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TA Plays First Look: ‘Coin Quest’ – The Second Coin

I admit, I was hoping this game would be way cooler than it initially seems to be. The coin push extravaganza that seemed to hit with the rise of free to play has long since passed, leaving us curious (and a bit excited) for a coin pushing game that, at least on the surface, seems to have some RPG elements to it. Unfortunately, at its core it’s still a coin pusher, and being able to cast spells and do other junk like that doesn’t spice that formula up as much as we were looking for- At least in the first impressions department.

Coin Quest should be available tonight at 11:00 PM Eastern, or earlier if you’re in a different iTunes region. Take a look at the thread in our forums if you want to see what our community has been saying about the game throughout its international release cycle today.

International App Store Link: Coin Quest, Free

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iPhone 5S custa apenas US$ 199 para ser fabricado

O iPhone 5S possui um novo chip 64-bit, memória RAM mais rápida, e um leitor de impressões digitais. Ainda assim, o custo de fabricá-lo é menor que do seu antecessor.

Segundo o AllThingsD, a IHS (ex-iSuppli) estima que o modelo de 16 GB custe US$ 199 para ser produzido. Ano passado, o iPhone 5 custava cerca de US$ 205 à Apple.

O iPhone 5c, com seu corpo de plástico, é ainda mais barato: apenas US$ 173. Como sempre, vale notar que a estimativa não considera itens como marketing, PD (pesquisa e desenvolvimento), software e royalties – trata-se apenas do custo de fabricação.

O componente mais caro do iPhone, como sempre, é a tela. Segundo a IHS, ela vem de diversos fornecedores, como Sharp, Japan Display e LG. Os processadores A6 e A7, por sua vez, são fabricados pela Samsung.

Quanto à memória, o iPhone 5S conta com LPDDR3 mais rápida, enquanto o modelo colorido mantém a LPDDR2; ambas são fabricadas por Samsung, Elpida e Hynix – que sofreu um incêndio em sua fábrica na China e fez os preços de memória RAM subirem.

A IHS nota que o iPhone 5S e 5c possuem muitas semelhanças: mesma tela, mesma memória flash, mesmo chip de radiofrequência, entre outros. Usar os mesmos componentes ajuda na produção em massa – e a manter baixo o custo de produção. Para dar um pouco de perspectiva: montar o Galaxy S4 4G de 32 GB custa cerca de US$ 237 à Samsung. [AllThingsD]

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11/08/2013 – Apple vai revelar nova geração de iPhone(s) em 10 de setembro, diz AllThingsD

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10/09/2013 – O processador Apple A7 tem gráficos muito loucos, além de um chip exclusivo para os sensores de movimento

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10/09/2013 – Este é o novo iPhone 5C: conheça os detalhes do novo smartphone popular da Apple

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12/09/2013 – Apple responde dúvidas sobre o leitor de impressões digitais no iPhone 5S

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Quer ir ao workshop Makers de impresso 3D na faixa? Saiba como!

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Esta escultura hipnotizante substitui o Sol durante os meses de inverno na Noruega

Em algumas partes da Noruega, o Sol fica ausente durante três longos meses de inverno. Na Rússia a solução encontrada foi o banho ultravioleta, mas na Escandinávia a história é diferente. A ausência do Sol inspirou as designers Lisa Pacini e Christine Istad a criarem o Traveling Sun, uma escultura de luz LED móvel que ocupa o lugar do Sol.

O Traveling Sun é uma escultura com 3 metros de diâmetro que pode ser colocada no topo de um prédio ou pode ser amarrada a um veículo. A sua cor varia de um amarelo brilhante a um fúcsia profundo, como o Sol de verdade. Parece até que ela emite um calor radiante, mas é apenas uma ilusão causada pelas cores quentes da grande bola de luz.

A escultura esteve na exposição 100% Noruega em Londres na semana passada, mas, antes disso, ela viajou por cidades norueguesas em um barco e um caminhão. É adorável, mas infelizmente não é o suficiente para facilitar a vida de quem vive sem sol durante um quarto de ano.[Traveling Sun via DesignBoom]

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21/06/2013 – Uma sala flutuante inspirada no espaço coloca os visitantes em órbita

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28/08/2013 – Código-fonte de aplicativo agora faz parte do museu Smithsonian

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01/04/2013 – A central de transporte público que traz um belo pedaço do futuro

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06/06/2013 – O supermaterial que pode tornar o plástico obsoleto é… um cogumelo?

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Comentrios do YouTube em breve ficaro menos racistas, homofbicos e confusos

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Dell Latitude 10

O Latitude 10 é um tablet da Dell equipado com o sistema Windows 8 Pro, ou seja, consegue lidar tanto com os comandos por touchscreens com a interface Modern quanto o “legado” do sistema da Microsoft, com o bom e velho desktop convencional e seus aplicativos. Para explorar ambos os lados, o tablet vem em um formato compacto de 10 polegadas e também conta com um dock opcional que o transforma em um “computador”.

Especificações técnicas

  • Windows 8 32-bit
  • Processador: Intel Atom Z2760 (1.80 GHz , 1 MB Cache)
  • Chip gráfico: PowerVR SGX 545
  • Tela: LCD de 10.1″ (1366×768), com Gorilla Glass
  • RAM: 2 GB de SDRAM DDR2 a 800 MHz
  • Armazenamento: 64GB SSD
  • Placa de Vídeo: Intel (533MHZ)
  • Dimensões: 274 x 176,6 x 10,5 mm, 658 gramas.
  • Office Home e Student 2013 (Word, Excel, PowerPoint e OneNote)

Comparativos

PowerVR SGX 545

274 x 176.6 x 10.5 mm

Frontal 2.0MP /
Traseira 8MP

Frontal 2.0MP


R$ 1.999,00

Como podem ver em nosso comparativo, nossos tablets-PC com Windows 8 e CPU Atom estão em um empate na maioria das características. O mais notável talvez seja a portabilidade: o Slidepad é bem mais espesso e pesado, mas não teria como ser diferente, afinal ele é um híbrido com um teclado, enquanto o Latitude 10 é “apenas” um tablet.

Design e tela

A aparência do Latitude 10 segue linhas de um modelo bastante “sóbrio”. Na parte frontal, ele segue o estilo clássico dos “espelhos pretos” que caracterizam a maioria dos tablets, com apenas o botão Windows na parte frontal. Na traseira, não temos um visual em peça única como costuma acontecer com os tablets por conta de um detalhe: a bateria é removível. Na parte posterior, a cor também muda para o cinza e o acabamento é fosco, resultado do material emborrachado que melhora bastante a “pegada” do aparelho. Outro ponto positivo de seu formato são as bordas levemente arredondadas nas laterais, sendo fácil segurar firme o Latitude.

Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Dell Latitude 10

  • Caneta Wagom

  • Latitude 10 na case Soft-Touch Case

  • Latitude 10 na case Soft-Touch Case

  • Latitude 10 na case Soft-Touch Case

  • Latitude 10 na case Soft-Touch Case

  • Dell Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Dock do Latitude 10

  • Traseira do dock do Latitude 10

  • Latitude 10 vs iPad 3

  • Latitude 10 vs iPad 3

  • Latitude vs. LG Slidepad

  • Latitude vs. LG Slidepad

  • Latitude vs. LG Slidepad

  • Latitude vs. LG Slidepad

  • Latitude vs. LG Slidepad

  • Caneta Wacom

Em geral, o Latitude traz uma boa quantidade de conexões para um tablet, com uma porta mini HDMI, USB e entrada para fone de ouvido na lateral direita, botão de destrave da tela, acionamento do giro automático de tela e porta para cartão SD no topo, ajuste de volume e Keylock na esquerda duas conexões de energia na base. No carregamento do aparelho, temos um detalhe importante: há uma conexão proprietária, que fará o encaixe com o dock e o carregador padrão e, felizmente, uma porta microUSB convencional, o que não te torna dependente apenas do carregador no formato proprietário e, com certeza, vai te “quebrar um galho” em algum momento.

Outro ponto interessante do design do Latitude é seu dock, que transforma o tablet em um computador. A base, além de carregar o dispositivo, também agrega três novas conexões USB, uma saída HDMI e uma entrada de rede, tornando bem prático ligar periféricos como mouse, teclado e até uma tela maior e assim conseguirmos a experiência de um “computador convencional”.

Por ser equipado com um processador Atom, com menor consumo e aquecimento, o Latitude escapa da lógica dos tablets-PCs com Windows 8 e processadores Core: chega a rivalizar com tablets iOS e Android (com CPUs ARM) em características como peso e espessura.

Performance e autonomia

O que foi vantagem no design, vira gargalo na performance. O chip Atom tem pouco aquecimento e consumo, e possibilitou o formato portátil do tablet, mas traz o efeito colateral de pouco desempenho. O principal motivo para isto é que o chip ainda é baseado na plataforma Clover Trail, com arquitetura de 32 nanômetros, instruções em 32 bits e chip gráfico PowerVR SGX 545.

filtros

Modo padrão

Rodapé

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CS5: Filtro Extrude (CPU) res.: 5182×9754

Rodapé

No uso cotidiano, não dá para dizer que seu desempenho é ruim. O Latitude tem performance mais que suficiente para atividades como abrir e-mails, navegar na internet, exibir vídeos, etc. Ou seja, em seu “modo tablet”, ele vai conseguir realizar todas as funções que esperamos deste tipo de gadget de forma satisfatória.

O problema começa quando ligamos ele a seu dock, e partimos para atividades relacionadas a produtividade, vemos que o tablet não vai muito longe, não lidando com processamento de imagens de forma ágil, por exemplo. Além da baixa performance da CPU, ela está limitada a 2GB de RAM, algo que também reduz a potência do sistema em momentos de maior demanda. Caso você ligue uma tela adicional, também precisa estar ciente que ele não vai suportar a resolução FullHD, parando mesmo no HD.

Um elemento que dá muita agilidade ao Latitude 10 é sua forma de guardar seus arquivos. Equipado com um SSD, ele consegue abrir aplicações e até mesmo fazer o boot de forma bastante rápida. O problema fica por conta dos fãs do torrent ou do uso abusivo de seus HDs: ele só possui 64 ou 128GB de armazenamento, algo dentro da média para este tipo de dispositivo.

Mas nem só problemas vem com o uso de um chip Atom, afinal outra característica vantajosa deste chip é seu baixo consumo.

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Economia de energia

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O Latitude foi capaz de ficar ativo por 9h40min quando executando atividades leves e com pouco brilho na tela, o que torna ele nosso novo campeão em autonomia, batendo inclusive o ultrabook Folio 14 e suas oito horas.

Acessórios adicionais

O Latitude possui um conjunto interessante de acessórios. Além do já mencionado dock, que é um adicional muito interessante, a Dell disponibiliza outros complementos ao aparelho, e pudemos testar alguns deles.


A caneta Wacom consegue identificar o comando antes mesmo do toque

A caneta ativa Wacom é um periférico de alta precisão, capaz de compreender comandos antes mesmo de tocar a tela com a caneta, tornando possível ações equivalentes ao “ponteiro do mouse sobre algo”. Um botão no corpo da caneta transforma seu toque no equivalente ao clique com o botão direito do mouse. Este acessório faz toda a diferença na hora de mexer com aplicações de design, mas no restante do tempo seu uso parece desnecessário, e inclusive é mais fácil navegar pelos apps com as próprias mãos, então seu custo na casa dos 100 reais só compensa mesmo para quem fará uso em aplicações gráficas.


Capa Soft-Touch Case

Outro acessório que testamos é a Soft-Touch Case, uma capa para evitar arranhões no aparelho. Ela possui um acabamento rijo na parte traseira, e um acabamento macio na parte interior e também na parte da frente. Quando a aberta, a parte frontal serve como apoio para o tablet ficar em pé sem deslizar. Neste uso em uma mesa, em pé, a capa é interessante, mas em outras situações, em que jogamos a proteção da frente para trás, ela fica meio “sobrando”, deixando o uso do Latitude um tanto estranho.

Conclusão

O Latitude 10 é um daqueles produtos que consegue tornar o conceito do Windows 8 em algo real, criando uma experiência que mescla o “mundo velho” dos computadores (o uso dos aplicativos que operam no desktop) com o “admirável mundo novo” dos tablets. Infelizmente, ele ainda não consegue entregar estas duas realidades sem perdas.

Do lado tablet, seu design e autonomia conseguiu se aproximar mais da realidade dos donos de “iPads da vida”, mas o sistema operacional Windows dá seus engasgos: apesar de eficiente em seus gestos, os apps Modern não empolgam, e a todo momento você acaba indo para o desktop (e aí o touchscreen vira um recurso muito ruim de se usar).

Quando ligamos o Latitude em seu dock, e aproveitamos suas várias conexões para transformá-lo em um computador de mesa, com direito a tela, mouse e teclado, quem acaba comprometendo parte da experiência é o fraco e desatualizado (mesmo sendo o mais recente da Intel) chip Atom Clover Trail, que vai engasgar na primeira aplicação mais exigente que você abrir.

A sensação que fica do Latitude 10 é que a Dell fez o produto certo, que “não chegou lá ainda” por conta de falhas que não são dela. Um possível “Latitude 10 2″, equipado com o chip Atom Bay Trail (que promete muito mais performance) e o sistema Windows 8.1 (mais maduro e possivelmente com melhores apps) se tornará um produto muito superior.

Prós

  • Bom design
  • Pesos e medidas que rivalizam com tablets ARM
  • Dock transforma o tablet em um PC de mesa
  • Ótima autonomia

Contras

  • Chip Atom Clover Trail não entrega muita performance
  • Windows 8 precisa de bons apps

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Comentários do YouTube em breve ficarão menos racistas, homofóbicos e confusos

Já parou para ler os comentários de algum vídeo popular no YouTube? É um jeito bem fácil e rápido de perder a fé na humanidade. É muito chorume. Você pode pegar os piores comentários dos grandes portais de notícias e não terá nada similar ao encontrado no YouTube. O pessoal de lá sabe bem disso e encontrou uma maneira de subir o nível dos comentários.

Conversações

Na forma atual como os comentários do YouTube funcionam, a última pessoa a enviar alguma coisa aparece no topo da lista de comentários. Mas este comentário não é necessariamente algo útil nem inspirador, talvez nem mesmo inteligente. Então por que mostrá-lo? O novo sistema usará algoritmos para determinar quais pessoas é mais provável que você tenha interesse em ler o que escreveu. Isso inclui comentários de amigos, do criador do vídeo, e de “personalidades populares” (celebridades, por exemplo).

E não é só isso. Atualmente, como os comentários são mostrados conforme são postados, tentar acompanhar uma conversa e descobrir quem está respondendo o que é bem complexo. O YouTube finalmente vai agrupar as conversas para facilitar na hora de saber quem está falando do que. Considerando que o Google é dono do YouTube e do Gmail – que foi quem levou as mensagens agrupadas para o grande público – é bizarro pensar que demorou tanto tempo para isso ser feito.

youtube

Conversas privadas

A nova plataforma de conversas não é feita pelo YouTube. Ela usa o Google+. E isso faz bastante sentido. Afinal, talvez você queira colocar um comentário em um vídeo que seus amigos e seguidores podem se interessar, mas não está interessado em berrar para um monte de trolls anônimos de internet. Quando você comentar algum vídeo do YouTube, terá a opção de deixar a sua mensagem pública, visível apenas para pessoas dos seus círculos ou algumas pessoas específicas que você escolher. Isso permitirá que criadores de conteúdo iniciem conversas que apenas seus fãs (ou assinantes) poderão ver.

Além disso, haverá uma espécie de cruzamento de posts entre YouTube e Google+. Se você postar um vídeo no Google+ e adicionar algum comentário sobre ele, ele vai aparecer no YouTube também. Você também poderá escolher em ter o comentário mostrado apenas no YouTube ou apenas no Google+. Muito mais controle.

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Filtros

Infelizmente, a possibilidade de comentar anonimamente no YouTube solta o que há de pior nas pessoas. Você encontra comentários racistas, sexistas, homofóbicos, ignorantes e horríveis de diversas outras formas em praticamente todo vídeo minimamente popular. Atualmente, quem envia o vídeo pode escolher entre ativar e desativar os comentários, além de ter a possibilidade de aprovar manualmente quais aparecem no vídeo. Mas grandes canais com milhões de visualizações semanais não podem moderar os comentários – e, por isso, o YouTube está adicionando filtros para facilitar as coisas.

Com eles, os criadores de conteúdo não apenas poderão determinar que pessoas sejam colocadas em listas de Aprovados ou Bloqueados (que bloqueiam automaticamente comentários de determinados usuários ou aprovam o que eles escrevem), mas também poderão adicionar palavras a uma lista de bloqueio. Comentários com essas palavras (ou outras palavras parecidas) serão enviadas para uma espécie de limbo, e os criadores poderão escolher entre descartar ou aprovar. Assim, os filtros podem evitar comentários com discursos de ódio, ou palavras como “spoiler” e “estúpido”.

Mas sabemos que esses idiotas são muito bons na hora de escrever incorretamente algumas palavras para evitar os filtros. Então vamos ver como eles vão funcionar para evitar variações. Mas, de qualquer forma, ações que reduzem a intolerância ou a idiotice na internet sempre são bem-vindas.

Disponibilidade

Os comentários com o poder do Google+ começaram a ser liberados hoje, e continuarão sendo disponibilizados durante a semana. Os filtros já estão disponíveis em canais, mas vídeos individuais ainda demorarão algum tempo para recebê-los.

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youtubeplay

05/08/2013 – Um novo recurso do YouTube pode consertar a coisa mais irritante do seu navegador

youtube2

25/06/2013 – Por dentro do plano do YouTube para acabar com a demora para carregar vídeos

YouTube está engasgando aí?

15/08/2013 – E lá vamos nós de novo: Google bloqueia app do YouTube para Windows Phone

144p

08/04/2013 – YouTube agora tem vídeos em resolução baixíssima para as conexões mais lentas

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Por dentro do processador A7 do iPhone 5S

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