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Novo drone assustador consegue invadir seu smartphone pelo ar

Imagine que você está andando por aí tranquilamente, aproveitando uma bela tarde de outono enquanto busca uma rede Wi-Fi. Você ouve um zumbido, olha para cima e vê um drone. Será que ele vai tirar uma foto sua? Nada disso. Ele roubou todas as senhas preciosas do seu smartphone.

Esta é uma possibilidade real – ainda que distante. Sabemos que isso é tecnicamente possível graças a pesquisadores de segurança da Sensepoint, em Londres, que desenvolveram um software chamado Snoopy que transforma drones em ladrões de dados. Essencialmente, o Snoopy funciona em drones que buscam sinais que seu smartphone transmite quando está atrás de uma rede Wi-Fi. O drone intercepta o sinal e engana o smartphone para ele pensar que é uma rede confiável, e, assim, o Snoopy ganha acesso a todo o tipo de dados que está em seu smartphone.

E não apenas senhas. Os pesquisadores dizem que o Snoopy pode roubar número de cartões de crédito, dados de localização, e nomes de usuário. Eles conseguiram roubar credenciais da Amazon, PayPal e Yahoo com sucesso de londrinos aleatórios. A tecnologia não é muito diferente dos dispositivos do catálogo de espionagem da NSA que permitem a eles invadir redes Wi-Fi a distância. A diferença é que a NSA consegue fazer isso estando a 12km de distância, enquanto o Snoopy precisa estar a 60cm de distância.

Então o drone ladrão de dados é real, mas não é como se ele pudesse sobrevoar cidades pelo mundo agora. A Sensepoinnt realizou este projeto em nome da segurança e apresentará as descobertas durante a conferência Black Hat Asia na semana que vem. Enquanto isso, talvez seja melhor desativar o recurso de busca automática por redes Wi-Fi. Ele é claramente vulnerável. E, além de tudo, acaba com a sua bateria rapidamente. [CNN Money via ThinkProgress]

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O maior telescópio do mundo enfim se tornará realidade

Há quase cinco anos, falamos sobre o Telescópio de Trinta Metros, um megatelescópio com resolução dez vezes maior do que o Hubble. Agora, parece que o projeto, muitas vezes adiado, enfim vai virar realidade: o Havaí concordou em arrendar terreno para o telescópio, e as autoridades dizem que a construção deve começar em abril.

O Telescópio de Trinta Metros remonta à década de 90, quando a ideia foi abordada pela primeira vez por um grupo de cientistas da Califórnia (EUA). Nos anos seguintes, vieram os detalhes de um plano real: um espelho com 30 metros de diâmetro, composto por 492 fragmentos, abrigado em um observatório no topo do vulcão adormecido Mauna Kea. O telescópio faria de tudo, detectando a luz das primeiras estrelas e até buscando evidências da matéria escura.

Thirty Meter Telescope (2)Outros telescópios em Manua Kea. Imagem: Wikipédia.

Por que ele está demorando tanto? Em primeiro lugar, falta dinheiro: até então, foram gastos US$ 120 milhões no design do telescópio, feito pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), Universidade da Califórnia e Associação de Universidades Canadenses para a Pesquisa em Astronomia. E o financiamento total que eles reuniram até agora, necessário para terminar a construção, ainda não é o suficiente – o custo total é estimado em US$ 970 milhões. Eles planejam começar as obras de um jeito ou de outro.

E além disso, o telescópio foi barrado nos tribunais. Como ele estará localizado em uma área de conservação ambiental, grupos locais se uniram contra o projeto, dizendo que ela prejudica o habitat natural do wēkiu, espécie rara de inseto encontrada no Havaí. Até o contrato de arrendamento ficou preso no tribunal: o Supremo Tribunal havaiano acredita que o Conselho de Terras do estado cometeu um erro ao aprová-lo no ano passado.

Thirty Meter Telescope (3)

Mas, ao final de fevereiro, a Universidade do Havaí votou 15 a um para aprovar a concessão do telescópio, que custará US$ 1 milhão por ano nas próximas três décadas. O projeto também lançou diversas novas renderizações produzidas por Dana Berry, que acrescentou novos detalhes ao telescópio de 14 andares – como vias de acesso, e um material reflexivo que ajudará a regular a temperatura interna do dispositivo.

Tudo isso parece indicar que o telescópio está pronto para se tornar realidade, mesmo que lhe falte um orçamento completo. Isto não é incomum: projetos de longo prazo como este às vezes começam sem garantirem o financiamento total. Mas, dados os atrasos que assolaram o projeto por uma década, o telescópio pode não estar pronto até 2021 – prazo atual para sua conclusão.

Bem, nós esperamos muitos milênios para perscrutar as regiões periféricas da galáxia – o que são mais alguns anos? [TMT via DesignBoom]

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GDC 2014: A Quick Look at ‘X-Men: Battle of the Atom’

Already available on the App Store, X-Men: Battle of the Atom [Free] is one of the legit countless free to play collectable card games out there. However, it’s got some neat features that might make it worth a second look if you passed it up when it launched in mid-January. Namely, massive player versus player battles that actually require a bit of coordination and communication once you get deeper in:

I’m partial to games like SolForge [Free] when it comes to these free to play CCG’s, and with a release of Hearthstone potentially right around the corner it’s hard to get that excited for anything else… But it’s still cool to see developers mixing the formula up and including new mechanics- Especially when tied with recognizable IP.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Um gel comestível que avisa quando a comida está estragada

Pesquisadores da Universidade de Pequim, na China, criaram um gel que usa nanotecnologia para dizer se os alimentos estão ou não estragados – pode ser o fim das etiquetas com prazo de validade.

Este gel inteligente reage às condições reais de onde o produto está armazenado. Com o tamanho de um grão de milho, elas reagem à temperatura ambiente e mudam de cor para indicar o nível de deterioração do produto: quando está fresco, o gel fica vermelho. Quando começa a envelhecer, fica laranja e amarelo. Quando está estragado, fica verde.

Mas você pode se perguntar: então eu coloco um gel em um alimento para saber se ele está estragado, e, se não estiver, não posso comê-lo por causa do gel? Não é bem assim: ele é comestível, então não vai ser ruim para a sua saúde. Os pesquisadores colocaram até vitamina C no gel – então além de tudo ele vai fazer bem para você.

 

Atualmente, os testes envolvem a bactéria E. coli no leite, mas Chao Zhang, lider da pesquisa, diz que o gel pode ser adaptado para outros produtos.

No momento o processo de desenvolvimento foi patenteado na China, e os pesquisadores agora buscam parceiros para fabricá-lo. Segundo Zhang, o gel custa apenas US$ 0,002 – extremamente barato. [ACS Nano via GizMag]

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Maxrace F1 V4 Xbox One

Cerca de 1 mês depois de lançar os consoles, fabricantes como a MadCatz e a Thrustmaster anunciaram que estavam produzindo volantes para o novo console da Microsoft. Seriam exclusivos, ou seja, só funcionariam no Xbox One.

Os volantes foram lançados nos EUA com praticamente o mesmo valor do Xbox One, ou seja, caríssimos. Aqui no Brasil, o volante da Thrustmaster começou a ser vendido este mês por, pasmem, R$ 3.999,90 em lojas oficiais.

De olho em tudo isso, uma empresa chinesa chamada MaxBuy lançou um adaptador que liga os volantes da Logitech (G27, G25, MOMO e Drive Force GT) no Xbox One. Com o nome de Maxrace F1 V4 (versão 4), o aparelho também terá uma versão para PS4.

Além de ligar os volantes citados, o aparelho permite que se use um controle do PS3 e/ou Xbox 360 no Xbox One. Além disso, hoje dia 14 de março, foi lançado um update de firmware que permite usar o controle do PS4 no Xbox One.

Material de qualidade

Diferentemente de muitos adaptadores “Made in China”, em que a qualidade do material usado na fabricação é de gosto duvidoso, o Maxrace F1 V4 se destaca logo de cara por ser sólido e com uma belíssima placa de alumínio escovado na parte de cima. Ele também possui um visor digital que informa a marcha que o jogador está usando no momento, a potência do Force Feedback e ainda o grau de sensibilidade do volante.

A parte de baixo é feita com um plástico preto bastante resistente, apresentando quatro botões de configuração e duas entradas USB: uma que conecta no Xbox One com o cabo que vem no Maxrace e outra aonde o volante é ligado. Apesar de usar uma placa de alumínio relativamente grossa, o aparelho é leve, pesando apenas 129,3 gramas.

Instalação

A instalação de Maxrace F1 V4 é simples:  basta conectar e usar. Ele é totalmente Plug and Play caso você queira usar o modo padrão dele.

Caso queira usar sua própria configuração, o adaptador permite alterar praticamente tudo. Desde alternar os botões e suas funções, até controlar a sensibilidade do volante permitindo que ele vire mais ou menos, e ainda a potência do Force Feedback.

Para usar o aparelho, é necessário o cabo oficial da Microsoft que vem junto com a bateria recarregável, vendida separadamente. Ele é necessário porque o controle oficial do Xbox One tem que ser ligado ao Maxrace por alguns segundos para que ele detecte as funções do controlador. Devido a mudança do conector do controle, é obrigatório o uso desse cabo.

Para o Maxrace F1 V4 funcionar, a primeira coisa que se deve fazer é ligar ele ao Xbox One, preferencialmente na saída USB lateral do console. Uma vez conectado, o jogador deve ligar o cabo da Microsoft ao controle e depois no Maxrace. O ideal é desligar o controle antes de conectar ao adaptador porque a luz branca do controle é o aviso de que tudo foi feito corretamente: se acender, é porque está tudo perfeito.

Se conectar o controle com ele ligado, a luz branca já estará acesa, e assim o usuário não saberá se tudo foi feito corretamente ou não, apesar de funcionar.

Depois que a luz do controle acender, ele já pode ser desconectado sem problemas porque nesse ponto o Maxrace F1 V4 já terá adquirido todas as configurações do controle. Após isso, deve-se ligar o cabo USB do volante ao Maxrace e ele já estará pronto para ser usado. Vale lembrar que isso pode ser feito até dentro do jogo sem nenhum problema. Esse procedimento é o mesmo quando for usar um controle do PS3, PS4 ou Xbox 360 no Xbox One.

Afinal, funciona?

A resposta para esta pergunta é SIM. Por incrível que pareça, usar um volante como o G27 (o Top de linha da Logitech) através do Maxrace F1 V4 no Xbox One, não fica devendo em nada a qualquer outro jogo, seja no PC ou PS3. Praticamente tudo no volante funciona. Pode ser usado até o câmbio H para troca de marcha, incluindo o uso de embreagem caso o usuário assim deseje.

Como o G27 (usado nos testes) possui muito mais botões do que um controle normal, os botões vermelhos do volante (três de cada lado) usam uma mesma função, ou seja, os três da esquerda usam a função do LB e os três da direita, o RB. Mesmo assim, o jogador pode alterar as funções deles, sempre lembrando que os três de cada lado sempre terá a mesma função estabelecida pelo usuário.

Há quatro botões na parte frontal de baixo do Maxrace F1 V4. Os dois da esquerda servem apenas para aumentar e diminuir os parâmetros. Os da direita são os que podem programar o aparelho, alternando os tais parâmetros.

Os parâmetros são três: marcha, Force Feedback e sensibilidade. A marcha serve para o usuário reprogramar cada uma delas ao seu gosto, em um processo um pouco complicado. O Force Feedback serve para alterar a potência dele, que varia de 1 até 5. Já a sensibilidade serve para alterar a relação entre o volante real e o volante do carro na tela, deixando mais preciso o uso dele e alterando o quando de rotação será necessário para se fazer uma curva.

Os parâmetros citados podem ser alternados com o botão M, e assim com os botões da esquerda o usuário aumenta ou diminui à seu gosto. Esse botão M serve também para alternar se o jogador quer câmbio manual ou automático, que ao meu ver não tem muita utilidade. O último botão da direita é o P que serve para programar qualquer botão do volante ao gosto do usuário.

Questão dos “lags

Quando se usa um adaptador desse tipo em um console, a primeira coisa que se imagina é ter um lag horrível a ponto de atrapalhar mais do que ajudar. E a fama desses aparelhos não são boas, porque versões para Xbox 360, que já existem há bastante tempo, possui um lag bastante perceptível que até interfere na jogabilidade. Ou seja, esses aparelhos serviriam apenas como um quebra galho.

A nova versão para o Xbox One, Maxrace F1 V4, traz melhorias significativas principalmente na questão do lag. É quase imperceptível à ponto da pessoa nem se lembrar que está usando um “adaptador”. Eu diria que 95% do lag foi amenizado. Por outro lado, jogos da franquia “Forza Motorsport” sofrem com o sincronismo da rotação do volante do carro na tela com a curvatura das rodas.

Eu explico: eu tenho dois volantes da Thrustmaster para Xbox 360, um com e outro sem Force Feedback. Em ambos, a rotação que você faz no seu volante é sempre diferente da rotação que é feita no volante do jogo. É como se tivesse um pequeno delay tanto no “Forza Motorsport 4″ quanto no “Forza Horizon”. Por outro lado, o controle do carro é preciso e sem lag algum, ou seja, não afeta a jogabilidade. Isso leva a crer que os jogos da franquia foram feitos para uso de um controle comum, ou um volante extremamente básico. Principalmente porque no “Project Gotham Racing 4″, jogo feito para o lançamento do Xbox 360, isso não acontece.

Depois de explicado o assunto, fica claro que esse “delay” é do jogo e não do volante ou adaptador. Tanto que se o usuário correr com a câmera em cima do capô do carro, a sensação é única e o controle do carro é total.

Force Feedback e sensibilidade

Apesar de possuir Force Feedback, a sensação que ele provoca é diferente de qualquer outro jogo. Claro, o volante treme ao passar por uma zebra, por exemplo. Mas a ideia que passa é que o FF é o usado no controle do Xbox One, que inovou por ter gatilhos com motores separados. Ou seja, ao trocar de marcha, o volante vibra forte em uma fração de segundo como se fosse um gatilho. Mesma coisa com o freio. Depois que se acostuma, fica bem interessante.

Os níveis de potência do FF variam de 1 à 5. Eles são bem diferentes um dos outros, sendo quase impossível usar no nível 4 e 5, devido a força que o volante faz. Então aconselho a deixar no 2 ou 3. Outra configuração alterável é a questão da sensibilidade do volante, ou seja, o quanto o jogador vai ter que virar o volante ao fazer uma curva. Os níveis vão de 1 à 5, e aqui uso o 2. Níveis mais altos faz com que apenas um toquinho no volante seja suficiente para o carro já virar todo.

Nos testes realizados, o volante rotacionou entre 90 e 120 graus para cada lado (dependendo da configuração do “Forza Motorsport 5″ – com ajuda, normal ou simulador), dando um total de ate 240 graus. A MaxBuy mandou um vídeo mostrando como se liga o aparelho e o seu uso com sensibilidade mais alta, e nesse vídeo a rotação está maior do que aqui. Provavelmente há como alterar isso, mas eu ainda não descobri.

Conclusão

Maxrace F1 V4 é praticamente fundamental para os amantes de corrida no Xbox One. O seu uso é extremamente fácil, o manuseio é simples (a não ser que queira reprogramar os comandos), o Force Feedback é bom e praticamente não há lag.

Pode-se regular ao gosto do freguês tanto a potência do Force Feedback quanto a sensibilidade do volante, além do uso do câmbio H ser perfeito e preciso. Mas ele só serve para corrida??? Não! Ele serve para ligar um controle do Playstation 3 ou do Xbox 360 no Xbox One. Ideal para jogar com um amigo, caso não tenha outro controle oficial.

Se já não bastasse, ele permite fazer upgrade de firmware através do PC, e hoje a fabricante lançou um novo Firmware versão 2.0 que permite o uso do controle do Playstation 4 no Xbox One.

Prós

  • Ótimo acabamento
  • Fácil de usar
  • Possui Force Feedback ajustável
  • Praticamente sem lags
  • Totalmente personalizável
  • Atualizável com update de firmware

Contras

  • Não é vendido de forma oficial no Brasil
  • Programar nele é bem complicado
  • Podia vir o cabo que o liga no controle do Xbox One
  • A caixa poderia ser melhor apresentável

OBS: Os testes foram feitos usando o volante G27 da Logitech, como determina o uso do aparelho. Hoje, testei novamente nos volantes da Thrustmaster para Xbox 360, e em todos eles o teste foi um sucesso, funcionando 100% perfeito.

Vale lembrar que antes da atualização do Firmware, eles não funcionavam.

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

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