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‘World of Aircraft’ Takes Bad Tutorials to New Heights

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904067_largerI accidently recommended the endearingly terrible World Of Aircraft , [$0.99] to a very good friend, and I kinda feel okay about it. I was…blinded by ambition. In an effort to make a good impression here at TouchArcade, I gobbled up World of Aircraft with gusto and told my friends about it sight-unseen. I should have figured something was fishy when noticing the release notes’ less than familiar association with spelling, grammar and punctuation marks. However, it is safe to say that World of Aircraft’s tutorial level is the most unintentionally hilarious use of the English language in a video game since “All your base are belong to us”. The icing on the cake? The Tommy Wiseau level enthusiasm for its misappropriated text.

The game itself doesn’t seem that bad, if maybe hastily produced. You control a plane with swipes on the left, and on the right you get a sniper shot, shotgun shot, and machine gun for your dogfighting needs. The control is decent, diving can feel a bit loose, and there’s no way to loop around your enemy ala Star Fox, your only evasive maneuver being a dramatic high altitude shift activated via a double tap on the right of your screen. But, World of Aircraft certainly has the potential to be a fun little diversion to be enjoyed ironically. Or if you believe the folks on the forums, it’s objectively bad – to which I say, a little junk food never hurt anyone.

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But, guys, no one seems to be playing it. I have yet to get into a multiplayer game, and have found no one willing to brave the slam poetry of the tutorial. I can’t say with much authority that this is .99 cents well spent, but somehow I doubt you’ll regret it, and if enough folks buy it, maybe some of us who have already (accidently) purchased the game, can play too. As long as the developer games promises to never hire a translator, they may just gained a lifelong fan.

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Os exageros sobre a impressão 3D, revelados por quem entende do assunto

Aos poucos, a impressão 3D ganha espaço na mídia e entre o público em geral: imagine criar objetos, peças, até armas em casa usando uma máquina relativamente acessível.

Muitos acreditam que, no futuro, poderemos baixar projetos e fabricar um produto em casa; ou usar um programa CAD (ou scanners 3D!) para digitalizar objetos e então imprimi-los, seja em casa ou em lojas especializadas. Isto supostamente vai descentralizar o processo de produção – é a próxima Revolução Industrial, dizem. Mas a impressão 3D está sendo exagerada: eu sei disso porque é o que faço para ganhar a vida.

Dia após dia, eu opero máquinas e converso com o público e com indústrias para atender suas necessidades em impressão 3D. Nos últimos dois anos, fiz mais de 5.000 modelos e respondi mais de 10.000 e-mails de grandes corporações, inventores malucos, designers e amadores. Então acho que tive bastante interação com todos os níveis de consumidores para saber a percepção deles sobre impressão 3D.

Graças a imagens como esta…

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… as pessoas esperam demais das impressoras 3D. Isso foi impresso em apenas uma peça, o que em si é fenomenal para qualquer pessoa que tenha um mínimo de noção sobre processos de fabricação. No entanto, isso é feito puramente de pó de gesso e um pouco de tinta. Uma pessoa comum pode ver isso e pensar que é feito de uma combinação de metais, plásticos e borrachas. Infelizmente não é o caso. Isso é tão funcional quanto a coleção de bibelôs da sua avó.

Outras imagens mostram plásticos brilhantes com formas complexas, feitas em máquinas que valem centenas de milhares de libras, e então meticulosamente pós-produzidas por horas, dias – até semanas – a um grande custo por profissionais altamente preparados. Pessoas veem imagens ou vídeos de mecanismos, mesas e até mesmo armas impressas em 3D e imaginam que vão poder comprar uma impressora por menos de US$ 800 e então fazer tudo isso em casa. Esse é o futuro!

E realmente é o futuro, em alguns aspectos – isso vai abrir muitas possibilidades no mundo. Mas não significa que você vai fazer as coisas por conta própria, nem que vai descentralizar a produção, como o hype parece sugerir.

Então nada de revolução?

O problema está nas expectativas muito altas, qualidade de produção, preço e usabilidade. Eis minha lista de motivos para a impressão 3D não ser tudo o que você pensa que será:

Expectativa das pessoas: elas já viram um violino, um sapato, uma chave de fenda que funciona, todos feitos em impressora 3D. Só que é uma impressora caríssima, que usa lasers ou resinas. Essas pessoas acham que poderão criar seus próprios objetos sem nenhum treino, em uma máquina que custa US$ 800 ou menos. Imagine que você viva em um planeta onde não há carros, e do nada jornais comecem a falar sobre um veículo chamado “carro” que pode atingir velocidades de 400 km/h, carregar 10 pessoas e custar a partir de R$ 5.000. Tudo isso é verdade, mas como sabemos, isso não o descreve muito bem – uma Ferrari é diferente de um carro usado.

O nome: “Impressão 3D” faz parecer que é fácil, não? Você acha que se ainda fosse chamado de “prototipagem rápida” as pessoas diriam “Estou ansioso para prototipar rapidamente na minha casa”?

Resistência: as peças impressas em 3D não são resistentes como as peças produzidas da forma tradicional. A técnica camada-a-camada de produção é ao mesmo tempo sua maior vantagem e principal fraqueza. Em algo como moldagem por injeção, a peça é bem resistente, já que o material possui uma estrutura relativamente consistente. Na impressão 3D, você constrói em camadas, mas elas não “grudam” bem no eixo Z como fazem nos planos X e Y. É algo como um muro de Lego: você coloca os blocos em cima dos outros, e pressiona para baixo: parece forte, mas empurre o muro de um dos lados – ao cair, ele se desmonta facilmente.

Acabamento da superfície: dizem que você imprime em plástico, então as pessoas pensam em um item de plástico – provavelmente algo brilhante e liso. Elas não visualizam um acabamento fosco, cheio de linhas irregulares por todas as camadas. Muitas empresas oferecem acabamentos com “superfície lisa”, mas não adicionam o sufixo “para impressão 3D”. Você pode pós-processar as peças, mas isso geralmente envolve trabalho e produtos químicos como acetona, e remove detalhes e tolerância nas peças.

Custos: o custo depende do material usado, então coisas grandes são caras, e coisas pequenas são baratas. É isso. Não tem nada a ver com complexidade, e nada a ver com o número de peças. É ótimo que não haja ferramentas: isso abre um mundo de possibilidades para o designer, o criador e o hacker – mas não ajuda pessoas que querem apenas uma nova maçaneta para a porta. Também não há economia de escala: então se um item custa x, mil itens custarão 1.000x. Assim, a produção em massa de qualquer coisa maior que seu punho parece ser desperdício de tempo.

Os materiais também são muito mais caros do que simplesmente comprar a matéria-prima: o mais barato sai por cerca de US$ 50/kg, e pode chegar a até US$ 500/kg para algumas resinas. Então você não fará nenhuma economia aqui, sinto informar. Infelizmente, para cada pedido de capacete em tamanho real do Daft Punk que recebemos, há uma quantidade equivalente de fãs de Daft Punk decepcionados por aí, quando eles descobrem o quanto gastariam para ter um.

Velocidade: muita gente diz que impressão em 3D é rápida – e esse é outro caso de omissão de sufixo. Desta vez, “para processos de produção”. Na verdade, a impressão leva horas, até dias. Você pode aumentar a velocidade se permitir camadas mais finas, mas assim que fizer isso, você perde a qualidade do acabamento da superfície. A noção de que “vai ficar mais rápido no futuro” não é necessariamente verdade, já que temos a limitação das propriedades químicas de materiais como plástico ABS e poliéster. Há uma taxa máxima para aplicá-los no objeto; acima dela, você começa a destruir as propriedades da peça que está imprimindo.

Usabilidade: Isso é crucial. Para imprimir algo, você precisa de um modelo CAD. Conseguir isso é difícil. Muito difícil. Quando você escreve uma carta, não aperta simplesmente o botão “imprimir”, certo? Você precisa digitar e procurar erros. É a mesma coisa com impressão 3D, mas milhões de itens mais difícil. Então como fazer isso, você pergunta?

1. Aprender CAD: Recomendável, mas difícil. Você não apenas precisa aprender como o programa funciona (é um pouco como o Photoshop; em uma semana você consegue desenhar alguma coisa, mas em três anos você aprenderá tudo), mas também precisa entender de design.

2. Escaneamento em 3D: Ótimo se você quer apenas escanear a superfície de uma peça (eles não conseguem escanear os itens internos), e se você não quiser o objeto em um tamanho diferente. A ideia de digitalizar uma parte quebrada e imprimi-la em 3D é uma abordagem para substituir uma peça enquanto não há invenções como supercola ou moldagem de silicone (que cria cópias melhores, mais resistentes e com qualidade maior). Também não é tão fácil quanto parece, nem tão barato. Você pode pegar algo como o Xbox Kinect e usá-lo como um scanner, se você quiser uma versão incrivelmente abstrata do objeto; ou você pode se tornar um profissional e fazer isso com algum custo.

3. Baixar arquivos 3D: todo dia uma nova biblioteca de modelos 3D abre na internet. Elas instantaneamente parecem receber os mesmos arquivos 3D que estão em todos os outros sites. Esses arquivos são 99% sem moderação, o que significa que não há garantia de que funcionem em impressoras 3D. Muitos são feitos para animação/renderização e são superfícies planas com imagens projetadas. Não dá para imprimir. Mesmo as maiores bibliotecas de impressão 3D estão cheias de arquivos com erros e/ou foram feitos com pouco conhecimento sobre capacidade de custo de impressoras 3D.

4. Apps que escaneiam objetos através de fotos: é como o escaneamento, só que pior.

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Exemplo de escaneado e impresso em casa (mas isso vai melhorar)

Tipos de máquinas: então você pode imprimir em 3D usando centenas de materiais diferentes, mas todos eles podem ser feitos na sua sala de estar? Claro que não. Pessoas parecem esquecer que existem muitos tipos de impressoras 3D, cada um com suas vantagens e desvantagens. A FDM, principal forma para consumidores de impressoras 3D, usa plástico ABS e poliéster de forma relativamente segura (os materiais esfriam rapidamente) portanto você pode tocar as peças assim que saem da máquina. Não é isso que acontece com outros tipos de impressoras. Resinas, apenas de serem mais detalhadas, fazem mais bagunça e são mais caras; impressoras a base de pó fazem bagunça, e às vezes são explosivas (nunca faça uma arma impressa em 3D usando uma dessas); enquanto outras operam em altas temperaturas e produzem muito lixo. Isso basicamente nos deixa com a FDM (que tem o pior acabamento de superfície) como a única tecnologia realmente possível para usar em casa.

Materiais: de forma geral, você só pode imprimir um material, e geralmente é plástico. Agora olhe ao seu redor e perceba: quantos objetos são feitos exclusivamente de plástico? Talvez um copo e uma tampa de lente. O copo é barato. A tampa da lente é cara, mas exige grande precisão. Eu imprimiria em 3D? Não. A maior parte dos itens na sua casa são feitos de múltiplos materiais, e muitos deles são de metal e plástico. Esses dois não podem ser feitos juntos, já que a sua temperatura de fusão são centenas ou até milhares de graus diferentes. Não gostaria de fundir minha sala de estar também.

Uma boa analogia que li uma vez foi a comparação das impressoras 3D com a máquina de fazer pão em casa. Nos anos 90, as máquinas de pão ficaram baratas e muitos compraram uma; no entanto, era preciso gastar muito nos ingredientes. Eles seguiram as instruções e deixaram o pão assando durante a noite. Na manhã seguinte, acordaram com um maravilhoso cheiro de pão fresco, que eles mesmo criaram usando uma máquina, alguns materiais e um pouco de tempo. Eles sentaram, comeram e pensaram: “essa é a melhor fatia de pão de todos os tempos”. Duas semanas depois, voltaram a comprar na padaria. Eu diria que 99% da população compraria um pão por US$ 1 em vez de fazer um por US$ 3.

A impressão 3D é o futuro, mas talvez não em nossas casas

Depois de tudo isso, você deve achar que eu odeio impressão 3D, e que não vejo futuro nela. Não é isso! Estou obcecado com impressão 3D, e eu sei que ela tem um grande futuro – eu não estaria comprometendo cada dia da minha vida se não acreditasse nisso.

O futuro da impressão 3D para consumo depende do potencial das pessoas em criar, inventar e compartilhar ideias. Desde que comecei neste negócio, ajudei centenas de designers a transformarem ideias em realidade, e estou orgulhosamente observando a chegada delas ao mercado. Esses produtos estão sendo fabricados em massa – e não impressos em 3D – então a qualidade é muito maior.

A impressão em 3D vai continuar a crescer em áreas como mercado de protótipos, produções de poucos volumes, medicina, indústria aeroespacial – a lista é longa. Mas como um objeto do cotidiano? Não acredito nisso.

Ainda estamos na lua de mel com a impressão 3D: admiramos o que ela pode fazer. Mas quando você olha para as peças produzidas e não na forma como elas são produzidas, as peças impressas tem um longo caminho em relação a qualidade; e como normalmente não há vantagem de custo, as pessoas em geral vão sempre escolher o produto feito em massa. Mas espero que eu esteja errado.


Fundador da 3D Print UK, empresa de impressão 3D, Nick Allen trabalha com sua equipe no sul de Londres, produzindo milhares de modelos para pessoas e clientes corporativos (e até leitores do Gizmodo UK para uma competição de design).

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digitizer

08/03/2013 – Digitizer Desktop 3D, da MakerBot, é como um replicador de Star Trek na vida real

makerbot 1

02/05/2013 – Fundador da MakerBot: impressão 3D e a “próxima Revolução Industrial”

3d-printed-gun

06/05/2013 – A primeira pistola feita por impressão 3D atira de verdade

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06/05/2013 – Nós descobrimos como fazer um pássaro-robô voar; próximo passo: humanos?

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Por que voc precisa conhecer (e usar) o Medium

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Por que você precisa conhecer (e usar) o Medium

Se você tiver uma ideia e quiser compartilhá-la com o mundo, não faltam lugares para divulgá-la. Na Internet, é fácil liberar seus pensamentos para quem quiser ler. Hoje, digo. No passado, antes da criação do Blogger, as coisas eram um tanto mais restritas.

Mais de dez anos depois do início da democratização da informação online, os criadores do Blogger tentam melhorar o cenário que ajudaram a criar. O que o Medium tem de diferente?

Sob uma perspectiva mais abstrata, o Medium não traz nada exatamente novo. É uma plataforma de publicação de conteúdo, ponto. Como o WordPress, o Blogger e tantos outros, você tem um cadastro ali, escreve, publica e segue com a sua vida.

Se em sua atividade-fim o Medium é mais do mesmo, é na trajetória (da ideia à publicação) e nos detalhes que ele se diferencia. Muito. Ele rompe com algumas convenções e simplifica bastante a experiência. E essas inovações atraem gente muito boa para lá, o que acaba fortalecendo a imagem do Medium: é um local com textos bem interessantes.

Como é o Medium?

A gente já explicou, mas vale recapitular agora que ele está mais acessível e maduro.

O Medium é uma plataforma de publicação de conteúdo. Você não tem um blog, você tem um perfil que se compõe sozinho com um mero login via Twitter. Dali você pode recomendar textos de outros autores e, caso a sua conta já tenha essa permissão, escrever os seus.

O principal mecanismo organizacional do Medium são as Coleções (Collections). Uma Coleção é simplesmente um tema. Ela pode ser privada, onde só entram textos aprovados pelo seu criador; ou pública, onde qualquer um pode arquivar. Traçando uma analogia com blogs tradicionais, é como se fossem categorias.

Visualmente, o Medium é bastante agradável. A identidade visual é marcante e unificada: não existem temas, templates, sequer a opção de alterar cores e fontes. E nem precisa, porque é tudo de extremo bom gosto. Os artigos podem ter uma imagem no topo que preenche toda a extensão da página ou apenas a coluna do texto; e as coleções e perfis, uma imagem lateral.

Como era de se esperar, não há espaço para comentários tradicionais. Em vez disso, o Medium usa um esquema de comentários por parágrafo. Ao passar o cursor do mouse sobre eles, um balão aparece no canto direito. Clique ali e deixe um recado, ou leia os que já foram escritos. É uma abordagem diferente e, pelo menos até onde vimos, bem eficiente — aparentemente o foco em um determinado trecho do texto afunila a discussão e diminui o espaço para comentários vazios e trolling.

Comentários por parágrafo no Medium.

Como é o Medium para quem escreve?

Do lado de lá, ou seja, para quem escreve, o Medium é ainda melhor. A experiência de redação é muitíssimo feliz, por dois fatores: 1) ele é verdadeiramente WYSIWYG, ou seja, o “modo editor” é idêntico ao resultado que o leitor verá; e 2) as opções de formatação são limitadas.

Parece ruim, mas essa restrição tem uma série de vantagens. Primeiro, facilita o funcionamento do “modo edição”. Segundo, evita que o foco no texto se perca. Dá para acrescentar imagens no meio do texto, mas apenas centralizadas; alinhamentos à esquerda ou direita não são permitidos. Vídeos? Não. As ferramentas de formatação são apenas negrito, itálico, cabeçalhos (dois níveis), citação e link. Com um duplo Enter, você acrescenta um separador ao texto. E… bem, isso resume o que o escritor tem à disposição. Não há espaço para invencionices, para fugir do que você foi fazer ali: escrever.

O editor WYSIWYG do Medium.

O lance de comentários por parágrafo pode ser ativado antes da publicação de um texto, funcionando, nesse momento, como um poderoso e facílimo sistema de revisão. O Medium fornece um link temporário que pode ser enviado a outras pessoas que verão o texto ainda não publicado. Depois, quando ele ganhar o mundo, abaixo do perfil do autor aparece um simpático “Agradecimentos a:” com todos os revisores listados abaixo. Como muito do Medium, uma solução simples e elegante.

Depois da publicação, o feedback mais relevante são as estatísticas. Elas são poucas, mas certeiras: visualizações, quantos realmente leram o texto e número de recomendações. Ficam em uma área à parte, acessível através do menu, e alcançam os ultimos 30 dias.

Estatísticas do Medium

Por que eu escreveria alguma coisa no Medium?

Essa foi a segunda pergunta que me fiz e repassei para Evan Williams, por email. Ele indicou este artigo, no qual Oscar Godson disserta sobre o motivo de ele ter escolhido o Medium para publicar. (Aliás, é bem comum que textos sobre o Medium ganhem destaque no Medium.)

Os principais argumentos de Godson é que o Medium é fácil de usar e a natureza do serviço de privilegiar o conteúdo em detrimento dos autores. Desde o início, esse parece ser o foco e o que diferencia, de fato, o Medium de outras plataformas.

(A primeira pergunta foi sobre a publicação de textos em outros idiomas que não o inglês. Evan respondeu: “Não é [um site] apenas em inglês. Nós encorajamos você a escrever em português ou qualquer outro idioma que desejar.”)

Não importa se você seja um Zé Ninguém, se seu material for bom, ele encontrará algum espaço ali. Um artigo publicado no Medium não tem conexões com outros artigos do site, não está em uma listagem cronológica inversa como um blog tradicional. Cada texto tem vida própria, como colocou Julie Zhuo:

“Cada post foi criado para ser compartilhado por si mesmo, valorizado por seu conteúdo em vez do seu autor, embaralhado e classificado em diferentes Coleções, como um jornal ou uma revista em vez da coluna semanal de alguém.”

Se você estiver à toa e a fim de ler algo interessante, digite medium.com no seu navegador. A curadoria feita pela comunidade, somada às escolhas dos editores do Medium, é matadora. Sempre, sempre haverá um texto bom na capa, ou recomendado pela (ótima) newsletter semanal, para ser lido.

Essa preferência por conteúdo mais trabalhado, menos efêmero, está renascendo após o extremo do microblogging, da febre do Twitter. É o que alguns chamam de long form writing, ou escrita de fôlego. Buscadores, anunciantes e, principalmente, leitores recompensam mais esses trabalhos mais elaborados. E a satisfação de dar à luz um texto melhor é, também para quem escreve, mais gratificante.

Para ficar alerta

Home do Medium

Desde o início a equipe responsável pelo Medium deixou claro que não sabe exatamente no que aquilo daria, apenas que o foco era em escrita de qualidade. Em poucos meses, ele já mudou bastante — antes não havia comentários, o layout era diferente, a autoria ainda menos destacada. Como disse Eduardo Fernandes por email, ter a ciência de que o produto ainda não encontrou um foco e tornar esse processo de “auto descoberta” público é válido.

O Edu, que anda escrevendo algumas coisas muito boas por aqui, ainda deu alguns pitacos sobre pontos importantes e que, talvez, mereçam mais atenção de Evan, seu parceiro de peripécias Biz Stone e cia.

Ele critica a existência de estatísticas — das quais eu também, em certa medida, não sou muito fã. Mas entendo que, para quem escreve, aqueles números crescentes exercem certo fascínio e funcionam como combustível para continuar escrevendo. Foi o que, inclusive, Rosana Hermann comentou espontaneamente em um papo sobre o Medium: “O fato de poder acompanhar as estatísticas, índice de cliques e recomendação é muito interessante e estimulante, faz a gente querer melhorar.”

Outro ponto interessante do Edu é o tipo de conteúdo que domina o Medium, classificado por ele como “autoajuda geek”. Natural se considerarmos que o site ainda está repleto de early adopters, gente da indústria, mas uma característica indesejável se a ideia do Medium é ser um repositório de grandes artigos e ensaios contemporâneos. Como dito acima, também existem muitos “meta posts”, conteúdo do Medium sobre o Medium, o que não ajuda em nada a mudar essa faceta “blog de tecnologia” que ainda é bastante palpável por lá.

O futuro é incerto, e isso é bom

Menu principal do Medium.O Medium é fácil e bastante acessível. Qualquer um que entra ali entende como a coisa funciona e o que precisar fazer para publicar um texto. Se entre blogueiros, jornalistas, gente que lida com a palavra escrita o site já tem um apelo enorme, vejo ainda mais potencial para ele entre pessoas que têm boas histórias para contar mas se intimidam com o compromisso que um blog impõe, ou as barreiras técnicas que até o mais simples Blogger da vida apresenta.

Um advogado pode contar um caso curioso ali e nunca mais voltar. O seu texto não ficará pairando em um espaço abandonado, inativo, decadente, como aconteceria em um blog criado apenas para dar vazão àquele texto. Ele estará em uma Coleção, junto a outros já publicados e que serão futuramente. Pode parecer bobagem, mas a mera ideia de ter um blog com o seu nome acarreta uma responsabilidade e tanto. Tenho que escrever, tenho que melhorar esse layout aqui, tenho que conseguir mais leitores, tenho que… por mais despretensioso que seu blog seja, ele exige uma série de ações que pode (e na maioria das vezes consegue) sufocar a criatividade, acabar com o ânimo para escrever.

Rosana Hermann, do R7, já escreve no Medium tem algum tempo e adora o serviço. Perguntei a ela, que mantém o Querido Leitor há uns bons anos, o que torna o Medium tão atraente, e sua resposta ratificou algumas ideias descritas acima:

“A sensação de publicar no Medium é de ‘pertencer’ a uma comunidade, como se fosse uma grande revista, um mega portal. Diferente do blog, que é mais solitário, que é só seu. Quando escrevo no meu blog eu me sinto à vontade demais, blogo descalça. Pra postar no Medium, eu calço um sapatinho… :)”

O Medium é simples técnica e filosoficamente. Ele não pressiona o autor. O feedback dos leitores é, quase sempre, positivo. Ou isso, ou nada. Ele é uma experiência deliciosa, para quem lê e para quem escreve. E não, o Medium não vai acabar com o WordPress, nem tem tal pretensão. Ele talvez nem repita os sucessos que foram Blogger e Twitter, mas em termos de sofisticação é, de longe, o melhor trabalho de Evan e Biz. E só está começando.

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SadPress.

10/12/2012 – Muito além do WordPress: como sistemas de blogs simples estão voltando à moda

Medium

04/04/2013 – A história do Medium é incrível, e ela é contada em um site lindo

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Reimaginando os mapas da Terra: por que eles deveriam ser virados de lado

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‘Poker Night 2′ Review

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606748_largerTelltale Games is on a high after their humongously successful Walking Dead: The Game [Free]. If you doubt that, go here to check out the ridiculous amount of awards it has won. Any game that releases after a massive hit always has a harder time living up to expectations which is why it was probably smart of Telltale Games to release another one of their most popular IPs to help offset the expectations. Enter Poker Night 2 which hit the App Store Thursday night. Sadly, they seem to have fallen victim to the classic Telltale blunder of releasing iOS ports that are choppy, glitchy, and overall just not up to snuff with any other version of the game.

Poker Night 2 [$4.99] itself is the sequel to their PC game Poker Night at the Inventory released in 2010. The sequel continues the tradition of bringing together many of their (as well as other developers’) popular characters. This specific installment features Claptrap (Borderlands 2), Brock Samson (The Venture Bros.), Ash (Army of Darkness), Sam (Sam and Max series) and GLaDOS from the Portal titles as your dealer.

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For a game that lives and dies on its well established and famous characters, Poker Night 2 actually succeeds in this regard. There are lengthy dialogues intertwined between plays (which can be frustrating if you’re trying to play a quick game), and actual playing styles that are true to each character. They’ve done a great job meshing these characters in way that feels ultimately rewarding to those players who have played the characters’ solo titles. My favorite’s have got to be the sometimes off putting (in a good way) decision to make GLaDOS as your dealer.

The game has Texas hold ‘em and Omaha hold ‘em as your poker games. It does little variance (if at all) to these games which I enjoyed. My problem rests on being able to play the game at a “faster” pace. First, there aren’t any standard ways to fast forward through some cutscenes and dialogues per se. But worse yet, Poker Night 2 can get very choppy and often times laggy while playing. This is a constant problem with the game engine they use and direct port to iOS. In fact, this goes all the way back to our Jurassic Park: The Game [$2.99 (HD)]. Things have vaguely improved since then, but this has more to do with the hardware catching up to their engine’s requirements. Telltale has got to do some serious tweaking for iOS ports in the future.

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Poker Night 2’s other big advantage is that tokens must be earned and cannot be bought. This provides much needed push to compete and actually win games. Said tokens can be used to buy in game items hardcore gamers should feel pretty happy about. The game’s got lot a lot of personality and character but falls short on actual playability on mobile which can be said for most of Telltale iOS games… sadly. I only recommend buying the game if you’re a dedicated fan of the series and want to play on the go, or if you’re willing to make do with said existing issues to play a game of poker with some of your favorite “friends”.

Much like the Walking Dead game and other iOS Telltale titles, if your iOS device is the only way you have to experience them then they’re worth checking out, but if you’ve got any other piece of kit capable of running these games you’ll have a substantially better experience regardless of whether you’re playing on a PC or home console.

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‘Rootwork’ for iPad Review

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463370_largerRootwork [$4.99] bills itself as a Sophisticated Card Game, but what that means is left open to interpretation. It isn’t a deck building game, a collectible card game or even a multiplayer experience. It’s a solo game about being lost in the woods and staving off fear while you find your way home.

Doesn’t sound much like a theme you’d expect in a card game, which are usually fixated far more on mechanical than thematic elements, but Rootwork succeeded at sending a shiver or two down my spine. It’s an unsettling game, rooted in mysticism and darkness, and the creepiness weaves its way into the mechanics of the thing almost unseen.

You play a character lost in the woods—a child, an elder, a teen or an adult to begin with. Two have extra benefits, two have major weaknesses. They are something like difficulty modes, and something like game’s one major source of variety.

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You’re accompanied by a capricious force known as She. She can be helpful—her card is always in your hand. If you make use of her power, she’ll win a round for you outright. Every so often She will hurt you for it, though. That gamble is the central thematic conflict of the game.

To find your way out of the woods, you take your cards and visit Sites. These locations in the woods are milestones, and each character has a few milestones they need to visit before they escape. Find the right ones, clear them, and you’re free for another night.

In your way are Menaces and Sticks. You clear them by matching the colors of your cards with the colors on them. Menaces will kill you with fright if you fail to get past them. Sticks will fill your pockets, leaving you without any flexibility for forming your hand. All the while, time is passing, and the weather is against you. Each turn a weather card is used, and when they’re all gone, you’re lost. Fright alone can kill you, but so can staying out in the woods too late.

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So you match your cards to menaces, staving off fear, loss, fury corruption and deception. You trace your path back from milestone to milestone. In the end, hopefully, you make it out alive.

In practical terms, this means a good bit of clever card management and a lot of luck. Most of the time you’ll need to manage your resources carefully, tucking certain cards into your pockets and knowing when to take some strategic damage. Sometimes you’ll lose because you just couldn’t draw the milestones you needed. Sometimes you’ll lose because every big bad menace will show up against you. Sometimes you’ll win because every single hand will go your way. Small hands and short games mean there’s a limit to how much variety you’ll encounter.

This is offset by the characters you have to choose from, and the way Rootwork manages progression. Your wins are tallied by character, and you unlock new cards at certain milestones. Playing the Adult or Child is distinctly easier than playing the Elder or Teen, but you’ll need to handicap yourself with the latter in order to unlock the next cards.

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The flaw in that system is that the milestones are far apart. Twenty wins per character, up to a thousand times overall—it’s a lot to ask. The gaps are a little too large to keep the game interesting via progression alone, and the core game does need a little help with its hooks.

While you’re unlocking new cards, you’re also unlocking the story. Rootwork has a tale to tell about the malevolence of She who rules the Woods, and you unlock it piecemeal as you escape the menaces you encounter. It’s a dark and bloody tale, well-suited to this unsettling game.

If you don’t care about the story and you don’t care about progression, you can go ahead and unlock all the cards via IAP. The game cautions against this sort of cheating, and unless you’re going to be satisfied with the intrinsic motivation of simply playing, you’ll probably regret it. Playing with those regrets is all part of the theme, though. Like the terrible mistakes Rootwork will let you make with She, you’re free to ruin your own experience at will.

Ultimately the card game at the heart of Rootwork doesn’t quite uphold its thematic aspirations. It’s creepy, sort of, but not as unsettling as the rest of the package. It’s mechanically strong, but not strong enough to carry it through a thousand or more winning games. That’s not to say it isn’t worth playing. Rootwork is a game worth sinking into, but few will have the tenacity to dig down into its depths.

TouchArcade Rating:

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