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TA Plays Live: Taking Requests and Streaming iOS Games [Offline]



Man, streaming on Twitch sure is awesome. Our channel over there is growing quite a bit, and we’re (currently) the only people streaming exclusively iOS stuff on the entirety of Twitch.tv. Anyway, if you want to watch me play various iOS games this afternoon, you’ve come to the right place.

There’s a couple ways you can do it. First, just scroll down to the embedded video and chat below. Second, watch direct on Twitch by mashing this link, or last, but certainly not least, watch on your iOS device. To do that, download the Twitch.TV app [Free] and either hit this link on your device or simply search for the channel TouchArcade.

I usually stream until around 7:00 Eastern, at which point I toss the videos up on YouTube for everyone to see that missed the stream. Feel free to request games in chat, but if you’re the developer of a game you’re requesting, please identify yourself that way. Thanks in advance!

UPDATE: Thanks for watching, everyone! Here are the games we played:

  • Shadow Blade [$1.99]
  • 3D Titanic Parking Simulator [Free]
  • Yukon Warrior [Free]
  • Sky Scramble [Free]
  • Magnetized [$2.99]
  • Heroes of Order Chaos [Free]
  • Rimelands: Hammer of Thor [$4.99]
  • Dog Mind [Free]
  • Impossible Road [$1.99]
  • …and of course Flappy Bird [Free]

Stream video will be up on YouTube as soon as it is processed, in the meantime you can watch the video on Twitch here.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Primeira espaçonave a pousar em um cometa acordou após dormir por 31 meses

Rosetta – a primeira espaçonave criada pela humanidade a pousar em um cometa – está viva. Ela acabou de enviar seu primeiro sinal para o mundo após adormecer por 31 meses. Cientistas estavam ansiosos, esperando que o computador e a sonda interplanetária estivessem bem. E felizmente estão.

A sonda espacial – lançada pela Agência Espacial Europeia em 2004 – agora está totalmente ligada e segue seu caminho em direção ao seu alvo, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Agora, ela está a cerca de 807 milhões de quilômetros da Terra. Ela entrou em modo de hibernação há 31 meses para economizar energia. Quando chegar ao cometa, lançará um módulo.

original (27)

Este módulo – que você pode ver abaixo – vai estudar como o cometa é ativado conforme se aproxima do Sol.

original (26)

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The Stanley Parable

“The Stanley Parable” é um jogo de aventura e ficção interativa, com foco na exploração do cenário e na história. O problema, como diz seu próprio criador, é que a história não importa. E o game, talvez, nem possa ser considerado um jogo, por assim dizer. Mas, ainda assim, é um dos melhores dos últimos tempos. E, com certeza, é o melhor exclusivo de PC dos últimos anos.

História e Jogabilidade

O jogo conta a história de um homem chamado Stanley. Ele trabalha numa grande empresa, que conhece seus empregados por números, ao invés de seus nomes. O seu é 427. A sede dessa empresa fica num grande prédio, aparentemente normal, mas que é cercado de mistérios. A narrativa, contada no vídeo abaixo, parece ser um grande clichê, mas essa impressão acaba por aqui.

Desde o primeiro momento, a narração de Kevan Brighting já se faz presente. E, de maneira brilhante, é preciso dizer. Suas falas possuem um tom de ironia e irreverência que tornam o jogo engraçado e divertido, mas sempre de maneira inteligente. O narrador não faz apenas figuração, e se torna um personagem do jogo, que conversa frequentemente com Stanley, o personagem principal, e também com o próprio jogador, frequentemente quebrando a barreira da chamada “quarta parede”.

A jogabilidade é incrivelmente simples, e consiste apenas nos comandos de caminhar, virar a cabeça e um botão de ação. Pois é, você não pode nem pular. Mas isso não importa, pois a graça do jogo está em suas escolhas. A primeira delas, vista na imagem abaixo, é, na minha opinião, a mais interessante de todas. Isso porque essa é a primeira chance que você tem de “quebrar” a narrativa, de contrariar o narrador, e vê-lo reagir – sempre de maneira muito engraçada e irônica – às suas ações.

Dizer qualquer coisa além disso seria um grande spoiler. E eu não quero estragar a diversão de ninguém. Mas, para completar a seção, devo ressaltar que, na parte da jogabilidade, “The Stanley Parable consegue ser divertido e inovador usando apenas 4 teclas (W, A, S e D) e o botão esquerdo mouse. E, na parte da história, seu roteiro é tão intrigante (pelo mistério) quanto divertido, com destaque para atuação e falas do narrador.

Gráficos e Som

O game foi construído a partir da Source Engine, e a utiliza muito bem, alcançando gráficos que estão bem acima da média que se vê em games independentes. Tudo que se vê no jogo é muito bem construído, com texturas de boa definição e boa modelagem. O design do prédio onde se passa o game é outro destaque. Isso porque caminhar por seus corredores ocorre de maneira fluída e natural, e explorar os segredos contidos nele é sempre empolgante.

Na parte do som, é preciso destacar, mais uma vez, a dublagem de Kevan Brighting, o narrador. A interpretação é de altíssima qualidade, com entonações de ironia, raiva, tristeza e alegria (sim, o narrador sente todas essas emoções) muito bem representadas. Já a trilha sonora é discreta e aparece em poucos momentos. Mas também é de qualidade, e, sempre que é tocada, contribui bem com o clima do jogo. No começo, transmite o mistério do prédio onde se passa o game, e varia o seu estilo dependendo das ações que o jogador tomar. 

Conclusão

Uma coisa que “The Stanley Parable” faz questão de fazer é criticar jogos que apresentam narrativas completamente lineares, onde as ações do jogador em nada impactam no enredo. E mais do que isso: é um jogo que mostra como se faz e experimenta com narrativas diferenciadas.

Definitivamente podemos dizer que foi uma ótima estreia da Galactic Cafe. Afinal, “The Stanley Parable” é, provavelmente, o jogo mais divertido lançado desde “Portal 2″, pelo menos nos PCs. É um game diferente de todos já feitos, com o qual dá para rir bastante. Mas só não espere muita ação.

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Prazer, Lyndsey Scott: programadora, atriz e modelo

Algumas semanas atrás, o estereótipo do programador nerdão e do sexo masculino – uma generalização que já vai mal das pernas há um tempo -, levou um golpe. Ainda não foi o combo breaker que essa ideia ultrapassada (ruim tanto para homens quanto para mulheres) precisa levar pra ser enterrada de vez, mas já é alguma coisa: diversas publicações e sites divulgaram perfis e entrevistas com Lyndsey Scott, uma moça que, além de programadora, já trabalhou como modelo para grandes marcas, como Calvin Klein, Gucci, Louis Vuitton, Prada e Victoria Secrets.

As mulheres já deixaram de ser uma raridade na área de TI: de acordo com o PNAD 2009, as mulheres já perfazem 19% dos profissionais de TI no Brasil. Mas eu trabalhei por um tempo na área e pude ver de perto que a chegada (ou a possível chegada; até mesmo a probabilidade remota de chegada) de uma garota na equipe ainda é motivo para uma mistura de susto, comemoração e desconfiança das habilidades femininas no campo da tecnologia.

Lyndsey é formada em Ciência da Computação e Teatro e, embora seu trabalho principal seja como modelo, ela continua sendo programadora nas horas vagas. A garota é quase uma celebridade no Stack Overflow e gosta de usar o Quoraaqui você pode ler uma resposta muito legal dela sobre como é se tornar atraente. Ela tem habilidades em C++ e Java, mas a linguagem do coração dela é o Python.

Como tudo começou

A paixão de Lyndsey pela programação começou no colegial, com a criação de joguinhos numa calculadora TI-89, e avançou até a universidade. No entanto, apesar da pressão da família, Lyndsey nunca pensou em trabalhar com tecnologia em tempo integral. Ela saiu da universidade desejando se tornar atriz, mas acabou virando modelo.

Unindo o útil ao agradável, Lindsay criou um app que serve para que modelos e atores criem portfólios online a partir de uma necessidade que ela tinha: sair por aí carregando um imenso book de modelo é uma chateação. Ela também desenvolveu um aplicativo para que as pessoas possam doar dinheiro para a educação de jovens estudantes africanos. Obviamente, não faltaram pessoas pra dizer que criar aplicativos não é complexo o suficiente. Isso não é verdade, mas aqui cabe dizer que Lyndsey já mexeu com MIPS – quer coisa mais roots do que programar em Assembly?

A modelo não costuma contar ao pessoal do mundo da moda que tem uma vida dupla e não é difícil imaginar o motivo:

“A indústria [da moda] faz um esforço para reduzir a modelo e, de certa forma, simplificar as coisas. Eles várias vezes me venderam como uma pessoa mais jovem do que eu realmente sou. Eles não falariam sobre a minha educação, não falariam sobre mim… de certo modo, eu até entendo. [Nesse meio] a juventude vale mais do que a faculdade que você fez”, disse ela para o Pando Daily.

A história de Lyndsay é interessante porque balança ao menos dois arquétipos bobos de uma só vez: o do programador homem e nerd e o da modelo que não é muita coisa além de bonita, alta e magra.

Aqui no Brasil temos algumas iniciativas para aproximar as garotas do mercado de trabalhado em tecnologia:

O rodAda hacker é uma oficina de programação que auxilia garotas que desejam fazer projetos web.
O Girl Geek Dinners Brazil une garotas em jantares e happy hours para discutir tecnologia.
O Mulheres na Tecnologia é um que discute o universo dos empregos para garotas na área de TI.
O Linux Chix é uma lista de emails de garotas que usam o sistema operacional.

Felizmente, o mercado de TI está mudando aos poucos. Torçamos para que o universo de mulheres trabalhando com tecnologia não pare de aumentar: Ada Lovelace, a mãe da programação, agradece.

[Via Pando Daily e Business Insider]

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‘Battle Supremacy’ Review



Any iOS gamer worth their salt has probably heard of the Sky Gamblers series. Developer Atypical Games (makers of Cold War [$4.99] and Storm Raiders [$4.99]) has already demonstrated a penchant for good air combat titles and with their recently released Battle Supremacy [$4.99], Atypical has taken the fight to the ground with a World War II-era tank combat system. It’s a pretty good transition to the ground war and makes for a visually impressive, enjoyable action-packed game.

Focusing on the second World War, Battle Supremacy’s campaign is divided into three different theaters: Pacific, French and Russian. Each theater has several missions which all include multi-tiered objective that typically involve holding/defending an objective or advancing on a target. While the vast majority of the campaign exclusively features tank battles, a few missions also include boat and plane combat. Strangely enough, I enjoyed the missions that brought some variety in terms of vehicles and wished more included them. Supremacy’s campaign isn’t too long, but a variety of team-based modes against AI opponents add to the game’s replay ability and provide additional avenues to accumulate upgrade points. The game even tosses in a free roam mode that lets you explore the game’s large maps while experimenting with vehicles.

IMG_2029

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The gameplay, meanwhile, is straight-up tank combat with a robust leveling system built in. Finishing a level awards upgrade points which are used to level up (which unlocks newer tanks) and increase a variety of attributes ranging from armor and guns to radar and speed. Upgrades quickly become expensive, meaning that players might want to think about which tank is their vehicle of choice before pouring upgrade points into it. It’s a good, relatively simple system that focuses more on shooting and less on the consequences of getting hit.

Battle Supremacy isn’t nearly as complex as the Sky Gamblers’ series, but I think this makes it more approachable. The tank controls actually work well enough even on the iPhone’s small screen and options such as auto-aim shoulder some of the shortcomings. One side effect of Supremacy’s ‘simpler’ gameplay is the fact that the tank battles almost become a little monotonous in terms of moving and gunning. I also noticed that the various tanks you can unlock also play pretty similarly. However, the game’s multiplayer goes a long way towards adding some variety.

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Battle Supremacy’s decent campaign and impressive list of single player modes would have been good enough on its own, but I really enjoy what its online multiplayer has to offer. From a  gameplay standpoint, Supremacy’s multiplayer doesn’t offer anything you don’t see in the single player modes, but 6 v 6 team play combined with large maps, little lag and human opponents make it infinitely more satisfying. Multiplayer simply adds a lot of depth that is absent while playing with the AI. One issue I noted concerns multiplayer balance as it seems like newbies can get matched up with experienced players that have upgraded tanks. It’s a bit frustrating but it’s not as easy for one overpowered player to take over a match like it is in other games. There’s also no IAP to be found, so each player you see online had to earn their way to the tanks they use.

As is the with other Atypical titles, Battle Supremacy is no slouch when it comes to the graphics department. Boasting a visual engine that not only looks great but also includes some great touches like a (mostly) destructible environment and some cool weather effects. This actually has the potential to impact the game as opponents have a tendency to snipe amongst trees or behind walls, forcing opponents to clear the area if they want a clean shot (or serve as an early warning if you see a swath of trees come crashing down near you). A shortfall with the graphics is the presence of stuttering and a low framerate even on current generation hardware.

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With a laundry list of good modes, great visuals and a pretty decent upgrade and combat system, Battle Supremacy is simply a fun title for anyone remotely interested in tank combat. As noted above, there are a few areas for improvement, but I don’t think they detract ftoo much overall. Simply put, I highly recommend that folks pick it up.

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