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Call of Duty: Advanced Warfare

Call of Duty: Advanced Warfare” finalmente chegou e dessa vez entrou com tudo na nova geração de vídeo games. A começar pela engine gráfica que é totalmente nova, otimizada e explora todos os atuais recursos gráficos das VGAs. O jogo é o mais bonito de toda franquia e a ótima performance é o diferencial.

Diferentemente dos games anteriores, cada missão do novo COD tem sempre um momento épico a tal ponto que fica difícil escolher qual o melhor. A jogabilidade é frenética, por vezes de tirar o fôlego, e prende a atenção do jogador até o fim, principalmente com a pergunta: “o que os produtores vão inventar agora?”.

O jogo possui 15 fases espalhadas em várias partes do mundo, mais duas extras – o que dá cerca de oito horas jogando no modo normal. Há ainda o modo multiplayer e o cooperativo Exo Survival.


Ator hollywoodiano é o destaque

O jogo se passa em 2054 quando a KVA, uma organização terrorista, ataca vários pontos do planeta destruindo simultaneamente vários reatores nucleares, incluindo o dos Estados Unidos. A ideia é enfraquecer os principais países nos cinco continentes para que eles não tenham forças para lutar contra o grupo. Com isso, alguns países conseguiram se unir e criaram um tipo de programa chamado de “Corporações Militares Particulares” (PMC), com o intuito de terceirizar para empresas particulares as Forças Armadas de cada país.

A maior dessas corporações é a Atlas, a companhia privada mais poderosa do mundo que constrói armamentos poderosos e avançados. O CEO e fundador da empresa é Jonathan Irons, interpretado pelo ator Kevin Spacey.

O jogador encarna o US Marine Jack Mitchell, que teve seu braço decepado em uma missão na Coreia do Sul, a primeira do game; e que, após isso, se junta a Atlas depois de ser convidado por Iron.

Uma curiosidade: Jack Mitchell é interpretado pelo ator Troy Baker que já “emprestou” sua voz e rosto para vários games como “Far Cry 4″, “Middle-earth: Shadow of Mordor”, “Metal Gear Solid V”, “Batman” e “Infamous”, dentre vários outros.

Não tem muito o que detalhar da história, senão acaba virando spoiler, até porque no final da primeira missão há uma acontecimento importante que envolve todos os personagens do game e é onde realmente tudo se inicia.

Em todo caso, a grande sacada foi convidar o ator Kevin Spacey para participar do game, porque a história em geral é bastante previsível. Foi bem fácil descobrir tudo antes mesmo da metade do jogo, o que causa uma cerca frustração.


Parafernálias tecnológicas

Advanced Warfare traz várias mudanças na jogabilidade em relação aos games anteriores. À começar pelo HUD onde saem os elementos tradicionais da franquia – vida e munição, dentre outras coisas – e entra um visor holográfico que fica por cima de cada arma, variando de acordo com qual se usa no momento. É uma mudança sutil, mas interessante.

Outro destaque na jogabilidade é a inclusão do Exoesqueleto, que muda as funções de acordo com a missão. Lembra bastante games como Crysis e Titanfall, onde o jogador pode usar diversos “poderes” sobre-humanos como ficar invisível, aumentar a força, atirar através de paredes, escalar, dar longos saltos e até criar uma espécie de escudo para se proteger de um ataque mais pesado. Lembrando que esses “poderes” são pré-determinados antes de cada missão, não sendo possível o jogador escolher qual quer usar.

Com ou sem o Exoesqueleto, Advanced Warfare traz a jogabilidade mais desafiadora de toda a franquia. Não é necessariamente a mais difícil, mas sim a mais frenética. Em quase todas as missões, acontece algo surreal e cinematográfico que faz com que o jogador queira saber o que estará por vir. O que estraga é a última missão: ela não segue a linha das anteriores, ou seja, é simples demais para um final de jogo. Poderia ser épica, mas acaba se tornando banal, curta e sem graça. Totalmente frustrante.

O jogo mantém algumas características da franquia como uso de veículos – tanto aéreos quanto terrestres – e a jogabilidade rápida e ágil, sempre contando com a ajuda dos companheiros.

COD Advanced Warfare possi vários equipamentos “futurísticos”, afinal o jogo se passa em 2054. Dentre eles há um bem interessante, onde o jogador pode enxergar e matar inimigos através de paredes. Outro que chama a atenção é a espécie de mina usada para abrir buracos em tetos que, além de explodir, ela elimina o som do local usando uma frequência específica que anula qualquer tipo de ruído. O grande problema é que o jogador não tem a liberdade de usar esses apetrechos tecnológicos. Tudo é pré-determinado e já pronto para ser usado.


Multiplayer interessante mas vazio

Usar o Exoesqueleto no modo história é interessante, apesar de limitado. Mas nos modos Multiplayer a coisa muda. Aqui os jogadores podem escolher vários tipos de acessórios que os complementam, conforme vai subindo de rank.

Há onze modos normais de jogo competitivo, que são: Team Deathmatch, Domination, Kill Confirmed, Uplink, Momentum, Hardpoint, Searh and Destroy, Search and rescue, Capture de Flag, Free-for-all e o Ground War. Além desses há mais dois bônus que são Infected e Atlas Gorge. A variação de mapas também é interessante, totalizando treze: Ascend, Bio Lab, Comeback, Defender, Detroit, Greenband, Horizon, Instinct, Recovery, Retreat, Riot, Solar e Terrace.

Os únicos modos testados foram o Team Deathmatch e Free-For-All, já que os outros estão literalmente vazios e a busca não acha nenhum jogo disponível. Uma pena.

Já o modo cooperativo, chamado de Exo Survival, está sempre lotado e é fácil achar servidores disponíveis. Esse é o clássico modo baseado em ondas de inimigos que atacam de tempos em tempos, mas com a novidade do uso das parafernálias tecnológicas, incluindo um Mechwarrior difícil de ser abatido pelos inimigos.

Independentemente de usar ou não o Mech, esse modo cooperativo é fácil demais. Inclusive, era possível ouvir os jogadores reclamando em todas as partidas, falando que estava ficando chato por ser fácil e as hordas de inimigos serem pequenas.

Apesar de ter vários modos que parecem interessantes, o multiplayer de Advanced Warfare carece de mais cuidados, principalmente no balanceamento do cooperativo para que o jogo fique mais desafiador.


Visual magnífico e otimizado

A contrário do game anterior – “COD: Ghosts” -, a primeira coisa que se observa ao rodar Advanced Warfare é a sua incrível otimização. É importante salientar que a produtora é a Sledgehammer Games, praticamente uma novata na franquia – antes ela havia feito apenas alguns mapas multiplayer para o “CoD: Modern Warfare 3″, de 2012.

A produtora soube usar o que há de mais moderno em tecnologia gráfica sem prejudicar a performance do game, inclusive em PCs mais modestos. Realmente é impecável o trabalho feito usando uma nova engine (Diferente de Ghosts onde a otimização era sofrível). Advanced Warfare chega a rodar com o dobro de frames.

Ainda apoiando o trabalho da Sledgehammer Games, eles usaram uma tecnologia que recria meticulosamente cada rosto dos personagens, incluindo as reações emocionais e a sincronia labial. Essa tecnologia faz parecer que o jogo inteiro é uma Live Action, onde os personagens são interpretados por atores reais.

Até então a melhor expressão facial em um game era as de L.A. Noire da Rockstar, que usava imagens filmadas dos rostos dos atores reais em cada personagem. Era realmente revolucionário. Mas, em Advanced Warfare, a produtora recriou as faces usando tecnologia gráfica; ou seja, não é uma filmagem real mas uma captura de movimentos com posterior renderização.

A franquia “Call of Duty” sempre foi marcada por gráficos bonitos em um plano geral, mas de perto era sofrível, sem muita definição e cuidado com os detalhes – até mesmo no game do ano passado que já era voltado para nova geração. Em Advanced Warfare a coisa mudou totalmente. Grande parte do jogo é em altíssima definição, tanto na criação e na variedade de objetos, quanto na qualidade das texturas. A diferença é realmente grande, e agora dá gosto observar cada pedaço do cenário.


Sem legendas e dublagens brasileiras

O grande destaque da franquia sempre foi o áudio, e “Advanced Warfare” não foge a regra. É realmente um espetáculo à parte o som do tiroteio, explosões, efeitos sonoros e etc. Se usar um sistema potente, se prepare para a reclamação dos vizinhos. A sensação é algo fora do comum.

Na análise foi usado um sistema 5.1 da Logitech, o Z906 de 500 Watts, e a qualidade dos efeitos sonoros assustam as pessoas a sua volta devido ao realismo. Desde o som de um simples tiro de pistola, até uma explosão seguido de um desabamento monumental, a sensação é que de que você realmente está naquele lugar. A distribuição do som no sistema 5.1 funciona de modo exemplar, criando uma ambientação a ponto de você olhar para trás achando que tem alguém ou que caiu alguma coisa no chão em outro cômodo da sua casa. Realmente impressionante!

Apesar dessa qualidade toda, novamente o PC foi boicotado pela Activision ao não trazer dublagem nem legendas em português do Brasil, ao contrário da versão para PS4 e Xbox One onde a localização é completa, incluindo dublagem. O lado bom é que a dublagem em inglês é sincronizada com perfeição com cada personagem, e isso aumenta o realismo, inclusive com as vozes reais dos atores, como é o caso de Kevin Spacey.


Conclusão

“Call of Duty: Advanced Warfare” chegou para tentar se livrar da mesmice da franquia que paira há alguns anos. Obviamente que não há muito do que fugir no geral, mas Advanced traz algumas novidades que funcionam e agradam. Entre elas é o uso do Exoesqueleto, que apesar de não ser tão interativa, é bem interessante, principalmente no modo Multiplayer.

As últimas versões da franquia para PC sempre sofreram do mesmo problema: ser um port dos consoles com os quesitos gráficos e sua perfomance razoáveis. Advanced Warfare quer mudar essa ideia. O jogo é o mais bonito de toda a série e um dos que tem melhor performance; ou seja, foi totalmente pensado para o PC. E isso agradou em cheio.

Se você gosta de jogos de FPS com ação frenética e cinematográfica, “Call of Duty: Advanced Warfare” é o jogo perfeito para você.

Prós

  • Visual espetacular
  • Excelente otimização
  • Belíssimas cenas de corte
  • Vários momentos épicos
  • Exoesqueleto torna o gameplay interessante
  • Kevin Spacey!

Contras

  • Ainda continua curto para um game desse porte
  • Modo cooperativo muito fácil
  • Sem legendas e dublagens em Português do Brasil

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Usinas para “fazer” água nas marginais, uma ideia para combater a crise hídrica

Em meio à maior crise hídrica da história, uma ideia inusitada pode ajudar o abastecimento de água em São Paulo. O engenheiro Pedro Ricardo Paulino, criador da Wateair –uma máquina que “faz” água condensando a umidade do ar– apresentou ao Governo do Estado uma proposta de construção de mini-usinas similares aos equipamentos nas marginais dos rios Tietê e Pinheiros.

A Wateair é uma máquina patenteada por Paulino em 2010. Ela aspira o ar usando turbinas e condensa as moléculas de água. Depois, um sistema de filtros e raios ultravioleta purifica a água e adiciona sais minerais. Por fim, o líquido pronto para consumo é armazenado num reservatório. As mini-usinas propostas seriam versões em larga escala das máquinas.

Esquema mostra as etapas da fabricação de água da Wateair

Paulino diz que é possível construir 20 destas usinas nas marginais, onde a umidade do ar é maior. Cada uma delas poderia, segundo o engenheiro, gerar 2 milhões de litros de água por dia — pode parecer muito, mas isto seria suficiente para abastecer apenas 12.422 pessoas, levando em conta dados da Sabesp. “O objetivo não é suprir completamente o abastecimento, mas criar opções para que as represas não sejam a única fonte”, disse Paulino à Folha.

O valor do projeto ainda é incerto, já que uma usina deste tamanho nunca foi construída. As máquinas Wateair custam entre R$7.000 (a menor, que produz 30 litros de água por dia) e R$350 mil (a maior, que faz até 5 mil litros por dia).

Além disso, há o custo com energia: o criador diz que cada litro custa R$0,17 centavos, dinheiro gasto em eletricidade. No projeto das mini-usinas, estão previstas placas de energia solar para ajudar no fornecimento de energia. [Folha de S.Paulo]

 

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‘Day of the Viking’ is Adult Swim Games’ Latest Title, Releasing Thursday

Adult Swim Games’ latest title is coming out on Thursday, Day of the Viking. Developed by Vorax Studios, this is a castle defense game that has a touch of fast-paced action to it. Vikings are invading, because that’s just what they do. Players must fire of a barrage of arrows, with a rock catapult to help fend off large waves of enemies. Coins get dropped while playing, with a particular challenge to try and collect them, as there’s a coin collector unit that is scared off by enemy contact, so getting coins far away from the castle will require some smart shooting. There’s a number of different level layouts, so levels on a hilltop? Ready them rocks.

There is an upgrade system to make arrows more plentiful and powerful, along with more powerful rock slingshots and better runners. There’s a total of 80 levels, along with an endless mode. While there’s plenty of castle defense games out there, it feels like it’s been a while since one, and Adult Swim usually publishes good enough games that even the skeptical might want to keep an eye on this one when it releases on Thursday.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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