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Google lançará uma loja especial para vender componentes do smartphone modular Project Ara

O Project Ara é o conceito de smartphone modular que há algum tempo vem sendo desenvolvido pelo Google. Com ele, você pode adicionar ou remover componentes da forma que desejar para ter um smartphone personalizado. Agora as coisas estão ficando mais interessantes: o Google anunciou que vai criar uma loja de hardware para peças do Ara.

Sem muito alarde, a empresa anunciou a loja para desenvolvedores disponibilizarem seus componentes para o Ara. Vai ser mais ou menos com uma Google Play Store, mas com peças de hardware em vez de apps – você vai poder comprar uma tela nova, ou trocar a CPU, ou então quem sabe uma câmera mais potente a partir desta loja. E tudo isso sem precisar trocar o smartphone – basta substituir as peças como se o seu telefone fosse de Lego.

Resta saber como o Google fará para produzir as peças de hardware criada por desenvolvedores. Em um caso parecido, a loja bitLabs vende peças para módulos Arduino LittleBits que são fabricadas pelos próprios desenvolvedores, mas o Google pode muito bem usar uma abordagem diferente. Devemos saber mais sobre isso em breve – afinal, o Google pretende começar a vender os smartphones modulares já em janeiro de 2015. [PC World]

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The TouchArcade Show – 178

Logo

LogoThis week was really heavy on the game chat, which I always think is a good thing. Jared and I were both obsessed with different games, with me being totally about Retry and he was all about the various sports games of the week. Mike Meade was awoken from his slumber moments before recording, so I think he slept through most of it. You could argue this is both good and bad.

Don’t forget to shoot us emails with any questions, feedback, or anything else relevant or irrelevant to podcast@toucharcade.com. We read ‘em all, even if they don’t make it into the podcast. As always, you can listen to us with the links below… And if you like what you hear, please subscribe and/or drop us a review in iTunes. Much appreciated!

 

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Games

  • Retry [Free]
  • Ghost Blade [$4.99]
  • NHL 2K [$7.99]
  • Rival Stars Basketball [Free]
  • Tilt to Live: Gauntlet’s Revenge [$2.99]
  • Puzzle to the Center of the Earth [Free]

News

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O terrível trabalho dos moderadores de conteúdo do Facebook

Mesmo com mais de um bilhão de usuários, o Facebook consegue se manter limpo e agradável para crianças acessarem. Como é possível que a rede social não seja inundada de pornografia e outras coisas não recomendadas para menores de idade? Bem, uma empresa cuida da moderação do conteúdo publicado no Facebook, e rapidamente elimina qualquer coisa que não seja apropriada.

Para edição de novembro da revista Wired, Adrian Chen visitou o escritório de uma empresa nas Filipinas que foi contratada pelo Facebook para cuidar disso. E, como o esperado, não é um trabalho nem um pouco divertido – muito pelo contrário, deve estar entre os piores empregos do mundo.

Praticamente todos os sites de mídias sociais usam algum tipo de moderação para manter conteúdo abusivo longe das suas páginas. A empresa visitada por Chen também cuida da moderação do Whisper, aquele serviço de segredos anônimos que não é tão anônimo. Lá, funcionários contratados, que provavelmente recebem menos em um dia do que nós ganhamos em uma hora, passam o expediente olhando imagens de violência brutal e pedofilia. Esse tipo de trabalho pode causar transtornos na cabeça dessas pessoas – como diz a Wired:

Oito anos após o fato, Jake Swearingen ainda pode lembrar do vídeo que o fez pedir demissão. Ele tinha 24 anos de idade e conseguiu um trabalho como moderador de uma startup chamada VideoEgg. Depois de três dias, um vídeo de uma decapitação apareceu entre as suas tarefas.

“Merda, eu peguei uma decapitação”, ele disse. Um colega de trabalho um pouco mais velho que vestia um casaco preto casualmente virou sua cadeira. “Ah”, ele disse, “qual?”. Naquele momento, Swearingen decidiu que não queria se tornar um conhecedor de vídeos de decapitação. “Eu não queria olhar para trás e dizer que me tornei tão blasé ao assistir pessoas tendo essas coisas terríveis acontecendo com elas que passei a ser irônico ou fazer piadas sobre isso”, diz Swearingen, agora editor de mídias sociais da Atlantic Media.

Com esse tipo de tarefa a ser desempenhada no trabalho, não é surpreendente que cada funcionário dure entre três a seis meses no cargo – muito mais do que isso certamente causaria danos irreversíveis na vida da pessoa. E esse submundo dos trabalhadores de rede sociais emprega muita gente:

Empresas como Facebook e Twitter dependem de um exército de funcionários que absorvem o que há de pior na humanidade para proteger o resto de nós. E há uma legião deles – uma piscina enorme e invisível de trabalho humano. Hemanshu Nigam, antigo chefe de segurança do MySpace agora mantém uma consultoria de segurança online chamada SSP Blue, e estima que o número de moderadores de conteúdo depurando os sites, aplicativos e serviços de armazenamento na nuvem das mídias sociais é “bem maior que 100.000″, isso é, cerca de duas vezes o total de funcionários do Google e quase 14 vezes mais do que o Facebook.

Então enquanto as gigantes do Vale do Silício empregam muitos funcionários em seus luxuosos escritórios espalhados pelo mundo, uma quantidade ainda maior de pessoas vive com salários próximos aos US$ 300 por mês tirando qualquer coisa suja que seja postada nesses serviços para que seus queridos usuários não precisem encarar vídeos de decapitação ao acessar casualmente o Feed de Notícias do Facebook pelo celular – e fazendo isso do outro lado do mundo.

Você pode conferir o artigo completo na Wired (em inglês). E lembre-se: apesar de todo o chorume postado diariamente no Facebook (e sabemos que não é pouco chorume!), as coisas poderiam ser bem piores. [Wired]

Imagem via Shutterstock

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ASUS Strix GTX 980 OC

Recebemos da ASUS sua placa de vídeo topo de linha com o gpu GeForce GTX 980, a ASUS STRIX GTX 980 Overclocked Edition, modelo desenvolvido com novo sistema de cooler utilizando a tecnologia DirectCU II, exclusiva da empresa, além do gpu overcklockado de fábrica, trabalhando 52MHz acima do modelo referência.

Ela chegou custando U$ 579 em cenário internacional, U$30 a mais que o modelo referência.

Conheça as novas tecnologias da arquitetura Maxwell

A GeForce GTX 980
O chip utilizado na GTX 980 é o GM204, o mesmo da GTX 970, porém aqui ele traz um número maior de núcleos CUDA: são 2048, enquanto a GTX 970 vem com 1664. A GTX 980 referência opera em uma frequência de GPU em 1126 MHz, chegando a 1216 MHz através do Boost. A placa vem com 4 GB de memória em 256-bit GDDR5, e clock de 7 GHz. Já o modelo da ASUS analisado tem GPU trabalhando em 1178 MHz, 52 MHz acima da referência. As memórias não sofreram alteração, se mantiveram em 7GHz. A Asus não tem costume de fazer overclocks tão altos em seus modelos, apesar do potencial dos mesmos nessa característica.

Veja mais sobre a arquitetura Maxwell no Videocast Especial: A estreia da Maxwell

Tecnologias

De acordo com a própria ASUS, a Strix GTX 980 OC se assemelha a uma coruja por causa das suas tecnologias e especificações: ela é silenciosa, veloz, seus “olhos” (metáfora com os gráficos) enxergam os mínimos detalhes e sua “mente” (ou seja, seu desempenho) é eficiente sem gastar energia à toa. Confira abaixo as tecnologias de destaque dessa nova GPU:

DirectCU II com tecnologia Fan 0dB
Sistema de tubulação que transporta até 40% mais de calor para fora da GPU e possui uma área de dissipação cerca de duas vezes maior. Além disso, se a temperatura da placa de vídeo estiver abaixo do set level, a peça fica totalmente silenciosa.

DIGI+ VRM com Super Alloy Power
Design elétrico de 10 fases que diminui o barulho produzido em até 30%, ao mesmo tempo que aumenta a eficiência energética em até 15%. Além disso, melhora a estabilidade da GPU e também a sua longevidade.

GPU Tweak
Ferramenta de streaming que permite que o usuário compartilhe o que está passando por sua tela em tempo real. Ideal para transmissões de games ao vivo. Vale destacar que é possível, ainda, adicionar uma janela de texto, fotos e até vídeos ao vivo da webcam ao streaming.

Fotos
Como sempre por se tratar de uma placa com selo RoG e por ser o modelo topo de linha da ASUS, a placa tem visual imponente e acabamento impecável. A empresa procurou associar a linha STRIX com uma coruja como já destacamos acima, visualmente seu design realmente se assemelha a algum animal pelo acabamento interno dos FANs, ainda mais após instalar o “kit” de personalização central, disponível na cor preta ou vermelha.

O acabamento é excelente como sempre, destacando também o backplate traseiro, que tem função de proteger e também dissipar o calor da placa. 

Abaixo o kit de personalização onde o usuário pode escolher entre vermelho e preto, escolhemos preto por ser um pouco mais discreto, mas vermelho pode até chamar mais a atenção já que o detalhe no centro dos FANs é vermelho.

Assim como outros modelos da Asus a carcaça protetora dos FANs é facilmente removida, facilitando muito a limpeza, especialmente para remoção da poeira, talvez o maior problema no comprometimento do bom funcionamento doa FANs.

Nas fotos abaixo temos a SRTIX GTX 980 ao lado da GTX 980 Gaming 4G da MSI e de uma GTX 980 referência. Além do visual e sistema de cooler, temos como diferença o tamanho do PCB e também os conectores de energia. Reparem que o modelo referência tem 2 conectores de 6 pinos, a placa da MSI tem 2 de 8 pinos, e a STRIX tem 1 de 8 pinos e 1 de 6 pinos.

Sistema Utilizado
Como de costume, utilizamos uma máquina top de linha baseada em uma mainboard ASUS Rampage IV Black Edition e processador Intel Core i7 4960X, overclockado para 4.5GHz para os testes. A ideia é evitar que o sistema seja um limitador para o desempenho das placas de vídeo testadas. Abaixo, algumas fotos da placa montada no sistema:

A seguir, o menor preço encontrado de cada um dos modelos utilizados nos comparativos ou de algum modelo semelhante, caso o mesmo não esteja disponível (pesquisa feita dia 08/10/2014 no site newegg.com). O preço é baseado no valor cobrado no exterior em dólares, sendo que é impossível realizar a mesma conta com os valores cobrados no Brasil, pela alta volatilidade dos preços em nosso mercado. Vale destacar ainda que procuramos o preço do modelo exato, caso não disponível, do valor mais baixo de algum modelo semelhante.

Destacamos ainda que a AMD cortou o preço das placas de vídeo da série Radeon R9 290 e também Radeon R9 280 visando tornar os produtos mais competitivos frente aos novos lançamentos da Nvidia. 

ASUS STRIX GTX 980 OC 4GB – US$ 579
MSI GTX 980 Gaming 4GB – US$ 579
MSI GTX 970 Gaming 4GB – US$ 349
Gigabyte GTX 970 G1 Gaming 4GB – US$ 349
NVIDIA GeForce GTX 970 4GB – US$ 329
NVIDIA GeForce GTX 980 4GB – US$ 549

NVIDIA GeForce GTX 780 Ti 3GB – US$ 600 (Descontinuada a partir de 18/09/2014)
NVIDIA GeForce GTX 780 3GB – US$ 440 (Descontinuada a partir de 18/09/2014)
NVIDIA GeForce GTX 770 3GB – US$ 300 (Descontinuada a partir de 18/09/2014)
NVIDIA GeForce GTX 680 2GB – US$ (Placa descontinuada)

AMD Radeon R9 290X 4GB – US$ 399
XFX Radeon R9 290X BE 4GB – US$ 499
PowerColor PCS+ R9 290X 3GB – US$ 459
XFX Radeon R9 280X BE 3GB – US$ 299
PowerColor TurboDuo R9 280X 3GB – US$ 269

Mais abaixo, detalhes da máquina, sistema operacional, drivers, configurações de drivers e softwares/games utilizados nos testes.

Sistema Operacional e Drivers
- Windows 8.1 Pro 64 Bits
- Intel INF 10.0.20
- NVIDIA GeForce 344.16
- AMD Catalyst 14.9

GPU-Z
Abaixo, a tela principal do aplicativo GPU-Z mostrando algumas das principais características técnicas da placa de vídeo.

Overclock
Um dos grandes atrativos das placas de vídeo com gpus Maxxwel está em seu alto potencial para overclock. Como estamos falando de um modelo com projeto diferenciado, inclusive com PCB diferente do padrão, que traz entre seus benefícios otimizações para aumentar seu potencial para overclock, conseguimos resultados bons e não tão bons.

Subimos o clock da GPU de 1178 MHz para 1350 MHz em modo normal, 223 MHz acima do clock original de uma GTX 980 referência, o modo turbo chegou a 1451 MHz. As memória subimos de 7GHz para 7.6GHz, esse foi o lado negativo, sendo que ao tentarmos subir mais o clock das memórias o sistema ficava instável. Outro detalhe é que nenhuma modificação de tensão foi feita, modelos com projeto desse nível podem ir muito além se tiverem modificações na tensão.

Abaixo a tela do GPU-Z mostrando os clocks alcançados:

Temperatura
Iniciamos nossa bateria de testes com um bastante importante: a temperatura do chip, tanto em modo ocioso como em uso contínuo.

É importante destacar que a STRIX GTX 980 OC da ASUS assim como modelos de outras empresas, fica com seus fans desligados quando em modo ocioso, por isso sua temperatura  consideravelmente acima de outros modelos nesse teste. 

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Sistema ocioso (idle)

Rodapé

Para o teste da placa em uso, medimos o pico de temperatura durante os testes do 3DMark rodando em modo contínuo.

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Rodando 3DMark (Fire Strike)

Rodapé

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Sistema ocioso (idle)

Rodapé

 

No teste de carga, rodamos o 3DMark – aplicativo que exige um pouco mais do sistema e da placa de vídeo do que grande maioria dos games.

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Rodando 3DMark

Rodapé

OBS.: No teste em modo ocioso consideramos 5w como margem de erro. Já no teste rodando o aplicativo 3DMark, consideramos 15w como margem de erro, devido à grande variação que acontece testando uma mesma placa.

Testes sintéticos
Começamos pelos testes sintéticos, utilizando aplicativos específicos para medir o desempenho das placas.

3DMark (2013)
Rodamos a versão mais recente do aplicativo de testes da Futuremark com o teste mais exigente da nova ferramenta, o Fire Strike. Abaixo os resultados:

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Fire Strike (default)

Rodapé

O teste foi dividido em duas partes: uma sem e outra com o uso do Tessellation em modo “extreme”, ambas a 1920×1080 com o filtro de antialiasing em 8x e anisotropic em 16X.

O primeiro teste, com o Tessellation desativado:

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DX11, Quality: ULTRA, Tessellation: DISABLE, AA 8x, 1920×1080

Rodapé

E o segundo com o Tessellation ativado em modo EXTREME:

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DX11, Quality: ULTRA, Tessellation: EXTREME, AA 8x, 1920×1080

Rodapé

Testes em games
Agora vamos ao que realmente importa, os testes de desempenho em alguns dos principais games do mercado.

Battlefield 4
“Battlefield 4″ é um referencial da plataforma PC quando se trata de gráficos de alta qualidade. O game foi todo desenvolvido sobre a Frostbite 3, nova engine da produtora DICE.

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Ultra, AA 4xMSAA, 1920×1080

Rodapé

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Ultra + DDOF, AF 16x, 1920×1080

Rodapé

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HIGH (mapa Canyon), AA FXAA AF 16x, 1920×1080

Rodapé

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ULTRA, AA 8x, 1920×1080

Rodapé

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Very High, 16xAF, Tessellation: Very High, AF 16x, 1920×1080

Rodapé

Middle Earth Shadow of Mordor
O novo game da franquia Senhos dos Anéis lançado esse ano chegou sem gerar muita expectativa e se tornou um dos grandes lançamentos do ano, com destaque para seus gráficos muito refinados. Nosso teste utiliza a melhor qualidade possível do game.

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Modo Ultra / Texturas em Ultra, 1920×1080

Rodapé

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Ultimate, AA FXAA AF 16x, 1920×1080

Rodapé

PhysX: Metro Last Light
Para testes de PhysX, utilizamos “Metro Last Light”, um dos mais recentes e com destaque para uso desse tecnologia.

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Very High, 16xAF, Tessellation, PhysX, AF 16x, 1920×1080

Rodapé

Conclusão
O modelo GeForce GTX 980 STRIX da ASUS se destaca pelo projeto aperfeiçoado quando comparado ao modelo referência, em especial quando o assunto é o sistema de refrigeração, muito mais eficiente e silencioso, inclusive ficando com ruído zero em alguns momentos, já que a placa detecta que o sistema está em modo ocioso e desliga os FANs, só religando quando houver necessidade, leia-se o GPU começar a esquentar. O overclock de fábrica da placa é bastante modesto, apenas 52MHz acima do modelo referência, outros modelos concorrentes possuem overclock mais alto e mesmo preço, que naturalmente tem desempenho um pouco superior.

Uma GTX 980 referência tem performance em torno de 30% superior à da GTX 780, e ultrapassando até mesmo a GTX 780Ti com uma margem de 6%. Já o modelo analisado nunca supera 5% a mais, em alguns momentos fica com mesmo resultado, motivo do baixo overclock feito pela Asus.

Seu preço é U$30 acima do preço de lançamento do modelo de referência, alcançando U$579 em cenário internacional. Lembramos que a GTX 780, quando foi lançada, chegou custando US$ 649. Já a GTX 780 Ti custava US$ 699 no seu “dia 1″ no mercado. Porém, a verdade é que a GTX 970 rouba os holofotes nesta hora, com preço 200 dólares mais baixo. Não estamos falando apenas de uma placa com performance próxima, mas muito mais barata. É também uma placa com um poder de overclock que consegue fazer frente a topo de linha em algumas situações, dificultando a vida dessa e de qualquer outra GTX 980.

A placa tem muito potencial para overclock quando o assunto é GPU. Sem esforço conseguimos ganhos de performance médio de 10% em relação a ela própria em seu clock original (que já vem levemente overclockada). Subimos o clock em modo normal em 172MHz sem afetar em nada a temperatura da placa, deixando o gpu trabalhado em 1350MHz em modo normal e 1451MHz em modo turbo, comprovando também a ótima eficiência do sistema de cooler que manteve a temperatura estável, por outro lado ela não se comportou bem em overclock das memórias, sequer alcançando os mesmos clocks do overclock que fizemos no modelo referência.

Preço vs Desempenho
Placas topo de linha são ótimas em performance, mas normalmente seu preço é tão alto que isto é insuficiente para um bom resultado neste gráfico – não é a toa que a GTX 780Ti está lá em baixo. Porém, dá para perceber uma ótima evolução neste lançamento da Nvidia, que resulta na placa se situando no meio da tabela, já com seu preço inicial. No caso do modelo analisado, se levarmos em conta apenas o preço vs desempenho ela não consegue superar o modelo referência, isso porque seu preço mais alto não justifica o ganho de desempenho por vir com overclock baixo, mas logicamente devemos levar em consideração que esse modelo tem projeto que melhora muita coisa na placa, apesar de que realmente deixou a desejar em seus clocks. A Asus poderia ter lançado a placa com clock do gpu em torno de 1200MHz ou pouco mais sem comprometer seu tempo de vida. Assim como já destacamos em outras reviews de modelos GTX 980, a GTX 970 segue em destaque, afinal, entrega um desempenho próximo com um preço bastante inferior.

Atualizamos os testes das placas com gpu R9 290X e R9 280X para mostrar o novo cenário desses modelos frente aos lançamentos da Nvidia. 

Abaixo o gráfico de custo vs desempenho das placas comparadas nessa análise. 

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Relação dos FPS e preço (6/1*100)

Rodapé

Fórmula do calculo:  FPS somados dos games: BF4, BioShock, Crysis3, GRID2, MLL e Tomb Raider * 100 e dividido pelo valor da placa em dólares. O valor de cada placa está em “Sistema Utilizado”. Usamos os preços no exterior por conta da alta volatilidade dos preços do mercado nacional, que nos impossibilita de consolidar um valor para cada placa.

Galeria: Galeria da análise da ASUS STRIX GTX 980 OC

  • ASUS Strix GTX 980 OC|/biblioteca/analise/1009/asus-strix-gtx-980-oc.html

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Prós

  • Otimizações da microarquitetura Maxwell
  • Novas tecnologias como 4K DSR / MFAA, VXGI e VR Direct
  • Sistema de cooler DirectCU II é muito eficiente
  • Bastante silenciosa, em alguns momentos com ruído zero por desligar os fans
  • Bom potencial de overclock do gpu
  • HDMI 2.0
  • Queda de 85w no TDP e necessidade de fonte de energia de apenas 550w

Contras

  • Preço alto comparado a GTX 970 e a diferença de desempenho sobre ela
  • Baixo overclock das memórias

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Robô humanoide ATLAS consegue executar pequenas tarefas com mais rapidez

Você se lembra do ATLAS, o robô humanoide mais avançado do mundo? Desenvolvido pela Boston Dynamics – empresa pertencente ao Google – ele segue em evoluindo e está cada vez mais assustador. Agora ele consegue executar tarefas simples com bastante rapidez. Como, por exemplo, passar por cima de obstáculos.

Usando um conjunto de sensores e equilíbrio artificial, o ATLAS é capaz de repetidamente subir e descer de uma pequena pilha de tijolos sem tropeçar. É algo simples que até uma criança pequena consegue fazer, mas é bem interessante ver o desenvolvimento desse robô humanoide. Há um ano, ele impressionava por conseguir correr sobre rochas – e agora ele consegue subir em obstáculos! Mais um pouco e ele poderá substituir os humanos em todas as tarefas possíveis. Será que é isso mesmo o que queremos? [IHMC Robotics via IEEE Spectrum]

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