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Pilotos de avião não querem câmeras na cabine de comando

Muito se discutiu em diversos momentos da história recente da aviação sobre a instalação – ou não – de câmeras no cockpit dos pilotos. Para, em caso de acidente, as autoridades e companhias aéreas terem uma forma de analisar o que se passou no comando da aeronave que levou ao acidente. Mas os pilotos se recusam a aceitar. Por que?

Bem, de maneira bem simples, eles alegam que isso pode violar a sua privacidade. Ninguém pode garantir que essas imagens não caiam nas mãos erradas, ou que de fato sejam usadas apenas em casos extremos. E nem há como garantir que as imagens capturem exatamente o que aconteceu, como disse Doug Moss, um antigo piloto de testes à Wired: “O que a câmera consegue capturar pode facilmente ser mal interpretado ou violado.”

As primeiras tentativas de incluir câmeras no cockpit datam da virada do milênio. Em 2000, nos EUA, a National Transportation Safety Board, agência responsável por segurança em voos, sugeriu que as imagens em vídeos “poderiam fornecer informações críticas para investigadores sobre as ações dentro do cockpit imediatamente antes e durante um acidente.” Por elas seria possível saber, por exemplo, se um passageiro louco invadiu a cabine de comando, ou se o piloto desmaiou e deixou a nave sem controle. Mas a proposta foi arquivada anos depois – em 2009 – por pressão de pilotos.

Por que os satélites demoraram tanto para encontrar o avião desaparecido da Malaysia Airlines

Além da questão da privacidade, eles também acreditam que isso pode tirar um pouco da autoridade do piloto dentro da aeronave. “Imagens em vídeo podem ser, aparentemente, facilmente interpretadas por leigos, mas, na verdade, as ações de piloto e tripulação em cockpits só podem ser corretamente interpretadas por outro piloto treinado”, defendes Moss à Wired.

Os pilotos nunca estiveram sozinhos na batalha contra as câmeras em cockpits. Empresas aéreas também não são a favor da medida – afinal, isso custará dinheiro para eles, já que precisarão instalar as câmeras em suas aeronaves e investir em novas tecnologias de segurança.

Até agora companhias aéreas e pilotos estão vencendo a disputa, mas não dá para dizer que nunca teremos câmeras no cockpit. Afinal, como lembra a Wired, os pilotos também se posicionaram contra a gravação do áudio na cabine de comando, e hoje em dia é algo bem comum. Em casos como o voo MH370, talvez as câmeras não ajudassem em nada – afinal, o avião precisa ser encontrado para autoridades terem acesso às imagens – mas em muitos outros elas poderiam ser mais um objeto a ser analisado na tentativa de explicar como as coisas saíram errado com aquela máquina enorme e voadora. [Wired]

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Nokia Lumia 1320

O Lumia 1320 é um phablet (aquele meio-caminho entre smartphone e tablet) com tela de 6 polegadas e o sistema Windows Phone 8.1. Ele chega para atender o público que quer um smartphone WP de grande porte, mas não quer gastar o necessário para levar o Lumia 1520.




Lumia 1320


Xperia T2
Ultra Dual


Galaxy
Mega 6.3

Snapdragon S4, dual-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, quad-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, dual-core, 1.7GHz

Adreno 305
Adreno 305
Adreno 305

8GB (interna) +
128GB (microSD)
8GB (interna) +
32GB (microSD)

8/16GB (interna) +
64GB (microSD)

1GB
1GB
1.5GB

Windows
Phone 8.1
Android 4.3

Android 4.2

Traseira 5MP /
Frontal VGA
Traseira 13MP /
Frontal 1.1MP
Traseira 8MP /
Frontal 1.9MP

6″ IPS LCD
720 x 1280

6″ IPS LCD
720 x 1280

6.3” LCD
720 x 1280

Corning Gorilla
Glass 3
Nenhuma
Nenhuma

164.2 x 85.9 x 9.8 mm
165.2 x 83.8 x 7.7 mm
167.6 x 88 x 8 mm

220g
171.8g
199g

Li-Ion 3400 mAh
Li-Ion 3000 mAh

Li-Ion 3200 mAh










R$ 1399
R$ 1299
R$ 1299

Design

Como é de se esperar, o aparelho intermediário não chega a alcançar o grau de qualidade do design do topo de linha. Comparado ao Lumia 1520, o Lumia 1320 não possui bordas tão bem acabadas. Diferente o do modelo mais caro, este smartphone não vem em monobloco, o que traz uma vantagem: você consegue abri-lo e trocar o cartão SIM e microSD. Mas tem também seus problemas: o aparelho é mais espesso e tem os acabamentos nas laterais “menos encaixados” que os do 1520. Não faço ideia de por que a Nokia Microsoft, (não pera, o design foi feito nos tempos de Nokia, mesmo) Nokia não possibilitou aos usuários trocar a bateria de forma fácil, algo que mesmo considerando a boa autonomia do aparelho, seria uma opção interessante.

A ergonomia não é ruim considerando seu tamanho. Por conta do policarbonato fosco da construção de seu corpo, ele não é liso na pegada. Porém, não faz milagre: como phablet, manejá-lo com apenas uma mão é bastante trabalhoso, e só é possível utilizá-lo corretamente com as duas mão. Tentar alcançar algo em uma extremidade da tela com apenas um polegar acaba, quase invariavelmente, resultando no ativamento acidental de algum botão da base do aparelho (quase sempre o Bing).

Por conta do policarbonato na carcaça, os Lumias não costumam ser excepcionalmente leves, e o 1320 não escapa da regra. Com mais de 200 gramas, está entre os mais pesados com este tamanho de tela. Não é algo comprometedor, mas é mais um agravante para quem possui mãos pequenas lidar.

A tela possui o recurso ClearBlack e utiliza a tecnologia IPS, o que resulta em cores com ótima saturação constastes, especialmente na cor preta. Na resolução, porém, temos uma perda em relação ao 1520, com uma tela apenas HD. Por conta de sua grande área, a exibição com 720 x 1280 traz uma densidade de pixels menor. Não acho este aspecto comprometedor, sendo suficiente para um bom uso do aparelho e condizente com o segmento intermediário, mas de qualquer forma é bom estar ciente que os pontos são perceptíveis, se você ficar reparando muito.

Desempenho

Equipado com um processador Qualcomm Snapdragon 400 e uma GPU Adreno 305, o smartphone não traz chips de alta performance, mas em compensação a menor resolução de tela (HD ao invés de FullHD) também acaba “aliviando” o trabalho dos processadores. O resultado é uma experiência bastante fluída, bem próxima do que vemos nos aparelhos topo de linha.

filtros

Qualidade média

Rodapé

filtros

Modo Padrão

Rodapé

filtros

PhoneScore

Rodapé

As transições são rápidas, e o multitarefa é eficiente. Diferente de outros modelos de entrada/intermediários da linha Lumia, este modelo não vem com 512MB, e sim 1GB. Esta diferença é importante, pois isto agiliza bastante a mudança de um aplicativo para outro. Aparelhos com menos RAM, neste sistema, muitas vezes precisam de mais tempo para retomar um app, em longas telas de “retomando…” até enfim abrir novamente o aplicativo aberto em segundo plano.

Funcionalidades

Aqui teremos que cair na mesma birra que surgiu na análise do Lumia 1520: o Windows Phone não oferece muita coisa aos phablets. Simplesmente “esticar” a tela é pouco, é preciso repensar a interface para explorar de forma eficiente este espaço a mais. E tudo que o WP tem para oferecer é uma linha a mais de blocos na tela inicial do sistema.

Enquanto os aparelhos Android buscam aproveitar melhor toda a tela disponível, com recursos como aplicativos dividindo a tela, o Windows Phone em phablets se limita a mostrar as mesmas coisas que estão presentes em modelos menores, só que agora… maiores! Este subaproveitamento de todo o espaço disponível é agravado pela própria estética minimalista do sistema, que funciona tão bem em telas menores: um display de 6 polegadas de restringe a mostrar umas poucas linhas, e um texto aqui e ali. Comparado a um modelo como o Lumia 925, que também tem a resolução de tela HD, usar o 1320 é como ter as mesmas coisas, só que esticadas.

Dizer que a tela maior é inútil, porém, é um exagero. Este display tem uma vantagem evidente quando tiramos para assistir vídeos. As 6 polegadas de tela são muito satisfatórias para assistir alguma coisa no YouTube ou NetFlix, transformando este celular em um viável aparelho para consumir este tipo de conteúdo. A resolução HD  não chega a comprometer a experiência, e creio que vão parecer um problema mínimo se considerarmos que a tela FullHD do 1520 traz junto um custo suficiente para comprar dois 1320.

Câmera

Entre as economias feitas neste modelo, para localizar o preço no segmento intermediário dos phablets, a câmera é um dos componentes onde a Nokia maneirou no orçamento. As fotos do Lumia 1320 estão dentro do que vemos neste segmento, com qualidade suficiente em condições ideais de luz, mas basta tirar uma foto em algum lugar menos iluminado para ver rapidamente a granulação ficar bastante aparente. Sem o sistema de estabilização ótica (OIS) presente nos Lumias topo de linha, também é fácil borrar uma imagem batida em algum lugar mal iluminado.

Equipado com um flash de apenas um LED, esta luz adicional dá uma boa ajuda em situações muito ruins de luz, mas não faz milagre. Ela possui um alcance bem limitado, e só consegue iluminar uma pequena área. 

A câmera fronta VGA é BEM basica. Só para caso um dia você decida usar algum aplicativo como o Skype para videochamadas. Nem pense em usar ela para fotos.

A gravação de vídeos é satisfatória. Capaz de gravar em FullHD, este smartphone ainda apresenta problemas como perda do foco ou falhas no balanço de branco, mas as atualizações do sistema Windows Phone já amenizaram bastante este problema, comparado ao que vimos no Lumia 1020 (na época rodando o Windows Phone Amber). 

Conclusão

A pergunta essencial antes de cogitar este aparelho é: você quer mesmo um phablet? Ele traz benefícios evidentes em quesitos como conforto na hora de assistir vídeos e a maior autonomia, por conta de sua bateria de maior capacidade. Se estas duas características não te interessam, este aparelho tem pouco a oferecer comparado aos mais compactos, que trazem vantagens como serem mais ergonômicos.

O motivo disto é o sistema operacional: o Windows Phone traz como única vantagem, para quem possui esta tela maior, uma linha adicional de blocos na tela inicial do sistema. Isto é muito pouco. Aparelhos Android aproveitam melhor a área útil extra, com funções como multitarefa ágil ou múltiplas aplicações abertas simultaneamente e, a menos que você faça questão do sistema da Microsoft, deve dar uma olhada nos aparelhos rivais, lá no nosso comparativo.

Ignorando esta questão, o 1320 é uma opção muito interessante para quem busca um phablet Windows Phone, ao trazer um modelo com metade do custo do 1520. É um aparelho que faz mais sentido para quem quer um smarpthone de 6″ e não faz questão da câmera ou do design melhor do topo de linha, e não se importa com pixels mais aparentes por conta da resolução menor.

Prós

  • Tela grande é ótima para vídeos
  • Metade do preço do 1520

Contras

  • Maior e mais pesado que concorrentes
  • Capa removível mas sem acesso à bateria
  • Windows Phone não sabe aproveitar telas maiores

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

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Nokia Lumia 1320

O Lumia 1320 é um phablet (aquele meio-caminho entre smartphone e tablet) com tela de 6 polegadas e o sistema Windows Phone 8.1. Ele chega para atender o público que quer um smartphone WP de grande porte, mas não quer gastar o necessário para levar o Lumia 1520.




Lumia 1320


Xperia T2
Ultra Dual


Galaxy
Mega 6.3

Snapdragon S4, dual-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, quad-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, dual-core, 1.7GHz

Adreno 305
Adreno 305
Adreno 305

8GB (interna) +
128GB (microSD)
8GB (interna) +
32GB (microSD)

8/16GB (interna) +
64GB (microSD)

1GB
1GB
1.5GB

Windows
Phone 8.1
Android 4.3

Android 4.2

Traseira 5MP /
Frontal VGA
Traseira 13MP /
Frontal 1.1MP
Traseira 8MP /
Frontal 1.9MP

6″ IPS LCD
720 x 1280

6″ IPS LCD
720 x 1280

6.3” LCD
720 x 1280

Corning Gorilla
Glass 3
Nenhuma
Nenhuma

164.2 x 85.9 x 9.8 mm
165.2 x 83.8 x 7.7 mm
167.6 x 88 x 8 mm

220g
171.8g
199g

Li-Ion 3400 mAh
Li-Ion 3000 mAh

Li-Ion 3200 mAh










R$ 1399
R$ 1299
R$ 1299

Design

Como é de se esperar, o aparelho intermediário não chega a alcançar o grau de qualidade do design do topo de linha. Comparado ao Lumia 1520, o Lumia 1320 não possui bordas tão bem acabadas. Diferente o do modelo mais caro, este smartphone não vem em monobloco, o que traz uma vantagem: você consegue abri-lo e trocar o cartão SIM e microSD. Mas tem também seus problemas: o aparelho é mais espesso e tem os acabamentos nas laterais “menos encaixados” que os do 1520. Não faço ideia de por que a Nokia Microsoft, (não pera, o design foi feito nos tempos de Nokia, mesmo) Nokia não possibilitou aos usuários trocar a bateria de forma fácil, algo que mesmo considerando a boa autonomia do aparelho, seria uma opção interessante.

A ergonomia não é ruim considerando seu tamanho. Por conta do policarbonato fosco da construção de seu corpo, ele não é liso na pegada. Porém, não faz milagre: como phablet, manejá-lo com apenas uma mão é bastante trabalhoso, e só é possível utilizá-lo corretamente com as duas mão. Tentar alcançar algo em uma extremidade da tela com apenas um polegar acaba, quase invariavelmente, resultando no ativamento acidental de algum botão da base do aparelho (quase sempre o Bing).

Por conta do policarbonato na carcaça, os Lumias não costumam ser excepcionalmente leves, e o 1320 não escapa da regra. Com mais de 200 gramas, está entre os mais pesados com este tamanho de tela. Não é algo comprometedor, mas é mais um agravante para quem possui mãos pequenas lidar.

A tela possui o recurso ClearBlack e utiliza a tecnologia IPS, o que resulta em cores com ótima saturação constastes, especialmente na cor preta. Na resolução, porém, temos uma perda em relação ao 1520, com uma tela apenas HD. Por conta de sua grande área, a exibição com 720 x 1280 traz uma densidade de pixels menor. Não acho este aspecto comprometedor, sendo suficiente para um bom uso do aparelho e condizente com o segmento intermediário, mas de qualquer forma é bom estar ciente que os pontos são perceptíveis, se você ficar reparando muito.

Desempenho

Equipado com um processador Qualcomm Snapdragon 400 e uma GPU Adreno 305, o smartphone não traz chips de alta performance, mas em compensação a menor resolução de tela (HD ao invés de FullHD) também acaba “aliviando” o trabalho dos processadores. O resultado é uma experiência bastante fluída, bem próxima do que vemos nos aparelhos topo de linha.

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Qualidade média

Rodapé

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Modo Padrão

Rodapé

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PhoneScore

Rodapé

As transições são rápidas, e o multitarefa é eficiente. Diferente de outros modelos de entrada/intermediários da linha Lumia, este modelo não vem com 512MB, e sim 1GB. Esta diferença é importante, pois isto agiliza bastante a mudança de um aplicativo para outro. Aparelhos com menos RAM, neste sistema, muitas vezes precisam de mais tempo para retomar um app, em longas telas de “retomando…” até enfim abrir novamente o aplicativo aberto em segundo plano.

Funcionalidades

Aqui teremos que cair na mesma birra que surgiu na análise do Lumia 1520: o Windows Phone não oferece muita coisa aos phablets. Simplesmente “esticar” a tela é pouco, é preciso repensar a interface para explorar de forma eficiente este espaço a mais. E tudo que o WP tem para oferecer é uma linha a mais de blocos na tela inicial do sistema.

Enquanto os aparelhos Android buscam aproveitar melhor toda a tela disponível, com recursos como aplicativos dividindo a tela, o Windows Phone em phablets se limita a mostrar as mesmas coisas que estão presentes em modelos menores, só que agora… maiores! Este subaproveitamento de todo o espaço disponível é agravado pela própria estética minimalista do sistema, que funciona tão bem em telas menores: um display de 6 polegadas de restringe a mostrar umas poucas linhas, e um texto aqui e ali. Comparado a um modelo como o Lumia 925, que também tem a resolução de tela HD, usar o 1320 é como ter as mesmas coisas, só que esticadas.

Dizer que a tela maior é inútil, porém, é um exagero. Este display tem uma vantagem evidente quando tiramos para assistir vídeos. As 6 polegadas de tela são muito satisfatórias para assistir alguma coisa no YouTube ou NetFlix, transformando este celular em um viável aparelho para consumir este tipo de conteúdo. A resolução HD  não chega a comprometer a experiência, e creio que vão parecer um problema mínimo se considerarmos que a tela FullHD do 1520 traz junto um custo suficiente para comprar dois 1320.

Câmera

Entre as economias feitas neste modelo, para localizar o preço no segmento intermediário dos phablets, a câmera é um dos componentes onde a Nokia maneirou no orçamento. As fotos do Lumia 1320 estão dentro do que vemos neste segmento, com qualidade suficiente em condições ideais de luz, mas basta tirar uma foto em algum lugar menos iluminado para ver rapidamente a granulação ficar bastante aparente. Sem o sistema de estabilização ótica (OIS) presente nos Lumias topo de linha, também é fácil borrar uma imagem batida em algum lugar mal iluminado.

Equipado com um flash de apenas um LED, esta luz adicional dá uma boa ajuda em situações muito ruins de luz, mas não faz milagre. Ela possui um alcance bem limitado, e só consegue iluminar uma pequena área. 

A câmera fronta VGA é BEM basica. Só para caso um dia você decida usar algum aplicativo como o Skype para videochamadas. Nem pense em usar ela para fotos.

A gravação de vídeos é satisfatória. Capaz de gravar em FullHD, este smartphone ainda apresenta problemas como perda do foco ou falhas no balanço de branco, mas as atualizações do sistema Windows Phone já amenizaram bastante este problema, comparado ao que vimos no Lumia 1020 (na época rodando o Windows Phone Amber). 

Conclusão

A pergunta essencial antes de cogitar este aparelho é: você quer mesmo um phablet? Ele traz benefícios evidentes em quesitos como conforto na hora de assistir vídeos e a maior autonomia, por conta de sua bateria de maior capacidade. Se estas duas características não te interessam, este aparelho tem pouco a oferecer comparado aos mais compactos, que trazem vantagens como serem mais ergonômicos.

O motivo disto é o sistema operacional: o Windows Phone traz como única vantagem, para quem possui esta tela maior, uma linha adicional de blocos na tela inicial do sistema. Isto é muito pouco. Aparelhos Android aproveitam melhor a área útil extra, com funções como multitarefa ágil ou múltiplas aplicações abertas simultaneamente e, a menos que você faça questão do sistema da Microsoft, deve dar uma olhada nos aparelhos rivais, lá no nosso comparativo.

Ignorando esta questão, o 1320 é uma opção muito interessante para quem busca um phablet Windows Phone, ao trazer um modelo com metade do custo do 1520. É um aparelho que faz mais sentido para quem quer um smarpthone de 6″ e não faz questão da câmera ou do design melhor do topo de linha, e não se importa com pixels mais aparentes por conta da resolução menor.

Prós

  • Tela grande é ótima para vídeos
  • Metade do preço do 1520

Contras

  • Maior e mais pesado que concorrentes
  • Capa removível mas sem acesso à bateria
  • Windows Phone não sabe aproveitar telas maiores

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Nokia Lumia 1320

O Lumia 1320 é um phablet (aquele meio-caminho entre smartphone e tablet) com tela de 6 polegadas e o sistema Windows Phone 8.1. Ele chega para atender o público que quer um smartphone WP de grande porte, mas não quer gastar o necessário para levar o Lumia 1520.




Lumia 1320


Xperia T2
Ultra Dual


Galaxy
Mega 6.3

Snapdragon S4, dual-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, quad-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, dual-core, 1.7GHz

Adreno 305
Adreno 305
Adreno 305

8GB (interna) +
128GB (microSD)
8GB (interna) +
32GB (microSD)

8/16GB (interna) +
64GB (microSD)

1GB
1GB
1.5GB

Windows
Phone 8.1
Android 4.3

Android 4.2

Traseira 5MP /
Frontal VGA
Traseira 13MP /
Frontal 1.1MP
Traseira 8MP /
Frontal 1.9MP

6″ IPS LCD
720 x 1280

6″ IPS LCD
720 x 1280

6.3” LCD
720 x 1280

Corning Gorilla
Glass 3
Nenhuma
Nenhuma

164.2 x 85.9 x 9.8 mm
165.2 x 83.8 x 7.7 mm
167.6 x 88 x 8 mm

220g
171.8g
199g

Li-Ion 3400 mAh
Li-Ion 3000 mAh

Li-Ion 3200 mAh










R$ 1399
R$ 1299
R$ 1299

Design

Como é de se esperar, o aparelho intermediário não chega a alcançar o grau de qualidade do design do topo de linha. Comparado ao Lumia 1520, o Lumia 1320 não possui bordas tão bem acabadas. Diferente o do modelo mais caro, este smartphone não vem em monobloco, o que traz uma vantagem: você consegue abri-lo e trocar o cartão SIM e microSD. Mas tem também seus problemas: o aparelho é mais espesso e tem os acabamentos nas laterais “menos encaixados” que os do 1520. Não faço ideia de por que a Nokia Microsoft, (não pera, o design foi feito nos tempos de Nokia, mesmo) Nokia não possibilitou aos usuários trocar a bateria de forma fácil, algo que mesmo considerando a boa autonomia do aparelho, seria uma opção interessante.

A ergonomia não é ruim considerando seu tamanho. Por conta do policarbonato fosco da construção de seu corpo, ele não é liso na pegada. Porém, não faz milagre: como phablet, manejá-lo com apenas uma mão é bastante trabalhoso, e só é possível utilizá-lo corretamente com as duas mão. Tentar alcançar algo em uma extremidade da tela com apenas um polegar acaba, quase invariavelmente, resultando no ativamento acidental de algum botão da base do aparelho (quase sempre o Bing).

Por conta do policarbonato na carcaça, os Lumias não costumam ser excepcionalmente leves, e o 1320 não escapa da regra. Com mais de 200 gramas, está entre os mais pesados com este tamanho de tela. Não é algo comprometedor, mas é mais um agravante para quem possui mãos pequenas lidar.

A tela possui o recurso ClearBlack e utiliza a tecnologia IPS, o que resulta em cores com ótima saturação constastes, especialmente na cor preta. Na resolução, porém, temos uma perda em relação ao 1520, com uma tela apenas HD. Por conta de sua grande área, a exibição com 720 x 1280 traz uma densidade de pixels menor. Não acho este aspecto comprometedor, sendo suficiente para um bom uso do aparelho e condizente com o segmento intermediário, mas de qualquer forma é bom estar ciente que os pontos são perceptíveis, se você ficar reparando muito.

Desempenho

Equipado com um processador Qualcomm Snapdragon 400 e uma GPU Adreno 305, o smartphone não traz chips de alta performance, mas em compensação a menor resolução de tela (HD ao invés de FullHD) também acaba “aliviando” o trabalho dos processadores. O resultado é uma experiência bastante fluída, bem próxima do que vemos nos aparelhos topo de linha.

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Qualidade média

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PhoneScore

Rodapé

As transições são rápidas, e o multitarefa é eficiente. Diferente de outros modelos de entrada/intermediários da linha Lumia, este modelo não vem com 512MB, e sim 1GB. Esta diferença é importante, pois isto agiliza bastante a mudança de um aplicativo para outro. Aparelhos com menos RAM, neste sistema, muitas vezes precisam de mais tempo para retomar um app, em longas telas de “retomando…” até enfim abrir novamente o aplicativo aberto em segundo plano.

Funcionalidades

Aqui teremos que cair na mesma birra que surgiu na análise do Lumia 1520: o Windows Phone não oferece muita coisa aos phablets. Simplesmente “esticar” a tela é pouco, é preciso repensar a interface para explorar de forma eficiente este espaço a mais. E tudo que o WP tem para oferecer é uma linha a mais de blocos na tela inicial do sistema.

Enquanto os aparelhos Android buscam aproveitar melhor toda a tela disponível, com recursos como aplicativos dividindo a tela, o Windows Phone em phablets se limita a mostrar as mesmas coisas que estão presentes em modelos menores, só que agora… maiores! Este subaproveitamento de todo o espaço disponível é agravado pela própria estética minimalista do sistema, que funciona tão bem em telas menores: um display de 6 polegadas de restringe a mostrar umas poucas linhas, e um texto aqui e ali. Comparado a um modelo como o Lumia 925, que também tem a resolução de tela HD, usar o 1320 é como ter as mesmas coisas, só que esticadas.

Dizer que a tela maior é inútil, porém, é um exagero. Este display tem uma vantagem evidente quando tiramos para assistir vídeos. As 6 polegadas de tela são muito satisfatórias para assistir alguma coisa no YouTube ou NetFlix, transformando este celular em um viável aparelho para consumir este tipo de conteúdo. A resolução HD  não chega a comprometer a experiência, e creio que vão parecer um problema mínimo se considerarmos que a tela FullHD do 1520 traz junto um custo suficiente para comprar dois 1320.

Câmera

Entre as economias feitas neste modelo, para localizar o preço no segmento intermediário dos phablets, a câmera é um dos componentes onde a Nokia maneirou no orçamento. As fotos do Lumia 1320 estão dentro do que vemos neste segmento, com qualidade suficiente em condições ideais de luz, mas basta tirar uma foto em algum lugar menos iluminado para ver rapidamente a granulação ficar bastante aparente. Sem o sistema de estabilização ótica (OIS) presente nos Lumias topo de linha, também é fácil borrar uma imagem batida em algum lugar mal iluminado.

Equipado com um flash de apenas um LED, esta luz adicional dá uma boa ajuda em situações muito ruins de luz, mas não faz milagre. Ela possui um alcance bem limitado, e só consegue iluminar uma pequena área. 

A câmera fronta VGA é BEM basica. Só para caso um dia você decida usar algum aplicativo como o Skype para videochamadas. Nem pense em usar ela para fotos.

A gravação de vídeos é satisfatória. Capaz de gravar em FullHD, este smartphone ainda apresenta problemas como perda do foco ou falhas no balanço de branco, mas as atualizações do sistema Windows Phone já amenizaram bastante este problema, comparado ao que vimos no Lumia 1020 (na época rodando o Windows Phone Amber). 

Conclusão

A pergunta essencial antes de cogitar este aparelho é: você quer mesmo um phablet? Ele traz benefícios evidentes em quesitos como conforto na hora de assistir vídeos e a maior autonomia, por conta de sua bateria de maior capacidade. Se estas duas características não te interessam, este aparelho tem pouco a oferecer comparado aos mais compactos, que trazem vantagens como serem mais ergonômicos.

O motivo disto é o sistema operacional: o Windows Phone traz como única vantagem, para quem possui esta tela maior, uma linha adicional de blocos na tela inicial do sistema. Isto é muito pouco. Aparelhos Android aproveitam melhor a área útil extra, com funções como multitarefa ágil ou múltiplas aplicações abertas simultaneamente e, a menos que você faça questão do sistema da Microsoft, deve dar uma olhada nos aparelhos rivais, lá no nosso comparativo.

Ignorando esta questão, o 1320 é uma opção muito interessante para quem busca um phablet Windows Phone, ao trazer um modelo com metade do custo do 1520. É um aparelho que faz mais sentido para quem quer um smarpthone de 6″ e não faz questão da câmera ou do design melhor do topo de linha, e não se importa com pixels mais aparentes por conta da resolução menor.

Prós

  • Tela grande é ótima para vídeos
  • Metade do preço do 1520

Contras

  • Maior e mais pesado que concorrentes
  • Capa removível mas sem acesso à bateria
  • Windows Phone não sabe aproveitar telas maiores

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Nokia Lumia 1320

O Lumia 1320 é um phablet (aquele meio-caminho entre smartphone e tablet) com tela de 6 polegadas e o sistema Windows Phone 8.1. Ele chega para atender o público que quer um smartphone WP de grande porte, mas não quer gastar o necessário para levar o Lumia 1520.




Lumia 1320


Xperia T2
Ultra Dual


Galaxy
Mega 6.3

Snapdragon S4, dual-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, quad-core, 1.7GHz
Snapdragon 400, dual-core, 1.7GHz

Adreno 305
Adreno 305
Adreno 305

8GB (interna) +
128GB (microSD)
8GB (interna) +
32GB (microSD)

8/16GB (interna) +
64GB (microSD)

1GB
1GB
1.5GB

Windows
Phone 8.1
Android 4.3

Android 4.2

Traseira 5MP /
Frontal VGA
Traseira 13MP /
Frontal 1.1MP
Traseira 8MP /
Frontal 1.9MP

6″ IPS LCD
720 x 1280

6″ IPS LCD
720 x 1280

6.3” LCD
720 x 1280

Corning Gorilla
Glass 3
Nenhuma
Nenhuma

164.2 x 85.9 x 9.8 mm
165.2 x 83.8 x 7.7 mm
167.6 x 88 x 8 mm

220g
171.8g
199g

Li-Ion 3400 mAh
Li-Ion 3000 mAh

Li-Ion 3200 mAh










R$ 1399
R$ 1299
R$ 1299

Design

Como é de se esperar, o aparelho intermediário não chega a alcançar o grau de qualidade do design do topo de linha. Comparado ao Lumia 1520, o Lumia 1320 não possui bordas tão bem acabadas. Diferente o do modelo mais caro, este smartphone não vem em monobloco, o que traz uma vantagem: você consegue abri-lo e trocar o cartão SIM e microSD. Mas tem também seus problemas: o aparelho é mais espesso e tem os acabamentos nas laterais “menos encaixados” que os do 1520. Não faço ideia de por que a Nokia Microsoft, (não pera, o design foi feito nos tempos de Nokia, mesmo) Nokia não possibilitou aos usuários trocar a bateria de forma fácil, algo que mesmo considerando a boa autonomia do aparelho, seria uma opção interessante.

A ergonomia não é ruim considerando seu tamanho. Por conta do policarbonato fosco da construção de seu corpo, ele não é liso na pegada. Porém, não faz milagre: como phablet, manejá-lo com apenas uma mão é bastante trabalhoso, e só é possível utilizá-lo corretamente com as duas mão. Tentar alcançar algo em uma extremidade da tela com apenas um polegar acaba, quase invariavelmente, resultando no ativamento acidental de algum botão da base do aparelho (quase sempre o Bing).

Por conta do policarbonato na carcaça, os Lumias não costumam ser excepcionalmente leves, e o 1320 não escapa da regra. Com mais de 200 gramas, está entre os mais pesados com este tamanho de tela. Não é algo comprometedor, mas é mais um agravante para quem possui mãos pequenas lidar.

A tela possui o recurso ClearBlack e utiliza a tecnologia IPS, o que resulta em cores com ótima saturação constastes, especialmente na cor preta. Na resolução, porém, temos uma perda em relação ao 1520, com uma tela apenas HD. Por conta de sua grande área, a exibição com 720 x 1280 traz uma densidade de pixels menor. Não acho este aspecto comprometedor, sendo suficiente para um bom uso do aparelho e condizente com o segmento intermediário, mas de qualquer forma é bom estar ciente que os pontos são perceptíveis, se você ficar reparando muito.

Desempenho

Equipado com um processador Qualcomm Snapdragon 400 e uma GPU Adreno 305, o smartphone não traz chips de alta performance, mas em compensação a menor resolução de tela (HD ao invés de FullHD) também acaba “aliviando” o trabalho dos processadores. O resultado é uma experiência bastante fluída, bem próxima do que vemos nos aparelhos topo de linha.

filtros

Qualidade média

Rodapé

filtros

Modo Padrão

Rodapé

filtros

PhoneScore

Rodapé

As transições são rápidas, e o multitarefa é eficiente. Diferente de outros modelos de entrada/intermediários da linha Lumia, este modelo não vem com 512MB, e sim 1GB. Esta diferença é importante, pois isto agiliza bastante a mudança de um aplicativo para outro. Aparelhos com menos RAM, neste sistema, muitas vezes precisam de mais tempo para retomar um app, em longas telas de “retomando…” até enfim abrir novamente o aplicativo aberto em segundo plano.

Funcionalidades

Aqui teremos que cair na mesma birra que surgiu na análise do Lumia 1520: o Windows Phone não oferece muita coisa aos phablets. Simplesmente “esticar” a tela é pouco, é preciso repensar a interface para explorar de forma eficiente este espaço a mais. E tudo que o WP tem para oferecer é uma linha a mais de blocos na tela inicial do sistema.

Enquanto os aparelhos Android buscam aproveitar melhor toda a tela disponível, com recursos como aplicativos dividindo a tela, o Windows Phone em phablets se limita a mostrar as mesmas coisas que estão presentes em modelos menores, só que agora… maiores! Este subaproveitamento de todo o espaço disponível é agravado pela própria estética minimalista do sistema, que funciona tão bem em telas menores: um display de 6 polegadas de restringe a mostrar umas poucas linhas, e um texto aqui e ali. Comparado a um modelo como o Lumia 925, que também tem a resolução de tela HD, usar o 1320 é como ter as mesmas coisas, só que esticadas.

Dizer que a tela maior é inútil, porém, é um exagero. Este display tem uma vantagem evidente quando tiramos para assistir vídeos. As 6 polegadas de tela são muito satisfatórias para assistir alguma coisa no YouTube ou NetFlix, transformando este celular em um viável aparelho para consumir este tipo de conteúdo. A resolução HD  não chega a comprometer a experiência, e creio que vão parecer um problema mínimo se considerarmos que a tela FullHD do 1520 traz junto um custo suficiente para comprar dois 1320.

Câmera

Entre as economias feitas neste modelo, para localizar o preço no segmento intermediário dos phablets, a câmera é um dos componentes onde a Nokia maneirou no orçamento. As fotos do Lumia 1320 estão dentro do que vemos neste segmento, com qualidade suficiente em condições ideais de luz, mas basta tirar uma foto em algum lugar menos iluminado para ver rapidamente a granulação ficar bastante aparente. Sem o sistema de estabilização ótica (OIS) presente nos Lumias topo de linha, também é fácil borrar uma imagem batida em algum lugar mal iluminado.

Equipado com um flash de apenas um LED, esta luz adicional dá uma boa ajuda em situações muito ruins de luz, mas não faz milagre. Ela possui um alcance bem limitado, e só consegue iluminar uma pequena área. 

A câmera fronta VGA é BEM basica. Só para caso um dia você decida usar algum aplicativo como o Skype para videochamadas. Nem pense em usar ela para fotos.

A gravação de vídeos é satisfatória. Capaz de gravar em FullHD, este smartphone ainda apresenta problemas como perda do foco ou falhas no balanço de branco, mas as atualizações do sistema Windows Phone já amenizaram bastante este problema, comparado ao que vimos no Lumia 1020 (na época rodando o Windows Phone Amber). 

Conclusão

A pergunta essencial antes de cogitar este aparelho é: você quer mesmo um phablet? Ele traz benefícios evidentes em quesitos como conforto na hora de assistir vídeos e a maior autonomia, por conta de sua bateria de maior capacidade. Se estas duas características não te interessam, este aparelho tem pouco a oferecer comparado aos mais compactos, que trazem vantagens como serem mais ergonômicos.

O motivo disto é o sistema operacional: o Windows Phone traz como única vantagem, para quem possui esta tela maior, uma linha adicional de blocos na tela inicial do sistema. Isto é muito pouco. Aparelhos Android aproveitam melhor a área útil extra, com funções como multitarefa ágil ou múltiplas aplicações abertas simultaneamente e, a menos que você faça questão do sistema da Microsoft, deve dar uma olhada nos aparelhos rivais, lá no nosso comparativo.

Ignorando esta questão, o 1320 é uma opção muito interessante para quem busca um phablet Windows Phone, ao trazer um modelo com metade do custo do 1520. É um aparelho que faz mais sentido para quem quer um smarpthone de 6″ e não faz questão da câmera ou do design melhor do topo de linha, e não se importa com pixels mais aparentes por conta da resolução menor.

Prós

  • Tela grande é ótima para vídeos
  • Metade do preço do 1520

Contras

  • Maior e mais pesado que concorrentes
  • Capa removível mas sem acesso à bateria
  • Windows Phone não sabe aproveitar telas maiores

Publicado por: Ghttp://adrenaline.uol.com.br/rss/0/0/tudo.xml - Continue lendo: http://adrenaline.uol.com.br/rss/0/23/reviews.xml

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