Receba atualizações no seu Facebook. Basta curtir a nossa página abaixo:

 

Gigantes da tecnologia vão ajudar projetos de código aberto para evitar um novo Heartbleed

Gigantes da tecnologia não querem que o mundo enfrente um novo Heartbleed e, por isso, vão fazer doações para financiar o OpenSSL e outros projetos de código aberto.

Uma iniciativa que durará três anos deve injetar US$ 3,9 milhões para ajudar no financiamento de pequenos projetos de código aberto. Esse dinheiro virá de uma organização chamada Core Infraestructure Initiative, formada por um grupo de 13 empresas: Amazon Web Services, Cisco, Dell, Facebook, Fujitsu, Google, IBM, Intel, Microsoft, NetApp, Qualcomm, Rackspace, e VMware. Elas doarão US$ 100.000 por ano para evitar que outra falha ameace a internet como o Heartbleed ameaçou – e ficou anos sem ser percebido.

O OpenSSL será o principal projeto a receber o financiamento, o que será muito bem-vindo. Não apenas por ter surgido dele a falha Heartbleed, mas também pela atual situação da equipe que o desenvolve: são quatro pessoas, sendo que apenas uma delas está totalmente dedicada ao OpenSSL.

A ideia, portanto, é que gigantes de tecnologia ajudem esses importantes projetos usados pela internet inteira a permanecerem vivos e com gente disponível para auxiliar no seu desenvolvimento. Enquanto projetos grandes como Linux, Apache e o Firefox recebem muitas doações, outras iniciativas menores – mas importantíssimas para softwares de código aberto – sobrevivem com pouco dinheiro e pouca gente desenvolvendo.

Após o susto que o mundo levou com o caso do Heartbleed, é bom ver que gigantes da internet passem a se preocupar mais com os projetos de código aberto – afinal, a rede depende muito deles. É extremamente importante é evitar que algo desse tamanho ocorra novamente. [Wired, ArsTechnica]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


glassdestaque

Todos os moradores dos EUA já podem comprar o Google Glass sem convite


fbnewswire

Facebook lança nova área para jornalistas encontrarem notícias


Moves

Facebook compra app que monitora sua atividade física


Final_Informational_Still_Past_041414_02

Street View permite voltar no tempo em diferentes locais do mundo


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


fat thin

A ciência da gordura: como ela é armazenada no corpo – e como queimá-la


Como são feitos os gráficos enganosos – e como não ser enganado por eles

Como são feitos os gráficos enganosos – e como não ser enganado por eles


Prepare-se: o bolo de pizza está chegando

Prepare-se: o bolo de pizza está chegando


Lytro Illum: a câmera que tira fotos extremamente nítidas e ajusta o foco quando você quiser

Lytro Illum: a câmera que tira fotos extremamente nítidas e ajusta o foco quando você quiser


Explore o universo de Game of Thrones como se você estivesse no Google Maps

Explore o universo de Game of Thrones como se você estivesse no Google Maps

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Check Out ‘Card Dungeon’, an "Unholy Mix of Board, Card, and Computer Games Rolled into a Roguelike"

Card-Dungeon-Final-Logo1Card-Dungeon-Final-Logo1The title of this post is a bit of a paraphrase of how indie developers Fredrik Skarstedt and Ryan Christy describe their upcoming iOS game Card Dungeon, but if I know the TouchArcade audience then I’m sure a digital mashup of card game, board game and roguelike is bound to get your juices flowing. And that’s just what Card Dungeon is. It has roguelike traits in randomly generated levels, plenty of loot and gear, and permadeath. But Skarstedt and Christy are trying to bring the notoriously niche roguelike genre to a broader audience by building the game around one core philosophy: “You can only do 1 thing/take 1 turn. Choose wisely.” In this way they’re hoping to tone down some of the complexity and steep learning curve of a roguelike while still retaining the depth and strategy that makes the genre such a winner.

In Card Dungeon, as the name alludes to, it’s all about the cards. There are tons and tons of cards in the game, and you’ll use them for pretty much everything, from equipping armor and weapons, casting magical spells, attacking monsters, defending attacks, disabling traps, and more. There are also Trait cards which directly affect your characters traits like the amount of damage they deal, their health and mana levels, and so on. The board game aspect comes in the way the game is presented: On a digital board with little digital cardboard standees for characters and doors. It’s a whimsical presentation, and you can get an idea of what it’s like in this brief video which shows how the creature summoning works in the game.

That’s an early video, but it gives you an idea of the direction of Card Dungeon. If you’re interested to see more, there’s plenty more videos on the Card Dungeon YouTube channel including lengthy developer diaries and other peeks behind the scenes on how the game is being made. Also, while not necessarily a new idea, there is a very cool twist on the whole permadeath thing. When you die in Card Dungeon, a tombstone is created at the point which you fell. If you’re able to make it to that same spot in the next play through, you can regain ALL of your lost equipment and gold from your previous game. If you don’t make it to that point however, a new tombstone is created from the new spot in which you’re downed, and that previous tombstone vanishes forever.

There’s definitely a lot going on in Card Dungeon, but it sounds like the developers have a clear vision on how to bring it all together in a cohesive fashion. There’s no set release date for the game yet, but you can find plenty of screenshots and additional info including a development blog at the Card Dungeon website and we’ll of course keep tabs on the game’s progress and will be talking more about it in the future.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags:

Este cartão de débito é vinculado à sua conta de Bitcoins

Vem aí um cartão de débito de Bitcoins: a Xapo vai distribuir para seus usuários um desses pedaços de plástico com a possibilidade de ser usado em qualquer estabelecimento que aceite cartões Visa ou MasterCard.

A Xapo é uma carteira gratuita de Bitcoins e promete esse cartão para seus usuários – eles deverão receber nos próximos dois meses. Eles receberão gratuitamente o número e a data de validade, e, quem quiser uma versão física, precisará pagar US$ 15. Ele ficará vinculado à conta da pessoa na Xapo e o valor usado na transação será debitado da quantidade de Bitcoins que a pessoa tem.

Vai funcionar assim: quando você tentar pagar, digamos, uma caixa de cerveja com o cartão de débito, a Xapo checará a sua carteira de Bitcoins para saber se você tem fundos suficientes para realizar a transação. Se tiver, a Xapo venderá parte dos seus Bitcoins para poder transferir o dinheiro para a loja. Simples.

Este não é exatamente o primeiro cartão de Bitcoins – mas é o mais completo já criado. A Gyft vende gift cards pré-pagos para você fazer compras com Bitcoins, mas eles só são aceitos em alguns estabelecimentos específicos. O da Xapo poderá ser usado em lugares que aceitam cartões Visa ou MasterCard.

Inicialmente, o cartão só valerá para compras – nada de saques em caixas eletrônicos. Mas a ideia é que isso seja possível no futuro. Se você quiser um desses cartões, é só se cadastrar no site da Xapo. [Wired, TechCrunch]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


7459087708_41a6b58da9_b

Receita Federal decide que quem tem Bitcoins precisa declará-los


Dorian Satoshi Nakamoto

Dorian S. Nakamoto nega ser criador do Bitcoin: “não tenho conhecimento de moedas alternativas”


dorian nakamoto ap

Será este o criador do Bitcoin, com US$ 400 milhões em moeda virtual?


pwmsuqqlbmmuf3krx9fe

Banco de bitcoins Flexcoin fecha após sofrer assalto de US$ 620.000


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


fat thin

A ciência da gordura: como ela é armazenada no corpo – e como queimá-la


Como são feitos os gráficos enganosos – e como não ser enganado por eles

Como são feitos os gráficos enganosos – e como não ser enganado por eles


Prepare-se: o bolo de pizza está chegando

Prepare-se: o bolo de pizza está chegando


Lytro Illum: a câmera que tira fotos extremamente nítidas e ajusta o foco quando você quiser

Lytro Illum: a câmera que tira fotos extremamente nítidas e ajusta o foco quando você quiser


Explore o universo de Game of Thrones como se você estivesse no Google Maps

Explore o universo de Game of Thrones como se você estivesse no Google Maps

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Ex-Anonymous e informante do FBI ajudou a coordenar ataques cibernéticos no Brasil

Em 2011, o hacker Sabu – um dos membros mais proeminentes do LulzSec – coordenou grandes ataques contra PayPal e MasterCard. Mas, no ano seguinte, ele foi preso pelo FBI e já colaborava com as investigações. E de acordo com o New York Times, ele foi associado a uma série de ataques cibernéticos internacionais – inclusive no Brasil – possivelmente sob ordens do FBI.

O NYT escreve que, em 2012, Sabu explorou uma vulnerabilidade de hospedagem na web e orientou outros hackers a extraírem dados – “de registros bancários a informações de login” – em servidores de governos estrangeiros. Os dados foram então enviados para um servidor monitorado pelo FBI. Segundo o jornal:

Os documentos não indicam se o FBI ordenou diretamente os ataques, mas sugerem que o governo americano pode ter usado hackers para obter informações do exterior, mesmo enquanto investigadores estavam tentando desmantelar grupos de hackers como o Anonymous, e mandar ciberativistas para longas sentenças na prisão.

Sabu, cujo nome real é Hector Xavier Monsegur, foi descoberto após uma investigação do FBI. Ele foi detido e, aparentemente, decidiu se tornar um informante para reduzir sua pena e assim ficar menos tempo longe dos filhos. Graças à sua colaboração, pelo menos seis hackers do LulzSec foram presos.

De acordo com documentos judiciais, Monsegur orientou Jeremy Hammond – então membro do Antisec – a explorar vulnerabilidades em sites de governos ao redor do mundo, inclusive do Brasil. Isso aconteceu no início de 2012, quando Sabu já havia sido preso, e passado meses colaborando com o FBI. Segundo o NYT:

… a lista de alvos era extensa e incluía mais de 2.000 domínios de internet. O documento diz que Monsegur instruiu Hammond a invadir sites do governo do Irã, Nigéria, Paquistão, Turquia e Brasil e outros, como os da Embaixada da Polónia na Grã-Bretanha e do Ministério de Eletricidade no Iraque.

Os documentos também dizem que Sabu instruiu um grupo hacker brasileiro, conhecido como Havittaja, a atacar sites nacionais. Eles se dizem responsáveis por derrubar sites de governos do Distrito Federal e Rio de Janeiro no início de 2012, e pela invasão do site da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Segundo o G1, em muitas dessas invasões, Sabu aparece nos “agradecimentos especiais” do grupo.

Hammond cumpre pena de 10 anos. A identidade dos membros do Havittaja ainda não foi descoberta. E Sabu ainda não recebeu pena: a audiência judicial para definir quantos anos ele ficará na prisão é constantemente adiada. Acredita-se que ele ainda seja um informante do FBI. [New York Times]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


lavaboom

Conheça o Lavaboom, serviço de email criptografado que promete ser simples e livre de espiões


reconhecimentofacial

FBI prepara um banco de dados com fotos de milhões de moradores dos EUA


pendrive usb

Experimente o sistema operacional que Edward Snowden usa para escapar da NSA


Android going travel vintage

Como verificar se o seu dispositivo Android pode ser hackeado via Heartbleed


gelo brilhante (4)

Como dois russos iluminaram um lago congelado em nome da fotografia


piramide fim mundo (1)

A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo


Vista da represa de Piracaia, no bairro do Pinhal: onde está a água?

Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira


fat thin

A ciência da gordura: como ela é armazenada no corpo – e como queimá-la


Como são feitos os gráficos enganosos – e como não ser enganado por eles

Como são feitos os gráficos enganosos – e como não ser enganado por eles


Prepare-se: o bolo de pizza está chegando

Prepare-se: o bolo de pizza está chegando


Lytro Illum: a câmera que tira fotos extremamente nítidas e ajusta o foco quando você quiser

Lytro Illum: a câmera que tira fotos extremamente nítidas e ajusta o foco quando você quiser


Explore o universo de Game of Thrones como se você estivesse no Google Maps

Explore o universo de Game of Thrones como se você estivesse no Google Maps

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Upcoming ‘Warbits’ Should Scratch Your ‘Advance Wars’ Itch

Posted in our forums over this past weekend, Warbits is an upcoming strategy title that urges humanity to settle their differences not through violence, but through combat on a virtual battlefield. Its inspiration can be clearly seen: this is an homage to Advance Wars through and through. But, it certainly doesn’t appear to be a straight up clone, and differentiates itself in at least a couple of ways. First, battles happen in real-time on the overhead map, rather than switching over to a side-by-side battle scene. Seems more streamlined, and I like that. Warbits also has a pretty unique look, which you can see accompanied by an awesome soundtrack in this trailer.

In addition to a single-player campaign, Warbits will feature both local and online multiplayer through Game Center. Multiplayer supports up to four players and can be played in teams or free for all.Warbits is a project of the two-person studio Risky Lab, and being a small operation it’s hard to peg down a specific date for when the game will be complete. But according to Risky Lab’s website, they’ll “be done real soon otherwise our wives will probably leave us.” That sounds like stellar motivation to me, so keep an eye out for Warbits to hit the App Store at some point in the future at a price of $2.99, and don’t forget to jump into the discussion in our forums.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags: