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As 10 melhores cenas em câmera lenta de todos os tempos

Um dos motivos para os filmes serem bem mais legais do que a vida real são as cenas em câmera lenta. O CineFix fez uma lista com as 10 melhores sequências em slow motion de todos os tempos (na opinião deles, obviamente).

A lista está cheia de tiros, carros subindo rampas, personagens olhando em direção à câmera, cenas de luta, cenas de medo e muito mais. Eis o top 10:

  • Matrix (1999)
  • Dredd (2012)
  • Watchmen (2009)
  • Zumbilândia (2009)
  • Cães de Aluguel (1992)
  • Fervura Máxima (1992)
  • O Iluminado (1980)
  • Olympia (1938)
  • Drive (2001)
  • Guerra ao Terror (2008)

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Motorola Moto G (2ª Geração)

A segunda geração do Moto G chega com a missão de manter o alto nível de qualidade e o preço competitivo apresentado no Moto G original, um dos aparelhos mais bem avaliados por aqui no Adrenaline. O novo Moto G chega com pequenas mudanças no design em relação ao primeiro modelo, sendo que a novidade mais marcante é a nova tela, agora com 5 polegadas.




Moto G (2013)


Moto G (2014)


Zenfone 5

Snapdragon 400, quad-core, 1.2GHz
Snapdragon 400, quad-core, 1.2GHz
Atom Z2560, dual-core 1.6GHz

Adreno 305
Adreno  305
PowerVR SGX544MP2

8GB (interna)
(4G adicionou microSD)
8/16GB (interna) + 64GB (microSD)
8GB (interna)+
64GB (microSD)

1GB
1GB
2GB

Android 4.3
(com upgrade para 4.4.4)
Android 4.4.4
Android 4.3
(com upgrade para 4.4.2)

Traseira 5MP /
Frontal 1.3MP
Traseira 8MP/
Frontal 2MP

Traseira 8MP/
Frontal 2MP

4.5″ LCD
720×1280
5″ IPS LCD
720×1280
5″ IPS LCD
720 x 1280

129.9 x 65.9 x
11.6 mm
141.5 x 70.7 x
11 mm
148.2 x 72.8 x 5.5~10.3 mm

143g
149g
145g

Li-Ion 2070 mAh
Li-Ion 2070 mAh

Li-Ion 2110 mAh





Dois chips SIM




R$ 649

R$ 799

Não definido

Maior não é necessariamente melhor

Apesar das discretas mudanças no hardware, a diferença no design é bem evidente em relação ao modelo do ano passado. Por conta da tela maior, agora de 5 polegadas, o Moto G de segunda geração traz mudanças interessantes na usabilidade, várias bem positivas e outras nem tanto.


A tela maior mostra a que veio no consumo de mídias. Assistir vídeos é muito melhor no novo aparelho, por conta da tela mais ampla e por ter mantido o nível de qualidade do display do modelo anterior,  com ótimas cores, contrastes e a resolução HD. Nestes momentos, outra mudança no projeto do Moto G se mostra muito acertada: as caixas de som na parte frontal, como no Moto E. Esta mudança de posição melhora muito o áudio, evitando que ele seja abafado por suas mãos – comum em aparelhos com a caixa de som na parte traseira – ao mesmo tempo que direciona melhor o som.

Mesmo ter uma resolução de tela maior que a modelo anterior, o celular está mais confortável de usar – graças a sua tela maior. Especialmente quando falamos da navegação pela web, de games e no uso dos aplicativos, Apesar da densidade de pixels ser menor, a resolução HD ainda é suficiente para que as imagens sejam exibidas com uma ótima qualidade neste display de 5″. O recurso de televisão digital é uma ótima adição, afinal temos aqui uma ótima tela, pronta para ter mais um ótimo uso.

Motorola Moto G (2ª Geração)

 

Mas não dá para aumentar o aparelho sem trazer um problema: este modelo é maior e mais “desengonçado” que o Moto G de 2013. Para quem possui uma “mão grande”, o tamanho e formato curvado encaixa perfeitamente. Mas não é qualquer um que usa este aparelho de forma confortável, com apenas uma mão. Neste aspecto, o Moto G anterior era um modelo mais vantajoso para quem quer um smartphone compacto e fácil de ser manuseado e transportado, por estar localizado na confortável área das 4.5 polegadas de tela.

O acabamento do Moto G segue excelente, com um ótimo encaixe da tampa traseira (que pode ser trocada por estilos mais coloridos), e traz uma ergonomia bem encaixada na mão. Meu único porém são os botões das laterais, feitos de plástico e com aparente folga, que parecem ser de menor qualidade do que os presentes no modelo anterior. A Motorola também optou por não deixar remover a bateria, 

Moto G segue sendo o Moto G

Não foi só na tela que o Moto G manteve sua qualidade. Outro ponto básico da qualidade de uso do Android foi mantido: a ótima performance. Equipado com basicamente os mesmos componentes do smartphone anterior, ele apresenta praticamente a mesma performance, com leves melhorias – que possivelmente são resultado da versão mais recente do sistema operacional (o Moto G 2013 de nosso benchmark estava com o 4.3).

filtros

Modo padrão

Rodapé

filtros

Modo Padrão

Rodapé

filtros

Ice Storm Unlimited

Rodapé

Considerando apenas a pontuação, os benchmarks dos Moto Gs não impressionam, ficando ali pela altura dos aparelho do segmento entrada/intermediário. Na grande maioria dos usos, esta performance é mais que o suficiente, rodando de forma ágil os aplicativos, lidando bem com o multitarefa e trazendo uma experiência de uso com o Android muito fluída.

Este gargalo se faz sentir em momentos específicos: nos games. A Adreno 305 é um chip gráfico com desempenho intermediário, e a performance é suficiente para a maioria dos jogos. Algumas franquias mais pesadas pode não ter um resultado excepcional, mas será difícil você não conseguir jogar alguma coisa. Vídeos em alta resolução, felizmente, rodam sem problema algum.

Câmera melhorada

Além do novo display e design, uma das poucas modificações adicionais neste modelo é a câmera, que agora foi de 5 MP para 8 MP.


Moto G vs Moto G 2ª geração


Lumia 925 vs Moto G 2ª geração

É sempre bom lembrar que mais megapixels não quer dizer fotos melhores. No novo Moto G, além do aumento na resolução das fotos, houve melhorias nas imagens capturadas. Apesar da evolução, algumas fotos trazem os problemas do modelo anterior, como muita granulação e, principalmente em situações de baixa luminosidade, fotos pouco interessantes. Ainda assim, há evoluções notáveis entre as câmeras do Moto G geração 2013 e 2014, principalmente nas cores e na definição da imagem.

Em vídeos, a câmera está restrita a resolução HD, o que não é impressionante mas vai servir para alguma eventual gravação. A qualidade de imagem é mais ou menos o que vemos nas fotos: boa em situações adequadas de luz, e com granulação bastante evidente em locais menos iluminados. Também tem o recurso de gravação em slow motion, bacana para cenas com muito movimento.

Autonomia e customizações

Com a mesma bateria e uma tela maior, a primeira preocupação com este modelo se torna sua autonomia. E, infelizmente, as preocupações tem fundamento. A bateria do Moto G de segunda geração consegue segurar o aparelho, com uso relativamente intenso, por um dia apenas. Quem abusa das multimídias e de games pode ficar sem energia antes do final de um dia. Com mais moderação, dá para chegar ao final do segundo dia, mas é preciso pegar leve no uso de aplicações e ativar recursos de economia de energia. Caso contrário, passar uma noite sem carregar o dispositivo é correr o risco de ficar sem celular.



Apps discretos e praticamente nenhuma modificação no Android

Nas modificações do sistema e apps proprietários, a Motorola manteve a filosofia do modelo anterior: o Android está praticamente sem modificações. Para os “puristas” do sistema, esta é uma notícia excelente. Afinal, muitas vezes as fabricantes acabam atrapalhando do que ajudando quando decidem fazer seus excre incrementos no Android. Da Motorola, temos apenas alguns apps bem pontuais para migrar seus dados de outro dispositivo da empresa, e o Assist, que automatiza algumas funções do celular em situações como na direção ou em uma reunião, como enviar resposta por SMS automatizadas ou ler em voz alta novas mensagens.

Conclusão

Apesar de algumas diferenças, não se engane: este é o Moto G que tanto gostamos em 2013. Tanto performance e qualidade de tela, quanto a base da experiência sólida deste modelo seguem sem perdas. A tela maior tirou um pouco da portabilidade, mas em contrapartida transformou o Moto G de segunda geração em um modelo excepcional para o consumo de multimídias, e mais confortável para navegar na internet e apps.

O Moto G não está entre os aparelhos mais baratos, se colocando na casa dos 700 reais. Mas seu preço é mais que justificado pela excelente experiência de uso, que o colocam no nível dos topo de linha em quesitos como fluidez e qualidade do display. Este smartphone segue com apenas uma restrição, típica dos aparelhos mais baratos e a mesma cina do modelo 2013: uma câmera. Ainda assim, o modelo anterior tinha uma câmera ruim, portanto, esta regular no novo modelo não deixa de ser uma evolução.

O Moto G não está entre os mais baratos do mundo Android, sendo que existem outros que chegam na casa dos 300 reais. Porém, a grande maioria destes smartphones estão na categoria do “barato que sai caro”, com hardware e recursos limitados demais para valer a pena a economia. O Moto G desta geração ainda representa o mesmo tipo de produto que o Moto G de 2013: o modelo que mais soube cortar em especificações, mantendo um nível de qualidade próximo dos topo de linha, representando assim um custo x benefício imbatível.

O único contra deste modelo, comparado ao 2013, é o tamanho. A tela maior é mais confortável para uso, especialmente com aplicativos e multimídias. Porém, esta crescida torna ele mais difícil de ser manuseado, e não é todos que conseguirão usá-lo com apenas uma mão de forma eficiente. Nestes casos, e para aqueles que preferem a portabilidade dos modelos na casa das 4.5″, o Moto G 2013 é um produto mais interessante, e que sairá de linha assim que acabarem os estoques. Será uma pena se a Motorola não trouxer algum substituto, ocupando este segmento de telas mais compactas – sem ser o Moto E, que não consegue manter o nível do Moto G.

Prós

  • Experiência fluída do Android
  • Tela excelente
  • Ótimos acabamentos

 

Contras

  • Menos portátil que o Moto G anterior
  • Duração da bateria

 

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

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Objetos mudam de forma sozinhos com madeira e fibra de carbono feitos em impressora 3D

No geral, objetos de madeira e fibra de carbono são sólidos e inertes. Eles não se dobram ou enrolam – ou, pelo menos, não deveriam. Mas pesquisadores do MIT criaram madeira e fibra de carbono especialmente concebidos para serem dinâmicos.

No Self-Assembly Lab do MIT, uma equipe de pesquisadores vem usando impressão 3D para produzir materiais que se transformam em formas pré-programadas ​​com calor ou água.

O laboratório é liderado por Skylar Tibbits, um dos pioneiros da impressão 4D: trata-se de objetos que podem se transformar ao longo do tempo e, em alguns casos, se montar sozinhos.

Isso nos faz imaginar móveis de madeira que se montam sozinhos, ou fibras de carbono que se transformam com a temperatura. Mas como isso é possível? Para explicar isso, a Fast Company faz uma comparação bacana com bacon.

O bacon forma curvas à medida que cozinha porque a faixa de carne magra perde água e diminui mais rapidamente do que a faixa de gordura. De forma semelhante, ao imprimir a madeira com grãos em um determinado padrão, você pode programar exatamente como ela vai se enrolar à medida que seca.

3d printing carbon fiber wood

Normalmente, dobrar madeira é um processo intenso, que requer vaporização, imersão ou tratamento à pressão.

A impressão em 3D pode trazer ainda mais possibilidades para a fibra de carbono, um material que é usado em tudo, de motores a sapatos. Skylar Tibbits diz à Wired UK que a fibra de carbono transformável seria usada, por exemplo, em motores a jato com peças que mudariam de forma com o calor, ou em aerofólios de carro que mudam de forma com as condições meteorológicas:

Por enquanto, esta tecnologia não tem previsão para chegar a produtos reais: ela se encontra em um estágio inicial, onde as possibilidades parecem infinitas. [MIT Self-Assembly Lab via Fast Company e Wired UK]

Imagens por MIT Self-Assembly Lab

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There’s a New ‘Street Fighter’ Match-3 Game Heading to iOS and Android in Japan

One of my all-time favorites is Capcom’s Super Puzzle Fighter II Turbo, or simply just Puzzle Fighter, which blends together the Street Fighter fighting game series with matching gameplay to great effect. We haven’t heard much from that series in recent years, but according to the source for all things Street Fighter Shoryuken (via Just Push Start), Capcom is readying another Street Fighter matching game mashup for mobile devices in Japan. The game in question is called Street Fighter Puzzle Spirits, and you can see a Japanese language trailer for it below.

As a big fan of Puzzle Fighter, I actually think Street Fighter Puzzle Spirits looks pretty good. The art style is certainly coolUnfortunately, there’s no word on whether the game is slated for release outside of Japan, but my fingers are crossed. If word comes out that Street Fighter Puzzle Spirits will be heading stateside, we’ll definitely let you know.

[Shoryuken via Just Push Start]

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Veja como transmitir futebol com imagens de spider cam ser ter uma (spoiler: não é nada prático)

Você pode ter ficado a vida toda imaginando como é ver um jogo de futebol do céu, podendo voar para dentro da ação. Como se fosse um pássaro. Bem, isso nem sempre acrescenta tanto ao acompanhamento do jogo, mas cria uma perspectiva bem interessante sobre as jogadas. E esse desejo se tornou realidade com a criação da spider cam, aquela câmera pendurada em cabos presos na cobertura do estádio que fica voando sobre o campo.

Continue lendo na Trivela: http://trivela.uol.com.br/veja-como-transmitir-futebol-com-imagens-de-spider-cam-ser-ter-uma-spoiler-nao-e-nada-pratico/

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