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Como uma configuração inteligente de hardware mantém o Pirate Bay vivo

Há anos vários países e grandes corporações tentam desativar o Pirate Bay, mas até agora ninguém conseguiu. E não é por acaso. É na verdade resultado de uma configuração engenhosa de hardware na nuvem que se espalha por todo mundo e é mais ou menos à prova de balas.

A equipe do Pirate Bay recentemente compartilhou os detalhes dessa configuração com o TorrentFreak. Mesmo que seja bastante sofisticado, o sistema é mais simples do que parece. Ele é feito de 21 máquinas virtuais hospedadas em diversos lugares do mundo via fornecedores de hospedagem na nuvem comercial que não fazem ideia de que hospedam o Pirate Bay. Oito das máquinas são usadas para servir as páginas da web, enquanto seis lidam com as buscas. As máquinas restantes controlam o banco de dados, balanceamento de carga, estatísticas, um site proxy, armazenamento torrent e um controlador.

Eis todo o sistema em forma de lista:

  • 8 VMs para páginas na web
  • 6 VMs para busca
  • 2 VMs para database
  • 1 VM de balanceamento de carga
  • 1 VM de estatística
  • 1 VM para site em proxy na porta 80
  • 1 VM para hospedagem de torrent
  • 1 VM de controle

O TorrentFreak explica a capacidade de todo o sistema “à prova de invasão”:

Ao todo as máquinas virtuais usam 182 GB de RAM e 94 núcleos de CPU. A capacidade total de armazenamento é de 620 GB, mas isso não é tudo o que é usado. Não é necessário dizer que isso é relativamente modesto considerando o tamanho do site.

Se podemos dizer alguma coisa sobre o Pirate Bay, é que ele tem 21 máquinas virtuais muito bem lubrificadas. É incrível que o site se mantenha no ar mesmo com tanta adversidade. Se a polícia um dia conseguir desativá-lo, os operadores podem colocá-lo em funcionamento novamente em pouquíssimo tempo.

O TorrentFreak explica que a maior responsabilidade da organização agora é o domínio em si, que foi alterado cinco vezes no ano passado. E mesmo que seja incrível que o site aparente estar seguro, o mesmo não pode ser dito sobre seus criadores, que estão presos. Afinal, nem a melhor engenharia do mundo consegue impedir a violação de uma lei de copyrights. [TorrentFreak]

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Mojang Is Slashing the Price of ‘Scrolls’ Before Its Upcoming iPad Release

UnknownUnknownScrolls — the hex-tiled collectible card battler and the subject of a hilariously asinine lawsuit — cost $20.95 when it was put into open beta last year. However, the development team at Mojang are gearing up for an iPad release later this fall and have announced that they’ll be slashing the game’s price to a cool $5.

“We’ve realised that our current price point is not feasible for flatter, more touchy, machines,” reads the announcement on the game’s official blog. “As you probably already know, games are cheap on those things. Free-to-play would be an option, but we’re not keen on the way that that form of monetisation can affect gameplay.”

Instead, Mojang has decided to lower the price of Scrolls on all platforms to $5. Customers who ponied up for the beta will receive $20 worth of “Shards,” one of the game’s two currencies which can be used to buy cards, pre-constructed decks, and cosmetic items.

Mojang haven’t announced a firm release date, but they hope to move the game out of beta and release it on PC, Mac, iOS and Android in “late autumn,” with cross-platform multiplayer in tow.

“Late autumn” is also (probably) sooner than “late 2014,” which is when Microsoft’s recently-announced purchase of Mojang is expected to be finalized. There was some worry that the impending acquisition would somehow negatively impact Scrolls, but this latest news suggests (to me) that the game is moving forward mostly unhindered.

Publicado por: TouchArcade - Continue lendo: http://toucharcade.com/feed/

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Project Morpheus, headset de realidade virtual da Sony, está 85% pronto

A versão final do Project Morpheus, o óculos de realidade virtual da Sony e possivelmente o principal competidor do Oculus Rift, está 85% pronta, segundo Shuhei Yoshida, presidente da Sony Worldwide Studios.

Leia a matéria completa no Kotaku: http://www.kotaku.com.br/project-morpheus-esta-85-pronto-segundo-presidente-da-sony/

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Avell Titanium G1540 MAX

O Avell Titanium G1540 Max é um notebook gamer de alta performance, voltado aos jogadores que não se importam em adquirir um modelo mais “parrudo” para conseguir mais desempenho. Equipado com uma placa de vídeo GTX 870M (nosso modelo veio com o upgrade para a GTX 880M) e processadores Intel Core de quarta geração, este modelo promete encarar qualquer franquia de jogos em alta qualidade.


Comparativos

Intel Core i5 4700MQ
Intel Core i5
4900MQ
Intel Core i7
4700HQ

Nvidia GTX 770M
Nvidia GTX 880M
Nvidia GTX 770M

8GB
16GB
32GB

3GB GDDR5

8GB GDDR5
3GB GDDR5

17.3” FullHD (1920×1080) Antirreflexiva

15.6″ FullHD  (1920×1080)
Antirreflexiva 

17.3” FullHD (1920×1080) 

42,8 x 28,8 x 5,5
cm
37,5 x 25,6 x 4,2
cm
41 x 31,8 x 1,8~5
cm

3,9 Kg
3,98 Kg
4,5 Kg

1TB HDD

120GB SSD
1TB HD e
2x 256GB SSD

9 células Li-Ion

8 células Smart Lithium-Ion
5900 mAh /
89 Whrs

R$ 6.499,00

R$ 7.629,00
(R$ 4.769 modelo básico)

R$ 13.999,00

Design e tela

A Avell mantém sua linha de produtos com visual bastante neutro, utilizando carcaças genéricas para a montagem nos notebooks. Como resultado, se por um lado temos um design não muito atraente, na hora de pagar o alívio financeiro sempre é bem-vindo.

Avell Titanium G1540 MAX

O visual é simples, reto e pragmático. O formato caixa preta só é interrompido por alguma eventual luz exótica no touchpad. O corpo do notebook tem um acabamento emborrachado na tampa, que acho bem interessante: não deixa marcas de dedos, os riscos ficam pouco evidentes e até carregá-lo fica mais firme, algo bem importante considerando seu tamanho e peso.

Como todo hardware de alta performance em notebook, o G1540 tem saídas de ar enormes, que ficam localizadas na parte traseira. O projeto é eficiente em manter os componentes em baixas temperaturas, mesmo quando rodando aplicativos pesados. Ao mesmo tempo, resulta em um modelo nem um pouco discreto na espessura e peso – um efeito colateral inevitável em todo notebook de alto desempenho.

Apesar da simplicidade, o principal problema do G1540 está na ergonomia. O touchpad não é dos maiores que já vi, resultado dos botões não estarem integrados, além do grande desnível entre o corpo do modelo e a área para operá-lo atrapalhar bastante os gestos do tipo SWYPE das laterais, um comando importante do Windows 8. Minha segunda ressalva é o acabamento para os pulsos: apesar de emborrachado, o apoio dos braços no notebook é um tanto desconfortável por conta da borda reta. Em poucos minutos de gameplay, os pulsos ficam marcados. 

A tela do G1540 tem ótimos contrastes, brilho e, com a ajuda do acabamento do tipo fosco (Mate). A resolução FullHD não impressiona mais na era das telas Retina e do Quad HD, mas também não é algo tão ruim em um display de 15.6″.

Aquecimento e autonomia

O drama de todo notebook gamer, junto com seu tamanho que desafia o conceito do que “é ser portátil”, é a capacidade de ficar longe da tomada. Nosso benchmark de bateria consiste em rodar o PCMark 8 no modo Office, onde ele executa ações como navegar na internet e editar planilhas, tudo com brilho mínimo de tela e no modo economia de energia. Assim, temos uma ideia do máximo que dá para fazer com este notebook “pegando leve” – afinal, não são muitos que estão interessados em jogar fora da tomada, seja pela baixa autonomia, seja pela perda de performance. 

filtros

Padrão modo Office – Bateria

Rodapé

Apesar de não fazer milagre (afinal, falamos de um notebook gamer), o G1540 Max se sai bem na autonomia quando comparado a outros modelos para jogos. Ele segurou três horas de atividades moderadas, algo que tem sido a média deste tipo de dispositivo. Se você busca boa autonomia, precisará comprar outro modelo – de preferência não no segmento gamer topo de linha – para conseguir mais tempo de operação na bateria.

Operando em alta performance, o sistema de resfriamento do G1540 Max se saiu bem. Colocamos o PC em estresse rodando Metro: Last Light em configuração máxima diversas vezes e o aumento de temperatura ficou sob controle: os componentes não passaram muito dos 80 graus. Considerando a potência dos chips deste modelo, este é um bom resultado, consequência direta do sistema duplo de fans presentes neste modelo, sendo uma dedicada ao processador e outra ao chip gráfico.  A carcaça do modelo ficou ainda mais “gelada”, com um ponto de aquecimento maior apenas no topo do teclado, e mesmo assim um aquecimento discreto.

Performance

Vamos ao que realmente importa para quem está interessado neste tipo de notebook: o desempenho. Nosso modelo do Avell G1540 Max é uma versão “anabolizada”, com um “up” no processador e na placa de vídeo. Temos a nossa disposição a “coisa” mais potente da Nvidia em termos de chip gráfico para notebooks, a GTX 880M.

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High, AA FXAA AF 8x Aniso, 1920×1080

Rodapé

Em games, a GTX 880M conseguiu por uma vantagem muito expressiva sobre a GTX 680M. Em vários casos, conseguimos praticamente o dobro de quadros em games, como Bioshock e Tomb Raider. É sempre bom lembrar que há uma diferença considerável nas versões de drivers utilizados na época que testamos o Avell G1743. Em termos gerais, a GTX 880M se situa entre o desempenho do SLI de duas GTX 680M e apenas uma GTX 680M.

Nos momentos em que pegamos mais pesado, conseguimos derrubar os FPS para casa dos 40fps médias, em situações extremas com qualidade gráfica no limite e muita coisa ativa. Ou seja: é uma máquina que vai segurar o gameplay com grande quantidade de quadros e em qualidade gráfica altíssima. Atualmente, o GTX 880M é o que há de mais potente no quesito de chip gráfico que testamos até o momento.

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Very High, 16xAF, Tessellation: Very High, AF 16x, 1920×1080

Rodapé

No comparativo com o “mundo dos desktops”, acontece algo parecido com o que vimos na geração 600: a topo de linha dos notebooks se alinha em performance com o modelo GTX 760.

Recursos Adicionais

O Titanium G1540 Max traz alguns recursos extras interessantes. O primeiro deles é um detalhe que sempre me agradou, mas que não se tornou um padrão da indústria: o leitor de digitais. A biometria sempre é bem-vinda para aumentar a segurança e reduzir o incômodo de memorizar milhões de senhas, ou mesmo o problema trivial – porém constante – de precisar destravar o notebook com sua senha.

O teclado retroiluminado com múltiplas cores é uma quebra interessante do visual totalmente sóbrio do G1540 Max, e será uma forma de dar um estilo mais chamativo para os gamers que preferem que seus notebooks se destaquem. Com customização no padrão de “piscagem e cores” dá para ir desde um visual totalmente sóbrio com a retroiluminação completamente branca, passando por um mais chamativo em alguma cor forte até o carnaval de cores diferentes piscando em cada área do teclado.

O notebook vem equipado com um sistema de som Onkyo, o que inclui um subwoofer na parte inferior. O resultado é um áudio com boa intensidade e definição, que deve quebrar um galho para os momentos que você decidir usar o notebook para reproduzir multimídias. No gameplay, creio que a preferência dos gamers segue com seu headset de confiança. 

Conclusão
O Avell Titanium G1540 Max é a nossa principal referência em performance em notebooks com apenas um chip gráfico. Em alguns momentos ele chega a superar o topo de linha da GTX de duas gerações atrás, o GTX 680M, em até 100%, mas é sempre bom lembrar que além da melhoria do chip temos também drivers bem mais recentes operando em favor neste benchmark.

O sistema duplo de fans deste notebook consegue lidar muito bem com o aquecimento dos componentes potentes presentes neste modelo – especialmente neste que recebemos para análise, com alguns upgrades – sem gerar ruídos excessivos nem chegar a temperaturas muito altas.

O design não é o ponto forte da Avell, em geral. Este modelo não escapa disto, com pouco capricho nos acabamentos e alguns inconvenientes como o apoio para os pulsos e o touchpad. Não é algo comprometedor, mas fica abaixo do cuidado maior que outros notebooks gamers recebem.

No quesito preço temos o ponto forte dos modelos da empresa, que contrapõe as perdas no design. Concorrentes da MSI e Asus com o chip gráfico topo de linha se situam na casa dos 10 mil reais ou mais, enquanto nosso modelo da análise, com o upgrade para GTX 880M, sai por 2.500 reais a menos. Se você busca o máximo de desempenho e prefere um preço mais amigável a um design rebuscado, esta é a sua opção de notebook.

Prós

  • Alta performance
  • Preço abaixo de concorrentes
  • Tela e aúdio com boa qualidade
  • Sensor de digitais

Contras

  • Design com falhas na ergonomia
  • Preço muito alto deste tipo de notebook

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Físicos recuam em relação ao que foi considerada a maior descoberta desde século

Em março, um grupo de físicos anunciou a primeira evidência direta do Big Bang em uma conferência para a imprensa. Nos dias seguintes, surgiram previsões de prêmio Nobel. Mas depois disso cientistas passaram a questionar a descoberta, e um novo artigo sugere que o sinal detectado não era evidência do Big Bang, e sim poeira interestelar. Ops.

Pesquisadores de descoberta relacionada ao Big Bang recuam em suas declarações iniciais

Caso você não tenha acompanhando a saga cosmológica, eis uma breve recapitulação. Em março, cientistas usaram dados do telescópio BICEP2 na Antártida e disseram que encontraram um padrão chamado “polarização modo B” na radiação cósmica de fundo, que é a radiação que sobrou da formação do universo. Esses redemoinhos combinavam com os padrões que acredita-se terem sido feitos pelas ondas gravitacionais primordiais, algo que já foi previsto mas nunca visto ates.

O BICEP2 parecia oferecer provas suficientes da existência das ondas gravitacionais primordiais e, por extensão, do Big Bang. Eba! Aplausos! Nobel!

Mas há uma explicação muito mais prosaica para esses padrões: poeira. Os cientistas do BICEP2 tentaram explicar isso usando conhecidos modelos de poeira no espaço, incluindo um mapa preliminar de uma apresentação do Powerpoint dada por um pesquisador que trabalha no telescópio espacial Planck da Agência Espacial Europeia.

Agora, cientistas de Planck publicaram um mapa completo de poeira interestelar, e há mais contaminação do que o BICEP2 acreditava. Quanto do sinal capturado pelo BICEP2 realmente vem de poeira é algo a ser analisado – as equipes estão trabalhando em conjunto e esperam publicar algo sobre isso em novembro.

Ainda há esperanças de que o BICEP2 tenha detectado mais do que poeira, mas as celebrações de março agora parecem prematuras. Cientistas podem dar coletivas de imprensa para divulgar suas descobertas, mas não é bem assim que a ciência como um todo funciona – ela é demorada e envolve muito mais recuo do que inicialmente se acreditava. [Quanta]

Imagem de topo:  Telescópio BICEP2. Amble/Creative Commons

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