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Mozilla cede e começa teste público do Firefox para iOS

Por anos, a Mozilla esnobou o iOS, se recusando a levar seu navegador – mesmo que de forma limitada – ao sistema móvel da Apple. Isso acaba este ano: começaram os testes públicos do Firefox para iPhone.

O navegador tem uma interface semelhante à que vimos no Android há muitos anos. Nesta fase de testes, a Mozilla está coletando feedback sobre três recursos: um deles é a Conta Firefox, que sincroniza o histórico, senhas e abas do seu computador para o iOS.

O segundo recurso são as Abas Visuais, uma forma de acompanhar suas abas abertas. Por fim, temos a Busca Inteligente, que sugere buscas de acordo com o que você digitar na barra de endereço.

Firefox para iOS no iPhone 6 Plus

No momento, o teste está limitado a usuários na Nova Zelândia. Você pode se cadastrar neste link para ser avisado quando o Firefox para iOS chegar por aqui. A Mozilla diz que vai lançá-lo “no restante do mundo ainda este ano”.

“Restrições técnicas”

O Firefox está enfim chegando ao iOS, após muito tempo se recusando a entrar no sistema da Apple. Em 2010, a Mozilla dizia que “há restrições técnicas e logísticas que tornam complexo, para não dizer impossível, criar uma versão completa do Firefox para iPhone”.

No mesmo ano, eles lançaram um app para iOS chamado Firefox Home, que apenas sincronizava suas abas e favoritos, e que abria o Safari para acessá-los – ele foi encerrado após dois anos. Em 2012, a Mozilla mostrou um protótipo de navegador para iPad, baseado em Webkit e com um design minimalista, que nunca foi lançado.

Em 2013, a Mozilla disse que só levaria o Firefox para o iOS quando não fosse mais obrigatório usar Webkit para renderizar páginas no navegador, em vez de sua própria engine chamada Gecko.

Mas, no ano passado, a companhia mudou de ideia. Em dezembro, o gerente Lukas Blakk tuitou: “nós precisamos estar onde nossos usuários estão, e por isso vamos levar o Firefox ao iOS”.

O Firefox vem perdendo espaço no desktop, e não conseguiu uma participação significativa em dispositivos móveis. Segundo a Net Applications, ele tem apenas 0,72% dos usuários em celulares e tablets, uma área dominada por Safari e Chrome.

[Mozilla via The Next Web]

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Snapdragon 820 promete dobro da velocidade com metade do consumo de energia

A Qualcomm domina o mercado de sistemas-em-um-chip para smartphones e tablets, mas vem gradualmente perdendo espaço para a concorrência. Ela espera reverter isso com o novo Snapdragon 820, que promete mais desempenho, mais performance gráfica e menos consumo de energia.

Há três aspectos principais no Snapdragon 820. Primeiro, temos o processador Kryo: ele é baseado na arquitetura ARM Cortex, porém otimizado e personalizado para maior desempenho.

O CPU tem quatro núcleos que chegam a até 2,2 GHz, possui suporte a 64 bits, e o mais importante: está sendo fabricado em um processo de 14 nm (o FinFET da Samsung). Isso significa que os transistores estão mais próximos, aumentando a velocidade e reduzindo o consumo de energia.

A Qualcomm diz que o novo processador tem o dobro do desempenho, e o dobro de eficiência energética, em relação ao Snapdragon 810.

Qualcomm Snapdragon 820 (3)

Em segundo lugar, temos o chip gráfico Adreno 530. Ele promete fornecer desempenho até 40% maior se comparado à geração anterior, e também é projetado para reduzir o consumo de energia em até 40%. Além disso, ele oferece suporte a conteúdo em 4K, seja a 60 quadros por segundo (via HDMI 2.0), ou a 30 fps (sem fios).

Ele vem acompanhado por um processador duplo de imagem chamado Spectra, que promete maior qualidade nas fotos graças ao suporte a sensores de 14 bits – isto fornece uma gama de cores maior, e tons de pele mais naturais.

Em terceiro lugar, está o processador de sinal digital Hexagon 680. Ele permite realizar tarefas que podem ser feitas mais rapidamente – ou que consomem menos energia – do que o CPU.

Por exemplo, o Hexagon consegue acessar sensores que medem sua atividade física, decodificar suas músicas MP3, e até mesmo ajudar o processador de imagem a iluminar certas áreas escuras de uma foto ao usar a câmera. Assim:

Qualcomm Snapdragon 820 (2)

E reunindo todos esses processadores, está o Symphony System Manager. Em vez de usar apenas o CPU, o Snapdragon 820 distribui tarefas do seu dispositivo para o chip inteiro, aumentando o desempenho e economizando bateria.

Isso é o que se chama de computação heterogênea. A Qualcomm explica:

Por exemplo, quando o usuário tira uma foto, o Symphony responde à demanda do sistema garantindo que os componentes certos estejam ligados, funcionando na frequência necessária, e apenas enquanto for necessário. Esses componentes incluem CPU, processador de imagem Spectra, Snapdragon Display Engine para a tela, chip gráfico, GPS e sistema de memória.

Tudo isso representa um salto em relação ao Snapdragon 810, que foi o carro-chefe da Qualcomm este ano. Ele usa a arquitetura padrão da ARM Cortex em um processo de fabricação de 20nm.

O Snapdragon 810 foi criticado ao longo do ano: ele tem problemas de superaquecimento, e pode ser mais lento que chips antigos – ele precisa reduzir a velocidade para não esquentar ainda mais. É um problema de implementação: o Samsung Exynos 7420 usa a mesma arquitetura, é mais rápido e não aquece tanto. (Ele usa processo de 14 nm, no entanto.)

Esperamos que o Snapdragon 820 consiga evitar esses problemas. Ele deve aparecer em novos dispositivos no primeiro semestre de 2016.

[Qualcomm via Anandtech e Ars Technica]

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RPG Reload Presents

TouchArcade - The Best New Games

TouchArcade - The Best New GamesHello, gentle readers, and welcome to the RPG Reload. This week, we’re starting a new project that will replace the monthly reader’s choice articles seen in the first year of the feature. That means that we will not be taking a look at a specific RPG from the App Store’s past this time around. Instead, we’ll be digging back a little farther. We’re going to be going into the history of handheld RPGs, from the paper age all the way up until the hardware of today. In total, this feature will span twelve columns, each one taking a look at a specific era in handheld RPGs. I hope you enjoy reading them as much as I’ve enjoyed researching and writing them! Please let me know what you think by commenting below, posting in the Official RPG Reload Club thread, or by tweeting me at @RPGReload.

It should go without saying that tabletop, computer, console, handheld, and mobile games are all inextricably tied with each other in various ways. To consider how other platforms contributed to handheld RPGs in these articles would grow them well beyond the scope I’m able to deal with. I’ll be mentioning some influences here and there, but this is basically a disclaimer that I’m aware handheld RPGs don’t exist in a vacuum, in spite of the relatively narrow historical focus of these articles.

 

The History Of Handheld RPGs, Part One – The Paper Age


history1history1Like all RPGs, handheld RPGs owe a great debt to tabletop gaming. It’s my contention that the first things we can consider handheld RPGs are gamebooks, where the influence from Gary Gygax’s Dungeons Dragons on many of the well-known titles ought to be clear to anyone. That being said, gamebooks themselves can’t be fully attributed to tabletop games. While many popular gamebooks use dice, persistent inventory, player statistics, and savings checks, some of the most popular lines don’t use any of those things at all. The famous Choose Your Own Adventure series from Bantam Books, for example, simply offers players choices at various points in the story. That’s an important part of modern RPGs, but the idea certainly predates the 1974 release of Dungeons Dragons, its 1971 predecessor Chainmail, and even many of the tabletop war games that inspired them both.

The first books that even thought to ask the reader to take an active role in the story were the Ellery Queen Mystery novels, a series of 10 books published from 1929 to 1936. They were pretty typical mystery novels except in one respect. Once all the clues had been dropped, the author would challenge the reader to try to guess the solution before the book did. It’s not much, and I’m sure most mystery fans had been doing it already, but for the book to address the reader directly and ask them to guess the ending was a pretty big step. Ellery Queen would go on to become something of a household name in the mystery genre, introducing many new writers to the English-reading public through the periodical Ellery Queen’s Mystery Magazine.

history5history5The next major contributions came from Argentinian author Jorge Luis Borges. He was an incredibly talented writer, and he particularly enjoyed playing around with the qualities of literature itself. Many of his works featured a writer as the protagonist or central figure, and two such stories in particular are of interest to this topic, both originally published in Spanish language in 1941. Examen de la obra de Herbert Quain (“An Examination of the Work of Herbert Quain“) told the story of an author whose book used branching paths to create multiple endings, while El Jardin de senderos que se bifurcan (“The Garden of Forking Paths“) is the story of a seemingly-nonsensical book that turned out to be a maze. The latter in particular almost perfectly predicts modern gamebooks, though in that story the readers had to try to piece together the correct order of the story themselves rather than be directed by page notes. It was meant to be a maze, after all.

From here, we take an interesting detour into the field of education. The work of behavioral psychologists like B. F. Skinner in the 1940s and beyond had a major effect on many areas of our society. Skinner himself had many applications in mind for his research, but he was particularly interested in its uses for education. In the mid-1950s, he presented an idea called programmed learning, wherein the student would have to input an answer to a question using a special keyboard. If the answer was correct, they would proceed to the next one, but if it were incorrect, the student would be informed as to why and sent back to the same question. A series of educational books called TutorText were produced based on this idea, with the first installment, The Arithmetic Of Computers, published in 1958, and the last, The Game Of Chess, published in 1972. Technically speaking, these are probably the first books with an actual gamebook structure in the way we know it. The creators of the popular Fighting Fantasy series, Steve Jackson and Ian Livingstone, credit these educational materials for influencing the development of their gamebooks.

history7history7In 1967, a group of French writers collectively known as the Oulipo applied the idea of branching paths to fiction, giving it the name “tree literature”. First used in the short story Un conte a votre facon (“A Story As You Like It“), this was a relatively simple implementation that was more experimentation than any sort of real commitment to the concept. Clocking in at only twenty or so passages long, it’s a pretty fun read, and its title certainly calls to mind the Choose Your Own Adventure series. For all of its ridiculous branches, the story can only end in one of two ways, with the reader satisfied and the author ending the story as a result, or the reader asking for more and being rebuffed by the author, who informs you the story is over. There were a few other experiments with the form similar to this, but for the purposes of expediency, we’re going to jump ahead to 1979, when two authors with an interest in really making a go of interactive fiction connected with Bantam Books and created a phenomenon.

Edward Packard finished writing The Adventures Of You On Sugarcane Island in 1969, based on the sort of improvisational storytelling he would engage in with his children. It was rejected time and time again until it was finally picked up in 1976 by Vermont Crossroads Press, whose publisher at the time was a man by the name of R. A. Montgomery. Packard had two similar books published by a different publishing house, each one touting the fact that the reader could “choose your own adventure”. You see where this is going. Bantam Books saw merit in the idea, the rights were transferred, and both Packard and Montgomery got to work on their contributions to Bantam’s new line of interactive storybooks, Choose Your Own Adventure. Kicking off with Packard’s The Cave Of Time, the series was almost an immediate smash hit with young readers. Bantam would go on to publish 185 Choose Your Own Adventure books between 1979 and 1998, when the series had more or less spent itself sales-wise and was put to rest. The total sales for the series counted up to more than 250 million copies. Even if you divide that by the rather large number of installments, that’s still an incredibly impressive number.

history8history8It’s hard to say if the recently-launched Choose Your Own Adventures books were on anyone’s mind when Games Workshop founders Ian Livingstone and Steve Jackson connected with a young Penguin Books editor by the name of Geraldine Cooke at their annual Games Day convention in 1980. At the very least, it seems unlikely given the timing and circumstances. Cooke was in charge of the sci-fi and fantasy lines at Penguin, which were in a state such that nobody seemed to care much what Cooke did with them. Livingstone and Jackson pitched the idea of doing a book that would serve to introduce newcomers to role-playing and its concepts. The book would take the form of a short solo game called The Magic Quest, which could be played with just a pencil, eraser, and a six-sided die or two.

Solo games weren’t entirely unheard of at the time. The Tunnels Trolls pen and paper system had a few solo adventures, with the first, Buffalo Castle, published in 1976. These adventures required the player to have a copy of the Tunnels Trolls rulebook, however, along with a variety of other materials. Jackson and Livingstone’s book was self-contained and fairly simple to play. Cooke was convinced, but Penguin wasn’t. It wasn’t until the head of Puffin, the Children’s Publishing division at Penguin, took interest in it that things moved forward. Puffin was chasing ideas that could become playground crazes. They took a chance on Jackson and Livingstone and got exactly what they wanted, and then some.

history10history10With the official greenlight, Jackson and Livingstone got to work fleshing out their idea. Over the course of six months, Livingstone would write the first half while Jackson wrote the last half. Newly retitled The Warlock Of Firetop Mountain, it released in August of 1982 and sold out its first printing within a matter of weeks. Jackson and Livingstone started working on their own individual follow-ups in the series that had been dubbed Fighting Fantasy, and when those released in early 1983, they sold out, too. Puffin had a serious hit on their hands, and as with Bantam’s success with Choose Your Own Adventure, it didn’t go unnoticed.

Fighting Fantasy‘s combination of interactive fiction and role-playing systems resulted in what I would consider the first true handheld RPGs, and it seems like they were far more popular than even Dungeons Dragons itself for a time. They’re a little rough, and sometimes maddeningly difficult, but before the advent of Game Boy, they were a young geek’s dream come true. The series ran out of gas around 1995, with the 59th book, Curse Of The Mummy, being the last one for quite some time. Most of the books used the same basic rules, though there were twists here and there, particularly in Steve Jackson’s four-part Sorcery! series, which added magic and a rare persisting main character across its four books. The Fighting Fantasy series has since enjoyed a bit of a resurgence thanks to reprints by Wizard Books and the popularity of digital versions produced by Australian game publisher Tin Man Games and, in the case of Sorcery!, UK-based inkle Studios.

history2history2Moving back to the 1980s, it didn’t take long for competition to arrive. I’m not going to list every attempt, and I’m even going to be so bold as to gloss over Dungeons Dragons publisher TSR’s short-lived venture into this new category. Instead, let’s jump right to the notables. Lone Wolf, a series written by Joe Dever and illustrated by Gary Chalk, added a bit more complexity to the formula. The first book, 1984’s Flight From The Dark, told the tale of a young warrior named Lone Wolf, the last surviving member of a group of warrior-monks known as Kai Lords. Kai Lords had special powers called Kai Disciplines, and the player was instructed to choose five out of a possible ten when they started the game. Along with this system, the other interesting aspect of the Lone Wolf series is that its main character persists through several books, retaining his skills, items, and progress. The series ran 32 installments split between two protagonists. The last new installment was published in 1998, but reprints have become fairly popular of late, especially in Europe. Like Fighting Fantasy, Lone Wolf is represented on iOS, albeit with a slightly more liberal interpretation.

An interesting variation on the usual fantasy tropes came with the 1985 release of the first The Way Of The Tiger gamebook, titled Avenger!. It told the story of a ninja called Avenger, and is a wonderful slice of 1980s martial arts entertainment. The writing was quite sharp, the setting was fresh, and the combat system was actually pretty involved. The original series ran for six installments, finishing on a cliffhanger with the 1987 release of Inferno!. In the last couple of years, two more books were written to bookend the series and finally resolve that 25+ year hanging thread. Tin Man Games has committed to bringing the first six books to digital platforms, though no specific release dates are set as of now.

history3history3There are many more, of course, some based on licenses, many original, very few of which survived the 1990s. As the 1980s drew to a close, things seemed pretty rosy for the genre, but the apocalypse was just around the corner. Nintendo’s brand of console gaming was ruling with a mighty fist in the homes of children in North America and Japan. It was in 1989 when they released the Game Boy that Nintendo would successfully launch their invasion of schoolbags and playgrounds, the traditional homes of gamebooks. The first RPGs would arrive for the system surprisingly quickly, too. After fighting a good fight for a few years, even the most popular lines of gamebooks were limping along in sales by the middle of the 1990s. We’ll talk about the Game Boy’s story next time, but we’ll be bidding a farewell to paper gamebooks here. Gamebooks might not seem like much these days, but they were the original way for many of us to goof off in the library, and for that, I salute them.

 

Shaun’s Five For The Paper Age


For each part of this series, I’ll be selecting five notable or interesting titles to highlight. If you’re looking to get a good cross-section of the era in question, these picks are a good place to start.

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figfan01nThe Warlock Of Firetop Mountain – The first Fighting Fantasy is also one of the best, thanks to a super-powered team-up between Ian Livingstone and Steve Jackson. The Warlock who keeps a lair in the nearby Firetop Mountain has a treasure, and your character aims to get it. You’ll have to travel through the dungeons underneath Firetop Mountain, searching for keys and surviving dangerous encounters with monsters. Once you’re through the dungeons, you’ll have to deal with the Warlock himself. It’s a difficult game, though it has few of the instant deaths that fans of the Fighting Fantasy series would come to loath. I like how you get a taste of both Livingstone and Jackson’s design styles, making for variety not found in many of the other installments. It’s a bit generic, to be sure, but there’s nothing wrong with that when it’s as enjoyable as Warlock.

Lone Wolf: Flight From The DarkLone Wolf has a very unique feel to it, and it hits the ground running with this first installment. The world-building is simply excellent, doing a wonderful job of setting the stage for the adventures to come. While the first book isn’t quite as fun as many of the later ones due to Lone Wolf’s limited equipment and power, I can’t imagine taking this series on in any fashion save starting from the first. What I really appreciate about the Lone Wolf series is the complexity it manages while still being completely portable, even going so far as to feature random number tables for all you weird people who don’t carry dice with you everywhere. While I ultimately enjoyed the mobile Lone Wolf, I sure as heck wouldn’t say no to some straight adaptations of this series.

Choose Your Own Adventure: The Cave Of Time – Sure, it’s a lot less RPG-like than the other picks here, but it’s certainly no less significant in promoting the idea of playing games on the go. Plus, it’s about a cave that lets you time travel, a concept that author Edward Packard milks for all it’s worth. The choices are often random, having you choose between left or right without any context at all, and it’s not so much a story as it is a sequence of vignettes, but it’s pretty fun to blow through anyway. As a game, it’s pretty terrible, but as a plunge into the waters of nostalgia, well, it could be a lot worse.

history4history4Steve Jackson’s Sorcery! – Okay, I’m cheating here. Sorcery! is technically four books, but you really must do all of them or none of them. I’d push heavily for the former, as these advanced Fighting Fantasy books are right up there with Lone Wolf as some of the best the genre has to offer. Even if you’ve played inkle’s awesome take on the series, it’s worth looking into the originals. They’re different enough from each other that you’ll have a largely separate experience while still enjoying pointing at the things you recognize from the other version.

The Way Of The Tiger: Avenger! – I like this one pretty much because it’s a ninja adventure in a fantasy land with a really involved combat system. Featuring surprisingly good writing, the only caveat I’ll throw out here is that the cliffhanger ending in the sixth book is absolutely infuriating. There’s a seventh book now that wraps things up, but if you do read through these, I’d like you to imagine waiting 25 years between the end of the sixth book and the start of the seventh. Anyway, Avenger! is where this series starts, and since they tell a linear story, it’s where you should start, too.


 

That’s all for part one of our on-going History Of Handheld RPGs feature. Please let me know what you think by commenting below, posting in the Official RPG Reload Club thread, or by tweeting me at @RPGReload. As for me, I’ll be back next week with a more typical installment of the Reload. We’ll be checking out Wizardry: Labyrinth Of Lost Souls [Free], and you just know that’s an excuse for me to go on about one of the great-grandparents of computer RPGs! Thanks as always for reading!

Next Week’s Reload: Wizardry: Labyrinth Of Lost Souls

Photographs of The Warlock Of Firetop Mountain, Sorcery!, and The Cave Of Time are courtesy of Neil Rennison of Tin Man Games.
Photographs of Avenger! and Lone Wolf: Flight From The Dark come from gamebooks.org, a fantastic resource for gamebooks of all types.

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O Samsung Gear S2 é um smartwatch interessante que aposta no sistema Tizen

No geral, a Samsung sempre trilhou um caminho próprio quando falamos em smartwatches, desenvolvendo vestíveis com câmera, LTE e bordas estranhas giratórias – tudo isso equipado com um sistema próprio, o Tizen. Se por um lado esse software próprio permite que a Samsung seja criativa com seus relógios, ele também seu efeitos colaterais indesejados.

Samsung Gear S2: dois smartwatches redondos que dispensam Android Wear

Em primeiro lugar, vamos às boas notícias. Em relação a design e hardware, o Samsung Gear S2 deu um passo importante em direção ao status “eu usaria isso”. O Gear S do ano passado era um smartwatch monstruosamente grande, mas felizmente o desse ano melhorou bastante.

Para começar, ele parece um relógio, tanto em tamanho quanto estilo, e sua tela Super AMOLED é uma das mais densas em pixels que já vi em um smartphone, e ela é incrivelmente nítida. Não consegui ir com ele para um lugar aberto então não sei dizer como ele se sai em luz ambiente, mas para ambientes internos ele é ótimo.

Samsung Gear S2

O relógio vem em dois estilos – o Gear S2 Classic (direita) e o Gear S2 (esquerda). Eu prefiro o acabamento do Classic, apesar de achar a pulseira de couro seja meio dura. Felizmente, ela é facilmente removível. O Gear S2 normal também tem um sistema único para facilitar a remoção da pulseira, e mesmo que a pulseira de elastômero seja mais indicada para os que mais se exercitam, ela acaba parecendo um pouco mais barata do que a do Classic.

A Samsung também lançou um modelo 3G do S2, mas ele é mais grosso e tem 13,4mm de espessura. Os modelos sem 3G tem 11,4mm, o que já é grande demais para o meu gosto, então o 3G definitivamente não é uma opção para mim.

Samsung Gear S2

Ao começar a usar o relógio, você encontra um sistema operacional bem familiar. A Samsung pegou emprestado algumas dicas de design do Apple Watch para usar no seu próprio OS (várias bolhas espalhadas por todos os lados), e a borda giratória funciona mais ou menos como a coroa digital da Apple.

Samsung Gear S2

Mas o S2 tem muitas outras ideias bastante originais. Uma das mais empolgantes é a já citada borda giratória – sua principal forma de navegação com o Gear S2 junto com os botões laterais “voltar” e “home”. Girar para a direita ou esquerda serve para navegar entre menus, apps, configurações e widgets. Se você girar no sentido anti-horário a partir da tela inicial, encontra uma série de pequenos widgets de tempo, atividades físicas, ou o que você desejar. Uma girada no sentido horário leva a notificações com cada app tendo uma tela própria. Você pode customizar esses apps e faces do relógio com um app da Samsung.

Samsung Gear S2

A borda giratória tem funções específicas em outros apps. Em um de mapas, por exemplo, ela pode ser usada para dar zoom. Ela funciona bem e oferece um feedback resistivo sutil quando você chega ao menu que quer. Eu fiquei surpreso com o quão bem ela funciona.

Outro recurso bacana são as faces ativas desenvolvidas em parceria com empresas como ESPN, CNN e Twitter para levar a informação diretamente para a face do relógio sem que você precise abrir nenhum app. O app da ESPN, por exemplo, exibe resultados dos seus times preferidos e dá detalhes sobre o tempo que falta até fim da partida.

Samsung Gear S2

Mas nem tudo é excelente no Gear S2, que tem algumas mudanças técnicas que são um pouco decepcionantes. A mais visível está nos apps. O Android Wear tem muito mais suporte. São mais de 4.000 apps, enquanto a Samsung ainda tem por volta de 1.000. A empresa se diz confiável de que o número vai crescer – e, para ser sincero, 4.000 também não é muito – mas no momento não há muita coisa a se escolher.

A Samsung conseguiu fazer o S2 funcionar em todos os smartphones rodando o Android 4.4 ou superior. É ótima notícia. No geral, as coisas funcionam melhor em aparelhos da Samsung do que em outros, e, se você quiser usar o Samsung Pay, precisará de um aparelho da coreana. Também é possível que tenha um atraso entre o envio e recebimento de mensagens e emails em outros aparelhos Android. Nada muito grave, mas algo que nos faz pensar que talvez fosse melhor apostar no Android Wear.

Samsung Gear S2

O Gear S2 é um indício de que a Samsung está encontrando seu caminho no mundo dos smartwatches, percebendo que o mais importante para um gadget desses é que ele dê vontade de usar. E, com uma bateria que dura de dois a três dias, pelo que nos prometeram, temos uma boa opção por aqui. No entanto, o S2 é limitado em qualquer smartphone que não seja Samsung. Se você tiver um Galaxy e não estiver satisfeito com o que o Android Wear consegue fazer, então o Gear S2 pode ser uma opção para você.

O preço e a disponibilidade dele no Brasil ainda não foram divulgados.

Samsung Gear S2Samsung Gear S2Samsung Gear S2

Especificações técnicas

OS: Tizen
CPU: Exynos 3250 (1,2 GHz)
Tela: Super AMOLED 1,2 polegadas
Resolução: 360×360
Pixels por polegada: 302
Memória: 512MB
Armazenamento: 4GB
Bateria: 250mAh (300mAh no 3G)
Espessura: 11,4mm (13,4mm no 3G)
Recarga sem fio: Qi
Wifi: sim
Sensores: giroscópio, acelerômetro, monitor de batimentos cardíacos, barômetro, sensor de luz ambiente
Prova d’água: IP68

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Wikipédia bane editores por extorsão

Escândalos não são novidade na Wikipédia, mas uma silenciosa atualização do conselho de administradores revelou um grande problema. O site baniu recentemente 381 contas de editores que eram secretamente remunerados para atuar em interesses particulares. Em outras palavras, estes colaboradores da Wikipédia estavam secretamente recebendo (e até extorquindo) marcas para evitar que as páginas delas fossem vandalizadas online. Basicamente uma máfia da era digital.

O golpe é bem direto: usando contas falsas, os editores fraudulentos criaram artigos completos, mas não publicados, sobre tudo, de cassinos de Bitcoin a bandas de rock. Eles então abordariam o sujeito dos artigos e ofereceriam publicá-lo por uma quantia. Caso o sujeito aceitasse a proposta, a página seria ativada. Disso, os editores da Wikipédia passariam a oferecer um “seguro”: por apenas US$ 30 por mês, eles “protegeriam o artigo de vandalismo e preveniriam que ele fosse deletado”. Quase que da mesma forma que alguém paga a máfia para não ser roubado ou morto.

E nem é preciso dizer que este tipo de coisa não caiu muito bem com a Wikipedia Foundation. A empresa abriu uma investigação — sob o nome de “Orangemoody”, a primeira conta falsa descoberta — e averiguou o caso “do fim de abril até o começo de agosto”. Entretanto, eles acham que o golpe já existia havia um bom tempo, tendo em vista “a natureza e qualidade das edições”. Depois da investigação, a Wikipédia decidiu banir 381 contas de editores e deletar 210 artigos publicados pelas contas falsas.

A organização diz que muitos destes artigos deveriam ter sido deletados independente de como foram feitos. Mas eles estão tomando medidas extras “para prevenir que os sujeitos destes artigos continuem a ser confrontados por indivíduos que estão causando dano significante à reputação deste projeto”.

No final das contas, cobrar para editar artigos da Wikipédia não é algo necessariamente novo. Isso ocorre há um bom tempo. No entanto, fraude e extorsão são aspectos novos que torna a Wikipédia destrutiva e ruim. E o site se esforça para ser exatamente o contrário disso. [Motherboard]

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