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Novos iPhones 6 e 6 Plus chegam ao Brasil dia 14 de novembro

Falta bem pouco para o lançamento do iPhone 6 e 6 Plus no Brasil. Claro e Nextel já marcaram o início do cadastro de usuários interessados nos novos smartphones da Apple, e eles devem chegar às lojas a partir de 14 de novembro.

Clientes da Claro poderão fazer o cadastro aqui para receber informações relativas ao lançamento do smartphone a partir de amanhã, 1º de novembro. Já quem usa Nextel precisará esperar até o dia 7 de novembro para isso pelo site oficial da operadora. A TIM também fez um post no Twitter indicando que o iPhone 6 está chegando:

E a data? De acordo com o email enviado pela Claro para a imprensa, os novos iPhones serão lançados no Brasil no dia 14 de novembro – ou seja, dentro de duas semanas.

O que ainda não está claro é o preço que será cobrado pelos aparelho, mas rumores dizem que mesmo o iPhone 6 mais básico romperá a marca dos R$ 3.000 – e o valor pode chegar a R$ 4.400 no iPhone 6 Plus mais robusto (com 128GB de armazenamento).

Lançados em setembro nos EUA, o iPhone 6 e o 6 Plus trazem tela maior do que nos modelos da família 5 – o 6 tem 4,7 polegadas, enquanto o 6 Plus tem 5,5 – e chip NFC para pagamentos móveis via Apple Pay, serviço que só está disponível nos EUA por enquanto.

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Asus Zenfone 6

O Zenfone 6 é phablet da Asus com tela de 6 polegadas. Na essência, é muito semelhante ao Zenfone 5, porém com a tela ampliada. Apesar do display maior, a resolução segue sendo HD (720 x 1280p) e as demais especificações são parecidas. Um dos incrementos é a câmera, com resolução aumentada para 13 megapixels.




Xperia T2 Ultra Dual


Lumia 1320


Zenfone 6

Qualcomm MSM8228
quad-core, 1.4 GHz
Snapdragon 400, quad-core, 1.7GHz
Atom Z2560,
dual-core 2GHz

Adreno 305
Adreno  305
PowerVR SGX544MP2

8GB (interna)+
32GB (microSD)
8GB (interna) +
 64GB (microSD)
8/16GB (interna)+
64GB (microSD)

1GB
1GB
2GB

Android 4.4
Windows Phone 8.1
Android 4.3
(com upgrade para 4.4.2)

Traseira 13MP /
Frontal 1.1MP
Traseira 5MP/
Frontal VGA
Traseira 13MP/
Frontal 2MP

6″ TFT LCD
800 x 1280
6″ IPS LCD
720 x 1280
6″ IPS LCD
720 x 1280

165,2 x 83,8 x
7,65 mm
164.2 x 85.9 x
9.8 mm
166.9 x 84.3 x
 9.9 mm

172g
220g
196g

Li-Ion 3000 mAh
Li-Ion 3400 mAh

Li-Ion 3300 mAh





Dois chips SIM




R$ 1.099

R$ 999

R$ 999


Zenfone ainda maior 

Tanto o Zenfone 6 quanto o 5 trazem as mesmas características no design. A traseira é feita em um plástico com um material que simula cerâmica muito bem encaixado, os acabamentos são precisos em elementos como os botões e o produto como um todo tem uma ótima apresentação. O Zenfone 6 também compartilha os mesmos defeitos da versão mais compacta, como a falta da retroiluminação nos botões básicos da interface Android, que são fixos e não virtuais, e as bordas do aparelho são bastante largas.

Como resultado de também possuir as bordas largas e do display maior, com 6 polegadas, o Zenfone 6 consegue ser ainda maior que o Zenfone 5. É um aparelho de grandes proporções, praticamente impossível de ser operado com uma mão mesmo por curtos períodos. É o dispositivo que só cabe em bolsos de calças ou bermudas relativamente grandes, logo até mesmo transportá-lo pode envolver uma lógica mais complexa – no caso de homens que usem calças mais justas, carregar sempre na mochila ou mesmo adotar o visual das bolsas masculinas. Pela falta de praticidade no manuseio, um smartwatch também é algo a se cogitar na sua lista de compras.

Asus Zenfone 6

 

Mas é claro que nem tudo é defeitos. A tela gigante traz um benefício importante: uma área útil para uso de aplicativos e consumo de multimídias. Segurar um aparelho de 6 polegadas próximo do corpo é uma experiência parecida com um televisor dos grandes a alguns passos de você. Consumir vídeos é muito confortável, e apesar da densidade de pixels não ser muito alta, a resolução HD é suficiente para que a experiência com o display não seja comprometida.

Com todo este potencial para multimídias, uma pena que a Asus não investiu mais em alguns recursos para o modelo. O sistema de som é mono e localizado na parte traseira, algo que resulta em uma experiência inferior aos modelos que possuem áudio estéreo na parte frontal, com o som melhor direcionado. Também não há uma opção com TV Digital, o que acaba matando outra possibilidade de uso interessante para este display.

Os botões físicos, ao invés de usar os digitais, trazem a vantagem de liberar um espaço extra na base da tela, mas a falta de retroiluminação é incômoda, ainda mais que no caso do Zenfone 5. Com uma área maior de “terra de ninguém” entre os botões físicos na base, é mais difícil achá-los em locais escuros.


Ótima performance e autonomia

O Zenfone 6 vem com um processador Atom mais potente que o presente no Zenfone 6, com incremento nos clocks de operação, de 1.6GHz do modelo de 5″ que testamos para 2.0GHz. Como resultado, temos scores de 15 a 30% superiores nos benchmarks.

filtros

Ice Storm Extreme

Rodapé

filtros

Modo Padrão

Rodapé

filtros

Modo padrão

Rodapé

No uso, porém, pouca coisa muda comparado ao Zenfone 5: a interface opera de forma fluída, o multitarefa é ágil por conta dos confortáveis 2GB de memória RAM e a experiência com o sistema Android é bem satisfatória. Todos os apps funcionaram sem maiores problemas, e mesmo games mais exigentes rodam fluídos. O Zenfone 6 tem performance – e uma tela bem confortável – para games.

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Alto consumo

Rodapé

 

Na autonomia, o Zenfone 6 herda uma das características mais interessantes do phablets, talvez até mais interessante que o grande display: a bateria. Com mais espaço, as fabricantes recheiam com mais miliamperes seus dispositivos, e o resultado é um aparelho com maior autonomia. Com um uso intenso, todos os sensores e o 3G ativo de forma constante, o Zenfone 6 fechou o dia com ainda 30% de bateria disponível. Em consumo mais maneirado, ele tem autonomia para encarar dois dias, um resultado bom, mas que não chega a ser excepcional neste mundo dos smartphones-quase-tablets.


Boa câmera

A outra modificação importante em relação ao modelo de 5 polegadas é a câmera. A Asus equipou o Zenfone 6 com um sensor de 13MP. Apesar de fazer bonito na lista de especificações, mais megapixels não quer dizer fotos melhores, e isto fica evidente na comparação entre o Zenfone 5 e 6.


Minhas principais críticas em relação às câmeras dos Zenfones são o balanço de branco meio indeciso, que em alguns momento satura bastante as fotos, e em outros segue uma abordagem “mais realista”, e a exposição. O Zenfone se sai muito bem em fotos de baixa luminosidade, por conta da tecnologia PixelMaster, porém além de combinar os pixels para aumentar a luminosidade, ele também aumenta o tempo de exposição. O resultado são várias fotos borradas, caso você não fique firme na hora de bater a foto, ou algo da cena se mova. Alguns smartphones, como Lumias, também usam uma técnica parecida, mas por virem equipados com estabilização óptica (OIS) – o Zenfone não tem – eles sofrem menos os efeitos negativos do obturador “mais lento”.


Boa iluminação: Zenfone 5 e Zenfone 6


Pouca iluminação: Lumia 925 e Zenfone 6

A câmera vem com os mesmos recursos do Zenfone 5. O app padrão já vem recheado de funções, como os modos automáticos que detectam sorrisos para batera foto, modos noturnos, esportivos e até a criação de GIFs é bastante simples com este aparelho. Na hora de filmar, este modelo é capaz de capturar vídeos em até 30fps e resolução FullHD. Em geral, o resultado fica melhor se ativado a estabilização digital da imagem, que reduz a resolução para HD e compensa a falta da estabilização “física”.


ZenUI 

Assim como os demais modelos da linha Zenfone, o modelo de 6 polegadas vem com a ZenUI, uma customização geral da interface do Android criada pela Asus. Para o pessoal que curte o Android sem interferência da fabricante, este é um ponto bastante negativo do aparelho, porque o que temos aqui é praticamente uma releitura do Android por parte da Asus.

As alterações não resultaram em uma interface ruim. A Asus usou um visual leve e intuitivo, com bastante imagens e ícones bastante grandes para facilitar a navegação e acesso às funcionalidades. O sistema também opera de forma fluída, mostrando que a nova “cara do Android da Asus”, não compromete o desempenho.


Os destaques da ZenUI são o “What’s Next”, um centralizador dos próximos compromissos que surge já na tela de desbloqueio do aparelho,  o “Do It Later”, um app de anotação rápidas de coisas a fazer, o “PC Link”, que possibilita controlar o smartphone em uma janela no PC, além de uma série de apps para compartilhar multimídias como o “Share Link” e o “Party Link”, e também um app que possibilita usar o smartphone como controle remoto do computador através da conexão bluetooth, o “Remote Link”.

Existem outros apps que podem realizar muitas destas funções, disponíveis no Google Play, mas não deixa de ser interessante ter estes aplicativos já disponíveis e coerentes com a interface da ZenUI. Esta interface traz também pequenas adições, como um aplicativo chamado espelho (que mostra a imagem da câmera frontal) e um que acende o LED da câmera para utilizá-lo como lanterna. Novamente, pequenas adições que estão disponíveis em outros apps, mas que não deixam de serem úteis de estarem no aparelho.


Conclusão

O Zenfone 6 traz muitas das características que vimos no Zenfone 5. É um aparelho com ótima performance, tela de boa qualidade e design com bons acabamentos. Algumas mudanças como a câmera de maior resolução não chegam a trazer um impacto grande na qualidade das fotos, mas continuam situando este aparelho entre os melhores de seu segmento de preço, neste aspecto. O ganho de performance, comparado ao modelo mais compacto, é sempre bem-vindo.

Com seu estilo phablet, ele agrava um pouco uma característica já negativa no Zenfone 5: o seu tamanho. Comparado ao seu equivalente menor, o Zenfone 6 não chega a ter bordas tão largas, mas ainda está entre os maiores e mais pesados phablets do mercado. É um aparelho para quem quer este porte todo, e recomendo muito que teste ele antes de fazer a compra, para ver se vai e adaptar com seu tamanho.

Na parte do preço, ele não conseguiu repetir o feito do Zenfone 5 de “esculhambar” o mercado com um preço abaixo de todos os concorrentes. Seus 999 reais estão próximos do que já vemos neste segmento, logo não chega a se sobressair neste aspecto. No restante, é um phablet com uma ótima experiência do mundo Android, e pode ser uma boa opção para você que busca um smartphone de grande porte.

 

Prós

  • Bom design e tela
  • Boa performance
  • Câmera eficiente em locais escuros

Contras

  • Pouco portátil
  • Não explora muito a tela disponível
  • Preço menos competitivo que o do Zenfone 5

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A tecnologia pouco sofisticada usada pela NASA para explodir um foguete

Quando o foguete Antares explodiu segundos após o lançamento no começo da semana, a NASA conseguiu avisar todos os seus funcionários do fracasso em pouco tempo graças a um protocolo muito bem praticado. O caso de Antares nos dá uma ideia dos processos que determinam cada lançamento de foguete, e um deles é particularmente surpreendente.

Em uma coletiva de imprensa realizada logo após a explosão, descobrimos que Antares começou a se comportar “erraticamente” alguns segundos antes do lançamento, e a equipe responsável por monitorar o foguete iniciou algo chamado sistema de terminação de voo – que essencialmente impediu o lançamento do foguete antes que ele pudesse subir alto demais e causar danos devido aos seus problemas. Mas quem tomou essa decisão, e em quanto tempo ela foi tomada?

É uma história fascinante relatada pela National Geographic. Brad Scriber, o autor do artigo, assistiu ao lançamento fracassado de Antares pessoalmente na Ilha Wallops. Em lançamentos, dois funcionários realizam um papel importante e perigoso – em vez de se protegerem com o resto da equipe, eles observam os primeiros segundos após a subida do foguete cuidadosamente posicionados em armações de madeira e arame.

Por que? Porque nessa situação, os radares são imprecisos demais para monitorar a posição do foguete – e a visão humana é muito mais confiável. Scriber escreveu:

Nos primeiros segundos após um lançamento, quando o foguete está próximo do chão, há muita interferência de árvores e estruturas próximas para radares e outros sistemas de monitoramento conseguirem medir com precisão. Então observadores assistem ao lançamento a partir de uma armação de madeira munidos de fios de guia. Se o foguete cruzar por trás de um fio, eles sabem que está saindo da rota e enviam um alarme aos agentes dizendo para abortar a missão. Em seguida, eles procuram abrigo.

De acordo com um artigo de 2008 da Popular Mechanics sobre esses funcionários, eles são responsáveis por equipar a chamada Terminação de Lançamentos para os dois primeiros minutos de um voo. “Se algo acontecer nesse momento, temos apenas alguns segundos para reagir”, explicou um comandante de nave da NASA à revista.

É fascinante saber que a visão desempenha um enorme papel em uma das maiores realizações tecnológicas da humanidade. Afinal, erros humanos foram responsáveis por ao menos um desastre de lançamento de foguete, conhecido como O hífen mais caro da história, quando um único hífen em um código de lançamento fez um foguete de US$ 60 milhões explodir em 1962. Mas parece que, no fim das contas, ainda podemos confiar nos nossos olhos. [National Geographic]

Foto: AP Photo/NASA, Joel Kowsky

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Best iPhone and iPad Games of the Week: 10/31/14

Another solid week under our belts, friends. We’ve got a really great action game that uses swipe controls in a way that actually doesn’t suck, a tower defense game that somehow manages to feel fresh, an awesome to a sequel to an already good puzzle game, and a spin-off of one of our favorite games ever? Sign me up. Here’s the list of our best reviewed games this week:


Ghost BladeGhost Blade


Ghost Blade, $4.99
[Review] – Ghost Blade is without question the finest example of stylish action available on iOS to date, and an essential pick-up for any fan of action games. It has a few rough edges, with the tutorials dragging on a bit too long, a weak localization that makes all the extra story details you can uncover less meaningful, and the odd enemy attacking from off-screen, but these relatively minor gripes are easily outweighed by the sheer depth and fun of its combat system. No, it’s not Devil May Cry or Ninja Gaiden in your pocket, but it’s still an outstanding effort for what appears to be a small, new developer. If this is what they made on their first try, I simply can’t wait to see what they do for an encore.


Sleep Attack TDSleep Attack TD


Sleep Attack TD, $2.99
[Review] – If you think you’re all Tower Defense’d out, be prepared for the tables to turn. Ayopa Games have set their sights on a time honored genre that is, to be honest, usually pretty outdated. Sleep Attack TD is their first foray into tower defense. Our forums have been buzzing about this game for good reason. With the bright asthetic Ayopa is known for and some very unique gameplay, Sleep Attack brings some much needed defibrillation to a category of games that seems to be in constant danger of completely flat lining.


Super Glyph QuestSuper Glyph Quest


Super Glyph Quest, $0.99
[Review] – Simply put, if you enjoyed Glyph Quest but found there wasn’t enough substance to satisfy, you’re going to love Super Glyph Quest. If you missed out on the original, this sequel surpasses it sufficiently to render it redundant, so you might as well start here. It may be a variation on a relatively tired theme, but it’s a solidly-constructed one with a good sense of humor and a few interesting hooks of its own. Its difficulty balancing is a little bit out of whack, but even if you have to take to some grinding, it’s fairly minimal and it just means more puzzling fun. The gameplay doesn’t present a dramatic change over the previous game, making this more of a Turbo Champion Edition or something, but full-fledged sequel or not, for a few bucks, it’s hard to go wrong here.


Tilt to Live: Gauntlet's RevengeTilt to Live: Gauntlet's Revenge


Tilt to Live: Gauntlet’s Revenge, $2.99
[Review] – Sure, sometimes developers can give reasons for why they want to charge more money for something that are utter poppycock. Granted, I’ve known One Man Left since 2010, and I take them at their word that Tilt to Live: Gauntlet’s Revenge was becoming too big and too separate to be just an add-on to Tilt to Live 2. But in playing it, I think the position is really quite justified. This is pretty much its own game, only filtered through Tilt to Live’s aesthetics and controls. And it winds up being this challenging gauntlet that’s well worth checking out.

Additionally, we reviewed a few other games this week. As always, you can dig into all of our reviews by clicking here. Alternatively, you can hit up specific scores by using these links:

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Como funciona a remoção de tatuagens a laser

Receber uma tatuagem é um processo espetacular – ainda mais quando visto em slow motion. Mas como funciona a remoção de uma tatuagem? É uma ciência fascinante com lasers e tudo mais.

Como a arte das tatuagens coloriu a história do mundo

O Smarter Every Day publicou um vídeo explicando como funciona todo o processo de tirar aquele desenho — que teoricamente seria permanente — do seu corpo. Bem, elas são permanentes, de fato, mas esses lasers fazem um ótimo papel ao remover aquela tatuagem que você fez e se arrependeu.

Para entender como funciona a remoção, é preciso saber como funciona o processo de tatuagem. Em resumo, múltiplas agulhas enfiam tinta no seu corpo – e não é qualquer tinta, já que muitas delas são feitas com metais pesados como cádmio, cromo e sais de magnésio.

Mas seu corpo não aceita a penetração dessa tinta na boa. Assim que as partículas de pigmento são percebidas pelo seu sistema imunológico, ele entra em ação para tentar remover os intrusos. Glóbulos brancos de sangue caminham até o local do seu corpo onde está a tatuagem e se esforçam para removê-la. Mas as partículas de tinta são de tamanhos variados – algumas pequenas, outras enormes e maiores do que os glóbulos brancos. Assim, as menores saem, enquanto as grandes permanecem. Essa briga eterna para tirar do seu corpo a tinta que não pertence a ele faz com que as tatuagens apaguem um pouco com o tempo.

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Entra em ação o laser. Não é qualquer laser que consegue acabar com uma tatuagem – são alguns especiais e extremamente caros. Quando o laser é jogado em direção à tinta da tatuagem, ele quebra os pigmentos de tinta. Isso faz com que aquelas partículas que seu corpo não conseguiu remover fiquem menores – e, assim, o nosso sistema imunológico consegue absorvê-las com mais facilidade.

Então podemos, sim, remover uma tatuagem. Mas sempre é bom lembrar que é um processo demorado – você precisará visitar um cirurgião plástico várias vezes – e caro. Muito mais caro do que a própria tatuagem, em muitos casos. Confira o vídeo abaixo, preparado pelo Smarter Every Day, com mais detalhes e imagens de todo o processo (o vídeo está em inglês) [Smarter Every Day via Sploid]

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