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Este maluco dos estilingues mostra que o Nokia 3310 é quase indestrutível

Antes de ser deixada para trás na revolução dos smartphones, a Nokia era um sinônimo de celular, particularmente de celulares resistentes que sobreviviam a tudo. O Nokia 3310 ainda é considerado um dos mais indestrutíveis daquela geração. E quem é mais qualificado para provar isto que o cientista maluco dos estilingues?

Se ver eletrônicos sendo lançados a 60 metros de altura te deixa nervoso, este vídeo não é para você. Mas, surpreendentemente, o Nokia 3310 volta à terra com poucos danos. Com seu impressionante arsenal, Joerg consegue finalmente encontrar uma maneira de quebrar o 3310, mas felizmente nenhum de nós chegará a este ponto com nossos queridos aparelhos.

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Alien: Isolation

Depois do fiasco do game anterior, era de se esperar que “Alien: Isolation” fosse, no máximo, mediano. Mas não é o que acontece. O novo “Alien”, apesar de ter bem menos ação do que qualquer outro game da franquia, traz a melhor atmosfera já recriada baseada no melhor filme da franquia: o clássico de 79, “Alien: O Oitavo Passageiro”, de Ridley Scott.

Obviamente que o jogo não é uma obra-prima. Ele tem seus problemas, mas mesmo assim supera, e muito, os games anteriores. A começar pela história que usa como gancho o primeiro filme da saga.


Um complemento ao clássico de 79

Aqui o jogador encarna Amanda Ripley, filha da protagonista Ellen Ripley que desapareceu durante um incidente na nave Nostromo. Em busca do paradeiro da mãe, ela encontra sinais em uma estação espacial aparentemente abandonada, chamada Sevastopol, que podem levar ate à sua mãe.

Depois de conseguir juntar uma equipe para ir até a estação, um grave acidente no desembarque dá inicio à trama do jogo. Ela consegue chegar ao local, mas sozinha e sem nenhum item ou recurso. A partir dai, Amanda terá que sobreviver, tentando achar o resto da equipe e ainda as informações sobre o paradeiro de Ellen.

A história já passa a ideia de que “Alien: Isolation” não é um jogo comum de FPS com ação intensa e tiroteio frenético que prendem a atenção do jogador o tempo todo. Aqui é totalmente o oposto. O jogo também prende a atenção do jogador, mas de uma forma mais psicológica.

Ou seja, a tensão e suspense pairam a cada segundo da jogatina, alterando bruscamente os nervos do jogador, principalmente em não saber o que pode ser encontrado em cada canto obscuro da estação Sevastopol.


Jogo de gato e rato

O Alien te viu? Já era! É assim que funciona. Não há como matar o imenso Alien da estação Sevastopol. Pode ser frustrante, mas isso dita o clima de suspense e terror do jogo. Você nunca sabe onde ele aparecerá, e mesmo que você corra e tente se esconder em algum armário ou tubulação, ele sempre vai te pegar uma vez que ele tenha te visto se escondendo. A única saída é obter algum tipo de arma, como um lança-chamas, que ao usar poderá afugentar o alienígena por um breve período de tempo, suficiente para se esconder sem que ele veja onde.

A grande diferença em relação ao Alien dos games anteriores é que, agora, ele parece de fato ter uma inteligência artificial mais apurada, incluindo reações diversas e inesperada como dar a volta em um corredor para te pegar por trás, de surpresa. Ou até mesmo ficar de tocaia, e quando você menos espera, ele dá o bote.

A jogabilidade de “Alien: Isolation” é tipicamente de survivor-horror com stealth, ou seja, ache a saída da Sevastopol, mas de forma sorrateira e sem fazer barulho. Basicamente é isso. Sobreviver, nunca atacar.

Vale lembrar que durante a jogatina, Amanda vai se deparar com humanos com as mais diversas ideias e reações, tentando fugir da nave e do Alien. Alguns irão ajudar e até andar junto com o jogador, já outros serão tão mortais quanto o Alien. A ideia central é nunca confiar em ninguém em meio ao clima de desespero e terror.


Clima dos anos 70

É impressionante o que uma ótima iluminação e efeitos de fumaça bem reproduzidos fazem com o visual de um jogo. “Alien: Isolation” teria um visual mediano se não fossem esses efeitos especiais literalmente inspirados em “Alien: O Oitavo Passageiro”. A fidelidade é incrível, inclusive com a direção de arte que recriou todo o cenário baseado no filme original, incluindo o tom de cor mais quente, muito usado na época.

Por exemplo, é bem curioso ver os equipamentos eletrônicos, acessórios, botões, painéis e até objetos que remetem à imaginação dos anos 70 sobre como seriam no futuro.

Aliás, a produtora optou por fazer um jogo inteiro como se ele fosse produzido de fato em 1979, ano do inicio da saga cinematográfica. Isso inclui desde as fontes (letras), até as telas de fósforo verde dos terminais, a interface do jogo e ainda os vídeos de abertura da Twenty Century Fox e da Sega. Nostalgia pura para quem viveu na época.

É importante que se diga que os gráficos de “Alien: Isolation” foram produzidos para serem os mais fiéis possíveis com o visual do filme, e isso inclui um certo “embaçamento”. Isto que dizer que você não verá cenários e objetos extremamente definidos, parecendo que não estão em alta definição.


O som dita o clima

Efeitos sonoros são fundamentais para se criar uma atmosfera de suspense e medo, e a produtora Creative Assembly conseguiu isso com maestria. Em muitos momentos o Alien nem aparece e nada acontece, mas as musicas incidentais provocam mais medo do que o próprio invasor alienígena.

Às vezes você tenta abrir uma porta ou espera um elevador em uma área vazia e aparentemente segura. Não seria nada demais, mas a música de suspense começa a tocar e cada vez mais alta, gerando um clima absurdo de terror. No final das contas, o jogador viu que nada aconteceu. Só que ao repetir a mesma cena, o sentimento de medo continua, mesmo já sabendo que nada acontecerá. A música incidental é feita para isso. Ela faz com que o jogador pense que algo vai acontecer mesmo que ele já tenha passado por ali sem nada ter acontecido.


Dublagem é sempre bem-vinda

Para ajudar a manter o clima da versão cinematográfica, a Creative Assembly e a SEGA optaram por dublar o jogo em português do Brasil, e esse é o primeiro jogo da franquia Alien a ter isso. Vale lembrar que quem viu os filmes na TV, sempre assistiu dublado, já que na época nem existia TV à cabo e as fitas de vídeo cassete eram sempre dubladas.

A dublagem dos personagens principais de “Alien: Isolation” foram feitas por dubladores consagrados, com vozes já conhecidas do grande público. Embora a personagem principal, Amanda, não participe do filme, a dublagem soa familiar para quem assistiu o clássico na TV.

Até mesmo as vozes de Dallas, Parker e Ellen Ripley, personagens clássicos da película, foram produzidas para que se pareçam com as do filme.

Já as dublagens dos personagens secundários, aqueles que Amanda encontra pelos corredores da Sevastopol, são apenas medianas, um pouco mecânicas demais e que algumas vezes não combinam com a cena que o personagem participa. Isso deixa claro que somente os personagens centrais tiveram um cuidado especial na voz. Uma pena.

Na parte técnica, a qualidade do som é excepcional mas algumas falas são extremamente baixas como, por exemplo, Amanda sussurrando sozinha durante a jogatina. Por várias vezes é realmente impossível de entender o que foi dito. Obviamente que a ideia do jogo é realmente não fazer barulho, mas deixar o jogador sem ouvir o que foi falado pode ser um problema sério, já que muitas vezes a própria personagens dá algumas dicas de caminho. A solução é deixar sempre ativada as legendas.


Conclusão

“Alien: Isolation” é o melhor jogo da franquia Alien, e chega para acabar com a má fama da série nos games. A jogabilidade é bem diferente das edições anteriores, optando por um estilo mais de sobrevivência que faz aumentar o clima de terror e medo durante a jogatina.

Com tensão do início ao fim, o game reproduz fielmente o clima e a ambientação do clássico filme de Ridley Scott, de 79, incluindo as dublagens brasileiras que combinam bem com a época. Há alguns problemas, principalmente com algumas dublagens de personagens secundários, mas nada que estrague a jogabilidade.

Se você0 gosta de jogos tensos com terror e suspense, “Alien: Isolation é o jogo certo para você.

Prós

  • I.A. do Alien mais aprimorado
  • Clima de suspense constante
  • Personagens clássicos
  • História complementa o filme
  • Visual remete aos anos 70
  • Efeitos de fumaça e iluminação
  • Jogabilidade estilo survivor-horror

Contras

  • Vozes baixas demais em alguns momentos
  • Várias texturas em baixa resolução
  • Jogabilidade mais lenta pode afastar alguns jogadores

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Samsung Galaxy Gran Prime, um smartphone para selfies, chega ao Brasil custando a partir de R$ 750

A Samsung lançou no Brasil um novo smartphone para competir no mundo dos Android intermediários – e também para agradar o pessoal que adora tirar uma selfie.

O Galaxy Gran Prime tem mais ou menos o que se espera em um mid-range: tela de 5 polegadas qHD (960×540 pixels), processador quad-core de 1,2 GHz não especificado pela empresa, 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento interno e entrada para cartão micro SD e bateria de 2,600 mAh.

As câmeras são o que a Samsung usa para diferenciar o Gran Prime de outros aparelhos – a frontal tem 5 megapixels e a traseira tem 8 megapixels, e ambas contam com ângulo de captura de 85º, o que permite colocar mais gente em uma única foto.

Samsung Galaxy Gran Prime

Os smartphones para selfie ganharam bastante espaço neste ano. Temos, por exemplo, o Sony Xperia C3, apelidado pela japonesa de “selfie phone” e que tem ângulo de captura de 80º em suas câmeras. A Nokia também apostou em maior ângulo de captura no Lumia 730/735, e a HTC chutou o balde colocando uma câmera frontal de 13 megapixels no HTC Desire Eye.

O Samsung Galaxy Gran Prime estará à venda a partir de novembro custando a partir de R$ 749 (modelo sem TV digital) a R$ 829 (modelo com TV digital).

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Khans of Tarkir Pro Tour: ‘Magic 2015′ is Getting an Expansion, a Payment Model Adjustment, and ‘Magic Online’ (Still) Could be Coming to iPad



The weekend before last I attended the Khans of Tarkir Pro Tour in Honolulu, Hawaii, which as a life-long Magic player was an incredible experience by every measure. A lot of what I talked about with Wizards while I was there was under embargo, so instead of teasing what I was doing or why I was there, I figured I’d just wait until I can talk about everything. Let’s get on with the actual concrete news first, then we’ll wander down speculation alley before taking a turn down Pro Tour road.

Magic 2015 [Free (HD)] is getting an expansion titled “Garruk’s Revenge” on November 5th which Wizards is planning on launching simultaneously across the App Store, Steam, Android, Xbox One, Xbox 360 and the Amazon Kindle not long after. It’s an ambitious release, and features not only additional single player content but also 51 new unlockable cards to use in their own decks.

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The way the expansion plays out is actually pretty clever, as you take on the role of Garruk, and play his deck. Magic historically has been a card game with a story told through the “flavor” of the cards and that’s certainly the case here as Garruk’s deck grows stronger with new cards that reflect what’s going on in the story. With each battle you win, you’ll get stronger cards from the Alara block, which hopefully doesn’t include Bloodbraid Elf.

Along with the expansion is an update to the entire payment structure of Magic 2015. As we mentioned when we made it our Game of the Week, the first time out Magic 2015 was a little more heavy on the IAP than previous iterations. So, in Magic 2014 [Free (HD)], you downloaded the game for free, paid for the initial unlock, and then could either just play through the game to get everything or unlock specific decks that’d speed up your progress in unlocking these cards. That’s how everyone assumed that Magic 2015 was going to work, then they discovered the $1.99 premium card packs which included cards which were only accessible through these IAP purchases.

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Magic players were understandably miffed (potentially an understatement) regarding this turn of events, and I really think it had a lot to do with the messaging in the game not being very clear at all when it comes to what you were getting for the “Planeswalker Bundle.” When you’re dropping that kind of cash on something (particularly on iOS) you expect to get everything… Not kinda-sorta get everything with these other IAP items you also need to buy if you really want everything.

Wizards has heard their fans “loud and clear” and are adjusting the game accordingly. Those “premium” boosters have such been renamed “Battle Boosters” which you earn by winning multiplayer matches. Everything in the game after the update hits will be unlockable just by playing. You’ll just need to beat some people online, which also serves as a clever way to get people looking for multiplayer matches again, as there’s real rewards for playing now beyond bragging rights.

Here’s how the rest of the pricing works:

DotP E15 Price Chart

DotP E15 Price Chart

Essentially, just like before you’ll be able to download the game and try it out for free. From there, $9.99 unlocks the rest of the game following your tiny taste. At this level, you’ll be able to get all the pre-expansion cards by playing. For another $4.99 you can get the Garruk’s Revenge expansion and the ability to unlock Alara cards. Then, as detailed in the above image, the $29.99 “Instant Collection” unlocks everything except all the expansion cards, with $4.99 buying you the full Alara collection if you don’t feel like just playing through the expansion content. Foil stickers are still there as a pseudo-consumable, but if you buy the collection bundle you’ll realistically have enough to turn every card into a foil if you wanted to.

So, if you want to unlock everything yourself, $15 will now get you access to all that through the game and the expansion. If you just downloaded the game and want it all now, that’ll set you back $50. The good news is this $50 purchase comes with no strings attached, everything in game is yours… The down side, is once you pay to unlock absolutely everything I’m not sure how much longevity the game will have when it comes to keeping your interest as the progression of slowly unlocking cards is a great carrot on a stick for continually coming back for more.

Garruk_Avatar_IMG_0414 (2)

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All in all, the expansion content I tried seemed really cool, and I’m really happy that Wizards came to their senses in regards to how they’re selling it. Hopefully this will be an important lesson moving forward in future games in the series.

Shifting gears, as someone who has been playing Magic since I was in 5th grade, games like Magic 2015 are great and all but what I’m truly longing for is a real Magic Online client for the iPad. It always feels like this is the elephant in the room whenever I talk to anyone from Wizards, and it’s only gotten worse as time goes on. With games like Hearthstone [Free (HD)] picking up serious steam, and Pokemon TCG Online [Free (HD)] both having “full” clients available on the App Store, the absence of Magic Online sticks out like a sore thumb to anyone serious about playing the game.

I’ve been asking them for years about this, and the answer is often the same, it’s something they’re “considering.” For whatever reason, the non-answers about the state of Magic Online for iOS seemed more definite than before- Particularly when discussing how crazy it is that the digital version isn’t cross platform at all. The reasoning for why it isn’t out yet is always the same, and it’s hard to argue against. Magic is a very complicated game. If there was a “Release Magic Online for iPad!” button in the Wizards office, they would’ve pushed it by now.

Unfortunately, building a rules engine that can handle over 20 years of crazy card interaction (and future card interaction), an interface that makes sense for it all, and the stability/security required for MODO’s digital economy to remain intact is a hell of a development problem to solve. Am I reading between the lines of their non-answers? Sure, but with every release of a full card game ecosystem on the App Store, it feels more and more inevitable that Wizards is going to do something to soak up some of the market share of hardcore CCG fans who want something a bit more in depth than what Duels of the Planeswalkers provides. …Of course no one from Wizards will ever come out and say that, but…

2014-10-10 09.16.57

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The Pro Tour itself was awesome. The seriousness of my Magic playing largely depends on how much I’ve got going on in my life, recently I’ve been real busy with my house, but there was a time when I was playing in every competitive REL tournament I could, driving hours to do it, and being at an event like this was just a dream come true. It was amazing being in the same room as all the pro players you see on streams, read about on the various web sites, and things like that. During more “serious” parts of the tournament, like when the draft started, the level of concentration was incredible. The room was so quiet you could have heard a pin drop. I felt bad even whispering.

Side events at a Pro Tour are predictably pretty awesome, and on day two I found myself drafting in the same pod as Magic legend Brian Kibler. The weird thing was, what you don’t really get a scope of when you watch these “main” events on Twitch is just how small they are. Locally, I’m used to tournaments getting larger and larger as the prize pool increases until you’re playing at the same event with thousands of players. Being at the top-end Magic tournament and there only being a couple hundred people in the room kind of felt like the first time you go to a NBA basketball game and realize how incredibly tiny the court is compared to how it looks on TV.

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This oddly seemed like a wasted opportunity. Don’t get me wrong, I think the Pro Tour is great and if I wasn’t there I’d have been glued to my TV the whole weekend watching the stream but it feels like Wizards could make an event like this so much more if it wasn’t hidden away in Hawaii somewhere. If this same tournament, with the same players, and the same prize payout were held in Chicago, for instance, all my friends would go just to play in side events and be playing Magic in the same place as all their favorite players. Having the Grand Prix events I’ve been to feel like the “bigger” event compared to what essentially amounts to the Super Bowl of Magic is odd.

It doesn’t even need to be Chicago, as much as any easily accessible city. Keep in mind, this is what Riot has managed to accomplish with turning League of Legends into an event in the scope of four years:

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It might not be a fair comparison, but, still. It’d be awesome to live in a world where something like that was a Magic event. I think a lot of what I’m feeling when it both comes to this and my hopes for a proper Magic Online client for iPad is coming to grips with the fact that Wizards just isn’t moving as quickly as everyone else is in the events and digital space. On one hand, it makes sense, their bread and butter is paper magic which has been just been doing better year after year for over two decades now. On the other, there’s got to be a point where you either get yourself up to speed or you get left behind.

As someone who absolutely loves Magic, with many great memories and long-lasting friendships because of the game, I’d hate to see it get steamrolled like the print newspaper in the face of the internet. I don’t get the impression that’s going to happen anytime soon, particularly with card sets selling better than ever, but it’s a hard feeling to shake thinking of the long term future of the game without a similarly strong full-featured cross-platform digital component.

Oh, and just as an added bonus, here’s a Beckett 9 graded Black Lotus I saw while I was there:

2014-10-10 09.19.59

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Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Sem querer, Apple vai ajudar o Google a nos trazer o futuro do dinheiro

A Apple lançou nesta semana seu serviço de pagamentos Apple Pay nos EUA. Ele foi ativado através da atualização iOS 8.1, e permite fazer pagamentos online em dispositivos com Touch ID. Além disso, ele funciona em lojas físicas com o iPhone 6 e 6 Plus, que possuem NFC somente para isso.

Esta pode ser uma ótima notícia para o Google.

A promessa do Wallet

Em 2011, a empresa disse que “seu smartphone será como uma carteira” quando lançou o Google Wallet nos EUA. Ele prometia algo mágico: por exemplo, no Starbucks, você pagaria pelo café, usaria um cupom de desconto e acumularia pontos no cartão de fidelidade, tudo ao mesmo tempo – bastava sacar o smartphone do bolso.

O serviço funciona assim: você desbloqueia seu smartphone Android com NFC, encosta o celular em um terminal contactless, insere seu PIN e realiza o pagamento. Mas o recurso tap and pay exige Android 4.4 (KitKat) ou superior; nem toda loja tem um terminal contactless; e, na prática, isso não é muito mais simples que usar um cartão de débito ou crédito. Por isso, o Wallet não vingou.

google wallet

Em 2012, o Windows Phone 8 ganhou o recurso “Encostar para pagar” através do app Carteira. No entanto, ele é ainda mais tímido que o Google Wallet porque depende das operadoras. A Microsoft reconhece em seu FAQ que “no momento, somente um pequeno número de operadoras de celular oferece telefones que oferecem suporte para esse recurso [transações via NFC]“.

Isso pode mudar, pois a empresa contratou em setembro um alto executivo que cuidava de pagamentos na Amazon – mas o Google já tem uma grande vantagem nessa área.

E se mais lojas tivessem terminais contactless? E se mais pessoas usassem esse tipo de pagamento? É isso que o Apple Pay promete fazer, e isso pode beneficiar o Google também.

NFC em mais lugares

O Apple Pay poderá ser usado em mais de 220.000 estabelecimentos nos EUA que aceitam pagamentos contactless. São lugares como lojas de roupas (Nike, Macy’s); restaurantes fast-food (McDonald’s, Subway); farmácias (Walgreens, Duane Reade); postos de gasolina (Chevron, Texaco) e até parques de diversão (Walt Disney Parks and Resorts). Claro, todas as Apple Stores americanas também terão o serviço.

Nada impede que, em todas essas lojas, o Google Wallet também seja utilizado: os terminais contactless usam tecnologia NFC, e o Google tem parceria com a Mastercard, Visa e American Express. A CNET diz que “em geral, o Google Wallet funciona onde o Apple Pay funcionar”. O jornal San Jose Mercury News diz que, ao testar o Apple Pay, “eu também comprei algo com o Google Wallet”.

Claro, seria bacana ver o Google promovendo ainda mais seu serviço de pagamentos. Além disso, a gigante das buscas ainda tem que resolver um problema do Wallet: a facilidade de uso. Nesse quesito, a Apple sai na frente.

apple pay contactless

A estreia do Apple Pay

Para realizar pagamentos, basta aproximar o iPhone 6/6 Plus do terminal e encostar o dedo no Touch ID. Você não precisa ativar a tela, nem digitar senha, nem mesmo olhar para o smartphone – ele vibra e emite um som para você saber que a transação ocorreu com sucesso.

Por isso, o Apple Pay começou mais ou menos bem. Do Gizmodo US:

Decidimos tentar a sorte no Subway, mas os funcionários nos deram alguns olhares confusos quando perguntamos sobre pagamento contactless. A loja tinha acabado de receber o hardware naquele dia, aparentemente, e eles ainda estavam pegando o jeito das coisas. Depois de alguma discussão e um profundo estudo das instruções da máquina, nós chegamos a uma tela com um código QR – ou seja, não fomos muito longe.

Em seguida, fomos para uma farmácia Duane Reade. Aqui, o sistema realmente funcionou perfeitamente… Quando chegou a hora de pagar, em vez de puxar um cartão de crédito, eu aproximei o meu celular do leitor, pressionei o Touch ID, e pronto. Foi tão rápido quanto pagar com um cartão de crédito (e ainda economizei tempo ao não ter que lidar com a carteira), e o processo foi quase idêntico.

O Apple Pay funciona com cartões de mais de 500 bancos nos EUA. Resta ver se a Apple conseguirá fechar parcerias com mais lojas.

apple pay wallet

Segurança

E como fica a segurança nos pagamentos via NFC? A Apple diz:

Com o Apple Pay, em vez de usar seus números de cartão de crédito e débito… é gerado um Número de Conta do Dispositivo exclusivo, que então é criptografado e armazenado de forma segura no Elemento de Segurança, um chip dedicado no iPhone, iPad e Apple Watch. Estes números não são armazenados em servidores da Apple.

Quando você faz uma compra, o Número de Conta do Dispositivo, juntamente a um código de segurança dinâmico, é usado para processar o pagamento. Assim, os números de crédito ou cartão de débito reais nunca são compartilhados pela Apple nem transmitidos com o pagamento.

Sobre o Wallet, o Google explica:

Todas as suas informações financeiras no Google Wallet são criptografadas e armazenadas em servidores seguros do Google em locais seguros. Suas informações são protegidas pela Política de Privacidade do Google e pela Política de Privacidade.

No Google Wallet e Apple Pay, se seu smartphone for perdido ou roubado, você pode desativar o recurso de pagamentos a partir do seu computador. Ou seja, por mais que aconteçam contratempos – que podem afetar tanto o Google como a Apple – o fator segurança não deve dissuadir os usuários.

Assim, à medida que terminais NFC se espalham pelas lojas e são cada vez mais usados, podemos ver cada vez mais pessoas usando o futuro do dinheiro, tanto no iOS como no Android (e Windows Phone).

Pelo menos nos EUA, claro: o Brasil engatinha quando se trata de pagamentos com o celular. A Mastercard anunciou este ano um app do MasterPass para smartphones, que permite pagar via NFC em alguns estabelecimentos. Por sua vez, a Visa usa a tecnologia payWave em cartões Ourocard Visa, do Banco do Brasil. Quem sabe Apple e Google possam, no futuro, nos fazer avançar nesse quesito.

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