhone que existem – e com muitas mãos para ajudar.

Alguns resultados são como esperado: modelos mais novos demoram menos para abrir o site da Apple e do Reddit, por exemplo. Mas outros resultados podem surpreender você.

Após desligar os aparelhos (ao mesmo tempo), os modelos antigos se saem bem mais rápido, provavelmente devido à paginação da memória, algo que ajuda a acelerar o boot. Note que o boot é mais rápido nos aparelhos mais novos, ao serem ligados novamente.

Mas veja que o iPhone 4 (com iOS 7) é o penúltimo a exibir a tela inicial – demora mais que o antigo 3G ou 3GS, com versões anteriores do sistema. Ele é o único aparelho com chip A4 (de um núcleo) a ser atualizado para o iOS 7; enquanto há ganhos de desempenho em algumas áreas, o hardware antigo começa a mostrar sua idade. [YouTube via Reddit]

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17/09/2013 – Lembre-se: faça backup das suas coisas antes de atualizar para o iOS 7

ios 7 head

27/06/2013 – No iOS 7, você pode controlar o iPhone movendo a cabeça

iphone5c

14/08/2013 – Este pode ser o iPhone 5C amarelo ao lado de um iPhone 5

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20/09/2013 – Falha no iOS 7 permite driblar tela de bloqueio para acessar suas fotos; Apple prepara correção

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