Receba atualizações no seu Facebook. Basta curtir a nossa página abaixo:

 

War Always Has Casualties: ‘Game of War: Fire Age’ Switches Kate Upton With Mariah Carey



It’s a slaughter out there, apparently, as Game of War: Fire Age [Free] developer, Machine Zone, has decided to replace Kate Upton with Mariah Carey in its upcoming commercials, a move that many will find quite intriguing. For those who don’t follow the game or its commercials, Game of War: Fire Age is a F2P money-making machine that brings in about one million dollars a day. The game’s commercial for Super Bowl 2015 garnered a lot of attention both because it used one of the most popular models in the world and because it wasn’t about beer or Doritos but, rather, about a video game. According to the developer, Upton’s commercial has helped double the game’s IAP sales. In other words, Upton has helped Game of War garner media attention and also increase its revenue.

Game of WarGame of War

Knowing that the Upton-Game of War alliance was a fruitful one makes the transition from Upton to Carey even more intriguing as the two celebrities definitely represent different marketing strategies and are popular in different demographics. Mariah Carey was a huge superstar up until about a decade ago and is still very popular, especially after her stint in American Idol; however, she doesn’t appear in social media and celebrity news as often as Kate Upton does. The director in charge of the Mariah Carey commercials is the director of Terminator Genisys, and the commercial will feature music by Carey, although no word whether it will be older or newer songs. Finally, the deal is rumored to be in the seven figures, so not a bad move for Mariah Carey. What do you think of Machine Zone’s move? Will it bring more players and more revenue to the game, or was Upton a better “representative” of Game of War?

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags:

Os problemas da ferrovia de 5.000 km que a China e o Brasil querem construir

Em fins de maio, a China anunciou que pretendia apoiar a construção da Ferrovia Bioceânica para ligar Brasil e Peru, passando pela floresta Amazônica. Este seria um dos projetos financiados pelo novo fundo sino-brasileiro de US$ 50 bilhões. A ideia é reduzir os custos de exportações para a China… mas parece que isso não vai acontecer.

Segundo o Estadão, uma análise feita pela União Internacional de Ferrovias mostra que não faz o menor sentido levar produtos do Brasil para o Peru e lá embarcá-los em um navio. Afinal, é mais barato despachá-los de navio a partir daqui:

… o custo do transporte de uma tonelada de soja de Lucas do Rio Verde (MT) até Xangai, na China, sai por US$ 120,43 se a mercadoria for embarcada no porto de Santos (SP). Saindo pelo porto de Ilo, no Peru, o frete sai a US$ 166,92. Uma diferença de US$ 46,49 por tonelada.

Por que isso? Bem, o frete de Santos é quase igual ao de Ilo, no Peru – e o custo para chegar da lavoura de soja até o porto é menor.

Vale notar que isso ainda não considera os custos de fazer a ferrovia! Mesmo sem levar em conta os 3.650 km da obra, dos quais 1.000 km passam pela cordilheira dos Andes, ela parece ser inviável economicamente.

Ainda por cima, a Bioceânica pode ter um impacto ambiental enorme, pois vai atravessar pântanos, florestas e comunidades isoladas. Por enquanto, a China diz apenas que vai ficar de olho nisso. Do China Daily:

Wang Guoliang, diretor do Departamento de Gestão de Negócios Internacionais na CREEC (China Railway Eryuan Engineering Group), diz que todas as avaliações, incluindo o impacto da ferrovia sobre a conservação de espécies raras, do solo e dos recursos hídricos, e sobre as relíquias culturais e a vida dos residentes locais, serão conduzidas de acordo com as leis ambientais.

A equipe vai tentar equilibrar as exigências técnicas, a viabilidade financeira, o benefício socioeconômico e a necessidade de ser amigável ao meio ambiente através de estudos aprofundados.

A Bioceânica terá 5.000 km no total: ela vai se integrar a ferrovias já existentes no Brasil e Peru, e colocar trilhos para conectá-las. A intenção é tornar o Peru um hub central para o oceano Pacífico na América do Sul.

O governo brasileiro estima que a parte da ferrovia a ser construída no país custará R$ 40 bilhões. Trechos da Bioceânica entraram no plano de investimentos que a presidente Dilma Rousseff anunciou este mês. No projeto original, a ferrovia começa no porto de Açu (RJ), passa por MG, GO, MT, RO e AC e, de lá, segue para o Peru.

south-america-china-rail-map

via Business Insider

O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, chegou a falar em cinco anos para a construção da ferrovia. Será mesmo que a Bioceânica estará em pleno funcionamento em 2020?

Bem, é difícil acreditar. E uma coluna do jornalista Kennedy Alencar faz esse projeto parecer ainda mais distante.

Como dissemos por aqui, a China está financiando um canal transcontinental na Nicarágua para abrir novas rotas de comércio, pois o Canal do Panamá fica em um país com laços estreitos com os EUA. Sobre isso, Kennedy diz:

Ministros desconfiam que esse projeto [a ferrovia Bioceânica] possa ser usado pela China para pressionar a Nicarágua, onde há resistências ambientais e dificuldade de desapropriação de terras, a liberar a construção de um canal ligando o Mar do Caribe, no Atlântico, ao Oceano Pacífico. Ou seja, há risco de o Brasil acabar sendo usado como laranja.

Como foi um pedido da China, país que firmou acordos de cerca de US$ 50 bilhões com o Brasil no mês passado, a presidente Dilma Rousseff avaliou que não havia alternativa e colocou a obra no plano…

Talvez sejamos apenas uma pecinha em um plano maior da China, que já prometeu outros investimentos no Brasil e não cumpriu. O pior é que nem o canal da Nicarágua está indo bem: especialistas chamam o projeto de “um elefante branco”.

E agora? Bem, agora é bom relembrar o que aconteceu da última vez que o Brasil ficou ansioso por um projeto faraônico: o trem-bala entre Rio e São Paulo. A excelente reportagem “Um trem para Bangladânia” mostra todos os percalços que o projeto impossível teve em suas décadas de existência.

O trecho mais importante talvez seja este, mencionando todas as hipóteses falhas que o projeto assumiu:

Técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União) estudaram as tabelas por meses e, ao fim, constataram problemas: “erro no cálculo da despesa com energia elétrica”, “utilização incorreta da alíquota do PIS/Cofins”, “exclusão da CSLL da base de cálculo do Imposto de Renda”. Diante das incongruências, o tribunal enviou uma diligência à Valec [estatal responsável pela construção de ferrovias no Brasil] em busca de respostas.

A estatal se comprometeu em corrigir o documento e o remeteu novamente ao TCU. Técnicos abriram o arquivo e destrincharam o projeto outra vez. Dezenas de falhas foram apontadas. Ainda assim, o estudo foi aprovado com ressalvas em abril de 2007.

As ressalvas viraram nota de rodapé na imprensa, onde o projeto ganhava força como aprovado. Mas um consultor legislativo da Câmara dos Deputados trabalhava em silêncio. Eduardo Fernandez Silva é mestre em economia e conhece bem projetos de engenharia financeira como os da Italplan…

Fernandez desossou os números como um açougueiro. Após 25 páginas, o consultor abriu suas conclusões. “A viabilidade da implantação do Trem de Alta Velocidade ligando Rio de Janeiro a São Paulo depende da ocorrência de hipóteses altamente improváveis, e as afirmações em que se baseia a conclusão oposta são frágeis”.

Um dos principais problemas era a demanda de passageiros prevista no estudo, estimada em 32,6 milhões por ano pela Italplan. “Em 2006, o número total de viajantes entre Rio de Janeiro e São Paulo, por ônibus, automóvel e avião, foi de 8,4 milhões”, calculou Fernandez…

Sobre os bilhões de impostos que seriam gerados: “carece de credibilidade: não há memória de cálculo e, no resto do mundo, os trens-bala são subsidiados. Os relatórios não dizem uma palavra sequer sobre porque no Brasil será diferente”.

O prazo de construção também foi criticado. “A Itália demorou 22 anos para implantar a sua primeira linha de trem rápido e prevê, hoje, melhorias em linhas férreas existentes — de forma a adequá-las ao trem rápido — ao custo de 28,8 milhões de euros por quilômetro. O Grupo de Trabalho aceitou a informação de que o trem-bala brasileiro seria implantado em apenas sete anos. Aceitou também que a sua implantação — a partir do zero –, custaria menos de 15 milhões de euros por quilômetro”, escreveu Fernandez. “As razões pelas quais se espera que os brasileiros sejam tão mais eficientes que os italianos não foram explicitadas.”

É melhor não deixar que a história se repita. Leia a reportagem completa aqui. [Estadão e Kennedy Alencar via InfoMoney]

Foto por kattebelletje/Flickr

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


1282273803683682114

Por que uma ponte para pedestres em Londres está criando tanta polêmica


China e ATM

Primeiro caixa eletrônico que reconhece rostos vem da China e ainda roda Windows XP


1200px-Mato_Grosso_deforestation_(Pedro_Biondi)_12ago2007

China quer construir uma ferrovia de quase 5 mil quilômetros atravessando a Amazônia


World's Longest Glass Skywalk

A maior passarela de vidro suspensa do mundo vai dar calafrios em você


É possível recarregar o cérebro humano?

É possível estimular o cérebro humano para melhorá-lo?


viajante futuro

Um breve histórico dos cientistas que tentaram caçar viajantes do tempo


programador

Conselhos de um velho programador antissocial e ranzinza


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


Chrome e Firefox

Dane-se o Chrome, eu vou voltar para o Firefox


Pirâmide detonada

A pirâmide mais antiga do Egito está sendo destruída pela empresa contratada para restaurá-la


buraco

Dois novos buracos gigantes são encontrados na Sibéria, e cientistas ainda estão perplexos


1269510816511723695

A arma dos EUA que dispara pulsos eletromagnéticos no céu para destruir eletrônicos

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

Entendendo a possível parceria entre Serasa e Facebook no Brasil

Um rumor que circula desde quarta-feira diz que Facebook e Serasa vão anunciar uma parceria na qual “a rede social vai ter acesso ao vasto banco de dados da empresa de cadastro financeiro”. Dessa forma, o Facebook poderia exibir para você anúncios segmentados por renda. Isso é mesmo verdade? Não de acordo com a Serasa.

Eis o que Hilário Júnior, especialista em redes sociais e marketing digital, diz no LinkedIn:

Essa é pra deixar muito defensor da privacidade dos dados de cabelo em pé: Facebook e Serasa estão em fins de fechar uma parceria onde, até o final do ano, a rede social vai ter acesso ao vasto banco de dados da empresa de cadastro financeiro, a partir daí nós (profissionais de social media) vamos conseguir segmentar por faixa salarial os anúncios através da plataforma de anúncios da rede de Menlo Park.

Isso parece terrivelmente invasivo: o Facebook vai cruzar seus dados do Serasa para descobrir sua renda? A Serasa diz que não é o caso, e que houve uma confusão aí.

Antes de tudo: a Serasa não confirma uma parceria com o Facebook no país. Em comunicado ao Gizmodo Brasil, eles mencionam apenas que “não temos nada específico para anunciar no Brasil no momento”. O Facebook diz o mesmo.

Áreas separadas

Desde 2007, a Serasa é controlada pelo grupo britânico Experian, que trabalha com análise de crédito e consumo. E nos últimos anos, a empresa se expandiu para outras áreas.

Uma dessas áreas é a Serasa Experian Marketing Services: ela oferece estudos de mercado, traça perfis de clientes e atua em marketing digital. Ela já ofereceu serviços para uma série de empresas em diferentes segmentos, como a Ambev, Livraria Saraiva e a Rede Record.

Por telefone, a empresa diz ao Gizmodo Brasil que a Marketing Services “não tem relação com o bureau de crédito, nem com as pessoas que estão negativadas” – a parte da Serasa mais conhecida pelo público.

Não é possível nem mesmo traçar um perfil mais genérico a partir desses dados? A empresa nos diz que “não é permitido por lei trocar informações entre as áreas de crédito e de marketing” – elas precisam operar de forma independente.

“As informações utilizadas pela Serasa Experian Marketing Services não têm relação com o bureau de crédito da Serasa Experian”, diz a empresa em comunicado.

Dados e renda

No entanto, a Marketing Services possui uma base de dados própria, separada da área de crédito, com informações que incluem nome, endereço, telefone, data de nascimento, sexo, profissão, escolaridade, entre outros. É possível obtê-los se você tiver uma lista com o CPF (ou CNPJ) dos clientes. Isso faz parte do produto InfoMais:

Serasa Experian - InfoMais

Entre essas informações, está também a renda estimada. A Marketing Services talvez não saiba quanto uma pessoa ganha por mês, mas pode estimar isso através de alguns fatores: “a estimativa é realizada com base na identificação do sexo, idade, profissão, Unidade Federativa e tipo de ocupação profissional”.

Também é possível adquirir uma lista de clientes em potencial através do Lista Online. Você pode filtrar por sexo, idade, localização e – sim – renda estimada. A Marketing Services então oferece um conjunto de dados que inclui nome, CPF, endereço, data de nascimento e até 3 telefones.

Esse tipo de serviço é bem difundido: segundo a própria Marketing Services, “88% das companhias compram dados de terceiros”. No material de divulgação, ela oferece a “garantia de origem legal dos dados”. Mas como é feita essa coleta? Ao Gizmodo Brasil, a empresa explica:

A obtenção dos dados utilizados pela Serasa Experian Marketing Services acontece de várias formas, incluindo a captação direta em nossos pontos de contato, parcerias e aquisição de dados de empresas especializadas, respeitando as normas definidas nas Políticas da Serasa Experian e a legislação em vigor.

Para todos os dados adquiridos é solicitada a comprovação da fonte e origem, além de levar em conta cláusulas padrão anticorrupção e o código de conduta de fornecedores da empresa.

Facebook

Então é possível que o Facebook esteja interessado em complementar o perfil dos usuários com dados de marketing: eles podem não vir da área de crédito, mas vêm de outro lugar.

Ou talvez a parceria seja diferente: a Marketing Services lembra que Facebook e Experian trabalham juntas nos EUA na área de marketing, e isso não tem a ver com um banco de dados para cadastro financeiro.

A Experian atua com outras empresas nos EUA para “ampliar e otimizar campanhas de anúncios no Facebook”: é um intermediário entre o anunciante e a rede social.

Como dissemos, a parceria entre Facebook e Marketing Services no Brasil não foi confirmada. Mas a polêmica sobre o assunto é compreensível, e tem precedente: em 2013, a Serasa fechou um acordo com a Justiça Eleitoral que repassaria dados de 141 milhões de brasileiros; o TSE voltou atrás na decisão.

Este é o comunicado que a Serasa Experian nos enviou por e-mail:

A Experian Marketing Services é um parceiro da área de marketing do Facebook e, hoje, ajuda o mercado nos Estados Unidos a engajar com a audiência certa na rede social. No momento não há nada específico para anunciar no Brasil. A Serasa Experian já oferece serviços de marketing no país.

A Unidade de Marketing Services é uma das unidades de negócios da Serasa Experian e oferece soluções completas para entendimento, prospecção, rentabilização e fidelização de clientes. Entre elas, as melhores práticas e ferramentas tecnológicas do mercado para marketing direto, marketing analítico e marketing digital.

Alguns exemplos de produtos oferecidos são soluções de email marketing, estudos de mercado, identificação do perfil de clientes, entre outras. As informações utilizadas pela Serasa Experian Marketing Services não têm relação com o bureau de crédito da Serasa Experian.

O comunicado do Facebook segue abaixo:

Nosso objetivo é fazer com que os anúncios sejam cada vez mais relevantes e úteis paras as pessoas no Facebook. Trabalhamos com parceiros para trazer informações de forma segura à plataforma. Tomamos inúmeras precauções para garantir que os dados se mantenham seguros. Essas informações apenas permitem que eles encontrem as pessoas certas no Facebook.

O grupo Experian Marketing Services é um parceiro da área de marketing da empresa que, hoje, ajuda o mercado nos Estados Unidos a engajar com a audiência certa no Facebook. No momento não há nada específico para anunciar no Brasil, mas estamos sempre discutindo formas de ajudar pessoas e empresas a se conectarem de forma mais efetiva.

Foto por Bhupinder Nayyar/Flickr

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


Twitter em Wall Street

Twitter vai acabar com limite de 140 caracteres nas mensagens diretas


doodledraw

Facebook Messenger começa a oferecer jogos com um clone de Draw Something


WhatsApp e outros apps

A criptografia no WhatsApp não significa que todas as suas mensagens estão protegidas


Google Fotos

Google Fotos vai mudar o armazenamento de fotos assim como o Gmail mudou o e-mail


É possível recarregar o cérebro humano?

É possível estimular o cérebro humano para melhorá-lo?


viajante futuro

Um breve histórico dos cientistas que tentaram caçar viajantes do tempo


programador

Conselhos de um velho programador antissocial e ranzinza


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


Chrome e Firefox

Dane-se o Chrome, eu vou voltar para o Firefox


Pirâmide detonada

A pirâmide mais antiga do Egito está sendo destruída pela empresa contratada para restaurá-la


buraco

Dois novos buracos gigantes são encontrados na Sibéria, e cientistas ainda estão perplexos


1269510816511723695

A arma dos EUA que dispara pulsos eletromagnéticos no céu para destruir eletrônicos

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,

RPG Reload File 042



Hello, gentle readers, and welcome to the RPG Reload, the weekly feature where a single captured outpost can turn the tide of the battle. Each week, we take a look at an RPG from the App Store’s past to see how it’s doing in the here and now. It’s a chance to revisit some old favorites, reflect on the classics, or just to take a deeper dive on a game than our reviews typically allow for. I try to present a balanced plate of RPGs from week to week, but I’m always open to your suggestions if you think I’m missing anything. Simply comment below, post in the Official RPG Reload Club thread in the forums, or tweet me at @RPGReload with your recommendations or feedback. There are some changes coming up regarding the reader’s choice articles, so if there’s something you really want to see, you might want to get it in during the next month or so. You have been warned!

Photo 2015-06-11, 19 20 37Photo 2015-06-11, 19 20 37This week, we’re taking a look at Kingturn RPG [Free], part of a series of tactical strategy RPGs from developer Mangobile. The series follows kind of a weird pattern in terms of its naming and chronological ordering. The first game, and the one we’re looking at today, is called Kingturn RPG. In terms of the game’s story, this is the middle chapter of the Kingturn trilogy. It’s the third game released in this setting and story, but the first using the engine that the other two parts were eventually remade in. Are you confused yet? Maybe we should start this whole thing at the beginning, instead.

It all goes back to Ancient Empires, a fairly popular strategy game designed for feature phones. That game was developed and published in 2004 by Macrospace, one of two companies that would end up forming current mobile big dog Glu Games. It was a fantasy-flavored clone of Nintendo’s Advance Wars, pitting two sides against each other in a turn-based strategy game that centered around capturing and securing resources. While there were some light RPG elements to it, it was almost certainly hobbled by the time and place it was released. That didn’t stop many people from enjoying it, however, and one of those people was Mangobile’s founder Niels Baumann. While taking a sabbatical year in Malaysia in 2009, he passed the time on bus trips playing Ancient Empires. He played it enough to notice quite a few flaws in the game’s artificial intelligence, and was frustrated by occasional crashes. Being from an IT background, he got to wondering if he might be able to do better.

Nine months later, Baumann had created a Java ME strategy RPG called Swords Earrings – Tales Of Andaria. It was a one-man show, with the sort of graphics and music that proved it. Instead of publishing it to Java ME platforms, however, he decided to release the game on smartphones. Android came first due to its Java-friendly nature, with an iOS release following in December of 2010. The game made use of a proprietary engine, with controls that, well, looked like they were designed for a feature phone. Those controls would be replaced with a more touch-friendly set in a later update, but I fear they didn’t make a good first impression with some players. It must have connected well enough with some of them, though, because Mangobile was soon hard at work on a follow-up. In talking with Baumann in preparation for this article, he humorously mentions that he had never intended to become a game developer, and if he had known it was going to be for the long haul, he’d have chosen a better name than Mangobile. I don’t know, I think it’s easy to remember and stands out, at least.

Photo 2015-06-11, 19 20 43Photo 2015-06-11, 19 20 43The follow-up, Knighturn, came the next year. It used the same engine as the first game, extending the gameplay and serving as a prequel for the events of the first game. It also must have done well for itself, because Mangobile then decided to release a third game that would bridge the story gap between Swords Earrings and Knighturn. Baumann decided it was time for a new engine, and ended up porting everything over to Unity for the third game, titled Kingturn RPG. That game was released in April of 2013, and it proved to be a serious improvement over the other two games in the series. It was such a big improvement, in fact, that Baumann decided to redo the other two games in the new engine. Swords Earrings became the oddly-titled Kingturn Plus [Free], and Knighturn became Kingturn Underworld [Free]. By the time 2013 wrapped, the whole series was available with all of the latest improvements that came with Kingturn RPG. That’s not where it ended, but it’s where I’m going to stop for now so that we can talk about the actual game for a bit.

At first glance, Kingturn RPG is a rather plain-looking, run-of-the-mill, turn-based strategy RPG. You field an ever-increasing roster of characters in mission after mission, leveling them up, and stocking them with better gear so that they’re able to handle the challenges ahead. In between maps, you get a little story snippet for context, but apart from that, it’s just moving pieces around on a grid. Move your character next to an enemy, choose an attack or special skill, and so on. Its best qualities are not immediately apparent, and I certainly can’t blame anyone for not sticking with a game that takes a while to show its beauty. If you enjoy a good strategy game, though, I encourage you strongly to grit your teeth as hard as you must to stick it out with this series.

Photo 2015-06-11, 19 21 12Photo 2015-06-11, 19 21 12So what is the beauty of Kingturn? Well, we need only look at the genesis of Mangobile’s first game. Remember, Baumann wasn’t satisifed with the computer’s intelligence in Ancient Empires. It’s certainly no surprise, then, that the strongest element of the Kingturn series is its crafty AI. It’s extremely clever, and it behaves in ways you would expect a human player to. If you’re not careful, it will suck you into traps as often as you catch it, and its generally hard-to-predict nature makes every map a satisfying struggle. Best of all, you can select from several difficulty levels, so even players new to the genre can get an appropriate challenge. The other thing that makes the game stand out is tied up in the strong AI. While most strategy RPGs have you trying to wipe out the enemy by simply depleting every opposing unit’s HP, Kingturn more or less forces you to sweep the map one strategic location at a time.

While you may have a large roster of characters, each mission strictly limits how many you can field at once. Any characters who fall in battle can’t be used again for a number of turns, but you can shuffle someone else out of the tent to take their place. The thing is, if you’re evenly matched with the enemy or, worse, outnumbered, you’re going to have a real fight ahead of you. If only you could some how eke out a numeric advantage, you might be able to tip the scales. Of course, you can do just that in these games. The key to winning in the Kingturn series is to break your battle down to smaller skirmishes. Each enemy outpost or barracks you secure will allow you to field another fighter and your enemy to be able to field one fewer. If you can capture all of them along the way, the last part of the mission is more of a shove than anything.

Now, the enemy isn’t stupid. It’s not going to let you just march in and take a valuable square from it. If any of your characters get within sniffing range, the AI will usually park a unit on top of it. And just like you, if the enemy loses a character in battle, they can immediately field another one on their next turn. You have to press and capture in one turn, being careful not to kill any enemies you don’t need to so that fresh ones won’t spawn as you’re trying to take the base.

Photo 2015-06-11, 19 21 18Photo 2015-06-11, 19 21 18This gives the game a rather unusual tempo for a strategy RPG. I’m kind of embarrassed to admit that I didn’t notice the Advance Wars influence until Baumann mentioned Ancient Empires, because it unfolds a bit like the matches in that game. Ultimately, your units are your resources in this game, and whoever can gain the advantage in securing the majority of resources has a far better chance of winning. It certainly makes Kingturn feel like a unique experience when compared to other strategy RPGs. In most games of this type, you’re better off ganging up on a foe until they’re defeated, then moving on to the next. Here, you’ll want to wound everyone just a bit until you can make a serious grab, then mop up whoever’s remaining. With the strong AI in play, you’ll have to fight for every inch, and that’s a real thrill and a half.

If you get into Kingturn, you’ll also end up discovering its final strength. The game is positively massive in terms of mission count. Most major console strategy RPGs settle for around 25 to 35 missions. Some other mobile strategy RPGs have less than 10 missions. Kingturn RPG has 67 missions in its main campaign, along with a skirmish campaign containing another 20 or so missions. It’s a huge number, and it allows the game to take its time telling its story and parcel out new characters and abilities at a slow, steady rate. You’ll be learning new strategies tens of hours into the game, keeping it from getting too repetitive over its more than 30 hours of gameplay time. While it may not be a looker, Kingturn is probably one of the more all-around substantial strategy RPGs you can find. I found it immensely satisfying to replay, and I haven’t even touched the highest difficulty setting and/or the perma-knockout option. Perhaps next time.

Photo 2015-06-11, 19 22 09Photo 2015-06-11, 19 22 09You’ve probably already figured this out, but Mangobile isn’t the sort of developer that likes to leave the past alone. As each new game releases, the developer seems to go back and bring any new advancements to the older games. It happened again somewhat recently, in fact. Late last year, Mangobile released its latest game, Tactics Maiden [Free]. The gameplay was largely similar to the Kingturn games, with a few little twists, but the game made major strides in its UI and visuals. After releasing that game, Mangobile went back to the Kingturn games and added higher resolution graphics and fonts, improved animations for certain skills and attacks, a new overworld map, a couple of highly-appreciated tweaks to the user interface, and Dropbox support for save files. Basically, I don’t think we have to worry about Kingturn RPG being abandoned anytime soon.

Kingturn RPG is simply a great mobile strategy game. It’s well-designed for one-handed play, offers a ridiculously large amount of content portioned into small servings, and offers a fun challenge to players of a variety of levels. Better still, it manages to have a feel all its own, no mean feat in a genre that tends to slavishly worship certain templates. Though I slightly prefer Tactics Maiden, Mangobile’s efforts to keep its games current have paid dividends. You could tell me that Kingturn RPG came out last week and I wouldn’t think there was any funny business about it. Not bad for a game whose origins lie in feature phones, I’d say.

That’s just my take on Kingturn RPG, though. What do you think? Please leave your thoughts in the comments below, post in the Official RPG Reload Club thread, or tweet me at @RPGReload. I should also mention that we’re going to be answering listener questions on the next RPG Reload Podcast, so if you have anything you’d like to ask me and Eric, send those questions via the usual routes or by email. Don’t forget to mark them for the podcast, or else I’ll probably just answer them directly. As for me, I’ll be back next week with another classic RPG. Thanks for reading!

Next Week’s Reload Hint: How many times can the end of the world come, anyway?

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

Tags:

Twitter vai acabar com limite de 140 caracteres nas mensagens diretas

Hoje foi um dia bem agitado no Twitter. A empresa anunciou que Dick Costolo está deixando o posto de CEO e será substituído interinamente por Jack Dorsey. E, além disso, o limite de 140 caracteres será removido no caso das mensagens diretas.

É isso mesmo: não haverá mais a limitação de 140 caracteres para mensagens diretas enviadas por você para qualquer pessoa. Em seu blog para desenvolvedores, o Twitter sugeriu que quem usa a API do Twitter precisa se adaptar para a mudança:

“Fizemos muitas melhorias nas mensagens diretas ao longo do último ano, e temos muito mais trabalho para fazer. Uma mudança virá no mês de julho que queremos que vocês saibam agora, que é a remoção do limite de 140 caracteres nas mensagens diretas. Para fazer essa mudança o mais simples possível para vocês incluímos algumas recomendações para garantir que suas aplicações e serviços consigam lidar com essas mensagens mais longas antes de colocarmos isso no ar.”

Então em algum momento do mês que vem o Twitter vai aceitar mensagens mais longas – ao menos dentro das mensagens diretas. Será que isso indica algo para o futuro do Twitter? Matt Buchanan, ex-Gizmodo, usou a rede social para traçar um futuro apocalíptico para o Twitter:

“Remover o limite de 140 caracteres das DMs é um passo em direção à remoção disso em todos os tweets, que é quando o Twitter vai caminhar em direção à inutilidade.”

De fato, se o Twitter vier a acabar com o limite de caracteres no futuro, ele vai ficar muito mais caótico do que é hoje. Imagine que aquelas mensagens curtas e concisas serão substituídas por textões e outras coisas do tipo. Não faça isso, Twitter, por favor!

Em relação à mudança no comando, a empresa anunciou hoje que Dick Costolo vai deixar seu posto de CEO e quem assumirá interinamente no seu lugar é Jack Dorsey, cofundador da empresa, até que um novo comandante seja escolhido pela direção da empresa. Essa mudança valerá a partir do dia 1º de julho. [Twitter, New York Times]

  • RELACIONADOS
  • DESTAQUES
  • POPULARES


Facebook na tela

Entendendo a possível parceria entre Serasa e Facebook no Brasil


Facegloria

Abençoa! Faceglória é a rede social da família cristã


Usando GIFs no Facebook (3)

Facebook libera GIFs animados que rodam automaticamente no seu feed


Facebook Instant Articles (1)

O plano do Facebook para você não sair do feed de notícias começa agora


É possível recarregar o cérebro humano?

É possível estimular o cérebro humano para melhorá-lo?


viajante futuro

Um breve histórico dos cientistas que tentaram caçar viajantes do tempo


programador

Conselhos de um velho programador antissocial e ranzinza


The Fermi Paradox (1)

O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?


Chrome e Firefox

Dane-se o Chrome, eu vou voltar para o Firefox


Pirâmide detonada

A pirâmide mais antiga do Egito está sendo destruída pela empresa contratada para restaurá-la


buraco

Dois novos buracos gigantes são encontrados na Sibéria, e cientistas ainda estão perplexos


1269510816511723695

A arma dos EUA que dispara pulsos eletromagnéticos no céu para destruir eletrônicos

Publicado por: Gizmodo - Continue lendo: izmoizmododohttp://feeds.feedburner.com/gizmodobr

Tags: , ,