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Como a anestesia fez muitos médicos pararem de se importar com a sua dor

A romancista inglesa Frances Burney descreveu, em 1812, o crescente terror que sentia enquanto se preparava para passar por uma mastectomia sem qualquer anestésico. Tendo duas horas para esperar até o temido evento (segundo ela, sua “execução”), ela caminhou pela sala onde aconteceria a operação e “desistiu”. Em um esforço para controlar seu medo, ela andou “para lá e para cá até calar as emoções e ficou, aos poucos, quase abobalhada, entorpecida, sem qualquer sentimento ou consciência”.

Então chegaram sete homens, todos vestidos de preto, e começaram a posicionar dois “colchões velhos” e a cobri-los com um “lençol velho”. Burney começou “a tremer violentamente, mais com repugnância e horror pelas preparações do que pela dor em si”. Quando eles pediram que ela deitasse na cama, ela parou “em suspensão por um momento, [pensando] se não deveria sair correndo. Eu olhei para a porta, as janelas… eu me sentia desesperada”.

Mas era preciso ceder. O cirurgião colocou um lenço de cambraia sobre o rosto dela e pegou a faca. Burney foi consumida por um “terror que ia além de qualquer descrição”. Quando “o pavoroso metal mergulhou no seio, cortando veias, artérias, carne, nervos”, ela escreveu: “Eu não precisei que me dissessem pra não conter meus gritos. A agonia era tão excruciante que comecei um grito contínuo durante toda a duração do incidente e quase me espanto que ele não esteja soando nos meus ouvidos até agora!”

Burney passou por uma cirurgia mais de três décadas antes do primeiro uso de anestésicos modernos na medicina. Acreditava-se amplamente que descrever a dor trazia pistas para as causas reais de sofrimento. Os manuais de medicina estimulavam médicos a pedir a seus pacientes um relato detalhado de suas dores.

Em 1730, por exemplo, o influente médico Bernard Mandeville lembrava um paciente que perguntou a seu médico se ele não estava cansado de ouvir “um relato tão tedioso” sobre dor. O médico murmurou suavemente: “Sua história é tão interessante que eu sinto uma abundância de prazer com ela, e sua forma engenhosa de contá-la me dá um conhecimento maior do que você imagina sobre sua enfermidade.”

Surgeons-kit

Um século depois, os médicos assumiram uma visão muito diferente sobre relatos de dor. Em 1860, Peter Mere Latham (médico a serviço da rainha Vitória) inverteu o comentário de Mandeville, reclamando que “a queixa de cada pessoa é interessante para ela própria, que a descreve de forma demasiado longa e pouco edificante”.

Lathan lamentava que “entre as classes mais altas, nós somos obrigados a ouvir as histórias dos pacientes”, provavelmente porque o status social deles garantia que pudessem opinar. Mas Lathan confessava que “nós geralmente cortamos [as explicações sobre a dor] ao mínimo possível, de modo a chegarmos logo a nossas perguntas”.

Com a invenção do clorofórmio, nos anos 1840, os médicos celebraram que os “gemidos e gritos dos que sofriam sob as facas e serras dos cirurgiões foram todos silenciados”, segundo o cirurgião dentista Walter Blundell. Ele escreveu em 1854 que os cirurgiões agiam como se estivessem trabalhando em “formas sem respiração ou vida”. Os anestésicos transformava os pacientes em corpos passivos e inconscientes, despidos de sensibilidade, de ação e – o mais grave – de palavras.

A “diluição” emocional e estética da linguagem clínica continuou desde então, fazendo com que a experiência subjetiva da dor ficasse de lado na medicina. A fMRI (imagem por ressonância magnética funcional) promete erradicar de vez a subjetividade da pessoa com dor: ela não vai precisar falar, nem mesmo apontar onde dói. A dor é pouco mais que “um estado cerebral alterado”. As complexas histórias de antigamente sobre dor foram rejeitadas de forma decisiva.

Os pacientes em si não ficaram menos eloquentes acerca de sua dor, a despeito das recentes abordagens sobre ela. Pegando alguns exemplos das últimas décadas na literatura médica, jurídica e acadêmica, um paraplégico explicou que sentia como se “uma família de cobras” estava se “enroscando” em seus glúteos. Outro paciente descreveu a dor “como uma intimação do fiscal de impostos da Rainha”.

Uma mulher que tinha dor no membro fantasma depois de ter o braço amputado observou que a sensação parecia com “bolhas e borbulhas de champanhe”. Um homem com dor crônica nas costas disse: “minhas costas doem tanto que sinto como se tivesse uma grande toranja na região lombar”. Ainda mais criativa era a mulher que dizia que sua dor de cabeça parecia “uma tigela de pipoca doce estourando forte atrás da minha testa”.

No final do século XX e início do XXI, essas comunidades de pessoas com dor vêm sendo reforçadas pela internet. Sentindo-se menosprezados ou ignorados por seus médicos (que, para sermos honestos, encaram imensa pressão para tratar seus pacientes de forma eficiente), as pessoas com dor se voltaram às redes sociais e comunidades online. Esses sites oferecem uma linguagem para enquadrarem sua dor; permite que comuniquem sua dor aos outros; e proporciona a eles uma comunidade na qual sentem que suas experiências são válidas. Isso permite que os corpos em dor se libertem das restrições geográficas, de regimes de poder médicos e do estigma social.

O trecho acima foi extraído, com permissão, deste artigo da Aeon Magazine. Para ler a versão completa, em inglês, clique aqui.

Se você gostou, confira outros textos da Aeon Magazine:


A Aeon é uma revista digital de ideias e cultura, publicando um artigo original por dia. Ela se propõe a fortalecer o debate acerca das visões do mundo, recrutando escritores de primeira em uma ampla variedade de gêneros, incluindo memórias, ciência e reportagens sociais.

Imagens por Orbis/Flickr e Wellcome Images

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Zeiss VR One é um case de realidade virtual de US$ 100 para seu smartphone

A Carl Zeiss anunciou o VR One, um dispositivo de realidade virtual para ser usado com um smartphone. É como o Gear VR da Samsung, mas que custará US$ 100.

O VR One é um visor montado na cabeça que exibe conteúdo de realidade virtual a partir do que está no seu smartphone. O visor funciona com dispositivos com telas entre 4,7 e 5,2 polegadas – você encaixa o smartphone em uma bandeja lateral projetada especificamente para o smartphone que você tem. No momento, só estão disponíveis bandejas para iPhone 6 e Samsung Galaxy S5. Vale notar que o dispositivo não funcionará com smartphones grandes como o iPhone 6 Plus, Galaxy Note 4 ou o LG G3. Ainda assim, pensamos que o VR One pode encontrar espaço no mercado, considerando que o Gear VR será compatível apenas com o Galaxy Note 4, enquanto ele pode, ao menos em teoria, funcionar com uma lista maior de dispositivos menores.

Carl Zeiss VR One

O VR One tem seu próprio kit de desenvolvimento para iOS e Android, e será lançado com dois apps diferentes desenvolvidos pela Zeiss.

A Zeiss é mais conhecida como designer e fabricante de lentes premium para câmeras, e apesar da realidade virtual parecer um pouco distante disso, na verdade são dois mercados bem próximos. A Zeiss é uma empresa de ótica e parte do desafio para a criação de um case para a cabeça é dominar a distância de visão e as lentes que funcionam melhor. A Zeiss se interessa em smartphones há algum tempo e já projetou lentes para ótimas câmeras de smartphones, como a linha Nokia Lumia.

Carl Zeiss VR One

Ele custará US$ 100 e, apesar de ainda não termos a confirmação do valor cobrado pelo Gear VR da Samsung, acreditamos que ele fique na casa dos US$ 200. Então o VR One será mais barato. Claro, não bate os US$ 25 necessários para o Virtual Reality Cardboard Toolkit da Dodocase, mas parece razoável considerando que falamos de um hardware de verdade.

O preço só será bom mesmo se o conteúdo for bom. Ou seja, os desenvolvedores precisam criar coisas para o VR One, ou ao menos o que for feito para outros dispositivos tem que ser facilmente adaptado para ele. O dispositivo chega às lojas dos EUA em dezembro. [Zeiss via Wired]

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TouchArcade Game of the Week: ‘Zombie Highway 2′



The idea behind the TouchArcade Game of the Week is that every Friday afternoon we post the one game that came out this week that we think is worth giving a special nod to. Now, before anyone goes over-thinking this, it doesn’t necessarily mean our Game of the Week pick is the highest scoring game in a review, the game with the best graphics, or really any other quantifiable “best” thing. Instead, it’s more just us picking out the single game out of the week’s releases that we think is the most noteworthy, surprising, interesting, or really any other hard to describe quality that makes it worth having if you were just going to pick up one.

These picks might be controversial, and that’s OK. If you disagree with what we’ve chosen, let’s try to use the comments of these articles to have conversations about what game is your game of the week and why.

Without further ado…

 

Zombie Highway 2

Originally released all the way back in 2010, the original Zombie Highway [Free] could easily be described as an App Store classic. It’s been a fascinating project to watch too, as it was released before the explosion of free to play on the App Store, but still managed to do very well for Auxbrain through more than a handful of paid to free promotions, addition of IAP, and more. Zombie Highway: Driver’s Ed [Free] hit late last year, and while I enjoyed it, it was a little weird in that it was a “spinoff,” and not a sequel. Most of the improvements between Driver’s Ed and the original felt like technical achievements, which lead to the in-game world feeling substantially more alive than the desolate road of the original.

Zombie Highway 2 [Free] now actually feels like a proper sequel, as it’s all the fun of the original, all the technical improvements of the spinoff, and was actually designed from the ground up as a free to play game instead of being stuck in the not-quite-free-to-play limbo the original was. Core gameplay is still the same, in that you’ll be scraping and shooting zombies off the side of your car, unlocking upgrades along the way, and getting deeper and deeper into the game with each subsequent run. The free to play stuff doesn’t feel obnoxious, and instead just amounts to converting real-world dollars into faster progress in game.

The graphics of Zombie Highway 2 are just nuts, particularly with the rock-solid sky high framerate on my retina iPad mini. Lighting effects look great, the car models are awesome, and the new zombie discovery mechanic makes coming across new (and sometimes annoying) enemies a lot of fun.

The Zombie Highway series are all great games, now that there’s a proper sequel instead of a kinda-sorta sequel/spinoff, you’ve really got to try it. It’s free too, so, no harm in giving it a spin.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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TEDGlobal 2014: o que foi falado de mais interessante em ciência e tecnologia

O Rio de Janeiro recebeu nesta semana o TEDGlobal 2014, e, como esperado, entre todas as ideias e conceitos debatidos durante os três dias de evento, vários avanços tecnológicos foram abordados por diversos dos palestrantes. Eis alguns dos melhores momentos:


Tecnologia de Detecção de Câncer

Jorge Soto durante o TED

Foto: James Duncan Davidson/TED

Há cerca de um ano o mexicano Jorge Soto busca uma forma simples de detectar câncer em uma pessoa. E, logo no primeiro dia do TED, ele apresentou o protótipo da sua plataforma, que ele diz ser não-invasiva e de código aberto, além de capaz de detectar diversas formas diferentes da doença.

“Imagine que na próxima vez que você for ao seu médico, um técnico de laboratório leve algumas gotas de sangue e extratos de RNA”, ele disse. Esse técnico espalha a amostra de RNA em diversas placas com marcadores bioquímicos que buscam um RNA específico. Ao colocar em uma caixa de teste, isso é processado por uma reação específica que mede o brilho de cada biomarcador. Um smartphone é conectado à caixa de teste e fotografa as amostras – elas são enviadas para um banco de dados online para interpretação. Os microRNAs específicos são comparados em relação à reação ao longo do tempo com um banco de dados externo com os padrões para certos tipos de câncer. Em questão de uma hora, o paciente pode saber se está com a doença.

Por enquanto o teste está em fase de protótipo, mas é um protótipo funcional. A ideia é criar um teste fácil, barato e preciso para a doença. “A detecção de câncer deve ser democratizada”, diz Soto. “Eu quero ver o dia em que o câncer vai ser tratado facilmente por ser diagnosticado rotineiramente em estágios iniciais.” Nós também.


Telescópio Gigante de Magalhães

Wendy Freeman fala no TED

Foto: James Duncan Davidson/TED

Você se lembra do Telescópio Gigante de Magalhães? Falamos sobre ele ano passado, e Wendy Freeman esteve no TED para comentar um pouco mais. Vamos relembrar: no meio dos Andes, longe das luzes da civilização, um telescópio enorme será construído e entrará em operação na próxima década.

Ele será 20 milhões de vezes mais sensível do que os olhos humanos, com o tamanho da Estátua da Liberdade, sete espelhos de 8,2 metros de diâmetro e uma resolução 10 vezes maior do que a do Telescópio Espacial Hubble. Segundo Freeman, o Telescópio Gigante de Magalhães será fundamental para o futuro da astronomia. “Sempre que construímos telescópios maiores, aprendemos algo novo sobre o universo.”


Combate ao desmatamento na Amazônia e às emissões de carbono

Rodrigo Baggio durante o TED

Foto: James Duncan Davidson/TED

O desmatamento na floresta Amazônica é um problema gravíssimo que precisamos encarar de frente. Estamos falando de um floresta importantíssima para o mundo. Tasso Azevedo estudou as causas do desmatamento e possíveis formas de combate em nível federal e desenvolveu um plano com 144 itens que, em dez anos, diminuiu a taxa de desmatamento no Brasil em 75%. Um dos itens envolvia um sistema de monitoramento em tempo real das florestas, e isso ajudou na detenção de madeireiros ilegais.

Ainda há muito (muito mesmo) a ser feito, Tasso admite. Ele e sua equipe agora desenvolvem um plano para diminuir a emissão de carbono pelo mundo a partir daquilo que foi aprendido no Brasil. Esse plano consiste em quatro pontos básicos: desconectar o desenvolvimento da emissão de carbono, aumentar o preço do carbono, medir de onde e quando os gases do efeito estufa são emitidos, e trocar combustíveis fósseis por energia limpa. Difícil? Bastante, mas não impossível.


Comitê para a Democratização da Informática

Tasso Azevedo durante o TED

Foto: James Duncan Davidson/TED

Em 1995, Rodrigo Baggio criou na comunidade de Santa Marta, no Rio de Janeiro, um centro de inclusão digital, o Comitê para a Democratização da Informática. Quase 20 anos depois, já são 715 desses centros que treinam mais de 1,58 milhão de pessoas das classes mais baixas para aprenderem a usar a tecnologia em dez países pelo mundo.


Nicolelis e o exoesqueleto robótico

Miguel Nicolelis no TED

Foto: James Duncan Davidson/TED

Na abertura da Copa do Mundo de 2014, uma pessoa vestindo um exoesqueleto robótico deu um pontapé em uma bola. Nós falamos bastante disso na época. Miguel Nicolelis, o neurocientista responsável pelo projeto, esteve no TED contando um pouco de toda a história que levou ao chute no dia 12 de junho.

Ele trabalhou ao lado de 156 pesquisadores de 25 países diferentes no seu Walk Again Project. Nicolelis chamou o exoesqueleto robótico de “um presente para as 25 milhões de pessoas ao redor do mundo que não podem se mexer devido a lesão na medula espinhal.” Com o exoesqueleto, o pensamento da pessoa faz com que a armadura se mexa.


O mapa da corrupção no mundo

Mapa da Corrupção

Charmian Gooch é uma ativista anti-corrupção que criou o Great Ripoff Map, um mapa mundial que mostra como os crimes de corrupção afetam pessoas comuns ao redor do mundo. São crimes relacionados a sociedades anônimas, empresas sem vínculo com um nome específico.

Um exemplo apresentado por Gooch é no México. Os cartéis de drogas usam sociedades anônimas para lavar dinheiro ao comprar e vender cavalos de corrida, o que, segundo a ativista, “afeta a vida de milhares de americanos e mexicanos comuns.”

O Great Ripoff Map ganhará no futuro uma ferramenta para ajudar pessoas a colocarem uma história de corrupção e como ela afeta outras pelo mundo.


Hackeando o sistema político

Um app vai ajudar a população argentina a conhecer e opinar sobre propostas apresentadas pelo Congresso. É o DemocracyOS, criado por Pia Mancini.

“Os políticos e as leis têm uma linguagem que só eles entendem, e isso não é por acaso. É para manter o máximo de pessoas de fora deste sistema”, explicou Mancini à BBC. O DemocracyOS quer acabar com a barreira que separa a população do Congresso, e apresenta um resumo dos projetos de lei em linguagem acessível. As pessoas leem, refletem a respeito do que foi proposto e podem se posicionar a favor, contra ou se abster.

Mas como fazer políticos tradicionais aceitarem isso? Bem, com a criação de um partido. É o Partido da Rede. Os representantes eleitos pelo partido votarão de acordo com o que os seus eleitores falarem no app – quando eles se posicionarem a favor de uma lei, o representante vota a favor. Quando forem contra, eles serão contra. Como disse Mancini, “é a nossa forma de hackear o sistema político.”

Nas eleições legislativas de Buenos Aires em outubro do ano passado, o Partido da Rede não conseguiu eleger nenhum representante, mas fez barulho o suficiente para o Congresso rever suas posições. Agora o DemocracyOS será usado para discutir com a população três leis – não significa que a votação será de acordo com o que as pessoas decidirem pelo app, e sim que mais um canal de discussão entre parlamentares e cidadãos foi aberto em Buenos Aires. Uma grande vitória.

Imagem de topo: James Duncan Davidson/TED

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MSI GeForce GTX 980 Gaming 4G

No dia do lançamento das novas placas de vídeo GeForce GTX 900, nós publicamos a review do modelo referência da GTX 980. Agora é a vez de um modelo diferenciado, a MSI GeForce GTX 980 Gaming 4G. A placa de vídeo tem dois grandes diferenciais: sistema de cooler com promessa de melhorar significativamente a dissipação do calor, e overclock de fábrica com potencial para que a GPU seja re-overclockada. Em cenário internacional, esse modelo custa cerca de U$30 a mais que o modelo referência.

Diferente do que aconteceu com as arquiteturas anteriores, a Maxwell não estreou estreou com as GTX 900, mas sim em modelos bem mais discretos: as placas de entrada GTX 750 e GTX 750 Ti. Foi preciso esperar alguns meses para ver a arquitetura dar “as caras” em um chip voltado a placas de vídeo topo de linha. Isso enfim aconteceu na série seguinte, com o GM 204 nos modelos GTX 970 e 980. Apesar da nomenclatura, elas estão situadas apenas uma geração após a série 700, já que a Nvidia simplesmente pulou os chips 800 (exceto em notebooks).

Conheça as novas tecnologias da arquitetura Maxwell

A GeForce GTX 980
O chip utilizado na GTX 980 é o GM204, o mesmo da GTX 970, porém aqui ele traz um número maior de núcleos CUDA: são 2048, enquanto a GTX 970 vem com 1664. A GTX 980 referência opera em uma frequência de GPU em 1126 MHz, chegando a 1216 MHz através do Boost. A placa vem com 4 GB de memória em 256-bit GDDR5, e clock de 7 GHz. Já o modelo da MSI analisado tem GPU trabalhando em 1216 MHz, 90 MHz acima da referência. O clock fica em 1317 MHz e as memórias mantiveram mesmo clock do modelo referência.

Veja mais sobre a arquitetura Maxwell no Videocast Especial: A estreia da Maxwell

Tecnologia Torx Fan 
Assim como o modelo baseado no GPU GTX 970, a MSI GeForce GTX 980 Gaming 4G vem equipada com a nova tecnologia de refrigeração por coolers chamada de Torx Fan. Ela também traz o sistema de cooler Twin Frozr V, que aumenta em 19% a corrente de ar gerada pelas lâminas do cooler, possui integridade estrutural 75% maior e produz 5% a menos de barulho. A imagem abaixo mostra todas as partes da GPU, incluindo essa nova tecnologia.

Fotos
Continuando a análise, abaixo temos uma série de fotos da placa, que possui acabamento de primeira qualidade, algo típico de placas da MSI com características desenvolvidas para atrair o público gamer. Assim como demais modelos da série “Gaming”, ela vem nas cores preto e vermelho, muito semelhante a GTX 970, mas não igual, já que a GTX 980 tem um sistema de heatpipes mais “parrudo”.

Seu visual é muito imponente, com novo sistema de FANs da série Twin Frozr V, desenvolvido com uma série de tecnologias visando entregar ao usuário o que existe de melhor quando se trata de solução para dissipação de calor em placas de vídeo. Essa visão vem desde os dissipadores aos fans, que podem inclusive ser controlados independentemente. Diferente da GTX 970 de mesmo modelo, a GTX 980 possui sistema de cooler com um heatpipe a mais. Além disso, ela precisa de 2 alimentadores de 8 pinos, e não um de 8 e um de 6 como a GTX 970 Gaming. Vale destacar que a GTX 980 normal requer 2 conectores de 6 pinos. 

Um detalhe interessante é que a placa tem um sistema que só liga os FANs se for preciso. Caso não haja necessidade, eles ficarão parados. Dessa forma, em várias situações – algumas mesmo rodando um game – os FANs não vão girar. Outro detalhe interessante sobre esse sistema, é que, dependendo da necessidade, apenas um dos FANs pode funcionar. Na pratica, além de não fazer ruido em algumas situações, isso aumenta a vida útil do sistema de cooler.

Nas fotos abaixo, colocamos lado a lado a MSI GTX 980 Gaming, a Nvidia GTX 980 referência e a MSI GTX 970 Gaming. Fica claro que as placas personalizadas da MSI possuem um sistema de cooler mais imponente, com dois FANs ao invés de apenas um. O PCB da GTX 980 é uma versão modificada, maior do que o modelo referência. Também pode-se notar que as GTX 980 possuem conexões de vídeo diferentes da GTX 970.

Ainda vemos que o sistema de cooler da MSI GTX 980 é diferente da MSI GTX 970 pela quantidade de heatpipes. Por fim, a única que possui 2 conectores de 6 pinos é a GTX 980 referência. A MSI GTX 970 tem um de 8 e um de 6, e a MSI GTX 980 possui dois de 8 pinos, que na pratica serve para entregar mais energia a placa, importante especialmente para a prática de overclock.

Sistema Utilizado
Como de costume, utilizamos uma máquina top de linha baseada em uma mainboard ASUS Rampage IV Black Edition e processador Intel Core i7 4960X, overclockado para 4.5GHz para os testes. A ideia é evitar que o sistema seja um limitador para o desempenho das placas de vídeo testadas. Abaixo, algumas fotos da placa montada no sistema:

A seguir, o menor preço encontrado de cada um dos modelos utilizados nos comparativos ou de algum modelo semelhante, caso o mesmo não esteja disponível (pesquisa feita dia 08/10/2014 no site newegg.com). O preço é baseado no valor cobrado no exterior em dólares, sendo que é impossível realizar a mesma conta com os valores cobrados no Brasil, pela alta volatilidade dos preços em nosso mercado. Vale destacar ainda que procuramos o preço do modelo exato, caso não disponível, do valor mais baixo de algum modelo semelhante.

Destacamos ainda que a AMD cortou o preço das placas de vídeo da série Radeon R9 290 e também Radeon R9 280 visando tornar os produtos mais competitivos frente aos novos lançamentos da Nvidia. 

MSI GTX 980 Gaming 4GB – US$ 579
MSI GTX 970 Gaming 4GB – US$ 349
Gigabyte GTX 970 G1 Gaming 4GB – US$ 349
NVIDIA GeForce GTX 970 4GB – US$ 329
NVIDIA GeForce GTX 980 4GB – US$ 549

NVIDIA GeForce GTX 780 Ti 3GB – US$ 600 (Descontinuada a partir de 18/09/2014)
NVIDIA GeForce GTX 780 3GB – US$ 440 (Descontinuada a partir de 18/09/2014)
NVIDIA GeForce GTX 770 3GB – US$ 300 (Descontinuada a partir de 18/09/2014)
NVIDIA GeForce GTX 680 2GB – US$ (Placa descontinuada)

AMD Radeon R9 290X 4GB – US$ 399
XFX Radeon R9 290X BE 4GB – US$ 499
PowerColor PCS+ R9 290X 3GB – US$ 459
XFX Radeon R9 280X BE 3GB – US$ 299
PowerColor TurboDuo R9 280X 3GB – US$ 269

Mais abaixo, detalhes da máquina, sistema operacional, drivers, configurações de drivers e softwares/games utilizados nos testes.

Sistema Operacional e Drivers
- Windows 8.1 Pro 64 Bits
- Intel INF 10.0.20
- NVIDIA GeForce 344.16 WHQL
- AMD Catalyst 14.9

GPU-Z
Abaixo, a tela principal do aplicativo GPU-Z mostrando algumas das principais características técnicas da placa de vídeo.

Overclock
Um dos grandes atrativos das placas de vídeo com gpus Maxxwel está em seu alto potencial para overclock. Como estamos falando de um modelo com projeto diferenciado, inclusive com PCB diferente do padrão, que traz entre seus benefícios otimizações para aumentar seu potencial para overclock, conseguimos resultados muito bons.

Subimos o clock da GPU de 1216 MHz para 1325 MHz em modo normal, 208 MHz acima do clock original de uma GTX 980 referência. Já em modo turbo, o clock chegou a 1426 MHz, enquanto subimos a memória de 7GHz para 8.2GHz. Nenhuma modificação de tensão foi feita, e mesmo assim a placa ficou totalmente estável, sem qualquer instabilidade ou anormalidade no sistema.

Abaixo a tela do GPU-Z junto ao aplicativo Afterburner utilizado para o overclock mostrando os clocks alcançados:

Temperatura
Iniciamos nossa bateria de testes com um bastante importante: a temperatura do chip, tanto em modo ocioso como em uso contínuo.

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Sistema ocioso (idle)

Rodapé

Para o teste da placa em uso, medimos o pico de temperatura durante os testes do 3DMark rodando em modo contínuo.

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Rodando 3DMark (Fire Strike)

Rodapé

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Sistema ocioso (idle)

Rodapé

 

No teste de carga, rodamos o 3DMark – aplicativo que exige um pouco mais do sistema e da placa de vídeo do que grande maioria dos games.

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Rodando 3DMark

Rodapé

OBS.: No teste em modo ocioso consideramos 5w como margem de erro. Já no teste rodando o aplicativo 3DMark, consideramos 15w como margem de erro, devido à grande variação que acontece testando uma mesma placa.

Testes sintéticos
Começamos pelos testes sintéticos, utilizando aplicativos específicos para medir o desempenho das placas.

3DMark (2013)
Rodamos a versão mais recente do aplicativo de testes da Futuremark com o teste mais exigente da nova ferramenta, o Fire Strike. Abaixo os resultados:

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Fire Strike (default)

Rodapé

O teste foi dividido em duas partes: uma sem e outra com o uso do Tessellation em modo “extreme”, ambas a 1920×1080 com o filtro de antialiasing em 8x e anisotropic em 16X.

O primeiro teste, com o Tessellation desativado:

filtros

DX11, Quality: ULTRA, Tessellation: DISABLE, AA 8x, 1920×1080

Rodapé

E o segundo com o Tessellation ativado em modo EXTREME:

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DX11, Quality: ULTRA, Tessellation: EXTREME, AA 8x, 1920×1080

Rodapé

Testes em games
Agora vamos ao que realmente importa, os testes de desempenho em alguns dos principais games do mercado.

Battlefield 4
“Battlefield 4″ é um referencial da plataforma PC quando se trata de gráficos de alta qualidade. O game foi todo desenvolvido sobre a Frostbite 3, nova engine da produtora DICE.

filtros

Ultra, AA 4xMSAA, 1920×1080

Rodapé

filtros

Ultra + DDOF, AF 16x, 1920×1080

Rodapé

filtros

HIGH (mapa Canyon), AA FXAA AF 16x, 1920×1080

Rodapé

filtros

ULTRA, AA 8x, 1920×1080

Rodapé

filtros

Very High, 16xAF, Tessellation: Very High, AF 16x, 1920×1080

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Ultimate, AA FXAA AF 16x, 1920×1080

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PhysX: Metro Last Light
Para testes de PhysX, utilizamos “Metro Last Light”, um dos mais recentes e com destaque para uso desse tecnologia.

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Very High, 16xAF, Tessellation, PhysX, AF 16x, 1920×1080

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Conclusão
O modelo GeForce GTX 980 Gaming 4G analisado da MSI se destaca pelo projeto, que procura melhorar a referência no que diz respeito o sistema de cooler, mais silencioso e eficiente. Ele inclusive traz uma tecnologia que desliga os FANs caso não seja necessário mantê-lo funcionando. Isso é útil em situações onde o sistema está em modo ocioso, pois resulta em ruído zero. Mas a placa de vídeo não deixa de lado o desempenho desempenho. Primeiro por vir com overclock de fábrica de 90MHz. Segundo porque aguenta overclocks superiores ao do modelo referência, já que teve seu PCB alterado com algumas otimizações e pela própria eficiência do sistema de cooler.

Uma GTX 980 referência tem performance em torno de 30% superior à da GTX 780, e ultrapassando até mesmo a GTX 780Ti com uma margem de 6%. Já o modelo analisado consegue ficar em média cerca de 8% acima da referência.

O preço fica cerca de U$30 acima do preço de lançamento do modelo de referência, alcançando U$579 em cenário internacional. Lembramos que a GTX 780, quando foi lançada, chegou custando US$ 649. Já a GTX 780 Ti custava US$ 699 no seu “dia 1″ no mercado. Porém, a verdade é que a GTX 970 Gaming 4G da própria MSI rouba os holofotes nesta hora, com um preço 200 dólares mais baixo. Não estamos falando apenas de uma placa com performance próxima, mas muito mais barata. É também uma placa com um poder de overclock que consegue fazer frente a topo de linha em algumas situações.

Assim como a GTX 970, temos muito potencial para overclock neste modelo. Sem esforço conseguimos ganhos de performance de quase 10%, em relação a ela própria em seu clock original (que já vem com um bom overclock). Subimos o clock em modo normal em mais de 200 MHz sem afetar em nada a temperatura da placa, mostrando a ótima eficiência do sistema de cooler Twin Frozr V.

Preço vs Desempenho
Placas topo de linha são ótimas em performance, mas normalmente seu preço é tão alto que isto é insuficiente para um bom resultado neste gráfico – não é a toa que a GTX 780Ti está lá em baixo. Porém, dá para perceber uma ótima evolução neste lançamento da Nvidia, que resulta na placa se situando no meio da tabela, já com seu preço inicial. No caso do modelo analisado, mesmo ele sendo um pouco mais caro que a referência, o desempenho a mais pelo overclock de fábrica justificou o investimento, sendo que o preço vs desempenho gerou uma média mais alta. Porém, mesmo com esta melhoria considerável, é a GTX 970 que segue em destaque, afinal, entrega um desempenho próximo com um preço bastante inferior.

Atualizamos os testes das placas com gpu R9 290X e R9 280X para mostrar o novo cenário desses modelos frente aos lançamentos da Nvidia. 

Abaixo o gráfico de custo vs desempenho das placas comparadas nessa análise. 

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Relação dos FPS e preço (6/1*100)

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Fórmula do calculo:  FPS somados dos games: BF4, BioShock, Crysis3, GRID2, MLL e Tomb Raider * 100 e dividido pelo valor da placa em dólares. O valor de cada placa está em “Sistema Utilizado”. Usamos os preços no exterior por conta da alta volatilidade dos preços do mercado nacional, que nos impossibilita de consolidar um valor para cada placa.

Galeria: Galeria da análise da MSI GeForce GTX 980 Gaming 4G

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Prós

  • A placa de vídeo single gpu mais rápida do mundo
  • Otimizações da microarquitetura Maxwell
  • Novas tecnologias como 4K DSR / MFAA, VXGI e VR Direct
  • Sistema de cooler Twin Frozr V é muito eficiente
  • Bastante silenciosa, em alguns momentos com ruído zero.
  • Overclockada de fábrica
  • Ótimo potencial de overclock
  • Melhorou consideravelmente custo vs desempenho sobre geração passada quando lançada
  • Queda de 85w no TDP e necessidade de fonte de energia de apenas 550w

Contras

  • Preço alto comparado a GTX 970 Gaming G4 e a diferença de desempenho sobre ela

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