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Este projeto da Microsoft traz as comunidades do Rio de Janeiro para os mapas – e quer se tornar global

Nos últimos meses, a Microsoft vem se esforçando bastante para enriquecer os mapas do Bing. Sim, os dados cartográficos são fornecidos pela Nokia, mas recebem alguns complementos: cidades 3D em um app para Windows 8.1; mapas internos de 5.360 shoppings e estabelecimentos pelo mundo; entre outros.

Mas desta vez, um grande projeto do Bing Mapas começou no Brasil: o Na Área realiza mapeamento participativo nas comunidades do Rio de Janeiro, e quer tomar o mundo. Não se trata apenas de exibir ruas na tela: você verá fotos, estabelecimentos e até resenhas em áreas que ainda não apareciam no mapa – mas deveriam.

Segundo o Data Popular, 11,7 milhões de brasileiros vivem em favelas e comunidades – o Rio Grande do Sul, quinto estado mais populoso do Brasil, tem menos habitantes. E dessas pessoas, 47% têm computador e 22% possuem smartphone. Mas PC e celular são inúteis para encontrar lojas, bares e outros pontos de interesse, porque eles não são mapeados. Um visitante teria ainda mais dificuldade.

bing vidigal 2

Com o Na Área, isso pode mudar. Entidades não-governamentais e o IPP (Instituto Pereira Passos), ligado à prefeitura do Rio de Janeiro, já fazem mapeamento de comunidades. A equipe do Bing coleta e processa essas informações e as coloca nos mapas. Isso inclui até mesmo estabelecimentos, como bares e restaurantes, que recebem avaliações no Foursquare e TripAdvisor. Essas informações também são reunidas no Bing Mapas.

O mapeamento colaborativo é importante porque, em comunidades, ele precisa ser constante: à medida que estabelecimentos abrem e fecham, a informação fica defasada – e isso acontece mais rápido nas favelas.

Tudo isso é complementado por fotos tiradas por moradores e coletadas por ONGs e pelo IPP. A Microsoft até incentivou cursos de fotografia com smartphones Nokia Lumia. As imagens vão parar na busca de imagens; rostos de pessoas e placas de carro são pixeladas automaticamente.

bing vidigal

O projeto começou na capital fluminense, onde a Microsoft abriu um centro de inovação – em um investimento de R$ 200 milhões – dedicado a melhorar o Bing. Este é o primeiro grande projeto deles.

O projeto Na Área começa no Vidigal: há 850 pontos de interesse e estabelecimentos comerciais já mapeados; antes do Na Área, não eram nem 30. Tudo isso já aparece no Bing para desktop, nos Mapas do Windows 8 e na busca do Windows Phone.

As comunidades de Manguinhos e Maré serão as próximas; junto ao Vidigal, são 180 mil pessoas. O objetivo é mapear, até o fim do ano, todas as 40 comunidades do Rio onde atua a UPP-Social.

bing vidigal

Mas, quando a equipe do Bing apresentou o projeto em fevereiro no Vale do Silício, eles notaram que poderia expandir a ideia para mais nações emergentes – Índia, África do Sul e países da Europa Oriental, por exemplo – onde falta uma cobertura cartográfica de áreas mais carentes.

Ainda não há cronograma para levar o Na Área a outras regiões brasileiras, nem a outros países – mas este parece ser só o começo.

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Watch Dogs

Depois de alguns adiamentos, finalmente o jogo mais aguardado do ano foi lançado. Trata-se de “Watch Dogs“, um jogo de mundo aberto que prometia uma interatividade nunca antes vista em um game. A Ubisoft, produtora do game, cumpriu com o que prometeu?

A resposta é sim: de fato ela cumpriu. “Watch Dogs” é um dos jogos mais complexos já produzidos devido à quantidade de detalhes que surpreendem cada vez que ele é jogado. Além da interatividade que rola por cada esquina da cidade de Chicago, um dos maiores destaques são os NPCs. Eles possuem vida própria, desde emprego, hobby, conta bancária, situação fiscal, passagens pela polícia, dentre outras atividades.

Além disso, as reações são das mais variadas possíveis. Desde um espirro, passando por choros em cantos pela morte de algum parente, pedindo esmola nas ruas, escorregando e caindo no chão ao correr da chuva, discutindo com outro NPC por este ter esbarrado nele e até mesmo batendo foto e pedindo autógrafo ao jogador caso ele tenha uma boa reputação. É provável que você vá passar horas apenas observando a vida das pessoas e suas reações.

Acha que era só isso? Não! Vários prédios de Chicago possuem um sistema interno de segurança. Caso você os encontre, poderá hackear esse sistema e, assim, observar as pessoas dentro de seus apartamentos, fazendo coisas das mais variadas possíveis. Mais voyeur que isso, impossível!

Um interessante começo

Em “Watch Dogs” o jogador encarna Aiden Pearce, um irlandês nascido em Belfast que se tornou um hacker altamente especializado depois de se naturalizar nos Estados Unidos. Com uma enorme ficha criminal por trabalhar para vários chefões do crime organizado, ele acaba “servindo” no Cook County Correctional Facility por 11 meses, e ao sair, se depara com sérios problemas de ameaças à sua família, que culminam na morte da sobrinha Lena Pearce.

Após o crime, ele promete à irmã Nicole Pearce descobrir quem está por trás disso, jurando vingança àqueles que mataram sua sobrinha. No entanto, Nicole, que vive com o filho Jackson Pearce, de 9 anos, ainda continua recebendo ameaças por telefone.

A história possui várias reviravoltas a ponto de fazer o jogador ter raiva de personagens e querer ir até o fim. O jogo usa algumas técnicas interessantes que fazem com que o jogador fique preso à trama e realmente se importe com os mocinhos, o que não é muito comum em games.

Uma mistura de vários elementos

A jogabilidade de “Watch Dogs” é a mais realista nesse tipo de jogo. Aiden anda com uma naturalidade incrível, bem diferente de outros jogos do mesmo estilo. Porém, há problemas quase imperdoáveis: Aiden não pula, a não ser que tenha algum obstáculo “pulável” pela frente e apareça na tela a tecla para este fim. Outro problema é o sistema de cobertura mal implementado que resulta em morte quase certa se não tiver cuidado ao sair da proteção.

Eu explico: para se esconder atrás de alguma coisa, basta apertar a tecla C (se usar o teclado como controle). Mesmo que esteja distante, Aiden corre para a proteção mais próxima e se agacha atrás dela. Até aqui, tudo normal e relativamente fácil. Porém, para sair é necessário usar a mesma tecla, no caso a C. Se não usar, Aiden fica preso atrás da proteção. Isso confunde bastante, porque se você quiser sair correndo de trás de alguma proteção, é obrigatório sair do modo “cover” e só então correr. O problema está em sair desse modo: ao apertar a tecla C, o personagem se levanta na maioria das vezes, ao invés de apenas “descolar” da proteção e continuar agachado. Ou seja, se tiver jogando no modo mais difícil, é morte certa. E foi o que aconteceu várias vezes durante os testes.  

Se você gostou de “Driver: San Francisco”, vai gostar de “Watch Dogs” no que diz respeito à dirigibilidade dos veículos. É praticamente a mesma, com grandes variações entre cada carro. O que muda são as colisões. Embora em “Driver: SF” as colisões do veículo do jogador sejam realistas e com farta destruição, em “Watch Dogs” isso não acontece. Talvez para ter uma maior fluidez no jogo e não obrigar o jogador a trocar de carro a cada batida. Por outro lado, as colisões dos outros veículos, controlados por NPCs, são muito bem feitas e com um pouco mais de realismo. Principalmente quando Aiden controla os sinais de trânsito e causa acidentes cinematográficos.

“Watch Dogs” usa alguns elementos de RPG, com os quais Aiden pode ser “aprimorado” com habilidades de vários tipos, como combate, hackeamento, criação de itens e dirigibilidade. A inovação é a ideia básica do jogo: hackear, que permite interagir com praticamente tudo o que se vê na tela, desde que o jogador tenha conquistado o ponto de habilidade e usado-o na árvore de hackeamento para habilitar novos modos de invasão.

Para ter acesso aos smartphones das pessoas da rua de uma determinada área e aos extras espalhados pela região, o jogador terá que invadir o sistema central da ctOS que controla a respectiva região. Feito isso, terá acesso à alguns itens básicos daquela parte do mapa. Se quiser se aprofundar no hackeamento, terá ainda que invadir e instalar um vírus nas antenas da ctOS espalhadas pelos quarteirões. Depois de hackeá-las, o jogador passa a ter acesso ao hackeamento de vários prédios de apartamentos que, uma vez hackeados, permitem invadir os sistemas de câmeras dos mesmos e observar as pessoas em suas casas.


Visual espetacular custa caro

O visual de “Watch Dogs” se destaca pelo imenso realismo. Seja nas construções reais oriundas da cidade de Chicago até mesmo às milhares de animações e reações distintas por parte dos NPCs espalhados pelas ruas.

Uma das grandes novidades nesse tipo de jogo é a câmera interna dos veículos. Isso foi prometido pela Ubisoft desde o início da produção do game, que inclusive dizia ser um diferencial exclusivo de “Watch Dogs”. De fato existe a visão interna do cockpit, mas não como se imaginava. Aqui a visão é no topo do volante, sem mostrar muito o interior do carro.

Há a opção de ativar um desfoque no volante, que esconde o péssimo visual interno. Se desativar esse função, a situação piora e fica visível a falta de acabamento interno. Os mostradores não funcionam e nem se quer existem ponteiros. Isso leva a crer que essa câmera interna ficou esquecida e no último momento foi colocada às pressas no jogo, pois em alguns carros a textura é consideravelmente melhor, enquanto em outros ela é totalmente pixelada a ponto de não saber o que está escrito no painel.

O grande destaque na parte gráfica de “Watch Dogs” é a sua variação climática. É simplesmente maravilhosa e digna de aplausos. Seja passeando ao pôr do Sol ou o oposto, em meio ao tempo nublado com uma enorme ventania, o visual é de cair o queixo. Nada no jogo é estático. Até mesmo uma simples grama em um canteiro, na ponta de uma calçada, se mexe de acordo com o vento. Experimente ir ao centro do gramado do Bram Steffan Pavillon e observe tudo à sua volta.

Mas é bom lembrar que o jogo é o mais exigente já lançado em termos de hardware. Se o jogador quiser rodar na qualidade dos novos consoles (PS4/Xone), em modo High, não terá problemas, desde que tenha uma VGA com pelo menos 2GB de Vram (o jogo avisa isso). Mas se quiser jogar em Ultra, a coisa complica. É necessária uma Nvidia GTX 780 ou superior, um processador i7 e ainda 8GB de memória RAM no mínimo. Vale lembrar que durante a jogabilidade, o jogo passou de 7GB de uso da memória RAM, algo inédito para um game. Ou seja, 8 GB é realmente o mínimo possível para rodar em Ultra, senão o jogo vai “engasgar” a cada segundo.

Os velhos problemas de sempre com a localização

“Watch Dogs” vem totalmente dublado para o nosso idioma e a qualidade do som está acima da média usando vozes conhecidas do grande público. Mesmo assim, há alguns probleminhas técnicos que persistem em jogos da Ubisoft. Chega a ser curioso um game atual como este ter os mesmos problemas técnicos de games mais antigos, como os últimos da franquia “Assassin’s Creed”.

Em algumas cenas de corte, as vozes são baixas demais à ponto de ser preciso ter que aumentar bastante o volume das caixas de som para poder entender alguma coisa. Outro problema, mais grave, é o fato de muitas conversas entre os NPCs não estarem dubladas, mantendo o inglês como idioma padrão. Esse problema acontece bastante nos “Assassin’s Creed” que foram dublados. Parece que a Ubisoft não gosta de dublar literalmente tudo em seus jogos. Claro que, para quem for jogar com áudio em Inglês, esses problemas não irão acontecer.

A trilha sonora possui pouquíssimas musicas conhecidas, ou seja, comerciais. A lista que tem dentro do smartphone de Aiden é apenas uma parte. As mais famosas são encontradas tocando espalhadas pela cidade. Seja alguém escutando no carro, ou dentro de alguma boate, bar, loja, ou mesmo alguém ouvindo pelo smartphone pelas ruas.

Para “pegar” essas músicas e adicionar ao playlist, a Ubisoft criou o Song Sneak, um app usado para detectar que música está tocando e, assim, copiá-la para seu aparelho. Há ainda uma outra maneira de descobrir mais músicas: hackeando os NPCs. Alguns possuem músicas nos seus smartphones que podem ser copiadas ao aparelho de Aiden.


Diversidade e inovação na parte online

O multiplayer de “Watch Dogs” é bem interessante. O mais curioso é que a qualquer momento um outro jogador poderá entrar no seu jogo para te hackear. Mesmo que esteja jogando o modo história, uma pessoa pode invadir seu sistema. No momento que um humano entrar no jogo, um aviso irá informar o fato e aparecerá no mapa uma área marcada onde esse humano está. O jogador terá um tempo para descobrir quem é essa pessoa e onde ela está.

Parece fácil, mas não é! O humano que invadir o jogo de outra pessoa aparecerá como NPC, e ele só vai ser descoberto se agir de forma estranha ou se Aiden perfilar cada NPC da área marcada, o que não dará tempo.

Durante a jogatina, fui “invadido” dezenas de vezes e em várias delas descobri o humano e em outras o tempo se esgotou. Nas vezes em que descobri, o erro foi cometido pela reação do invasor. Seja escondido dentro de um carro estacionado de forma “esquisita” em cima da calçada, seja agachado atrás de um muro ou pilastra, ou até mesmo ficando nervoso quando cheguei perto e ele saiu correndo. Ou seja, para quem está invadindo, uma boa tática é se manter calmo e agir exatamente como um pedestre comum. Bem interessante isso.

Além desse sistema de invasão (que independe se está ou não em um modo multiplayer), há outros modos interessantes que são acessíveis pelo smartphone. 1) Corrida Online de 2 a 8 jogadores, onde os competidores correm em uma corrida normal, podendo usar seus métodos de hackeamento durante as provas; 2) Desafio ctOS Mobile, onde um jogador controla a polícia em um tablet de verdade usando o app ctOS Mobile da Ubisoft enquanto o outro tenta fugir da policia; 3) Perseguição Online, onde um jogador fica observando tudo que o outro faz sem ser detectado; 4) Decodificação Online de 3 a 8 jogadores, onde os jogadores saem na busca de um arquivo importante que está escondido na cidade; e por último o modo livre chamado 5) Vagar Livremente, para até 8 participantes, onde os jogadores fazem o que quiserem pela cidade.

Há ainda um interessante sistema de “ajuda” aos amigos: Check-in. Apesar de não ser um modo multiplayer, o fato de fazer Check-in em locais famosos de Chicago (existem 100 deles!) possibilita que se deixe um “presente” para o próximo jogador que fizer o mesmo no mesmo local. O “presente” pode ser dinheiro, munição ou medicamentos, e o jogador pode estipular se o “presente” pode ser pego por qualquer pessoa ou apenas pelos amigos do Uplay.

Para quem ainda não sabe, os Check-in servem para contar a história daquela local, seja um crime famoso ou ponto turístico. Quem fizer mais Check-ins pode se tornar o prefeito da região e, assim, ganhar vários itens especiais e bônus em alguns locais.


Conclusão

Um dos jogos mais aguardados dos últimos anos, “Watch Dogs” chegou com a premissa de ser inovador na jogabilidade e revolucionário na parte visual. A parte visual é realmente revolucionária, mas apenas se o jogador tiver uma máquina extremamente potente, com o que há de mais moderno em termos de placa de vídeo e processador. Tirando esta exigência, ele ainda é um jogo belíssimo, com efeitos visuais de encher os olhos.

A jogabilidade inovou em alguns aspectos, principalmente na parte de se poder controlar tudo hackeando. Mas é também muito básica para um game desse porte e tem problemas, como o sistema de cover que deixa a desejar. Embora tenha seus prós e contras, “Watch Dogs” é um jogo indispensável para quem gosta de novidades e principalmente para quem possui uma máquina de ponta.

Prós

  • O mais belo visual em um jogo de mundo aberto
  • Hackear é demais
  • NPCs não são meros robôs
  • Invadir o jogo de outra pessoa
  • Multiplayer inova com uso de um Tablet
  • Muitos extras

Contras

  • Exige hardware caro para aproveitar todo o vigor do visual
  • Falta dublagem em algumas falas
  • Sistema de cover é um pouco falho
  • Carro do jogador praticamente não possui danos
  • Câmera interna é absurdamente feia
  • Ser invadido constantemente atrapalha o desenrolar da história
  • Alguns erros de português nas legendas

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Sony Xperia Z2, smartphone com poderes 4K, chega ao Brasil por R$ 2.499

Em fevereiro, a Sony apresentou o Xperia Z2, um smartphone high-end com especificações técnicas poderosas e que grava vídeos em 4K. Ele está chegando ao Brasil, e entre o fim de junho e começo de julho estará nas lojas.

O Xperia Z2 é o sucessor do Z1, agora com um processador Snapdragon 801 de 2.3GHz e 3GB de RAM. Uma das principais características do Z1 era a sua câmera de 20,7 megapixels – ela está presente novamente, e agora também grava vídeos em 4K. Ele também tem função de TV digital padrão 1-seg.

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O design do Z2 é quase idêntico ao Z1. Ele agora tem bordas ligeiramente mais arredondadas, mas ainda lembra muito o monolito de 2001: Uma Odisseia no Espaço. Ele continua resistente à poeira e água (padrões IP55 e IP57), e, apesar da tela um pouco maior (o Z1 tinha 5 polegadas), ele é só um pouco mais alto do que seu antecessor.

A tela de 5,2 polegadas, aliás agora é IPS, e não mais TFT-LCD – a Sony diz ter mudado a tecnologia do display por ter recebido críticas em relação ao ângulo de visão dos seus smartphones anteriores. Em um primeiro momento, a nova tela parece ter solucionado isso.

O Z2 chega entre o fim de junho e começo de julho nas lojas e custará R$ 2.499. É um preço alto, mas ele acompanha a pulseira SmartBand.

SmartBand

Anunciada também em fevereiro, a SmartBand é uma pulseira inteligente. Nada de relógio de pulso inteligente, nada de recursos exagerados para algo que fica no seu braço. É um gadget bem simples: um pequeno dispositivo retangular levemente curvado funciona como o cérebro, e pode ser preso a uma pulseira de borracha para você andar por aí com ela. Não há uma tela, apenas três pequenas luzes LED para indicar o que está acontecendo. Como também é à prova d’água, você pode até tomar banho com ela, de acordo com a Sony.

A SmartBand se considera uma pulseira de monitoramento da sua vida, e não apenas de atividades físicas ou de saúde. Ela funciona em conjunto com o app Lifelog, desenvolvido pela Sony, que une todas as informações da sua vida enquanto usa a SmartBand e um smartphone (não precisa ser da Sony). Ela guarda informações de estimativa de calorias queimadas em um dia, quantos passos foram dados, quanto tempo foi gasto caminhando ou correndo, como foi o seu sono, quanto tempo você passou ouvindo música ou se comunicando pelo smartphone e mais. Tudo isso pode ser visualizado pelo app do Lifelog e você pode acompanhar a evolução do seu dia. Na teoria, é interessante, mas falta saber se de fato funciona na prática.

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A SmartBand também será vendida separadamente, além de acompanhar o Xperia Z2. Quem quiser uma poderá desembolsar R$ 399 quando ela chegar às lojas entre o fim de junho e começo de julho.

Xperia Z2 Tablet

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Por fim, o potente tablet da Sony também foi confirmado por aqui, mas ainda sem data (previsto apenas para o primeiro semestre, o que indica um lançamento próximo ao do Z2) e sem preço. Com tela de 10 polegadas, ele roda o mesmo Snapdragon 801 quad-core de 2.3GHz e 3GB de RAM do Z2. Em nosso hands-on, ele se mostrou bastante competente, além de ser bem fino e também à prova d’água.

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Fishing Coming to ‘Oceanhorn’ as Part of a Free Update

Cornfox Bros. and FDG Entertainment’s Oceanhorn [$8.99] is an action-RPG that was years in the making. First announced in late 2011, it wouldn’t finally release until two years later, almost to the day. But it would be worth the wait, as Oceanhorn was simply wonderful. It was also a “premium” priced game with no IAP and it did quite well, enough so that FDG announced this past December that they were working on additional content for the game, and possibly even a sequel. Today, Cornfox has started teasing additional Oceanhorn content, and it looks like that will include some manner of fishing. Here are the two screens they posted to the Oceanhorn blog.

oceanhornupdateoceanhornupdate

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The developers say about this update, “We have been developing this update for a while now! It is something that could be considered as a DLC on console games, but as a token of gratitude for you, loyal Oceanhorn players, we will continue our No-IAP policy and release our DLC and content pack free of charge!” They also mention that the update is around 90% complete and it will go into the testing phase soon, so hopefully it isn’t too long before players can get their hands on it. I’m sure there will be plenty more details regarding what else is in the impending update, so stay tuned for more and drop by the forum thread for some discussion.

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A Microsoft consertou o Windows 8… pena que poucos saberão disso

Comprei um laptop novo para meu sobrinho. Simples, com Core i3, sem muitas firulas… mas com Windows 8. Felizmente, a Microsoft já atualizou o sistema duas vezes para resolver os maiores alvos de críticas. Infelizmente, instalar tudo isso é um exercício de paciência.

Sim, laptops são vendidos no Brasil com um sistema de dois anos atrás — e o Windows 8 mudou muito nesse período. Com a versão 8.1, ele ficou mais intuitivo (ou um pouco menos frustrante), com a volta do botão Iniciar, boot direto à área de trabalho, entre outros.

E o 8.1 Update facilitou o uso para quem está acostumado ao desktop e mouse: há botões Pesquisar e Liga/Desliga na tela Iniciar; apps Metro podem ser minimizados ou fechados com um clique, e aparecem na barra de tarefas; e por padrão, o Windows abre fotos, música e vídeo com aplicativos desktop, não com apps Metro — o que é um alívio.

Mas o processo de instalar tudo isso é decididamente cansativo. Eis os passos que eu e meu sobrinho precisamos seguir para ir do Windows 8 para o 8.1 Update:

  • abrir a Loja, clicar em “Windows 8.1” e receber o aviso de que antes é preciso instalar atualizações;
  • abrir o Windows Update e instalar atualizações;
  • ver o PC reiniciar e a instalação dos updates falhar por algum motivo;

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  • pesquisar na internet pela mensagem “Falha ao configurar as atualizações do Windows. Revertendo alterações” e descobrir que preciso reparar o Windows Update;
  • reparar o Windows Update para então baixar e instalar as atualizações de novo;

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  • voltar à Loja, clicar em Windows 8.1 e deixar baixando… o download é grande e a conexão de 1 Mbps do meu sobrinho (velocidade ainda bastante comum no Brasil) não ajuda;
  • deixar a Loja em modo snap na lateral, senão o Windows pode fechá-la se precisar de memória;

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  • ao terminar a instalação e reiniciar, ter uma sensação eternamente enganosa de que tudo está indo rápido: primeiro vem “instalando” que, quando chega a 100%, é seguido por “preparando os dispositivos”, que chega a 100% e depois mostra o vago “preparando-se”;

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  • acabou? Que nada: “aplicando configurações do PC”, que chega a 100% e leva você… ao aviso “instalando outros itens”. Mais um loading que precisa chegar aos 100%;

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  • agora é a hora de definir as configurações, aceitar os termos de licença e… esperar o Windows terminar de instalar e configurar mais coisas;

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  • e… chegamos ao Windows 8.1 Update. Ufa!

O download do 8.1 Update começou às 12h50; a instalação começou só às 23h10 e terminou às 1h45 da manhã. Uma eternidade!

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Mas espere: o Windows Update ainda terá mais uns 500 MB de atualizações para baixar. Por misericórdia, você pode deixar isso para depois: elas são aplicadas de forma automática e você terá até um dia para reiniciar.

Só que é muito trabalho, e são tantos obstáculos, que não me surpreendo em ouvir que a adoção do 8.1 foi bem baixa. A Microsoft acertou em colocar o 8.1 Update no Windows Update, só que isso não vale para quem ainda está no Windows 8: você precisa ir à Loja, algo que um leigo talvez nunca faça por livre e espontânea vontade.

A Microsoft consertou muitos problemas do Windows 8, só que o caminho para obter uma versão melhorada ainda é tortuoso. Para muitos, talvez seja mais fácil só instalar um Windows 7 direto do DVD e evitar toda essa dor de cabeça. O que é uma pena, pois o Windows 8 recebeu várias melhorias — no desempenho e interface — inclusive no desktop.

Agora resta esperar pela volta do menu Iniciar, possivelmente em agosto. Aí teremos mais uma instalação para nos preocupar…

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