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Forget Coercion, Forget Whales… the Key to Successful Free to Play Games is Being Respectful of the Player

“Let’s make cool stuff that people want to buy, and then they’ll want to buy it.” That’s a quote from League of Legends lead designer Ryan “Morello” Scott from his talk at the Game Developers Conference earlier this month titled ‘Building a Sport: The Design Philosophy of League of Legends’. It sounds like such a simple and obvious concept, but by and large the free to play business model has been derided by many of what you might call more traditional gamers.

It’s not unfounded derision either, as many, many, many, many free to play games are extremely exploitative and try to either trick or bully players into spending some money on a game. At the same time, video games are at a strange turning point where they’ve gone so mainstream that many people who wouldn’t normally identify as gamers actually are out there playing games, and whether they realize it or not they’re potential customers for game makers. They’re just not accustomed to paying for it, and a younger generation is growing up in a world where video games being free is the norm. Video games have grown, but the traditional model of how you pay for them hasn’t quite scaled with it.

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Eric Johnson over at Re/Code highlights several recent GDC talks that touch on the constantly evolving nature of free to play. Scott’s talk mentioned above was actually about eSports, but being that League of Legends is one of the most successful free to play games in the world, making an estimated $1.3 billion in revenue from 80 million players last year, and seeing as it’s often held up as an example of “free to play done right,” it’s not surprising that the monetization of Riot’s mega-hit was a topic of discussion.

Re/Code also highlights a talk from Damion Schubert, who is currently at Boss Fight Entertainment but who previously worked on EA’s Star Wars: The Old Republic, an MMORPG that originally started out subscription-based but has since transitioned to a free to play model. The switch to free doubled the game’s revenue and added two million additional players to the game. He spoke of the new generation of gamers who expect their gaming entertainment to be free. “Anyone today looking for entertainment is a kid in a candy store where there’s no price tag on anything,” Schubert said. “They only have to pay money if they have to emotionally commit to anything.”

Schubert also doesn’t agree with the term “whales” being used to describe that small percentage of a game’s player base that essentially subsidizes the game for everyone else by spending large quantities of money on it. “That implies a fish to be caught,” Schubert says, and he suggests that developers should treat those types of gamers with more respect.

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Love it or hate it, free to play gaming has been pretty fascinating to watch over the past several years as it’s gained prominence. It’s disappointing to see gamers instantly dismiss a free to play game solely because it’s free to play, especially because it sounds so ideal on paper. There’s no barrier of entry to trying a game, and you can give as much or as little money as you feel is appropriate for the games which you do enjoy. Developers get the benefit of prolonged support and the means to continue adding to and improving a game for a long time. However, there have been so many games that have “abused the system” if you will, and so many games that would otherwise be amazing had it not been for terrible monetization, that the stigma is understandable. It’s just a shame for the free to play games that “do it right.”

Free to play as we know it today is still young in the grand scope of things, and I think it will continue to grow and evolve. Hopefully developers can learn through this growing process what the best practices are when making free to play games, so that in the future we don’t have to spend time thinking about how a game makes its money and instead we can focus on enjoying the game itself.

[Re/Code]

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Como é feita a estimativa do número de pessoas em uma manifestação?

Embora a tarefa de contar quantas pessoas estão presentes em algo tão grande quanto uma comitiva ou uma manifestação pareça intimidadora e quase impossível de se fazer com exatidão, basta que se tenha algumas informações básicas para que a a coisa toda deixe de parecer tão difícil e possa até oferecer resultados razoavelmente próximos do número verdadeiro.

O método mais conhecido para estimar o tamanho de uma multidão é chamado de Método de Jacobs, em homenagem ao seu criador, Herbert Jacobs. Ele gastou algumas décadas trabalhando para o Jornal de Milwaukee antes de se aposentar para ensinar jornalismo na Universidade da Califórnia, em Berkeley, na década de 1960. Ele desenvolveu o método de estimativa do tamanho de multidão depois de observar inúmeros protestos contra a Guerra do Vietnã da janela do escritório onde trabalhava.

Jacobs notou que a área na qual os estudantes estavam mostrava um padrão de setores — uma espécie de quadrado divisor imaginário — que permitia contar quantos estudantes ocupavam um determinado espaço ao contabilizar quantos estudantes em média conseguiam ficar dentro da grade imaginária. Fazendo isso, ele rapidamente notou alguns padrões.

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Jacobs descobriu que nas multidões mais densas, cada pessoa ocupava cerca de 20 centímetros quadrados. Vale lembrar que este é o limite de quão cheio um lugar pode estar e ainda oferecer segurança às pessoas que estão lá, no sentido de que não seria possível colocar mais gente ali sem que alguém tropeçasse e fosse pisoteado, por exemplo. Talvez por isso alguns artigos que lemos sobre o assunto apenas se refiram a estas multidões como “densidade de mosh pit“. Em uma multidão densa, mas ainda administrável, Jacobs observou que os participantes tinham 40 centímetros quadrados de espaço para se locomover, e em multidões leves, os participantes chegam a ter até 1 metro quadrado de espaço para locomoção.

Em qualquer evento, assim que ele determinava o número aproximado de estudantes em uma grade, ele poderia facilmente calcular o número de setores em uma área de qualquer densidade, e rapidamente chegar a uma boa estimativa de quantas pessoas estavam presentes em qualquer multidão. Desta forma, o novo e simples padrão do Método de Jacobs nascia.

O Método de Jacobs pode parecer uma solução simples demais, mas a verdade é que ele é surpreendentemente exato quando é feito por observadores não tendenciosos, e a tecnologia moderna tornou tudo muito mais fácil. Pegue ferramentas como o Google Earth, por exemplo, que tornou fácil e trivial para qualquer um descobrir o tamanho exato da área de determinado local, além de dividir a área em setores. E graças à cobertura constante da mídia, qualquer multidão de larga escala terá registro de vídeos ou fotos (e caso a mídia não o faça, alguém no Twitter provavelmente o fará). Então, determinar o número de pessoas com estes dados e ferramentas se torna relativamente simples. Claro, alguém poderia criar um software de reconhecimento para identificar com precisão quantas pessoas estão presentes em determinada multidão, mas este nível extra de certeza se torna desnecessário já que os resultados seriam muitos próximos aos obtidos pelo Método de Jacobs.

É claro que quando se trata de lidar com estimativas, alguns meios de comunicação da mídia ou mesmo os organizadores do evento gostam de exagerar os números de uma multidão. O exemplo mais famoso talvez seja o da “Marcha de um Milhão de Homens” — uma aglomeração de afro-americanos (em sua maioria homens) que ocorreu em 1995. Como já dá para imaginar pelo nome da marcha, os organizadores do evento insistiram que pelo menos um milhão de pessoas esteve no evento, com estimativas atingindo a casa dos dois milhões. Entretanto, o Serviço Nacional de Parques discordou e apresentou um número muito menor, mas ainda significantivo, de 400.000 manifestantes. Agora, quando um evento é chamado de a “Marcha de um Milhão de Homens”, 400.000 não é um número que você queira divulgar, mesmo que ele seja grande; conseguir que 400.000 pessoas (cerca de 1.2% de todos os afro-americanos presentes nos Estados Unidos naquela época) compareçam a um evento ainda pode ser considerado um sucesso.

A estimativa incomodou tanto Louis Farrankhan, um dos organizadores do evento, que ele ameaçou processar o Serviço Nacional de Parques. A discussão derivada disso fez com que o Serviço Nacional de Parques deixasse de ser o responsável por estimar o tamanho de multidões em Washington, pelo menos publicamente. Se o presidente dos EUA solicitar que eles estimem o tamanho de uma multidão, eles facilmente chegam a um número ao analisar imagens, mas estão tecnicamente proibidos de usar dinheiro advindo de impostos para obter tais resultados, o que os impede de divulgar tais informações para a mídia que, é claro, também pode chegar a uma determinada estimativa sozinha.

Então quantas pessoas realmente estiveram presentes da “Marcha de um Milhão de Homens”? Enquanto é impossível determinar um número exato, a maioria dos pesquisadores concordam que a estimativa original do Serviço Nacional de Parques era bastante precisa. Por exemplo, em 2004, uma dupla de pesquisadores, Clark McPhail e John D. McCarthy, determinaram que o local do evento tem espaço suficiente para o máximo de 1.048.206 pessoas, supondo que cada 20 centímetros quadrados seriam o espaço para que uma pessoa ficasse em segurança. No final, analisando fotografias, eles determinaram que a estimativa de 400.000 mil pessoas do Serviço Nacional de Parques estava muito próxima da exatidão.

Este fato não é único. Pesquisas comprovam que as estimativas de organizadores dos eventos são constantemente maiores que as da polícia, que costuma oferecer números mais precisos, uma vez que os eventos geralmente ocorrem em locais já bem documentados com informações do número de pessoas que cabem ali. Mas é claro, organizadores (e em alguns casos a mídia) podem ter algo a ganhar quando maximizam o número de presentes em uma multidão, enquanto a polícia e entidades oficiais, geralmente, não tem.

Dito isso, existem alguns exemplos de entidades oficiais que intencionalmente ajustaram o número de pessoas em uma multidão por um motivo ou outro, da mesma forma que os organizadores adoram fazer. Por sorte, existe um método simples para estimar o tamanho de multidões de forma livre de vieses e isso pode ser feito por qualquer pessoa, até pelo cara sentado em casa de pijama do outro lado do mundo, o que é bem sensacional quando se para para pensar, não é mesmo?

15 de março

Na manifestação de ontem (15), a Polícia Militar de São Paulo divulgou que 1 milhão de pessoas estavam presentes no evento. Um número elevado (para não dizer exagerado), visto que a estimativa de pessoas saltou de 9 mil para 1 milhão em pouco menos de três horas.

O que é um número estranho, especialmente quando se compara ele a outros eventos que também usaram a Avenida Paulista de palco: os números da PM para a Parada Gay de 2014, por exemplo, eram de apenas 100 mil presentes, mas, ao colocar imagens de ambos os eventos em comparação, fica a dúvida se algum destes números está correto. No entanto, é bom lembrar que a Parada Gay de São Paulo foi excluída do Livro dos Recordes de 2008 porque os dados sobre o tamanho da multidão não foram considerados confiáveis. É, parece que as pessoas que estão tentando fazer a contagem são de Humanas.

A PM, que usa métodos parecidos com o Método de Jacob, ratificou o número de um milhão em postagem no blog oficial:

A Polícia Militar, a respeito da grande manifestação popular realizada nesta data (15/03), na região da Avenida Paulista, ratifica suas estimativas de público em aproximadamente 1 milhão de pessoas, de acordo com a aplicação de sua ferramenta tecnológica “COPOM ON-LINE”, que utiliza recursos de mapas e georreferenciamento, baseadas nas imagens aéreas colhidas por um dos helicópteros Águias, determinando a extensão principal da manifestação, bem como, a ocupação das ruas adjacentes adotando como parâmetro de cálculo, naquele momento, de 5 pessoas por metro quadrado.

O número, no entanto, é contestado pela Folha de São Paulo: segundo o jornal, 210 mil pessoas estiveram presentes na manifestação de ontem e a Avenida Paulista comporta menos do que o número divulgado. “Em estudo para reportagem da revista sãopaulo, da Folha, em 2011, o Datafolha estimou que a “área de 135,5 mil m² da avenida [Paulista] suportaria 950 mil em sua aglomeração máxima”, diz o jornal. Com dados mais claros que a PM, a publicação afirma ainda que por volta das 16h, o evento registrava pico de 188 mil pessoas na Avenida Paulista — horário próximo ao momento que a PM divulgou 1 milhão de pessoas no local, às 15h40. Em qual dos números acreditar?

Tanto a PM quanto o Datafolha fazem uso do método de Jacobs, que calcula o número de pessoas por m² de determinado local, mas números tão discrepantes geram a dúvida se algum deles está realmente certo, especialmente porque já é comum que institutos oficiais divulguem números suspeitos. Em 2013 repercutimos aqui no Giz os números do Datafolha sobre as manifestações de junho — manifestação que protestava por conta do aumento da tarifa de ônibus de R$ 3 para R$ 3,20. O instituto de estatística causou polêmica ao divulgar apenas 65 mil presentes no evento que parecia ser muito maior do que isto — pelo menos por fotos ou por testemunho de quem estava presente. O Datafolha chegou a se desculpar, alegando que o número divulgado referia-se a apenas ao momento inicial do evento e, como não existia uma rota oficial, não era possível determinar o número aproximado de pessoas que comparecem à manifestação.

Leia também:

 Como medir multidões – e por que há mais pessoas nos protestos do que se imagina

Imagem de capa: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Manifestantes pedem controle sobre inteligências artificiais

“Parem os robôs”. “Os humanos são o futuro”. Foi com mensagens como essas que uma organização conhecida por Stop the Robots (Parem os Robôs) protestou na 27ª edição do South by Southwest (SxSW) neste fim de semana pelo controle de inteligências artificiais e robôs inteligentes. O grupo, formado por estudantes da Universidade do Texas, afirma que é preciso ter cuidado para que inteligências artificiais não dominem funções humanas a ponto de serem contraprodutivas para a humanidade.

Stephen Hawking diz que a inteligência artificial pode ser o maior erro na história

Cinco especialistas explicam como a inteligência artificial pode acabar com a humanidade

O SxSW é um festival anual que reúne shows musicais, cinema independente e novas tecnologias em um só lugar.  O Stop the Robots escolheu fazer o protesto inaugural do movimento no SxSW porque o festival dedica um espaço exclusivo às novas tecnologias e redes sociais. O grupo conta com cerca de 20 membros e não tem como objetivo o fim dos robôs e da inteligência artificial, mas quer ter a certeza que eles “empoderem humanos, ao invés de substituí-los”, diz Adam Manson, porta voz do grupo.

Estudante de programação da Universidade do Texas, Manson não gosta do título e não se considera líder do movimento, hesitando até mesmo em se referir ao Stop the Robots como uma organização, devido ao número pequeno de membros que ela tem até o momento. Ele explica que o grupo é facilmente confundido como anti-tecnologia, o que não é verdade: “Amamos a tecnologia, vemos um futuro onde tecnologia é necessária a humanidade”, diz. O objetivo do grupo não é impedir que robôs e tecnologias inteligentes sejam construídos, mas pedir a seus criadores que avaliem as implicações que tais sistemas possam criar e que inteligências artificias sejam criadas de forma controlada e responsável.

O site oficial do Stop the Robots descreve o movimento como “dedicado a usar a tecnologia para o bem e entender os reais riscos que a inteligência artificial representa para a humanidade”. “Temos que descobrir uma maneira de usar a tecnologia em grande escala para criar empregos”, diz Mason. O Stop the Robots se inspira em grandes nomes como Elon Musk, fundador da Tesla, e do cientista Stephen Hawking. Ambos temem os perigos da inteligência artificial; Hawking acredita que ela tem o potencial para acabar com a humanidade, enquanto Musk chegou a doar US$ 10 milhões ao “Future of Life Institute”, instituto que avalia os potenciais riscos que a humanidade pode vir a enfrentar, os riscos da inteligência artificial em particular.

O movimento já deixou sua (pequena) marca com o protesto, mas ainda é incerto o que será dele no futuro. Mason não vê o papel de porta voz como um emprego, especialmente porque ele pretende se mudar para o Vale do Silício assim que se formar.

Stop the Robots acaba de tornando mais uma lembrança de possíveis perigos do que um real movimento. De qualquer forma, o recado está dado: talvez seja, sim, necessário tomar certos cuidados ao lidar com tecnologias inteligentes. [Yahoo, TechCrunch, UsaToday]

Imagem: Rick Jervis/Twitter

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Indie Horizontal Shooter ‘Power-Up’ Coming to iOS April 9th

We’ve had both new shooter news and crazy virtual controls news today, so let’s go ahead and combine the two, shall we? Power-Up is a modern horizontal shooter that’s been available on Steam and as an Xbox Live Indie Game for some time now, and on April 9th it’ll be making its way to iOS. Power-Up drew inspiration from some of the classics of the genre, like Project X, Hellfire and R-Type, and those inspirations are pretty clear in the game’s trailer.

Seeing as I love those old-school shooters and still regularly play R-Type [$1.99] and R-Type II [$1.99] on my iPhone, I’m pretty stoked for Power-Up. It does appear to have quite the collection of virtual buttons on the screen, but I’m glad that–like the aforelinked Rex Rocket–they opted for the “fake control panel of buttons” so as not to have virtual buttons covering up the actual action on the screen. I’m looking forward to getting my hands on Power-Up when it launches on iOS April 9th at an introductory price of $2.99.

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Em reunião fechada no SXSW, Edward Snowden convoca empresas a batalharem pela privacidade online

Uma das maiores atrações do SXSW 2014 esteve de volta esse ano, mas quase ninguém ficou sabendo: Edward Snowden, o delator do esquema de espionagem da NSA, teve uma conferência a portas fechadas com pouco mais de 20 representantes de empresas no festival. Assim como foi feito no ano passado, em uma de suas primeiras falas públicas depois da revelação das práticas da NSA, Snowden usou uma chamada de vídeo para conversar com os presentes na reunião — e convocou as empresas a batalharem pela proteção dos usuários.

Segundo o The Verge, quem estava lá disse que a mensagem de Snowden foi praticamente um “chamado à guerra” pela privacidade online. Snowden pediu que as empresas invistam mais em tecnologias de segurança como o SSL e principalmente a criptografia de ponta a ponta e não esperem decisões políticas para a proteção da privacidade dos usuários da internet. A ideia do ex-funcionário da NSA é que, fazendo isso, os custos da espionagem cresçam e se tornem impossíveis de pagar. Além disso, hoje, com a criptografia pouco difundida, qualquer mensagem encriptada é potencialmente suspeita.

Snowden também criticou medidas políticas, como a proposta de obrigar companhias telefônicas dos EUA a abrirem suas redes para grampos do governo e as penas leves para funcionários da NSA que espionaram parceiros ou cônjuges. Além disso, ele disse que o público deveria prestar mais atenção em práticas como a espionagem de hábitos sexuais online, tática da NSA para desmoralizar inimigos.

Estavam presentes o Matthew Prince, CEO da Cloudflare, Phil Libin, CEO do Evernote, e Matthew Zimmerman, conselheiro sênior de produto do Twitter. Segundo o Hugh Forrest, do SXSW, a ideia era fazer um encontro mais próximo, intimista, para permitir perguntas e respostas mais profundas e discussões mais produtivas. E também não havia nenhum imposição de que o conteúdo ficasse em segredo — tanto que a diretora do Centro pela Democracia e Tecnologia, Nuala O’Connor, tweetou uma foto com Snowden (quer dizer, quase isso) durante o evento. [The Verge]

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